08
Ago 12
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As 10 profissões que causam mais stress

Se é piloto de avião, consultor de comunicação ou executivo de empresa escolheu uma das três primeiras profissões das dez que causam mais stress, de acordo com um estudo da CareerCast sobre este ano.

O site de recursos humanos considerou um estudo da Associação Psicológica Americana que diz que 70% dos trabalhadores atribuem o stress ao trabalho, e cerca de 49% culpa as preocupações com a estabilidade no emprego.

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As profissões de fotojornalista, pivô de televisão e o executivo publicitário ocupam da quarta posição a sexta, respectivamente.

Na sétima posição está o arquitecto seguido do corretor de bolsa, técnico de emergências médicas (9ª) e, por fim, agente imobiliário (10ª).

O estudo da CareerCast também considerou as profissões de menor stress. No primeiro lugar da lista está o otorrinolaringologista, seguido do dietista e do engenheiro de software.

A pesquisa revela que o campo dos cuidados da saúde continua a ser uma grande indústria com fortes perspectivas de emprego no mercado de trabalho.

O programador informático ocupa a quarta posição na lista das dez profissões menos stressantes, seguido pelo higienista oral (5ª), o terapeuta de fala (6ª), filósofo (7ª), matemático (8ª), terapeuta ocupacional (9ª) e, por fim, o quiroprático (10ª).

As profissões que causam maior stress de 2011:

1ª Piloto de avião. Levar nas mãos um aparelho que custa milhões e a vida de centenas de pessoas, pode elevar os níveis de stress a qualquer um. Os pilotos estão ainda sujeitos à pressão do cumprimento de horários, o que na aviação nem sempre é fácil.

 Consultor de comunicação. O advento das redes sociais trouxe mais dificuldades a quem tenta «vender» informação. Os clientes exigem resultados, o que obriga à procura de formas cada vez mais inventivas de fazer passar a mensagem.

 Executivo de empresas. Com a crise económica sem fim à vista, os executivos das empresas vivem sob a pressão de conseguirem bons resultados que tragam mais valias aos acionistas. A busca de novos mercados e negócios e os ajustamentos nas empresas são os problemas mais delicados.

 Fotojornalista. O perigo espreita quase sempre que um fotojornalista aponta a sua objetiva. Como se movimentam, muitas vezes, em cenários complicados e de segurança reduzida, o stress acompanha cada imagem captada.

 Pivô de televisão. A concorrência entre as estações de televisão é enorme. E cabe aos pivôs manter um ritmo que interesse ao telespetador, evitando o zapping.

 Executivo publicitário. O mercado publicitário tem vindo a encolher de forma expressiva. Daí que as agências tenham mais dificuldade em conseguir contas. E as que conseguem são obrigadas a constantes exercícios de inovação para se diferenciarem no mercado.

 Arquitecto. Para os arquitetos, há sempre um stress de cada vez que idealizam um projecto: os desejos do cliente. Isto para além dos constrangimentos legais (planos diretores, etc) que às vezes limitam a criatividade.

 Corretor de bolsa. Os mercados são apontados como os grandes responsáveis pela crise que vivemos. Ser corretor de bolsa é estar quase no olho do furacão. Porque uma declaração política ou uma previsão económica são suficientes para que as bolsas oscilem entre a euforia e o crash.

9ª Técnico de emergências médicas. Salvar vidas por profissão não é só recompensador. É também um stress. Cada minuto conta, o que obriga estes profissionais a uma capacidade de reação quase ímpar.

10ª Agente imobiliário. Vender casas é negócio que já teve melhores dias. A queda acentuada do mercado imobiliário tem levado a que muitos imóveis continuem vazios. E a pressão sobre os agentes para que encontrem e convençam cleintes é cada vez maior.

As profissões que causam menor stress de 2011:

1ª Otorrinolaringologista. Tratar de quem ouve mal, tem problemas de olfato ou de garganta, pode não ser fácil. Mas não há grande stress nesta área da medicina.

 Dietista. Emagrecer é palavra de ordem para meio mundo. A obesidade já é um problema de saúde pública e cabe aos dietistas apontarem caminhos para que os ponteiros da balança não ultrapassem os limites do razoável.

 Engenheiro de software. Inovação é o que se pede actualmente nas empresas. A criatividade dos engenheiros é meio caminho andado para o sucesso. Criam aplicações e muitas vezes ainda se divertem com isso.

 Programador informático. Criar soluções para os problemas informáticos não implica muito stress. É mais uma questão de engenho.

 Higienista oral. Muita gente ainda não percebe a importância que a saúde oral tem para o bem-estar geral. O higienista oral é assim fundamental para que se possa sorrir sem constrangimentos.

 Terapeuta da fala. Não se ensina ninguém a falar. Mas tratam-se problemas como a dislexia com recurso a terapias convencionais.

 Filósofo. Alinhar pensamentos pode parecer uma atividade dada ao ócio, mas a verdade é que há filosofia em tudo o que mexe.

 Matemático. Fazer contas não é a única atividade de um matemáticos. Resolver problemas complexos é muito mais importante. Tal como a filosofia, a matemática está por todo o lado.

 Terapeuta ocupacional. Este profissional avalia as funções sensoriais, percetivas, físicas e sociais do indivíduo, assim como os fatores ambientais que influenciam o seu desempenho.

10ª Quiroprático. As medicinas alternativas têm vindo a ganhar espaço à convencional. Cada vez mais as pessoas procuram métodos menos invasivos para tratarem algumas maleitas.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 22:55 | comentar | favorito
01
Ago 12
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Ago 12

Jovens desempregados já se podem candidatar a estágios

Os jovens entre os 18 e 35 anos, inscritos nos centros de emprego, poderão candidatar-se, a partir desta quarta-feira, a estágios profissionais ao abrigo do programa «Impulso Jovem», de acordo com uma portaria publicada em Diário da República.

«A presente portaria regula as Medidas Passaporte Emprego, Passaporte Emprego Economia Social, Passaporte Emprego Agricultura e Passaporte Emprego Associações e Federações Juvenis e Desportivas, doravante designadas por Passaportes Emprego», lê-se no documento.

O programa «Impulso Jovem» foi aprovado a 6 de junho em Conselho de Ministros e possui um fundo superior a 344 milhões de euros e que cobre um universo de 90 mil jovens.

O Plano Estratégico de Iniciativas de Promoção da Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME assenta em três pilares: estágios profissionais, apoio à contratação, à formação profissional e ao empreendedorismo, e apoios ao investimento, revela o comunicado do Governo, escreve a Lusa.

O acompanhamento do Plano será garantido através de uma comissão presidida pelo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas.

Esta comissão reunirá mensalmente com os parceiros sociais para garantir a monitorização externa da execução do Programa.

Integram também a comissão os secretários de Estado da Administração Pública, do Desporto e Juventude, da Economia e do Desenvolvimento Regional, do Emprego, da Agricultura, do Ensino Superior e da Solidariedade Social.

O montante, proveniente da reprogramação dos fundos comunitários (Fundo Social Europeu e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), destina-se a fomentar o emprego entre os jovens, cuja taxa de desemprego se situa nos 36,6 por cento.

De acordo com um documento do Executivo enviado em março ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, o Governo previa vários cenários, sendo que o primeiro, menos ambicioso, passava pela reprogramação de fundos comunitários e que, a ser aceite, permitiria alocar 351,7 milhões de euros ao «Impulso Jovem». Neste cenário, seriam beneficiados 77 mil jovens.

No segundo cenário, mais ambicioso, o Governo propôs a Bruxelas um reforço das verbas comunitárias, o que, a ser aceite, permitiria a Portugal alocar para este programa mais de 651 milhões de euros e, assim, beneficiar quase 165 mil jovens.

Entre as várias medidas propostas a Bruxelas destacam-se o «passaporte-emprego», com vista à criação de estágios profissionais a desempregados inscritos há pelo menos quatro meses nos centros de emprego e no âmbito da qual será atribuída uma «bolsa de apoio» à entidade empregadora, diferenciada por grau académico. Esta medida é ainda acompanhada do prolongamento desta bolsa de apoio por mais seis meses às empresas que acabem por contratar os estagiários por um período mínimo de dois anos.

O «Impulso Jovem», visa responder ao desafio lançado por Durão Barroso durante o Conselho Europeu de janeiro, e visa reduzir o desemprego jovem nos países da União com taxas mais elevadas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:53 | comentar | favorito