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08
Jul10

Portugal precisa de criar 170 mil empregos para superar o impacto da crise

adm

De acordo com o relatório da OCDE, para regressar aos níveis de actividade que tinha no último trimestre de 2007, o emprego em Portugal terá que crescer 4% até ao final de 2011.

 

No caso da União Europeia (UE) e da OCDE, o emprego terá que acelerar 2,7%, enquanto na Zona Euro terá de ser 3,1%.

Entre os 30 membros da OCDE, a Irlanda é o país onde é necessário um esforço de criação de emprego maior (19,8%), seguido de Espanha (10,7%) e Grécia (7,1%).

 

A Islândia surge em quarto lugar da lista, tendo que aumentar a criação de emprego em 7%, seguido dos EUA (5,5%), Dinamarca (4,7%), Suécia (4,2%) e Portugal.

 

No conjunto dos países da OCDE é assim necessário criar 17,8 milhões de empregos para regressar aos níveis pré-crise, dos quais 4,6 milhões correspondem à União Europeia.

 

Portugal conseguiu controlar escalada do desemprego

Os autores do relatório "Perspectivas de Emprego 2010" constatam que a incidência da recessão foi apenas um dos factores que explica a degradação do mercado de trabalho nos diferentes países da organização.

 

Espanha e EUA surgem no grupo dos países em que, com um "impacto médio" no retrocesso do PIB (entre 3% e 7%), sofreram uma subida do desemprego elevado, de mais de 3,5%.

 

Já países com um nível de recessão equivalente, como Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Itália e Holanda, conseguiram limitar a subida do desemprego a menos de 1,5%.

 

Portugal surge no grupo do Canadá, República Checa, Hungria e Reino Unido, países que conseguiram, ainda assim, controlar a escalada do desemprego entre os 1,5% e os 3,5%, apesar do retrocesso do PIB.

 

De acordo com a OCDE, as razões para estas diferenças são várias, mas os autores do relatório notam que os países que sofreram mais com a degradação do PIB estavam mais expostos ao sector imobiliário.

Por outro lado, a redução do número de horas trabalhadas nos países que conseguiram limitar melhor a subida de desemprego poderá ter evitado que muitos trabalhadores tenham perdido os seus empregos, refere a OCDE.

fonte:http://jn.sapo.pt

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