24
Jul 12

Está sem trabalho? Tecnológica e banco dão emprego

O grupo empresarial de tecnologias da informação Critical Software e a instituição bancária BPI juntaram-se para recrutar recém-licenciados. 

A seleção dos jovens começou depois de ter terminado o final do ano letivo, e nos próximos dias iniciarão já a atividade oito dos selecionados. Até ao final do verão será mais cerca de 12, podendo variar o contingente total «um pouco em função da qualidade dos candidatos», revelou à Lusa a diretora-geral da empresa iTGrow.

Catarina Fonseca realçou que o contexto atual é de «falta de oportunidades de emprego para muitos dos jovens que agora terminam as suas formações superiores», mas a iTGrow é uma das empresas que está apostada em «contrariar essa tendência, abrindo as suas portas para a entrada de novos colaboradores».

O recrutamento dos jovens licenciados pela iTGrow, criada especificamente pela Critical Software e o BPI para recrutar e formar futuros colaboradores, está a selecionar preferencialmente nas regiões «Centro e Norte» do país, entre aqueles que saem de instituições do ensino superior de Coimbra, Leiria, Aveiro, Porto e Braga.

«Partimos de uma base de formação muito boa, mas sabemos que lhes faltam competências profissionais», sublinha Catarina Fonseca, frisando que os escolhidos vão submeter-se, durante três anos, a uma formação, parte realizada em sala com um tutor e outra parte dedicada à realização acompanhada de projetos concretos da Critical Software e do BPI.

«Chegamos à conclusão que estes grupos evoluíram mais rapidamente do que antes» de existir esta formação, conclui Catarina Fonseca, recordando que este projeto teve início em dezembro de 2010, e já o integram 55 jovens licenciados.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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22
Jul 12

Recrutamento é feito cada vez mais ‘online’

Os anúncios em papel estão a desaparecer. A Internet é a nova ferramenta para oferecer e procurar emprego

O emprego oferece-se e procura-se, cada vez mais, ‘online'. E só não há mais anúncios na Internet, porque há pouco emprego, diz Amândio da Fonseca, administrador do Grupo de recursos humanos Egor.

Os anúncios em papel estão a desaparecer. Quem quer anunciar emprego, fá-lo, na maior parte dos casos, no próprio site da empresa, num ou em mais do que um portal de emprego e através das redes sociais profissionais. E, depois, "concorrer é pouco mais do que um clique. É a globalização do recrutamento", sublinha Amândio da Fonseca.

Responder a um anúncio também já não passa pelo correio tradicional e pelo currículo em papel. Issou passou à história. "A Internet é uma ferramenta mais poderosa, que dá maior ‘feedback' e é mais rápida. É instantânea. Publicamos o anúncio e no dia seguinte temos centenas de respostas", diz ainda o administrador da Egor.

Ana Teixeira, ‘country manager' da ‘executive search' MRINetwork, confirma: "o recurso à procura de emprego ‘online' é muito utilizado e tem vindo a crescer substancialmente, sobretudo entre os recém-licenciados, pessoas em início de carreira, não seniores e pessoas ligadas às tecnologias de informação". Os quadros de topo é que ainda gostam de recorrer ao anúncio em papel ou às empresas de caça- talentos.

Há ainda, por outro lado, funcionalidades que a Internet permite que trazem mais valias em relação ao papel. Por exemplo, a pessoa pode inscrever o seu currículo ‘online' num portal e receber um alerta no seu ‘email' sempre que for colocado um novo anúncio para a função que procura, ou seja, o anúncio vem ter com ela.

O recrutamento faz-se, assim, cada vez mais via ‘online', antecedendo a fase de selecção dos candidatos. "Recebi, por acaso, no outro dia um currículo por correio e pedi à pessoa para o voltar a enviar por email", conta Amândio da Fonseca.

Para o administrador da Egor, os portais de emprego são uma espécie de feiras de emprego e uma tendência sem retorno, que veio para ficar.

Trabalho publicado na edição de 16 de Junho de 2012 do Diário Económico

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21
Jul 12

Soldadores e mecânicos com propostas salariais superiores a engenheiros, arquitetos e advogados

Serralheiros, canalizadores e torneiros mecânicos podem conseguir ordenados mais altos do que arquitetos ou advogados, nas três mil ofertas de emprego disponíveis em Portugal, segundo o portal do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Na página na Internet do instituto estão publicados anúncios onde se procuram torneiros mecânicos, soldadores serralheiros ou canalizadores com propostas salariais iguais e até superiores a engenheiros, arquitetos e advogados.

No sítio "netemprego" oferece-se um lugar para um engenheiro mecânico, em Lousada, com conhecimento de três línguas (inglês, francês e espanhol) e um salário de 600 euros, inferior aos 800 euros pagos a um torneiro mecânico, em Alcobaça, um serralheiro mecânico, no Pombal ou a um montador de tubagens, em Valença.

Por 750 euros há vagas para um eletricista, com o 4º ano de escolaridade, em Coruche, e 700 euros é quanto é oferecido a um canalizador ou um operário do fabrico de rolhas de cortiça, em Santa Maria da Feira.

O mesmo salário é oferecido a engenheiros civis, em Faro e Lisboa, com a obrigação de falarem inglês fluentemente.

No mesmo portal, há pelo menos duas vagas para advogados com salários de 840 e 850 euros, em Odivelas e Viana do castelo.

O ordenado mínimo nacional, 485 euros, é a oferta para um engenheiro agrónomo, em Trancoso, o mesmo proposto a um trabalhador agrícola para a apanha do tomate, em Mora, no Alentejo, e metade dos 834 euros oferecidos a um tratorista agrícola, em Viana do Castelo.

No setor agrícola destacam-se os 1.500 euros oferecidos a um casal que queira ser feitor/caseiro numa quinta da Covilhã.

Os salários mais altos, entre as ofertas disponíveis, são propostos a um mecânico de máquinas, com o 9º ano, a ganhar 1.500 euros, em Alvalade, e um lugar permanente de dois mil euros mensais para uma interprete de alemão e inglês, com conhecimento de finanças, banca e seguros, em Lisboa.

Há também um lugar para um arquiteto, em Viana do Castelo, com um salário de 850 euros, pouco mais dos 800 oferecidos a um desenhador, com o nono ano, na Marinha Grande.

Entre as ofertas com remunerações mais altas estão analistas de sistemas de informática, com o 12ºano, e propostas entre mil e 1.500 euros mensais, essencialmente para a zona da Grande Lisboa, ou um técnico de controlo da qualidade, com 1.500 euros, na Guarda.

Nas vagas com licenciatura como requisito há também lugar para um engenheiro mecânico a ganhar mais de 1.700 euros, em Loures, e outro engenheiro com quase 3.000 euros, em Santo Tirso, além de técnicos de serviços sociais, em Lisboa, com salários de mil euros e 900 euros para um psicólogo, em Torres Vedras.

No maior número de ofertas prevalece o salário mínimo ou valores próximos, mas há também empresas dispostas a pagar 850 euros a um pasteleiro, no Sabugal, com alojamento, 800 euros a um cozinheiro, na zona de Tavira, e 700 euros a uma empregada doméstica, na zona de Barcelos.

A maioria das mais de três mil ofertas de emprego correspondem a contratos temporários e algumas são disponibilizadas ao abrigo da nova medida de estímulo 2012, criada pelo Ministério da Economia para apoio à contratação nas empresas.

fonte:http://www.jn.pt/


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19
Jul 12

Saiba como encontrar emprego na Internet

Conheça os ‘sites’ onde encontrar emprego em Portugal e no resto do mundo. Cerca de 75% dos jovens já procuram o primeiro emprego na Internet.

Após ter ficado desempregada e durante um ano, comecei uma actividade, posso dizer que quase diária, no Linkedin, tomando muita atenção aos meus contactos entre os recursos de topo que conheci durante o meu tempo de trabalho, por exemplo, gestores de projecto e de área, directores e administradores". E um ano depois Alexandra foi descoberta nesta rede social por um recrutador que precisava de alguém com experiência numa área muito específica que ela dominava. O caso é contado no livro "Quero um emprego!" de Luís Villalobos (organizador), Ana Rute Silva, Elisabete de Sá e Raquel de Almeida Correia.

São cada vez mais os exemplos de pessoas a encontrar trabalho e as empresas a conseguir recrutar pessoas através da Internet. Cerca de 75% dos jovens utilizam a Internet para procurar emprego, de acordo com um inquérito realizado pelo portal Universia do banco Santander. Hoje é "muito mais fácil saber quais as oportunidades que existem, obter informação sobre vários sectores de actividade, empresas, novos projectos, tudo à distância de um clique", explicavam Mariana Branquinho da Fonseca e Tiago Gonçalves, da Heidrick & Struggles, num artigo de opinião publicado na semana passada neste suplemento.

Multiplicam-se também os portais na Internet dedicados ao emprego. Trabalhando. pt é o mais recente. Uma criação do portal Universia, criado pelo Banco Santander. Uma ferramenta que agrega ofertas de emprego e milhares de currículos de licenciados portugueses. A boa notícia é que este portal tem mais de 200 mil lugares disponíveis de mais de 600 mil empresas de 11 países, onde se inclui o Brasil, um dos destinos preferidos dos portugueses, explica Bernardo Sá Nogueira, director-geral do portal Universia.

"As empresas poderão colocar neste site as ofertas de emprego, e se quiserem limitar a procura de candidatos a um determinado número de universidades também podem fazê-lo", explica o responsável pelo trabalhando.pt. Potencialidades que também funcionam para os alunos. Assim, um candidato pode escolher determinados filtros para que na sua pesquisa só surjam as empresas de um determinado sector ou com um determinado nível de remuneração. E o objectivo já está traçado: "Queremos que o trabalhando.pt seja o portal número um na procura de emprego entre os licenciados", avança Bernardo Sá Nogueira.

Com cerca de dez mil ofertas de emprego, o infojobs. pt pretende ser o "número um" no recrutamento em Portugal. Recentemente, disponibilizaram uma ferramenta que permite fazer o "casamento" entre as ofertas de emprego existentes nas empresas e os candidatos que possuem as competências exigidas para preencher o lugar, revela Javier Llorden, director comercial da empresa. "A InfoJobs é uma empresa inovadora e com uma vocação muito tecnológica. Viemos para Portugal para mudar a forma como os portugueses procuram emprego. Numa altura em que praticamente tudo funciona ‘online', não faz sentido que as buscas se centrem apenas em recortes de jornal", acrescenta.

No decorrer deste ano, o portal, que iniciou a sua actividade com pouco mais de 200 ofertas activas, tem, actualmente, cerca de dez mil postos disponíveis. Mais de duas mil empresas já se inscreveram no ‘website', estando activas à volta de 800. No decorrer deste ano, foram 130 mil os portugueses que se inscreveram no portal em busca de emprego e que encontraram uma oportunidade. O portal permite aos candidatos em que estado está a sua candidatura em cada oferta. Podem verificar se a sua candidatura foi aceite, se passaram à fase seguinte ou não. O mesmo se passa com as empresas, que podem ver quantos candidatos se propuseram à sua oferta, e também os currículos detalhados de quem o fez.

Depois tem ainda o site www.netemprego.gov.pt , o portal oficial do Instituto de Emprego e Formação Profissional. Se o seu objectivo é encontrar trabalho num outro país da União Europeia, poderá recorrer ao EURES. Uma rede criada pela Comissão Europeia, que liga os institutos de emprego de todos os países da UE. Com mais de 850 conselheiros espalhados por toda a Europa, realiza feiras de emprego onde recruta para profissões específicas para diferentes países. Depois cada país disponibiliza portais específicos. A Alemanha, por exemplo, criou recentemente um portal onde pode saber tudo o que precisa para ir trabalhar para lá. Um país onde existem mais de 400 mil ofertas de emprego no site do Instituto de Emprego.

Boas vindas em várias línguas e a frase "German is warm welcome. Be part of it" são os convites que se podem encontrar mal se entra em www.make-it-in-germany.com. Uma página criado pelo governo alemão para conseguir atrair mais jovens e quadros qualificados estrangeiros. Neste novo portal podem encontrar-se oportunidades de emprego e informações necessárias para quem quer ir trabalhar para o país.

Mas há cada vez mais empresas de recrutamento a disponibilizar espaços na Internet onde os portugueses se podem candidatar. É o caso do site www.jobs4.de um portal onde pode encontrar inúmeras vagas em empresas alemãs. Para além dos sectores de procura tradicional, neste site poderá também encontrar empregos no sector financeiro.


Os portais de emprego

trabalhando.pt
É a mais recente página de procura de emprego criado pelo portal Universia do banco Santander. Uma janela aberta para mais de 200 mil ofertas de emprego de 11 países.

infojobs.pt
Assegurar o "casamento" automático entre a oferta de emprego disponibilizada pelas empresas e os candidatos que têm as competências para o lugar é a vantagem
do infojobs.pt.

monster.com
É considerado maior portal do mundo de ofertas de emprego, tem ofertas de centenas de países, mas Portugal ainda não está na lista de países onde pode procurar emprego.

netemprego.gov.pt
Este é o site oficial do IEFP onde pode encontrar ofertas para Portuigal e uma porta de entrada para o EURES onde tem ofertas de emprego na UE. Regularmente organizam feiras de emprego nos diferentes países.

Trabalho publicado na edição de 16 de Junho de 2012 do Diário Económico

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16
Jul 12

Emprego: jovens podem candidatar-se a vagas na ONU

As Nações Unidas recebem, até 12 de setembro, candidaturas de jovens portugueses até 32 anos de idade, no âmbito de um concurso internacional para preenchimento de vagas em vários departamentos.

À semelhança de países lusófonos como o Brasil, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, Portugal é incluídos pelo segundo ano consecutivo no «Programa de Jovens Profissionais» da ONU, para preenchimento de até 150 posições, na organização internacional, segundo o anúncio publicado esta segunda-feira pelo Departamento de Assuntos Económicos e Sociais da ONU.

Engenharia, assuntos económicos, comunicação social e ciências sociais são alguns dos postos que a organização internacional pretende preencher este ano.

As candidaturas serão recebidas através do site careers.un.org, a um exame que terá lugar em dezembro, para os pré-selecionados.

Os escolhidos irão preencher vagas de nível profissional no Secretariado da ONU em Nova Iorque, escreve a Lusa.

Os cidadãos portugueses que sejam convocados para o exame não precisam de estar em Portugal, pois podem fazê-lo em qualquer cidade em que a ONU tenha um centro oficial de exames, por exemplo, em Nova Iorque, Genebra ou Londres.

Em 2011, a ONU tinha nove portugueses em posições de nível profissional (P2), do género agora aberto a concurso.

A estes juntavam-se outros 100 do «staff» geral e 338 polícias e militares portugueses ao serviço de missões da organização.

O número de posições P2, num total de 3.300 existentes na organização, é significativamente menos das 12 a 21 que o país tem direito, tendo em conta a sua contribuição para o orçamento da ONU, população e PIB.

Fonte do departamento de Recursos Humanos da ONU disse que a inclusão de Portugal no concurso em 2011, pela primeira vez desde 2006, deve-se ao facto de o país não estar a preencher esses lugares.

Contudo, adiantou a mesma fonte, não há quotas para preenchimento das vagas: serão colocados aqueles com melhores notas, e o nome dos examinados não será facultado aos examinadores, apenas um número.

Os candidatos devem ter habilitação universitária, 32 anos completados este ano ou menos, falar fluentemente inglês e/ou francês, além de serem cidadãos de um dos países selecionados para o concurso.

O exame testa conhecimentos gerais, pensamento analítico, capacidade de planeamento, além de cultura sobre assuntos internacionais.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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21
Jun 12

Hotel de luxo dá mais 1.500 postos de trabalho ao Algarve

A Finalgarve, liderada pelo Grupo Galilei, prevê criar 1.516 postos de trabalho na primeira fase do projeto Praia Grande, em Silves, um dos maiores investimentos turísticos previstos para Portugal, disse esta quinta-feira um dos responsáveis do grupo.

O empreendimento de luxo, que será apresentado na sexta-feira, divide-se em cinco fases, a primeira das quais - a Unidade de Execução 1 - com um investimento previsto de 234 milhões de euros.

Abrangendo uma área de 247 hectares, esta primeira fase engloba três hotéis de quatro e cinco estrelas e dois aldeamentos, num total de 1.594 camas, uma área comercial e um campo de golfe, escreve a Lusa.

De acordo com o responsável pela comunicação do grupo, o empreendimento criará cerca de 1.516 postos de trabalho, prevendo-se o início da construção para 2013, e a conclusão num prazo de oito a dez anos.

«A Unidade de Execução 1 concretiza a realização de todas as infraestruturas gerais e aquelas de que depende todo o plano», disse o responsável do Grupo Galilei.

Acrescentou que a assinatura do contrato de desenvolvimento urbano, entre a Câmara de Silves e as promotoras, «constitui o passo decisivo para o desenvolvimento daquele que é considerado um dos maiores investimentos turísticos do país».

O Plano de Pormenor da Praia Grande, dividido em cinco unidades de execução, foi aprovado pela Assembleia Municipal de Silves, em 7 de dezembro de 2007, e publicado no Diário da República, em 11 de janeiro de 2008.

Segundo os promotores, o empreendimento da Praia Grande demonstra que o turismo é, senão o maior, um dos principais motores da economia portuguesa, com uma enorme capacidade de geração de valor a montante e a jusante da sua atividade.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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18
Jun 12

Disney recruta em Portugal e paga 1.200 a 1.600 euros

A Disney Cruise Control, empresa do grupo Disney que promove cruzeiros familiares, está a recrutar tripulação em Portugal. 

Os empregos são na área da restauração (restaurante e bar) e os salários começam nos 1.500 dólares (quase 1.200 euros) para barman e nos 2.000 euros (quase 1.600 euros) para empregado de restaurante.

Os contratos são de seis meses, renováveis, e os horários de trabalho rondam as 80 a 84 horas por semana.

Os candidatos pré-selecionados serão entrevistados estas terça e quarta-feira.

A Disney Cruise Control tem três navios de cruzeiro em funcionamento ¿ o Dosney Magic, o Disney Wonder e o Disney dream ¿ e uma ilha privada nas Bahamas, Castway Cay, onde foi construído um porto da Disney.

Ainda este ano, a companhia vai inaugurar mais um navio de luxo: o Disney Fantasy.

A empresa aceitou candidaturas online e fez a pré-seleção nos últimos dias.

Para concorrerem, os candidatos precisavam falar inglês fluentemente, ter mais de 21 anos e pelo menos dois anos de experiência na área para a qual se candidatam. Os escolhidos passam por dois dias de preparação em Orlando, Florida, e uma semana a bordo para se familiarizarem com as regras de segurança e regulamentos.

As refeições são fornecidas pela empresa e a tripulação tem alojamento numa pequena cabine, que deve ser partilhada com uma ou duas pessoas.

A companhia oferece ainda dois bilhetes (um para viajarem até ao navio e outro para regressarem a casa) e um seguro de saúde.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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04
Jun 12

Conheça as empresas alemãs que vêm contratar a Portugal

BMW e DSPACE são as duas empresas que vêm, esta semana, a Lisboa contratar engenheiros portugueses.

A BMW e a DSPACE são as duas empresas alemãs que vêm hoje a amanhã a Portugal para recrutar portugueses. Procuram sobretudo engenheiros, nas áreas da mecânica e electrotécnica. A BMW é uma das maiores empresas do ramo automóvel e a DSPACE é a empresa líder mundial no fornecimento de ferramentas de hardware e software para desenvolver sistemas de controle electrónico para diversas indústrias.

O evento de contratação vai decorrer hoje e amanhã, em princípio, nas instalações do Instituto de Emprego e Formação Profissional, em Lisboa. "As empresas alemãs pretendem recrutar já e, por isso, pediram que o evento fosse fechado para que pudessem entrevistar os candidatos adequados ao perfil que pretendem", explica Alice Brandão, directora do serviço de colocações do IEFP e conselheira do EURES, a rede europeia de emprego. O que está previsto é que cada uma das empresas realize cerca de 40 entrevistas de manhã e 40 entrevistas à tarde. A boa notícia é que como é uma área técnica basta dominar o inglês.

Mas se ainda quiser concorrer poderá encontrar as informações no site EURES de Portugal. Basta entrar na página do IEFP e depois clicar em cima do símbolo do EURES. Em Setembro, o IEFP deverá organizar uma nova feira de emprego para a qual deverá convocar empresas alemãs, belgas e de outros países europeus.

Também a empresa alemã Glatthaar-fertigkeller gmbh & co KG quer contratar trabalhadores portuguesas para a construção. Pretendem contratar trabalhadores até aos 45 anos." Somos líderes de construção de caves e procuramos trabalhadores da construção com experiência, até aos 45 anos", sublinha Reiner Heinzelmann, director da empresa. Pode enviar a sua candidatura para reiner.heinzelmann@glatthaar.com.

Alemanha procura pessoas aventureiras
"Procuramos pessoas aventureiras, curiosas e determinadas e que saibam ultrapassar problemas". O convite abre o guia de como viver e trabalhar na Alemanha "Germany, Rigth in the Middle of It". Com um crescimento económico de 3,6%, este é um dos mercados com défice de quadros e pode muito bem ser uma boa escolha se está à procura de emprego. Outra boa notícia é o salário médio do país, que ronda os 3450 euros. Engenharia, saúde, apoio a idosos, apoio domiciliário, hotelaria, restauração e transportes são as áreas onde há mais oportunidades para os portugueses, de acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) português em conjunto com o seu congénere alemão. O organismo português já lançou um programa de recrutamento bilateral com a Alemanha. A primeira iniciativa chamou-se "Dias da Alemanha ", trouxe empregadores alemães a Portugal e contou com 600 participantes. O resultado foram contratações na área de enfermagem e transportes.

Pode encontrar cerca de 400 mil ofertas só no site do instituto de emprego alemão (www.arbeitsagentur.de). A maioria dos anúncios está em alemão, mas há também vagas em inglês. Poderá também encontrar algumas ofertas no site do IEFP. As campainhas soaram quando foi divulgado na Alemanha um relatório que recomendava que se facilitasse a entrada de imigrantes como uma das dez medidas para resolver o problema da falta de quadros qualificados no país. 0s mercados português e espanhol foram referidos como possíveis fontes de recrutamento.

De acordo com o director Executivo da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, Hans-Joachim Böhmer, estima-se o que "o número de pessoas passíveis de desempenharem funções profissionais deverá descer dos actuais 45 milhões para 38 milhões em 2025" . O que significa um défice de quase sete milhões de quadros.

Claro que se tiver algumas luzes de alemão pode concorrer a estas vagas mais facilmente. Mas para isso há diversas ofertas de cursos de formação. A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã promove cursos de 75 horas que garante o domínio básico da língua e a capacidade de entender um diálogo em alemão. Pode ser um bom ponto de partida para concorrer a um emprego. Há também inúmeros cursos no Instituto Goethe e nas escolas alemãs, em Lisboa e no Porto. Também o IEFP reforçou a oferta formativa de língua alemã, uma vez que a principal barreira a ultrapassar é o domínio da língua.

Um milagre na cidade de Schwabisch Hall
Cerca de 14 mil portugueses já concorreram a um emprego na cidade de Schwabish Hall. Só a agência de emprego da cidade recebeu mais de dez mil currículos de portugueses nas últimas semanas. Se a estes somarmos as candidaturas enviadas para as empresas, ao todo mais de 14 mil portugueses candidataram-se a um emprego em Schwäbisch Hall. Esta foi o efeito provocado pela reportagem publicada no suplemento Universidades & Emprego do Diário Económico. Tudo começou com o convite do presidente da câmara ao Diário Económico que, por estar a ter dificuldades em contratar mão-de-obra, decidiu convidar jornalistas de países com elevado desemprego para dar a conhecer as ofertas disponíveis.

Muitas das empresas dizem precisar de tempo para conseguir analisar a onda de currículos que invadiu as suas caixas de correio electrónico. Mas o centro de emprego recebeu, entretanto, pedidos de empresas de outras cidades que estão interessadas em contratar portugueses . Parte dos currículos foi também colocada na base de dados da agência federal de emprego da Alemanha, uma das principais fontes de recrutamento das empresas de todo o país.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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29
Mai 12

Saiba como concorrer a um emprego em Moçambique

O país vai abrir oito mil vagas nos próximos cinco anos em vários sectores e promete salários médios 50% superiores aos portugueses.

Se procura uma oportunidade de emprego no estrangeiro, saiba que Moçambique vai criar oito mil novos empregos, nos próximos cinco anos, segundo um estudo recente da Ernst & Young intitulado "Building Bridges" dedicado ao continente africano. "As oportunidades são muitas e variadas e existe no país uma grande falta de profissionais qualificados pelo que, necessariamente, as empresas recorrem a mão-de-obra estrangeira", diz Ana Cardoso. A directora da Egor, grupo de recrutamento e selecção não tem dúvidas que os portugueses levam vantagem: são valorizados e estão "de alguma forma em vantagem relativamente a profissionais de outras nacionalidades pela questão linguística e cultural, elementos facilitadores de integração e aceitação".

Depois de mais de duas décadas de guerra civil, Moçambique é uma das economias em maior crescimento do mundo, nos últimos dez anos. E as previsões de crescimento do FMI para Moçambique, entre 2012 e 2015, apontam para valores na ordem dos 7,7% (média anual). Aliás, Moçambique deverá ser o quarto país com maior crescimento a nível mundial, depois da China, Índia e Etiópia, no período em análise, segundo o FMI.

Com um investimento directo estrangeiro esperado de cerca de 1,4 mil milhões de dólares, por ano, nos próximos cinco anos, os sectores onde haverá mais necessidades de mão-de-obra são "obras públicas e construção civil, hotelaria, banca, tecnologias de informação e comunicação (TIC) e indústria, já que muitas fábricas estão a começar a ser reparadas", afirma José Bancaleiro, ‘managing partner' da ‘executive search' Stanton Chase International. Ana Cardoso acrescenta a esta lista a energia, a formação profissional e educação, os transportes e a logística. "Nos últimos meses tem aumentado o número de pessoas que nos procuram e que querem ir trabalhar para Moçambique. O ambiente em Moçambique é muito agradável em termos de qualidade de vida. Muito ‘friendly', por exemplo comparativamente a Angola, onde é mais agressivo", acrescenta José Bancaleiro.

A directora da Egor confirma: "temos registado uma maior facilidade de adaptação/integração dos profissionais portugueses em contexto moçambicano comparativamente ao contexto angolano, tanto por questões conjunturais/políticas, como por ser um país com uma gestão mais ocidentalizada, com a qual os portugeses se identificam".

Viver em Moçambique 
Um português que queira ir trabalhar para Moçambique, pode contar receber um salário cerca de 50% acima da média do que aufere em Portugal para desempenhar uma função idêntica, revela Ana Cardoso. Quanto ao custo de vida é "elevado, pelo que os profissionais deverão sempre negociar toda a logística para o seu alojamento", sublinha Ana Cardoso.

Contudo, o salário inferior, por exemplo ao que se paga em Angola, é compensado pela qualidade de vida", acredita o responsável da Stanton Chase, e "permite ter uma vida desafogada", adiantando que já há bons colégios em Maputo para quem não quer pôr os filhos na escola públicas. As casas é que são poucas e caras, acrescenta. É difícil conseguir um apartamento por menos de 1.500 dólares numa zona mais ou menos segura. José Bancaleiro destaca ainda que Maputo é melhor que Luanda em termos de segurança e de trânsito.

Quanto a obstáculos para quem quer ir para lá trabalhar, "prendem-se com os vistos de trabalho, nomeadamente pelas restrições que as empresas têm em termos de admissão de expatriados e da obrigação que têm em admitir, cada vez mais, colaboradores locais", sublinha a responsável da Egor. Assiste-se, por isso, a uma grande preocupação e investimento por parte das equipas de recursos humanos em formar os quadros locais.

O melhor e o pior 
Para a engenheira química Vera Rodrigues, que vive em Moçambique há pouco mais de um ano, o maior obstáculo foi obter residência no país "para estar legal e sem preocupações". Vera Rodrigues que está a trabalhar numa empresa de extracção de carvão e vive na Beira, a segunda cidade do país, considera o nível de vida "bastante elevado", mas é possível ter uma qualidade de vida "que não se consegue, neste momento, em Portugal".

Não se sente insegura e o que mais a preocupa neste momento, em que está grávida, é o acesso à saúde, sobretudo por não estar na capital. Diz que a adaptação "não é um processo fácil. Mas assim que estamos ambientados e habituados ao dia-a-dia torna-se numa experiência fascinante". Destaca os safaris e os passeios em que é possível conhecer locais magníficos.

Para quem vai, como o jornalista Luís Leitão, o espírito é de expectativa. Aceitou "na hora" o convite para ir liderar uma revista em Moçambique "especialmente pelo desafio". "Nunca fui a Moçambique, tenho andado a informar-me e o que me dizem é muito positivo, o povo é afável e recebe bem os portugueses", acredita Luís Leitão.

Para Lurdes Tavares, economista, que está a liderar um projecto de cooperação português, a experiência de mais de quatro anos a viver em Moçambique "foi melhor do que esperava, a integração é fácil, a língua é a mesma e somos bem recebidos". Com boas condições financeiras tem-se melhor qualidade de vida, bom clima para quem gosta de calor, menos stress. Estar longe da família, para algumas compras é necessário ir a África do Sul, sobretudo roupa, sapatos... Aqui não há ou é muito caro".


Testemunhos

"Depois de ambientados o dia-a-dia torna-se fascinante"
Tinha um emprego na indústria farmacêutica, quando o marido, também ele engenheiro, recebeu uma "proposta muito aliciante". Em Abril de 2011 mudaram-se para a Beira, a 1.200 kms de Maputo. Foi sem trabalho, oito meses depois estava a dar aulas de Química na Universidade da Beira e hoje é técnica de controlo de processo da exportação do carvão na Vale. Diz que o nível de vida é caro e o que mais a preocupa neste momento, porque está grávida, é o acesso à saúde, até porque não vive em Maputo. Mas quando se encontra um trabalho a ganhar bem, tem-se "um nível de vida, que não se consegue, neste momento, em Portugal". E "quando estamos ambientados o dia-a-dia torna-se uma experiência fascinante". Vera Rodrigues - Engenheira Química, 30 anos

"Espero uma integração fácil"
Luís Leitão só ontem viajou para Maputo para onde decidiu mudar-se, "mais do que pela questão monetária, para abraçar um novo projecto, conhecer um novo país". Por isso, assim que surgiu a proposta para liderar uma nova revista de economia e gestão em Moçambique aceitou na hora. "Nunca fui a Moçambique, tenho andado a informar-me e o que me dizem é muito positivo, o povo é afável e recebe bem os portugueses, é um país em crescimento económico, vou na expectativa de que vai correr bem". Diz que vai de "mente aberta" e espera uma "integração fácil". Luís Leitão - Jornalista licenciado em Economia, 28 anos

"Somos bem recebidos"
Lurdes Tavares foi para Moçambique, há quatro anos, trabalhar num projecto de cooperação. A economista diz que o custo de vida "subiu muito nos últimos dois anos (cerca de 50%). É muito difícil encontrar um apartamento, numa zona mais ou menos segura, por menos de 1.500 dólares". Nunca teve problemas de segurança e afirma que com boas conndições financeiras tem-se melhor qualidade de vida que em Portugal, "o clima é bom para quem gosta de calor e há menos stress". Para compras como roupa é que é difícil. A experiência está a ser "melhor do que esperava, a integração é fácil, a língua é a mesma e somos bem recebidos", conclui. Lurdes Tavares - economista

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Mai 12

Centros de emprego: número de casais inscritos atinge recorde

O número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo histórico, tendo aumentado 70,6 por cento face ao período homólogo de 2011, revelou o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Assim, segundo a informação mensal sobre o estado civil do desemprego e condição laboral do cônjuge publicada pelo (IEFP), «do total de desempregados casados ou em união de facto, 15.754 (5,1 por cento) têm também registo de que o seu cônjuge está igualmente inscrito como desempregado no Centro de Emprego».

Desta forma, em abril deste ano, o número de casais em que ambos estão registados como desempregados foi de 7.877, ou seja, mais 70,6 por cento do que em abril do ano passado e mais 4,3 por cento do que em março, escreve a Lusa.

«Desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão desempregados, tendo-se registado em abril de 2012 o número mais elevado desde que esta informação é recolhida», diz o IEFP.

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego no país e ilhas registou em abril um aumento de 21 por cento face ao mês homólogo do ano anterior, indicou o IEFP na semana passada.

No final do mês de abril, estavam inscritos nos centros de emprego do continente e regiões autónomas, 655.898 desempregados - mais 113.924 desempregados inscritos do que em abril de 2011 - representando 83,6 por cento de um total de 784.292 pedidos de emprego.

Deste total, 291.544 são casados, num subida de 14,1% em relação a abril do ano passado, mas uma quebra de 1,6 por cento em termos dos valores em cadeia.

Os solteiros registados como desempregados nos centros de emprego também aumentaram, em 25,6% face a abril de 2011, registando, igualmente, uma ligeira quebra de 0,7% em relação ao mês de março.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

publicado por adm às 22:23 | comentar | favorito