19
Jul 14

Mercedes-Benz abre 100 estágios em Portugal para estudantes

A marca alemã acaba de lançar um programa de uma centena de estágios para jovens que completaram o 9º ano e que procuram formação e trabalho na indústria automóvel.

A Mercedes, em parceria com a rede de concessionários e oficinas autorizadas, a Mitsubishi Fuso e a Dual - empresa de qualificação profissional associada à Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã -, possibilita, assim, a integração dos estagiários nos quadros da empresa.

A iniciativa tem o nome de Mercedes-Benz Pro Emprego e destina-se a apoiar jovens que procurem uma carreira profissional dentro do Grupo Daimler em Portugal. O programa decorrerá ao longo dos próximos 3 anos e o estágio, com vertentes teórica e prática, visa a formação específica sobre temas de mecatrónica (ramo da engenharia que combina engenharia informática, eletrónica e mecânica).

 

Durante o primeiro ano está prevista a entrada de 30 aprendizes no estágio, passando para 60 estagiários no segundo ano e cerca de 90 no terceiro. Entre 15 e 28 de julho, todos os interessados podem contactar os concessionários ou oficinas autorizadas Mercedes-Benz e Smart, ou oFacebook da marca para mais informações.

O protocolo do programa foi assinado esta terça-feira, no Classic Center da Mercedes-Benz em Sintra, pelo presidente da Mercedes-Benz Portugal, Joerg Heinermann, e pelo presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional, Jorge Gaspar.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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22
Jun 14

Visabeira Global está a recrutar 105 engenheiros e 35 gestores

A Visabeira Global está a recrutar mais de cem quadros para as suas operações na Europa, América Latina, África subsariana e Índia.

Até ao final do ano, a sub-holding do Grupo Visabeira (que agrega as empresas Viatel, Constructel, Televisa, Comatel e Visabeira) está a recrutar 105 engenheiros e 35 gestores.

As ofertas são dirigidas a recém-licenciados e a profissionais experientes nas áreas das telecomunicações, energia (electricidade e gás) e tecnologias de informação, segundo nota enviada às redações.

Os profissionais serão integrados em mercados como a Suécia, Dinamarca, Noruega, Alemanha, França, Bélgica, Espanha, Reino Unido, Rússia, México, Peru, Colômbia, Índia, e em países da África Subsariana.

As candidaturas podem ser feitas no site da empresa, na área de recursos humanos, onde estão listadas as ofertas disponíveis. É ainda possível fazer uma candidatura espontânea.

Saiba mais aqui

 

O Grupo Visabeira justifica este processo de recrutamento na estratégia de crescimento no mercado externo, que representa mais de metade das vendas do grupo em 2013. O ano passado Visabeira Global teve um volume de negócios de 563 milhões de euros e um EBITDA de 83 milhões de euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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21
Mai 14

Multinacional vai criar 30 empregos em Viana do Castelo

Uma multinacional portuguesa do sector metalomecânico vai investir, até final do ano, quatro milhões de euros numa nova fábrica em Viana do Castelo que deverá criar 30 novos empregos, anunciou esta quarta-feira fonte do grupo.

"A Dexter Technologies SA, empresa metalomecânica, participada pela multinacional portuguesa AELUS e por capitais espanhóis, inaugurará a sua unidade industrial no último trimestre de 2014 no parque empresarial de Lanheses", lê-se no comunicado do grupo a que a Lusa teve acesso.

De acordo com as previsões da empresa, inicialmente a fábrica irá criar 30 postos de trabalho "nas áreas da engenharia financeira e operacional, os quais irão crescendo com o aumento esperado da atividade da fábrica".

A indústria avançada de metalomecânica de Viana do Castelo estará vocacionada para a "fabricação e prestação de serviços de montagem e operação e manutenção, formação profissional Dual, recrutamento especializado na área industrial e investigação e desenvolvimento".

 

A empresa exportadora das áreas das energias renováveis, da indústria naval e metalomecânica, pretende ainda "servir as empresas tanto da região, como do território nacional".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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27
Dez 11

Os 10 países que estão a receber os desempregados de Portugal, Espanha, Grécia, Itália e Irlanda.

Com uma taxa de desemprego que não param de subir em países como Grécia, Portugal, Itália, Espanha ou Irlanda, os desempregados destes países, na sua maioria qualificados, estão a procurar outros locais no Planeta onde possam viver e trabalhar.

The Guardian  e o Business Insider  fizeram uma recolha informal dos 10 países que estão a receber estes trabalhadores do sul da Europa. Alguns destes países são nomes conhecidos, outros nem por isso. Veja aqui a lista.

1. Albânia. Este país, considerado o primeiro lugar a visitar, em 2011, pelo Lonely Planet, tem recebido emigrantes italianos e gregos, devido sobretudo à sua proximidade a estas duas nações. Supreendido?

2. Angola. Um clássico dos últimos dois anos. O Guardian diz que há muito ibéricos – e sobretudo portugueses – a procurarem a sua sorte por terras angolanas. Mas isso já nós sabíamos.

3. Austrália. Outro clássico da emigração europeia. Com uma economia forte, um Governo estável e um nível de vida muito confortável, a Austrália é um destino convidativo para os PIIGS, sobretudo para os irlandeses ou gregos.

4. Bélgica. Ainda que não tenha uma economia muito estável, este é um destino muito procurado pelos gregos para escapar à implosão económica e social do seu país.

5.Brasil. Palavras para quê? A relação muito próxima entre Portugal e o Brasil está a levar milhares de portugueses a procurar refúgio económico no outro lado do Atlântico.

6. Canadá. Com uma política de imigração muito aberta e oportunidades de emprego, o Canadá oferece uma segurança interessante para os desempregados europeus.

7. Chipre. A exemplo da Albânia, este é o destino menos esperado para os europeus do Sul. Mas a sua proximidade da Grécia e Itália, uma vez mais, fala mais alto.

8. Alemanha. Outro clássico da emigração europeia.

9. Israel. Tem uma economia estável e, sobretudo, uma nova veia empreendedora receptiva a emigrantes. Uma excelente escolha, segundo o Guardian.

10. Turquia. A exemplo de Israel, a sua proximidade ao Sul da Europa e crescimento económico torna a Turquia numa opção muito atraente.

fonte:http://www.greensavers.pt

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26
Dez 11

Desempregados vão ter de aceitar salários mais baixos

A redução dos valores do subsídio para todos os que ficarem desempregados depois da entrada em vigor da lei é, na prática, uma alteração indirecta ao conceito de "emprego conveniente".

A redução do valor do subsídio de desemprego vai obrigar os futuros desempregados a aceitar salários mais baixos. Este é um dos efeitos indirectos do novo valor máximo de 1.048 euros (em vez de 1.258 euros), bem como da norma que prevê a redução do valor da prestação em 10% a partir dos primeiros seis meses.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/ho
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23
Dez 11

Construir uma carreira com futuro... num ‘call center’?

‘Call centers’ como os da Teleperformance já não são apenas para trabalho temporário. São casas onde se podem construir carreiras.

Chegou a Lisboa para estudar sociologia, na Universidade Autónoma, e entrou na Teleperformance, empresa de gestão de ‘call centers', com o objectivo de ter um emprego que pudesse conciliar com os estudos. Começou como comunicadora, a prestar assistência por telefone. Passou pelo departamento de planeamento, de recrutamento, de formação. Dezasseis anos depois, Sandra Gonzaga Ribeiro é a directora de qualidade e processos da empresa em Portugal e não se arrepende de ter criado uma carreira nesta área.

Quando se olha para o mundo dos ‘call centers', progressão de carreira não será o primeiro pensamento que nos ocorre. Mas a Teleperformance, que foi distinguida internacionalmente como "Great Place To Work", acredita que essa visão dos "call centers" como apenas centros de trabalho temporário está a evoluir. "No início foi difícil para a minha família e amigos, que não percebiam a minha decisão", confessa Sandra Gonzaga Ribeiro. "Mas penso que essa mentalidade está a mudar. Se num banco são designados como "gestores de clientes", porque razão somos "comunicadores"?", aponta Sandra Gonzaga Ribeiro. "Nós conseguimos contribuir para que o dia de um cliente seja diferente, pela empatia, pela possibilidade de lhes darmos experiências memoráveis".

Nenhuma empresa pode oferecer grandes oportunidades de progressão de carreira, se a empresa em si não registar tendências de crescimento. "Ao longo dos últimos sete, oito anos, crescemos de cerca de 250 colaboradores para 2800", revela João Cardoso, director geral da Teleperformance a nível ibérico. Para o dirigente, que acumula também as responsabilidades de gerir os processos de inovação da empresa à escala mundial, parte do segredo para este sucesso passa pela aposta na formação. Desde que entram na Teleperformance, os colaboradores são incentivados a querer sempre mais. "Antigos chefes de equipa passam a responsáveis de ‘call center', outros a responsáveis de negócio e alguns também para as áreas de suporte", explica João Cardoso. "O nosso modelo sempre foi no sentido de que possamos oferecer oportunidades de carreira, o que leva a uma maior motivação dos colaboradores e, consequentemente, a mais negócio".

Quando olha para o futuro, a Teleperformance acredita que vai continuar a crescer, ainda que com mais dificuldades em certos sectores, mantendo um "optimismo moderado". O CEO da multinacional lembra que "a crise é psicológica, mas o psicológico tem muito impacto. Pessoas e empresas pessimistas investem menos", aponta João Cardoso.

fonte:http://economico.sapo.pt

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21
Dez 11

Está desempregado? Veja o que muda na hora de receber o subsídio

Os portugueses vão deparar-se em menos de 15 dias com algumas alterações na atribuição de prestações sociais. No que diz respeito ao subsídio de desemprego, algumas delas vão já ser discutidas esta quinta-feira na reunião da concertação social.

No âmbito do memorando de entendimento assinado com a troika, o Estado assumiu o compromisso de preparar até ao final deste ano um plano de acção para reformar o sistema de prestações de desemprego, com o propósito de reduzir o risco de desemprego de longa duração e fortalecer as redes de apoio social.

De acordo com a proposta do Executivo, a que a Agência Financeira, as principais alterações são:

Redução da duração máxima do subsídio de desempregode três anos para 18 meses, mas «a reforma não abarcará os actuais desempregados e não irá reduzir os direitos adquiridos dos trabalhadores». Esta medida é acompanhada pela alteração dos contratos a termo;

Limitação dos subsídios de desemprego a 2,5 vezes o Indexante de Apoios Sociais (IAS) e a introdução de um perfil decrescente de prestações ao longo do período de desemprego após seis meses, ou seja, haverá uma redução de pelo menos 10 por cento do montante das prestações. Mas esta reforma só irá abranger os trabalhadores que ficarem desempregados após a entrada em vigor da nova lei, ressalva a proposta;

Redução do período contributivo necessário para aceder ao subsídio de desemprego, de 15 para 12 meses;
Alargamento da atribuição desta prestação social aos trabalhadores independentes que prestam serviços regularmente a uma única empresa; 

Majoração «temporária» de 10 por cento do montante do subsídio de desemprego nas situações em que «ambos os membros do casal sejam titulares de subsídio de desemprego e tenham filhos a cargo, abrangendo esta medida igualmente as famílias monoparentais»;

Redução de 450 para 360 dias o prazo de garantia para o subsídio de desemprego, de modo a alargar a protecção aos beneficiários mais jovens;

Redução do limite máximo do montante mensal do subsídio de desemprego, mantendo-se os valores mínimos de forma a salvaguardar os beneficiários com menores salários;

Diminuição do período de concessão desta prestação social, passando o prazo máximo para 540 dias, mas o Governo afirma querer salvaguardar os direitos em formação dos beneficiários, mantendo-se «o direito aos acréscimos em função da idade do beneficiário e do número de meses com registo de remunerações no período imediatamente anterior à data do desemprego»;

Alterações pontuais ao regime jurídico de protecção no desemprego «com vista a melhorar a eficácia e eficiência da protecção», designadamente, em caso de doença dos beneficiários, reforçando as condições de atribuição e manutenção das prestações.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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20
Dez 11

Os países com as melhores oportunidades de emprego

Professores, engenheiros, profissionais da saúde e da hotelaria têm procura em mercados externos.

"Empregos correm atrás das pessoas". A manchete de um diário de São Paulo resume bem o clima de procura de talentos que se vive no Brasil. As estimativas apontam para que sejam necessários quase oito milhões de profissionais, até 2015, no mercado de trabalho brasileiro. Recentemente foram divulgados números que apontavam para a necessidade de 50 mil engenheiros para empresas brasileiras.

No futuro, os países de língua portuguesa (Brasil, Angola e outros países africanos), Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia serão os destinos preferenciais, antevê Francisco Madelino, presidente demissionário do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Para o responsável deste organismo, em declarações feitas no balanço dos Dias do Emprego em Novembro, a procura de emprego no estrangeiro "é uma tendência natural nos portugueses e que, na actual conjuntura, não pode ser reprimida - porque constitui, de facto, uma alternativa válida e uma mais-valia em termos profissionais e de internacionalização".

O tema voltou à ribalta, na sequência das declarações do primeiro-ministro em entrevista ao "Correio da Manhã", na qual sugeriu que os professores sem emprego devem procurar novas qualificações ou procurar novas oportunidades, por exemplo, nos PALOP. As declarações foram mal recebidas, até porque é o segundo membro do Executivo a incitar à emigração. O primeiro foi o secretário de Estado da Juventude e Desporto.

Com a taxa de desemprego a rondar os 12,5%, este ano, muito acabam por procurar oportunidades lá fora. "Há uma quebra muito significativa em todos os sectores em Portugal", diz Amândio da Fonseca da EGOR, o que significa que emigrar "não é o seu sonho de carreira, mas um recurso, sobretudo para os mais qualificados", conclui.

Conscientes da qualificação dos profissionais portugueses e, simultaneamente, da sua disponibilidade para sair de Portugal à procura de melhores oportunidades, cada vez mais países europeus, têm vindo a recrutar no país.

Docentes do ensino básico e secundário e educadores de infância, por exemplo, são profissionais com grande procura por países como Reino Unido, Noruega, Alemanha, França, Suécia ou Finlândia, revela Francisco Madelino, presidente demissionário IEFP. Só a Alemanha disponibiliza 400 mil ofertas de emprego no portal do instituto de emprego alemão.

Esta procura estende-se a outras áreas, como engenheiros de diversas especialidades, excepto para a construção, ou profissionais das tecnologias de informação. Há também boas oportunidades para enfermeiros - nomeadamente na Noruega, que os procura activamente, segundo o embaixador Ove Thorsheim - assistentes sociais e cozinheiros e chefes de cozinha, revelam as conclusões do IEFP.

"Espanha, apesar da crise, continua ainda a registar algumas oportunidades, pela proximidade geográfica e da língua, com correspondente colocação de trabalhadores portugueses, em animação turística e desportiva, engenharias e hotelaria", acrescenta Francisco Madelino, apontando, porém, que esta oferta tem registado "um retrocesso muito significativo, nos últimos três anos".

Experiência prévia de trabalho no estrangeiro, acompanhada de uma preocupação com competências linguísticas, é uma das características que os empregadores estrangeiros procuram nos candidatos portugueses, "o que não significa que não surjam oportunidades para recém-graduados, muitas vezes enquadradas em programas de estágios", lembra o presidente do IEFP.

Existe ainda uma preferência por profissionais com experiência na gestão de projectos e supervisão de equipas, domínio de técnicas de investigação, experiência em teletrabalho, conhecimentos profundos em algumas linguagens de programação", conclui Francisco Madelino.

Portugueses agradam ao mercado internacional
Seja pela sua formação académica ou, apenas, por uma questão cultural, há certas características de base do profissional português típico que vão ao encontro das necessidades das empresas empregadoras no mercado global. Acima de qualquer outra, é valorizada a facilidade que os portugueses demonstram na aprendizagem de novas línguas, em particular o inglês. "O domínio do português é igualmente valorizado por empresas que procuram a sua internacionalização, ou desenvolvem projectos, em economias emergentes de língua oficial portuguesa, como Angola ou o Brasil", lembra Francisco Madelino, presidente demissionário do IEFP. Outras características que são valorizadas são: o nível de formação académica, que já é reconhecido internacionalmente; a facilidade de adaptação a novas culturas e ambientes multiculturais; e a capacidade para a resolução de novos problemas e situações, "o tradicional ‘desenrascanço'", comenta Francisco Madelino.


Portugueses que procuraram oportunidades noutros países

Director em Florença
"Gostei da ideia de fazer carreira num grupo internacional". A frase é de Nuno Moreira, economista licenciado pela FEP, e que trabalha no grupo Kme Group SpA, desde 2001 e serve para explicar porque deixou Portugal para trás. Começou por ir para Barcelona onde se manteve durante seis anos. Em 2008 foi para Paris e, hoje está em Florença, na sede do grupo líder mundial no fabrico e comercialização de produtos em cobre. Nuno é director de uma unidade de negócio que factura 400 milhões de euros. Diz que as maiores dificuldades estão ligadas ao facto de "deixar para trás todo um suporte, ou seja, um país que se conhece por algo desconhecido. A este acresce, "a adaptação a uma nova cidade e criar uma nova vida social longe da família e dos amigos", acrescenta.

Apostar no Luxemburgo
Com indemnização que recebeu pela saída do último emprego em Portugal, Tiago Madeira rumou à Irlanda, em 2005. Não tinha emprego garantido, mas a dinâmica do mercado de trabalho dava bons sinais, além disso, a língua inglesa facilitava. Uma semana após aterrar em Dublin, arranjou emprego num supermercado a ganhar 300 euros por semana. Três anos depois estava no seu terceiro emprego, mas resolveu deixar a Irlanda com um salário de 1.900 euros e um contrato sem termo. Certo de que o mercado tinha lugar para pessoas com o seu perfil e decidido a viver no centro da Europa, foi para o Luxemburgo. Hoje, é agente de viagens naquele país, onde vive com a mulher e a filha. Com um orçamento familiar de 6.500 euros, tem a certeza de que está num dos países com melhores infra-estruturas para construir uma família.

Professora em Boston
Sónia Almeida não tem dúvidas que ter emigrado foi a melhor coisa que fez. Aos 33 anos, não olha para trás com arrependimento. Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2001), seguiu para Londres e, em 2004, estava matriculada na Slade School of Fine Art, da University College London, onde tirou o mestrado de Pintura. Foi em Bedford, que se empregou como técnica de gravura numa escola secundária. Em 2008 vai para os EUA, para Boston. Mantendo sempre em primeiro plano a carreira de artista plástica, em 2010, começa a trabalhar como professora de Pintura da Massachusetts College of Art and Design em Boston. "Se tivesse ficado em Portugal estaria no desemprego ou tinha-me dedicado às artes decorativas", diz, hoje, Sónia Almeida.

Analisar mercado asiático
Diogo Nunes vive fora de Portugal há quatro anos. Licenciado em Economia, sempre ambicionou uma "carreira internacional": "O facto de ter feito o Erasmus na Dinamarca aguçou-me o apetite". Pelo que assim que foi desafiado por uma multinacional portuguesa para ir para a Austrália não pensou duas vezes. "Não tive como recusar", adianta. Mas será tudo fácil para quem emigra? Diogo é peremptório: "Não, a principal dificuldade foi o desconhecimento das empresas portuguesas no exterior". A nível particular diz que "o fuso horário também foi complicado, para além de trabalhar muitas horas". "Obrigava-me a estar contactável 18h por dia". Hoje está em Singapura onde é responsável pela prospecção de uma empresa portuguesa no mercado asiático.

Enfermeira na Suíça
Ângela Faria, 24 anos, terminou a licenciatura de enfermagem, em Março, mas o seu primeiro emprego acabou por ser numa loja de um centro comercial. No entanto, não desistiu de exercer a profissão para a qual estudou durante quatro anos na Escola Superior de Saúde de Santarém. Desempregada, decidiu visitar um casal de amigos portugueses que vivem na Suíça. A ideia de emigrar começou a ganhar vida. Em Agosto, enviou o seu currículo para uma instituição de cuidados continuados, em Lausanne. Nas duas primeiras semanas de Outubro, já estava a estagiar na instituição suíça com a possibilidade de assinar um contrato sem termo no início de Dezembro, o que acabou por acontecer. Na Suíça, Ângela ganha seis vezes mais do que um enfermeiro em Portugal, por isso não pretende voltar tão cedo.

Jornalista em Londres
Depois de ter concluído um mestrado internacional de Jornalismo, Bruno Alves, de 30 anos, procurou emprego em Portugal durante um ano em 2007. Sem resposta, foi então que decidiu emigrar levando na bagagem uma "visão muito pessimista do mercado de trabalho em Portugal", que avalia como sendo "pouco meritocrático". Hoje está em Londres e é editor de uma revista e website ‘business-to-business' que cobre parcerias público-privadas e privatizações na área das infra-estruturas a nível global. Por mês, obtém um rendimento de 2.700 euros líquidos fora prémios que podem ascender aos seis mil euros anuais. Londres foi a cidade escolhida por considerar ser "de longe a que tem mais oferta nessa área".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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19
Dez 11

Setúbal: centro da Decathlon cria 420 empregos directos

A Decathlon anunciou esta segunda-feira o lançamento na quarta-feira da primeira pedra de um cento de logística, que corresponde a um investimento de 30 milhões de euros e vai criar 420 empregos directos.

A cerimónia conta com a presença do secretário de Estado Adjunto da Economia, António Henriques.

Este vai ser o primeiro centro de logística da Decathlon em Portugal, que vai permitir ainda a criação de cerca de 500 postos de trabalho indirectos.

Em comunicado, a Decathlon esclarece que o novo centro de logística, que tem a abertura prevista para Outubro do próximo ano, visa melhorar o abastecimento e garantir uma maior disponibilidade de produtos para as 22 lojas existentes em Portugal, 14 das quais abertas ao público nos últimos três anos, que empregam cerca de 1.200 colaboradores.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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08
Dez 11

Abertura de hipers ao domingo garante três mil empregos

Empresas de distribuição garantem que novo horário cumpriu objectivos de emprego.

Se as cadeias de distribuição não abrissem ao domingo, "o sector estaria negativo em termos de criação de emprego". A garantia é dada pelo presidente da Associação de Empresas de Distribuição (APED), Luís Reis, ao Diário Económico, à margem de um encontro com jornalistas para anunciar o quarto congresso do sector que se realizará a 17 e 18 de Janeiro.

Luís Reis, que é também administrador da Sonae, assegura que a abertura das lojas da grande distribuição ao domingo à tarde tem sido uma aposta ganha porque "não só criou três mil postos de trabalho, como os retalhistas estão a conseguir manter esses novos colaboradores". Além deste impacto positivo no emprego, o presidente da APED afirma que há que contar com o ‘feedback' positivo por parte dos consumidores que aumentaram o volume de compras ao domingo depois das 13 horas tanto no segmento alimentar como no não alimentar.

O mesmo responsável garante ainda que este alargamento do horário dos hipermercados não está a ter impacto negativo sobre outros sectores. Isto porque, explica, as compras geradas nesse período resultaram "mais de uma redistribuição do consumo" e não da transferência de compras face ao pequeno comércio. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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