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Empregos

Site com o objectivo de partilhar novidades e noticias sobre o emprego.

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20
Mai11

84,5 mil doutores sem emprego

adm

Ser um jovem licenciado em Portugal é cada vez mais sinónimo de estar desempregado. Os dados do INE ontem revelados mostram que a taxa de desemprego jovem já atinge os 27,8 por cento.

 

Em cada grupo de dez portugueses entre os 15 e os 24 anos, há três que não têm emprego. Desempregados com licenciatura já são 84,5 mil. A esta ‘geração à rasca’ junta-se agora outra que parece demasiado velha para conseguir emprego mas muito nova para a reforma: as pessoas com mais de 45 anos representam 30,3 por cento do total de desempregados no País.

Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) colocam a taxa de desemprego em Portugal nos 12,4 por cento no primeiro trimestre de 2011, um máximo histórico que, contudo, não pode ser comparado devido à alteração de metodologia na recolha dos dados. O valor é, de qualquer modo, elevado e mostra que há agora duas ‘gerações à rasca’ no País. Se somarmos os jovens sem trabalho aos desempregados com mais de 45 anos, temos 332 mil desempregados de duas gerações diferentes em Portugal. É praticamente metade de toda a população desempregada.

A agravar este cenário, há ainda o facto de mais de metade dos portugueses sem trabalho estarem nessa situação há mais de um ano .

Em termos geográficos, o Algarve lidera, com uma taxa de desemprego de 17 por cento, seguido da Madeira, com 13,9 por cento, e de Lisboa, com 13,6 por cento de população activa desempregada. Também o Norte, com 12,8 por cento, e o Alentejo, nos 12,5 por cento, ficam acima dos 12,4 por cento da média de Portugal estimada pelo INE.

Os 12,4 por cento de taxa de desemprego registada no primeiro trimestre deste ano colocam em risco a previsão do ministro das Finanças. Teixeira dos Santos afirmou, durantea apresentação das medidas da troika (BCE/FMI/CE), que a taxa de desemprego deveria chegar aos 13 por cento no final de 2013. Ao ritmo a que se tem verificado o crescimento do número de desempregados, há uma forte probabilidade de chegar aos 13 por cento já este ano.

NÚMEROS NÃO SURPREENDEM GOVERNO

O secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, disse ontem que o aumento da taxa de desemprego "estava dentro das expectativas", ressalvando que "o contributo mais significativo foi de pessoas que não estavam à procura de emprego e que agora estão".

"O contributo mais relevante foi dado pelos fluxos da passagem de inactivos para a situação de desemprego", afirmou o governante, acrescentando estar "preocupado com a alta taxa de desemprego" ontem divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

18
Mai11

CIP defende que portugueses voltem a reduzir férias para 22 dias

adm

O presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), António Saraiva, considera que os trabalhadores portugueses devem voltar a ter 22 dias de férias como forma de diminuir o custo unitário do trabalho e aumentar a competitividade.

"Advogamos que deveríamos retomar os 22 dias" de férias, em vez dos 25 actuais, disse à Lusa António Saraiva. "Já quando se decidiu aumentar de 22 para 25 dias úteis premiando aqueles que não faltam considerámos a medida errada porque todos nós temos a obrigação de trabalhar mais e melhor", explicou, criticando que se premeie "uma coisa que deve ser natural, que é a comparência ao trabalho".

Para António Saraiva, a posição da chanceler alemã, Angela Merkel - que exigiu a unificação da idade da reforma e dos períodos de férias na União Europeia e criticou os sistemas vigentes na Grécia, Espanha e Portugal - é "natural".

"Quando somos obrigados a pedir ajuda externa perdemos alguma da nossa liberdade de acção e é natural que os nossos credores e, desde logo, a Alemanha, venham tentar impor condições diferentes daquelas a que estamos habituados", referiu. No entanto, ressalvou o presidente da CIP, "cada país tem especificidades próprias e instituições próprias".

Ainda assim, António Saraiva acredita que a redução de férias é uma forma de tornar a economia portuguesa mais competitiva. "A economia portuguesa tem de se tornar mais competitiva e os custos unitários do trabalho têm que ser melhorados, quer pelo lado da Taxa Social Única, quer pelo tempo de trabalho", defendeu.

Para António Saraiva, a solução deve passar "por um 'mix' até para não ser necessário compensar com penalizações fiscais para diferenciar positivamente alguns sectores e empresas mais expostos à concorrência internacional"

fonte:http://www.dn.pt/

17
Mai11

Candidaturas abertas para estágios internacionais

adm

Quer trabalhar fora do país, mas não sabe por onde começar? O programa INOV Contacto pode ser o empurrão para os jovens quadros. Até ao dia 31 de Maio de 2011, estão abertas as inscrições para a 16ª edição do programa da iniciativa do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento que visa apoiar a formação de jovens com qualificação superior, com idade até 30 anos.

Na última edição de 2010/2011 foram seleccionadas 550 candidaturas para estágios profissionais no exterior em áreas como a gestão, economia, engenharias e telecomunicações.

Para ter mais informação sobre o programa siga este link e saiba tudo sobre estes estágios internacionais apoiados pela União Europeia.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

15
Mai11

Haverá diferentes impactos das alterações ao subsídio de desemprego

adm

Exemplo 1
Trabalhador com 48 anos, 20 de descontos e remuneração mensal de 800 euros, que ficar desempregado a partir de 2012.

Duração: Não é afectado pela redução da duração máxima do subsídio de desemprego. Como tem mais de 45 anos e uma longa carreira contributiva, mantém o direito a receber o apoio por 1140 dias (três anos e dois meses).

Valor: O valor do subsídio continuará a corresponder a 65 por cento da remuneração de referência, sem ultrapassar 75 por cento do salário líquido que recebia quando estava no activo. Mas se ficar desempregado por mais de seis meses será afectado pela redução de 10 por cento no valor do subsídio. Como este trabalhador tinha um nível salarial pouco elevado não chega a auferir o montante máximo do subsídio, pelo que não se lhe aplica a diminuição do valor máximo da prestação.

Exemplo 2
Trabalhador com 30 anos de idade, quatro anos de descontos e remuneração mensal de 2200 euros, que ficar desempregado a partir de 2012.

Duração: O desempregado mantém a possibilidade de receber o subsídio por 360 dias (um ano) tal como está previsto na lei actual e não será abrangido pelas alterações no tempo de atribuição do subsídio.

Valor: Um desempregado nestas condições já será totalmente abrangido pelas novas regras. Como tem um salário relativamente elevado, teria direito a receber o valor máximo do subsídio de desemprego que vai reduzir-se e ficará a perder 210 euros por mês. A este valor terá ainda que se somar o corte de dez por cento que será aplicado ao valor do subsídio a partir do sexto mês de permanência no desemprego.

Exemplo 3
Trabalhador com 25 anos, que entrou no mercado de trabalho em 2012 com um salário de 500 euros e que 12 meses depois fica desempregado.

Duração: Embora o memorando de entendimento apenas refira a redução do tempo máximo de atribuição do subsídio e não precise de que forma irá rever o restante quadro temporal, é natural que estes desempregados possam vir a receber menos tempo do que os actuais 270 dias previstos na Lei. A grande novidade é que, ao contrário do que acontece agora, em que é preciso descontar 15 meses para ter acesso ao subsídio de desemprego, esta pessoa terá direito à prestação porque descontou 12 meses.

Valor: Receberá um subsídio que corresponde a 65 por cento da remuneração de referência e não poderá exceder 75 por cento do valor líquido que recebia. Como tem um salário baixo não é abrangido pela redução do limite máximo do montante do subsídio. Mas, a partir do sexto mês de desemprego, a prestação também baixa 10 por cento, embora ainda não se saiba se se manterá como mínimo o valor do IAS.


Quais são as propostas da troika 

- Introdução de um novo tecto máximo no valor do subsídio de desemprego, que passará de 1258 euros (três vezes o indexante dos apoios sociais) para os 1048 euros (2,5 IAS);

- Redução progressiva do valor do subsídio a partir do sexto mês, levando a uma diminuição de 10 por cento;

- Diminuição do período de descontos necessário para se ter acesso ao subsídio de desemprego. Passa dos actuais 450 dias (15 meses) nos últimos 24 meses para 365 dias (12 meses);

- Possibilidade de os trabalhadores independentes de determinadas categorias "que prestam serviços para um único empregador" - os chamados falsos recibos verdes - terem acesso à protecção no desemprego.

08
Mai11

Construção civil e indústria são os sectores com mais emprego para recém-licenciados

adm

Estes são os sectores em que mais empresas admitem, apesar da crise, aumentar as contratações de recém-licenciados, em 2011, segundo o inquérito da consultora MRI.

Para os recém-licenciados, as maiores oportunidades de emprego, este ano, encontram-se nos sectores da indústria e construção civil. Fora destes sectores e contrariando o desânimo que se vive no país, as notícias também são animadoras para os jovens que saem das faculdades e procuram o primeiro emprego, segundo o ‘Hiring Survey' feito em Portugal pela consultora de recursos humanos MRI Network, que colocou às empresas uma pergunta em exclusivo para o Diário Económico: "tenciona aumentar, manter ou diminuir a contratação de recém-licenciados, em 2011, comparativamente a 2010?". E a grande tendência das empresas (62%) é para manter a contratação de recém-licenciados, este ano, em números idênticos aos de 2010.

A pergunta que se impõe é: como explicar que, em plena crise, tantas empresas continuem a recrutar e uma percentagem de 18% fale mesmo que tem planos para aumentar a contratação de recém-licenciados e apenas 2% tencione reduzi-la? "Não nos podemos esquecer que os recém-licenciados são uma mão-de-obra mais acessível sob o ponto de vista financeiro, para as empresas, comparativamente com profissionais mais experientes, pelo que não me surpreende que haja recrutamento deste tipo de perfis", responde Ana Teixeira, a ‘country manager' da MRI, que realizou este inquérito no primeiro semestre de 2011.

Cerca de 65% dos responsáveis pelo sector da indústria pretendem manter e 27% aumentar mesmo a contratação de recém-licenciados e apenas 6% reduzir. Já no que se refere à construção civil e embora a tendência seja para manter (50%), são em número elevado - 38% - as empresas que tencionam aumentar este tipo de contratações, contra 12% que prevê reduzir.

Ana Teixeira faz questão de frisar que "é uma constatação nacional a elevada taxa de desemprego de recém-licenciados". Mas adianta que, em sua opinião, "a taxa de desemprego de quadros superiores com muita experiência é que se tem vindo a constituir como o padrão da actual crise".

Logo a seguir à indústria e construção vêm as tecnologias de informação, com 21% a dizer que vão aumentar a contratação de recém-licenciados e muito atrás as farmacêuticas e cuidados de saúde, com apenas 3%. Já na logística e distribuição não há nenhuma empresa a dizer que tenciona aumentar as contratações deste perfil de colaboradores sem experiência profissional, embora 62% digam que vão manter e nenhuma fale em reduzir.

A responsável da MRI lembra ainda que a crise, que agora se agudizou, teve o seu auge junto das empresas em 2009 e foi nesse ano que o ‘Hiring Survey' revelou "dados históricos, com 46% dos inquiridos a manifestar intenção de reduzir os seus quadros de pessoal". O que está a acontecer, em sua opinião, é que desde 2002 que as empresas se têm vindo a "adaptar aos momentos conturbados que vamos atravessando".

Com a recente queda do Governo, vinda da troika para Portugal e a austeridade consequente que se adivinha, será que as empresas vão recuar quando responderem a este inquérito, no segundo semestre de 2011? "As decisões das empresas para contratar não me parecem estar tão decisivamente dependentes dos acontecimentos políticos, uma vez que têm vindo a adaptar-se à instabilidade que caracteriza os tempos modernos", defende ainda Ana Teixeira, e "já integraram no seu DNA este pressuposto e aprenderam a lidar com ele".

No que se refere à dimensão das empresas, a tendência para aumentar a contratação de recém-licenciados concentra-se nas de 51 a 250 colaboradores, enquanto em diminuir estão focadas as de 51 a 250 colaboradores ou as grandes empresas com mais de 501 trabalhadores.

Nenhuma empresa de TI admite reduzir pessoal

No que se refere a contratações em geral e já não aos recém-licenciados em particular, a tendência é, igualmente, para manter: 50% das empresas inquiridas respondem que vão deixar tudo como está a nível de quadro de pessoal, contra 57% no segundo semestre de 2010. Uma fatia de 32% vai mais longe e fala nos seus planos de aumentar os quadros, enquanto 18% admitem que poderão ter de reduzir pessoal.

É de salientar neste inquérito o facto de nenhuma empresa da área das tecnologias de informação ter planos para reduzir pessoal, em 2011, e apenas 4% na logística o admitirem. Estes dois sectores "surgem como os mais resistentes à turbulência dos tempos, pois a taxa de intenção de redução de colaboradores nestes sectores é muito baixa ou mesmo inexistente, face ao global da amostra", salienta Ana Teixeira.

No que toca à indústria, e numa conjuntura adversa como a actual, não deixa de ser significativo que 48% pretendam manter e mesmo 15% aumentar as contratações.

"Diremos que parte destes resultados é conseguida face ao aumento das exportações portuguesas. Nas empresas voltadas para o mercado interno, aí a situação é claramente diferente, fruto da actual situação político-económica que retrai o consumo privado", analisa Heldér Pais, ‘managing partner' da MRI. 

No que diz respeito à construção, outro ‘managing partner', Carlos Governa, admite que "esperaria resultados piores dado o ambiente recessivo, de concorrência exacerbada, margens esmagadas ou negativas e o momento político, económico/financeiro e social altamente preocupante que se vive em Portugal e no sector".

"Considero um valor muito positivo que a tendência de metade das empresas inquiridas seja para manter os seus quadros de pessoal. Sem dúvida que os tempos são desafiantes pelas dificuldades que encerram, mas parece que parte significativa dos dirigentes das nossas empresas se habituaram a navegar por águas turbulentas", conclui Ana Teixeira.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

15
Fev11

Anda à procura de trabalho? Há vagas para 3.300 pessoas

adm

A empresa promotora do novo Fórum Sintra, centro comercial cujo investimento atinge os 170 milhões de euros, e que vai abrir em Abril, anunciou esta terça-feira a criação uma bolsa de emprego com 3.300 postos de trabalho.

A Multi Mall Management, empresa promotora do shopping, anunciou que vai criar 3.300 postos de trabalho através de uma bolsa de emprego, vagas que vão estar disponíveis no sítio da internet da empresa, em www.multi-management.pt, ou no Palácio Valenças, em Sintra, onde se encontra um posto de candidaturas.

«Criámos uma base de dados para os nossos lojistas irem buscar as candidaturas. Hoje conseguimos estar ligados à rede dos centros de emprego e também podemos oferecer novidades a pessoas que se encontram em Guimarães ou noutros locais do país», adiantou à Lusa António Matias Lopes, director da empresa que já detém 13 centros comerciais em Portugal.

Fernando Seara aplaude iniciativa

Segundo o responsável, uma das motivações para a construção do Fórum Sintra passa pelo facto de este ser um dos concelhos mais populosos do país, onde não existia um centro comercial desta dimensão.

O Fórum Sintra contará com uma área de 55 mil metros quadrados, distribuídos por três pisos com um total de 182 lojas, um hipermercado e sete salas de cinema, além de um parque de estacionamento com 2.250 lugares.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara, a abertura deste centro comercial no concelho é importante numa altura em que «o investimento é escasso e a busca de trabalho para alguns casos é desesperante».

«Cento e setenta milhões neste tempo é um risco que merece reconhecimento», disse o autarca durante a apresentação da bolsa de emprego, que decorreu no Palácio Valenças, em Sintra.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

13
Fev11

Governo quer criar mais empregos fora do País

adm

Os benefícios fiscais às empresas exportadoras que criem emprego fora do País vão ser aumentados. O novo regime entra em vigor este ano e termina em 2013.

De acordo com as medidas ontem anunciadas em Conselho de Ministros, o Governo pretende aliviar a cobrança directa de impostos às empresas que vendem para fora por via das despesas com salários. A medida, diz o Governo, visa "reduzir os custos administrativos das empresas exportadoras, com o objectivo de estimular a competitividade da economia e apoiar as exportações e, bem assim, a internacionalização das empresas portuguesas". Esta é, segundo o Governo, a condição crucial para criar emprego e pôr o País a crescer mais, já que as exportações são o motor da economia. Dados do INE mostram que a dinâmica de criação de emprego é bastante mais forte no estrangeiro do que em Portugal devido à anemia económica interna ditada pela escassez de crédito e pela austeridade nas contas públicas.

A ideia passa por atribuir "um benefício fiscal às empresas exportadoras que consiste na majoração em IRC de 120% dos custos com recursos humanos deslocados no estrangeiro", explica o comunicado. "Assim, as empresas portuguesas vão poder aceder, nos anos de 2011 a 2013, a esta majoração para efeitos de determinação do lucro tributável."

Basicamente, as empresas vão poder abater mais ao IRC por conta das despesas que têm com salários, reduzindo custos que, espera-se, as ajudará a ser mais competitivas e a ganhar mais negócios no estrangeiro. Como a folha salarial passa a valer mais na declaração de rendimentos (IRC), o lucro tributável diminui.

O Governo explica que as despesas elegíveis à luz da nova medida são as remunerações, ordenados ou salários de trabalhadores que sejam destacados para trabalhar no estrangeiro por um "período não inferior a três meses". Em todo o caso, haverá um limite para a aplicação do novo benefício: "O montante máximo da majoração anual por trabalhador num valor equivalente a 14 vezes" o salário mínimo. Ou seja, as empresas só podem declarar como despesa adicional por trabalhador mais 6790 euros por ano (que pode abater ao lucro antes de impostos).

fonte:http://www.dn.pt/bolsa

17
Dez10

Desemprego registado diminui

adm

O desemprego registado diminuiu 0,7 por cento em Novembro, face ao mês de Outubro e 4,4 por cento quando comparado com o mesmo período do ano anterior. O Instituto de Emprego e Formação Profissional dá conta que no mês anterior estavam inscritos nos Centros de Emprego cerca de 546. 680 desempregados involuntariamente.

No entanto, se por um lado o IEFP recebe menos inscrições, o Eurostat e o Instituto Nacional de Estatística dão conta que a taxa de desemprego tem vindo a aumentar. Pois no terceiro trimestre de 2010, o resultado foi de 10,9 por cento para 609,4 mil desempregados, mais de 50 mil desempregados contabilizados pelos centros de emprego. Também o número de pedidos de emprego diminuiu ligeiramente (-0,1 por cento). Porém a capacidade de resposta dos Centros de Emprego vai sendo cada vez menor, pois em Novembro existiam apenas 2,3 por cento de ofertas, face ao total de pedidos de empregos. O que traduzido em números significa 16.803 ofertas para 637.122 pedidos, (menos 9,8 por cento do que no mês anterior), o que originou um total de apenas 5. 249 colocações (variação mensal negativa de 13,4 por cento).

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

02
Dez10

...

adm

A grande lamúria dos jovens que estão em busca do primeiro emprego é a falta de oportunidade para adquirir experiência. Profissionais de recursos humanos e orientadores de carreira devolvem: a conquista do trabalho número um exige do jovem inexperiente análise do mercado de trabalho. Em outras palavras, requer sabedoria para discernir onde estão as empresas que procuram os calouros e o que elas querem.

Nesta época do ano a oportunidade está na indústria e, em maior parte, no varejo. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e Trabalho Temporário (Asserttem), cerca de 30% das vagas temporárias deverão ser preenchidas por jovens em situação de primeiro emprego. Estima-se a contratação de 139 mil profissionais para suprir a demanda do Natal.

Para Paulo Queija, consultor de recursos humanos da MQS Consultoria e Treinamento Empresarial, o jovem pode acumular uma valiosa experiência na contratação temporária. “Além das possíveis vagas para efetivação ao final do período, algumas empresas buscam novos talentos para a renovação de seu quadro”, destaca.

Localizado na baixada santista (São Paulo), o Litoral Plaza Shopping estima 660 contratações para o Natal em suas 220 lojas. Em 2009, 20% dos temporários foram efetivados.

O setor de telesserviços é outro filão para os jovens sem experiência. De acordo com a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), a atividade cresce 10% ao ano. A expectativa é terminar 2010 com 37 mil novos postos de trabalho. Grande parte dessas vagas é destinada aos jovens em condição de primeiro emprego.

“É um setor que não exige experiências anteriores e, ao mesmo tempo, oferece ótimas oportunidades de desenvolvimento profissional e evolução na carreira”, atesta Neiva Dourado Martins Mendes, diretora de recursos humanos da DEDIC GPTI.

Quem não tem perfil para atuar no varejo ou em call centers pode encontrar no voluntariado e nos programas especializados a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho.

Para Michelle Caetano, orientadora pedagógica do Programa Preparação para o Trabalho, mantido pela organização não-governamental Ação Comunitária, essas práticas permitem agregar competências valorizadas pelas empresas. “São ações que possibilitam ao jovem ampliar sua rede de relacionamentos (network) e a partir daí conseguir alguma indicação para uma vaga de emprego”, ressalta.

Programas de Estágio e Trainee

Estagiar é exercitar a teoria aprendida na escola seja ela de nível médio, técnico ou superior. Para Ruy Leal, superintendente geral do Instituto Via de Acesso, o bom estágio é o melhor caminho para o jovem conhecer o universo do trabalho dentro de sua área de formação.

Autor de “Superdicas para o jovem escolher bem sua profissão” (Editora Saraiva), ele destaca que o estagiário precisa ter o mínimo de conhecimento teórico e foco na área de interesse. “Um estudante de Arquitetura, por exemplo, deve identificar se deseja trabalhar num escritório ou em empresas de construção antes de disseminar seu currículo.”

Jovens no final da graduação ou recém-formados, que buscam a primeira oportunidade profissional por meio de um programa de trainee, devem ficar atentos aos sites corporativos e às redes de relacionamento. “O trainee precisa estar antenado com a sociedade. Deve ser uma pessoa politizada, que saiba se posicionar sobre temas da atualidade e lidar com pessoas”, afirma Gustavo Nascimento, gerente da Foco Talentos.

Conhecimento em idiomas estrangeiros, principalmente o inglês e o espanhol, também é importante. “Diria que 90% dos programas pedem ao menos o inglês avançado”, diz Nascimento.

Por Rômulo Martins
Fonte:Empregos.com.br

01
Dez10

Fundo de Garantia Salarial (FGS)

adm

O Fundo de Garantia Salarial (FGS), tem por objectivo assegurar o pagamento dos créditos emergentes do contrato de trabalho e da sua violação ou cessação, aos trabalhadores que, reunindo as condições legalmente estabelecidas, o requeiram, nos casos em que tais créditos não possam ser pagos pela entidade empregadora por motivo de insolvência ou de situação económica difícil.

Assim sendo quem tem a haver créditos de uma empresa insolvente ou em situação económica difícil deverá proceder “Através de requerimento disponível nos Centros Distritais ou Serviços Locais da Segurança Social, bem como no site da Internet nos formulários da Segurança Social – www.Seg-Social.pt”

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