Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Empregos

Site com o objectivo de partilhar novidades e noticias sobre o emprego.

Site com o objectivo de partilhar novidades e noticias sobre o emprego.

Empregos

01
Jul10

Fim da Cheyenne deixa 300 pessoas no desemprego

adm

 

De acordo com o relatório de insolvência, “não há condições objectivas para ser elaborado e apresentado aos credores um plano de insolvência que preveja a manutenção (retoma) da actividade do devedor”, que empregava 300 pessoas e tem dívidas reconhecidas que ascendem a 6,3 milhões de euros.

A redução na procura, uma política de expansão da rede de lojas incompatível com a capacidade financeira, uma estrutura organizacional pesada, a falência de alguns clientes estrangeiros são alguns dos factores que, segundo o administrador de insolvência, conduziram às dificuldades que levaram à “total falta de liquidez”.

O relatório de insolvência realça ainda a “confusão nas relações entre as empresas do grupo, nas quais se destacam a Paulo Serra & Irmãos [declarada insolvente em Maio] e a Imobiliária das Pateiras” bem como “o conflito com o antigo sócio e gerente José Alexandre Serra Rodrigues”.

Após a saída do então sócio e gerente da Facontrofa, no final de 2008, “a nova equipa de gestão toma consciência do ‘enorme buraco’” em que a empresa se encontra, com os sócios a fazerem “ainda um novo esforço para obter os meios financeiros necessários para equilibrarem económica e financeiramente a sociedade”.

No final de 2009, o Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI), através do Fundo para a Revitalização e Modernização Empresarial, entrou no capital social com um injecção de dois milhões de euros destinada a “amortizar dívidas junto dos fornecedores”.

Mas “esta injecção de capital acaba por ser utilizada pelas instituições bancárias para amortizar o passivo bancário, sendo que algum deste passivo diz respeito às empresas do grupo”, refere o relatório de insolvência.

De acordo com o administrador de insolvência, Nuno Oliveira da Silva, “ainda durante o ano de 2009, a Facontrofa vê importantes clientes estrangeiros abrirem falência e, com isso, a incobrabilidade de elevadores valores”, ficando a empresa dependente das receitas das lojas, o que, nota, “era manifestamente insuficiente para fazer face a todos os compromissos assumidos com os fornecedores, trabalhadores, banca, Segurança Social, Fazenda Nacional, etc”.

A partir de Março, a empresa deixou de pagar os salários aos seus trabalhadores, o que se repetiu no mês seguinte, o que fez com que “a quase totalidade dos seus trabalhadores suspendesse os contratos de trabalho”.

Neste contexto, depois de consultar a comissão de credores, o administrador de insolvência encerrou a sociedade que chegou a empregar 300 pessoas na unidade industrial e na rede de retalho com a marca Cheyenne, que também fecharam portas. Segundo a lista provisória -- uma vez que o prazo para reclamar créditos ainda estava a decorrer -- os créditos com direito de voto totalizavam 6,3 milhões de euros, sendo cerca de um terço (2,1 milhões de euros) reclamado pelo Instituto da Segurança Social.

fonte:http://economia.publico.pt/

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Politica de privacidade

Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D