01
Mar 12

Número de licenciados a emigrar sobe 49,5%

Número de licenciados desempregados a anular a inscrição nos centros de emprego disparou entre 2009 e 2011

O número de licenciados desempregados que anulou a inscrição nos centros de emprego para emigrar subiu 49,5 por cento entre 2009 e 2011, de acordo com os registos do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

O número de licenciados é reduzido face ao total de trabalhadores que decidiram emigrar segundo os registos do IEFP, mas sugere que a opção pelo estrangeiro está cada vez mais em cima da mesa dos trabalhadores mais qualificados que se encontram numa situação de desemprego.

Em 2011, a emigração justificou o fim da inscrição de 1.893 desempregados licenciados (contra os 1.266 registados em 2009), de um total de 22.700 trabalhadores que deixaram de estar inscritos no IEFP porque decidiram aceitar ofertas de trabalho no estrangeiro. 

Em declarações à agência Lusa, o presidente do IEFP, Octávio Oliveira, aconselha porém uma «leitura muito limitada» destes dados uma vez que representam «apenas e só as anulações de candidatura a emprego realizadas pelos serviços do IEFP na sequência da declaração do próprio». 
Para o responsável, «não é significativo» o aumento da emigração entre os desempregados inscritos que possuem uma habilitação superior nos últimos três anos.

Para Octávio Oliveira, a saída de trabalhadores para o estrangeiro tem sido constante nos últimos anos e resultado de um mercado de trabalho cada vez mais globalizado.

«Mesmo em momentos de crescimento da economia nacional foi significativo o número de anulações por motivo de emigração», disse. 

«A própria emigração tem hoje uma componente de sazonalidade, sendo normal o aproveitamento de excecionais oportunidades, com remunerações e condições interessantes», acrescentou. 

Em foco lá fora

A divulgação de ofertas de emprego no espaço europeu e a cooperação dos serviços públicos de emprego tem aliás sido uma das prioridades na União Europeia, reforçou. 

De acordo com os dados do instituto, a maioria dos desempregados que optam por emigrar têm entre 35 e 54 anos (55,2 por cento) e possuem habilitações escolares ao nível do ensino secundário (24,3 por cento). 

Entre os grupos de profissões com mais trabalhadores a emigrar, estão os operários, artífices e trabalhadores similares (20,4 por cento do total), pessoal dos serviços de proteção e segurança (12,3 por cento) e os trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio (10,5 por cento).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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08
Fev 12

Emprego lá fora: onde estão as melhores oportunidades?

São cada vez mais os portugueses que começam a equacionar a emigração para obterem uma vida melhor. O elevado desemprego e a deterioração das condições laborais em Portugal está a empurrar muitas pessoas, especialmente jovens, lá para fora. Mas onde estão as melhores oportunidades de trabalho?

Sobretudo nos países onde a economia está a crescer a bom ritmo. Na maioria dos casos, economias emergentes, como o Brasil, Angola ou Moçambique. Mas mesmo na Europa, apesar da crise, há países onde a mão-de-obra qualificada escasseia e onde os trabalhadores estrangeiros são bem-vindos.

São sobretudo os países do Norte da Europa, onde as universidades não conseguem formar as pessoas a um ritmo suficientemente rápido para responder às oportunidades criadas pelo crescimento da economia. O Instituto de Emprego e Formação Profissional identifica vários, incluindo o Reino Unido, França, Suécia, Finlândia, Noruega, Suíça, Bélgica, Holanda, e Alemanha. 

Áreas como as Tecnologias de Informação, Enfermagem; Psicologia Clínica; Construção Civil e Obras Públicas; Animação Turística e Hotelaria e Arquitectura e Engenharia são aquelas onde existem mais oportunidades.

Na vizinha Espanha, embora continuem a existir oportunidades, tem-se registado uma retracção do mercado nos últimos tempos.

Mas peguemos precisamente no caso da Alemanha. A maior economia da Europa também tem necessidade de mão-de-obra qualificada e encontra nos países do Sul, onde a crise está a causar elevado desemprego, uma boa reserva de trabalhadores. Ainda esta semana surgiu a notícia de uma cidade alemã que todos os meses tem cerca de 3 mil vagas para preencher e que está aberta a emigrantes dos países economicamente mais fracos, que queiram concorrer. 

Quem não tem problemas em abandonar, além do país, o continente, há também muitas oportunidades fora da Europa. Por exemplo, ainda hoje o «Diário Económico» noticia que o Brasil precisa de 8 milhões de profissionais qualificados, por causa do forte crescimento da economia. Comércio, distribuição, construção e call centers são as áreas que precisam de mais pessoal. 

O país precisa ainda de 100 mil engenheiros, por causa das obras de preparação do Mundial de Futebol em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016.

Angola e Moçambique também apresentam muitas oportunidades nesta área, da arquitectura e engenharia. No entanto, há entraves: burocracia, dificuldade em obter vistos e, no caso do Brasil, reconhecimento de diplomas académicos pelas universidades brasileiras, que é obrigatório em todas as profissões e que pode demorar até dois anos.

Para além dos países de língua portuguesa, há outros com elevado crescimento, que também recebem mão-de-obra estrangeira, como por exemplo, alguns da região Árabe.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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06
Jan 12

Vagas em 10 grupos internacionais

Pela Europa e mundo existem inúmeras instituições que procuram pessoas qualificadas para contratar. As vagas somam-se nos websites, só falta quem as preencha.

Conheça dez instituições que oferecem emprego:

1 - União Europeia
O Centro de Informação Europeia Jacques Delors criou um website deQuer emprego?dica a informar os cidadãos sobre as oportunidades de emprego na União Europeia, contribuindo assim para o reforço da presença portuguesa nas instituições e organismos europeus.
Chama-se www.trabalharnauniaoeuropeia.eu e já está online.

2 - Nações Unidas
Desde Abril de 2010 que todos os empregos disponíveis no Corpo das Nações Unidas são publicadas no site da Organização. Aqui pode ver oportunidades de emprego na Organização e aqui pode candidatar-se para missões. As oportunidades alargam-se a variadas áreas profissionais.

3 - Fundo Monetário Internacional
Aqui pode encontrar as mais variadas oportunidades de emprego. O FMI procura não só economistas, como profissionais da comunicação, tradutores, bibliotecários ou advogados.

4 - Banco Mundial
O Banco Mundial vai publicando periodicamente as necessidades dentro da instituição. Tanto vagas de emprego como programas de estágio ou de aprendizagem. Tudo aqui

5 - FAO
A Organização alimentar e agrícola também oferece uma série de oportunidades de emprego que, tanto podem estar relacionadas com industria alimentar, engenharia química e biológica como com tecnologia. Aqui pode conhecer todas as oportunidades disponibilizadas.

6 - NATO
No site da NATO pode candidatar-se a variadas áreas profissionais. A organização do Tratado Atlântico Norte apresenta vagas na área da segurança, finanças, engenharia, defesa ou tecnologia. Passe por aqui.

7 - Banco Central Europeu
Sempre que são necessários novos funcionários, o BCE avisa. Aqui podem encontrar-se vagas para macroeconomia, estatística, analistas ou sistemas de pagamento, entre outras.

8 -  Organização Mundial de Saúde
Se está na área da saúde, a OMS precisa de si. Existem inúmeras vagas por todo o mundo que podem ser preenchidas imediatamente. A OMS procura médicos e especialistas das mais variadas áreas. Oferece ainda estágios e programas de especialização. Pode ver aqui.

9 - Greenpeace
Aqui pode ver uma série de oportunidades e não, não só para veterinários. A organização mundial procura consultores, produtores de vídeo, especialistas em energia e/ou clima, e também oferece programas de estágio.

10 - NASA
Sim, é possível. A NASA não só disponibiliza vagas de emprego como apoia pequenos negócios através de programas e fundos. Na NASA existem ainda estágios ou trabalhos de verão e nem todos precisam de ser licenciados. Veja aqui.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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27
Dez 11

Os 10 países que estão a receber os desempregados de Portugal, Espanha, Grécia, Itália e Irlanda.

Com uma taxa de desemprego que não param de subir em países como Grécia, Portugal, Itália, Espanha ou Irlanda, os desempregados destes países, na sua maioria qualificados, estão a procurar outros locais no Planeta onde possam viver e trabalhar.

The Guardian  e o Business Insider  fizeram uma recolha informal dos 10 países que estão a receber estes trabalhadores do sul da Europa. Alguns destes países são nomes conhecidos, outros nem por isso. Veja aqui a lista.

1. Albânia. Este país, considerado o primeiro lugar a visitar, em 2011, pelo Lonely Planet, tem recebido emigrantes italianos e gregos, devido sobretudo à sua proximidade a estas duas nações. Supreendido?

2. Angola. Um clássico dos últimos dois anos. O Guardian diz que há muito ibéricos – e sobretudo portugueses – a procurarem a sua sorte por terras angolanas. Mas isso já nós sabíamos.

3. Austrália. Outro clássico da emigração europeia. Com uma economia forte, um Governo estável e um nível de vida muito confortável, a Austrália é um destino convidativo para os PIIGS, sobretudo para os irlandeses ou gregos.

4. Bélgica. Ainda que não tenha uma economia muito estável, este é um destino muito procurado pelos gregos para escapar à implosão económica e social do seu país.

5.Brasil. Palavras para quê? A relação muito próxima entre Portugal e o Brasil está a levar milhares de portugueses a procurar refúgio económico no outro lado do Atlântico.

6. Canadá. Com uma política de imigração muito aberta e oportunidades de emprego, o Canadá oferece uma segurança interessante para os desempregados europeus.

7. Chipre. A exemplo da Albânia, este é o destino menos esperado para os europeus do Sul. Mas a sua proximidade da Grécia e Itália, uma vez mais, fala mais alto.

8. Alemanha. Outro clássico da emigração europeia.

9. Israel. Tem uma economia estável e, sobretudo, uma nova veia empreendedora receptiva a emigrantes. Uma excelente escolha, segundo o Guardian.

10. Turquia. A exemplo de Israel, a sua proximidade ao Sul da Europa e crescimento económico torna a Turquia numa opção muito atraente.

fonte:http://www.greensavers.pt

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20
Dez 11

Os países com as melhores oportunidades de emprego

Professores, engenheiros, profissionais da saúde e da hotelaria têm procura em mercados externos.

"Empregos correm atrás das pessoas". A manchete de um diário de São Paulo resume bem o clima de procura de talentos que se vive no Brasil. As estimativas apontam para que sejam necessários quase oito milhões de profissionais, até 2015, no mercado de trabalho brasileiro. Recentemente foram divulgados números que apontavam para a necessidade de 50 mil engenheiros para empresas brasileiras.

No futuro, os países de língua portuguesa (Brasil, Angola e outros países africanos), Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia serão os destinos preferenciais, antevê Francisco Madelino, presidente demissionário do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Para o responsável deste organismo, em declarações feitas no balanço dos Dias do Emprego em Novembro, a procura de emprego no estrangeiro "é uma tendência natural nos portugueses e que, na actual conjuntura, não pode ser reprimida - porque constitui, de facto, uma alternativa válida e uma mais-valia em termos profissionais e de internacionalização".

O tema voltou à ribalta, na sequência das declarações do primeiro-ministro em entrevista ao "Correio da Manhã", na qual sugeriu que os professores sem emprego devem procurar novas qualificações ou procurar novas oportunidades, por exemplo, nos PALOP. As declarações foram mal recebidas, até porque é o segundo membro do Executivo a incitar à emigração. O primeiro foi o secretário de Estado da Juventude e Desporto.

Com a taxa de desemprego a rondar os 12,5%, este ano, muito acabam por procurar oportunidades lá fora. "Há uma quebra muito significativa em todos os sectores em Portugal", diz Amândio da Fonseca da EGOR, o que significa que emigrar "não é o seu sonho de carreira, mas um recurso, sobretudo para os mais qualificados", conclui.

Conscientes da qualificação dos profissionais portugueses e, simultaneamente, da sua disponibilidade para sair de Portugal à procura de melhores oportunidades, cada vez mais países europeus, têm vindo a recrutar no país.

Docentes do ensino básico e secundário e educadores de infância, por exemplo, são profissionais com grande procura por países como Reino Unido, Noruega, Alemanha, França, Suécia ou Finlândia, revela Francisco Madelino, presidente demissionário IEFP. Só a Alemanha disponibiliza 400 mil ofertas de emprego no portal do instituto de emprego alemão.

Esta procura estende-se a outras áreas, como engenheiros de diversas especialidades, excepto para a construção, ou profissionais das tecnologias de informação. Há também boas oportunidades para enfermeiros - nomeadamente na Noruega, que os procura activamente, segundo o embaixador Ove Thorsheim - assistentes sociais e cozinheiros e chefes de cozinha, revelam as conclusões do IEFP.

"Espanha, apesar da crise, continua ainda a registar algumas oportunidades, pela proximidade geográfica e da língua, com correspondente colocação de trabalhadores portugueses, em animação turística e desportiva, engenharias e hotelaria", acrescenta Francisco Madelino, apontando, porém, que esta oferta tem registado "um retrocesso muito significativo, nos últimos três anos".

Experiência prévia de trabalho no estrangeiro, acompanhada de uma preocupação com competências linguísticas, é uma das características que os empregadores estrangeiros procuram nos candidatos portugueses, "o que não significa que não surjam oportunidades para recém-graduados, muitas vezes enquadradas em programas de estágios", lembra o presidente do IEFP.

Existe ainda uma preferência por profissionais com experiência na gestão de projectos e supervisão de equipas, domínio de técnicas de investigação, experiência em teletrabalho, conhecimentos profundos em algumas linguagens de programação", conclui Francisco Madelino.

Portugueses agradam ao mercado internacional
Seja pela sua formação académica ou, apenas, por uma questão cultural, há certas características de base do profissional português típico que vão ao encontro das necessidades das empresas empregadoras no mercado global. Acima de qualquer outra, é valorizada a facilidade que os portugueses demonstram na aprendizagem de novas línguas, em particular o inglês. "O domínio do português é igualmente valorizado por empresas que procuram a sua internacionalização, ou desenvolvem projectos, em economias emergentes de língua oficial portuguesa, como Angola ou o Brasil", lembra Francisco Madelino, presidente demissionário do IEFP. Outras características que são valorizadas são: o nível de formação académica, que já é reconhecido internacionalmente; a facilidade de adaptação a novas culturas e ambientes multiculturais; e a capacidade para a resolução de novos problemas e situações, "o tradicional ‘desenrascanço'", comenta Francisco Madelino.


Portugueses que procuraram oportunidades noutros países

Director em Florença
"Gostei da ideia de fazer carreira num grupo internacional". A frase é de Nuno Moreira, economista licenciado pela FEP, e que trabalha no grupo Kme Group SpA, desde 2001 e serve para explicar porque deixou Portugal para trás. Começou por ir para Barcelona onde se manteve durante seis anos. Em 2008 foi para Paris e, hoje está em Florença, na sede do grupo líder mundial no fabrico e comercialização de produtos em cobre. Nuno é director de uma unidade de negócio que factura 400 milhões de euros. Diz que as maiores dificuldades estão ligadas ao facto de "deixar para trás todo um suporte, ou seja, um país que se conhece por algo desconhecido. A este acresce, "a adaptação a uma nova cidade e criar uma nova vida social longe da família e dos amigos", acrescenta.

Apostar no Luxemburgo
Com indemnização que recebeu pela saída do último emprego em Portugal, Tiago Madeira rumou à Irlanda, em 2005. Não tinha emprego garantido, mas a dinâmica do mercado de trabalho dava bons sinais, além disso, a língua inglesa facilitava. Uma semana após aterrar em Dublin, arranjou emprego num supermercado a ganhar 300 euros por semana. Três anos depois estava no seu terceiro emprego, mas resolveu deixar a Irlanda com um salário de 1.900 euros e um contrato sem termo. Certo de que o mercado tinha lugar para pessoas com o seu perfil e decidido a viver no centro da Europa, foi para o Luxemburgo. Hoje, é agente de viagens naquele país, onde vive com a mulher e a filha. Com um orçamento familiar de 6.500 euros, tem a certeza de que está num dos países com melhores infra-estruturas para construir uma família.

Professora em Boston
Sónia Almeida não tem dúvidas que ter emigrado foi a melhor coisa que fez. Aos 33 anos, não olha para trás com arrependimento. Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2001), seguiu para Londres e, em 2004, estava matriculada na Slade School of Fine Art, da University College London, onde tirou o mestrado de Pintura. Foi em Bedford, que se empregou como técnica de gravura numa escola secundária. Em 2008 vai para os EUA, para Boston. Mantendo sempre em primeiro plano a carreira de artista plástica, em 2010, começa a trabalhar como professora de Pintura da Massachusetts College of Art and Design em Boston. "Se tivesse ficado em Portugal estaria no desemprego ou tinha-me dedicado às artes decorativas", diz, hoje, Sónia Almeida.

Analisar mercado asiático
Diogo Nunes vive fora de Portugal há quatro anos. Licenciado em Economia, sempre ambicionou uma "carreira internacional": "O facto de ter feito o Erasmus na Dinamarca aguçou-me o apetite". Pelo que assim que foi desafiado por uma multinacional portuguesa para ir para a Austrália não pensou duas vezes. "Não tive como recusar", adianta. Mas será tudo fácil para quem emigra? Diogo é peremptório: "Não, a principal dificuldade foi o desconhecimento das empresas portuguesas no exterior". A nível particular diz que "o fuso horário também foi complicado, para além de trabalhar muitas horas". "Obrigava-me a estar contactável 18h por dia". Hoje está em Singapura onde é responsável pela prospecção de uma empresa portuguesa no mercado asiático.

Enfermeira na Suíça
Ângela Faria, 24 anos, terminou a licenciatura de enfermagem, em Março, mas o seu primeiro emprego acabou por ser numa loja de um centro comercial. No entanto, não desistiu de exercer a profissão para a qual estudou durante quatro anos na Escola Superior de Saúde de Santarém. Desempregada, decidiu visitar um casal de amigos portugueses que vivem na Suíça. A ideia de emigrar começou a ganhar vida. Em Agosto, enviou o seu currículo para uma instituição de cuidados continuados, em Lausanne. Nas duas primeiras semanas de Outubro, já estava a estagiar na instituição suíça com a possibilidade de assinar um contrato sem termo no início de Dezembro, o que acabou por acontecer. Na Suíça, Ângela ganha seis vezes mais do que um enfermeiro em Portugal, por isso não pretende voltar tão cedo.

Jornalista em Londres
Depois de ter concluído um mestrado internacional de Jornalismo, Bruno Alves, de 30 anos, procurou emprego em Portugal durante um ano em 2007. Sem resposta, foi então que decidiu emigrar levando na bagagem uma "visão muito pessimista do mercado de trabalho em Portugal", que avalia como sendo "pouco meritocrático". Hoje está em Londres e é editor de uma revista e website ‘business-to-business' que cobre parcerias público-privadas e privatizações na área das infra-estruturas a nível global. Por mês, obtém um rendimento de 2.700 euros líquidos fora prémios que podem ascender aos seis mil euros anuais. Londres foi a cidade escolhida por considerar ser "de longe a que tem mais oferta nessa área".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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