11
Jan 12

Despedimentos colectivos não param de aumentar

25 trabalhadores de um hotel no Algarve estão em risco de perder o emprego

Os casos de despedimentos colectivos não param de aumentar.

No Algarve, por exemplo, 25 trabalhadores de um hotel em Monte Gordo estão em risco de perder o emprego.

Alguns têm quase 40 anos de casa. Dizem que a administração do hotel quer apenas reduzir despesas às custas dos funcionários.

Ainda esta quarta-feira fechou um hotel em Portalegre, atirando 22 pessoas para o desemprego.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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11
Jan 12

Fórum Alverca vai criar 2.500 postos de trabalho

Investimento é de cerca de 134 milhões de euros. Obras de construção arrancam no primeiro semestre de 2013

As obras de construção do Fórum Alverca, um investimento de cerca de 134 milhões de euros que prevê a criação de 2.500 postos de trabalho, arrancam no primeiro semestre de 2013, disse à Lusa a empresa promotora, esta quarta-feira.

O director-geral da Multi Development, Benno van Veggel, explicou que serão criados «1.600 postos de trabalho directos e 900 indirectos», acrescentando que neste momento decorrem «negociações» com os interessados em integrar o projecto, no concelho de Vila Franca de Xira, que inclui um centro comercial, uma área de retail park, uma zona de escritórios, espaços para armazéns e logística e parques de estacionamento.

«Face à informação disponível actualmente, acreditamos que vamos manter os timings definidos e obter uma taxa de ocupação necessária (50%) e suficiente para dar início aos trabalhos», sustentou Benno van Veggel.

A Câmara de Vila Franca de Xira informou que o Fórum Alverca irá ocupar uma área de aproximadamente 217 mil metros quadrados na zona do antigo terminal TIR.

A presidente do município, Maria da Luz Rosinha, em declarações à Lusa, mostrou-se «satisfeita» por os promotores terem tornado público o desenvolvimento do centro comercial e adiantou que há empresas que têm procurado espaços para se instalar na cidade.

O grupo holandês Multi Development prevê investir cerca de 800 milhões de euros em vários projectos comerciais em Portugal. As obras do Fórum Setúbal iniciam-se no primeiro trimestre de 2011 e estima-se que o projecto de alargamento do Fórum Algarve se inicie em meados deste ano.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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09
Jan 12
09
Jan 12

Onde estão as oportunidades de emprego em 2012

Apesar da crise, o mercado vai continuar a contratar, embora em menor número, acreditam os especialistas em recrutamento.

Não há razão para excesso de pessimismos, porque as empresas portuguesas continuarão a recrutar em 2012. Umas mais do que outras, provavelmente menos que em 2011, mas o mercado não se vai trancar a sete chaves. As oportunidades existirão, é preciso é procurá-las no lugar certo e com as competências que o mercado procura no currículo. Quem o garante são os especialistas em recrutamento consultados pelo Diário Económico.

"Apesar da situação económica e financeira que o país atravessa, não há razões para as empresas maiores, sobretudo as que têm uma relação internacional, deixarem de recrutar. Do nosso conhecimento, não temos expectativa que não recrutem, sobretudo a nível de ‘trainees' (estagiários). Não me parece que, em termos gerais, deva existir pessimismo", afirma Luís Reis, administrador delegado do Hay Group em Portugal.

Para Luís Reis, o não recrutamento significaria "um compromisso negativo relativamente ao futuro, porque as empresas não fariam a adequada renovação de quadros". Até porque têm uma perspectiva de longo e não só de curto prazo. "Recrutarão, com certeza, e nos diversos sectores. Poderá é a quantidade não ser tão elevada, mas não deixarão de recrutar", sublinha o responsável do Hay Group.

O sector em destaque que, certamente, continuará a contratar é o das Tecnologias de Informação (TI). Como diz Ana Teixeira , ‘country manager' da MRI Network Portugal, "as TI estão na crista da onda. É um sector que está sempre a mexer e o recrutamento é uma constante. Acredito que continuarão a recrutar em 2012".

Além das TI, também a saúde é apontada como uma área de futuro e, por isso, com potencial para contratar. "É um sector que continua a necessitar de profissionais de saúde e não só", também de outro tipo de profissionais, diz Luís Reis. Toda a gente sabe que há falta de médicos, mas as necessidades de recrutamento na saúde não se ficam por aí. O envelhecimento da população, por exemplo, leva à necessidade de mais profissionais para cuidados de saúde com a terceira idade.

No entanto, mais do que de sectores, Luís Reis prefere fazer a divisão entre grandes e pequenas e médias empresas. No caso das PME, o caso é mais complicado e aí defende que tudo "depende se se dedicam só ao mercado interno ou se têm uma componente exportadora. No mercado interno, a quebra do PIB fará com que não haja crescimento do negócio". Logo, contratar será mais difícil.

O sector da construção civil, por exemplo, que está a passar por grandes dificuldades, só terá condições de contratar se a empresa actuar fora de Portugal, acrescenta o responsável do Hay Group.

Também o sector farmacêutico não deverá estar muito aberto a novas contratações. "A aposta nos genéricos e as novas regras e contenção dos custos do Estado na área da saúde estão a esmagar as margens das farmacêuticas. É um sector que está a passar por um momento difícil", frisa Ana Teixeira.

Aproveitar a crise para renovar os quadros

Luís Reis ressalva, por outro lado, que em 2012 se assistirá a um fenómeno que é "o do recrutamento para compensar a saída de colaboradores com ‘low performance', ou seja, algumas empresas aproveitarão a crise para fazer sair essas pessoas com uma performance menos boa, mas que será compensada com a entrada de novos quadros".

Para Álvaro Fernández, ‘managing director' da Michael Page Portugal, as oportunidades de encontrar uma saída profissional estão nos nichos de mercado, "que continuam a apresentar bons resultados e a desenvolver processos de recrutamento para reforçar as suas estruturas". E dá dois exemplos: os sectores do retalho de luxo e seguros, que "continuam a contratar para as suas equipas técnicos de suporte ao negócio e estruturas comerciais segmentadas por canal".

Como vê, as oportunidades existem. Vá à procura delas!


Sectores que vão contratar em 2012

1 - TI - O sector das Tecnologias de Informação 
será um dos grandes responsáveis pelo recrutamento em 2012, diz Ana Teixeira. "As TI's estão sempre a mexer e a recrutar. Precisam sempre de novos recursos. É um mercado que está na crista da onda. Tudo o que fazemos no dia-a-dia tem a tecnologia por trás", sublinha a ‘country manager' da MRI Network Portugal. Luís Reis, administrador delegado em Portugal do Hay Group, concorda que é de esperar que o sector tecnológico "continue a precisar de pessoas". As TI são, sem dúvida, um dos sectores a apostar.

2 - Saúde 
"Apesar da crise, o sector da saúde continua a necessitar de profissionais de saúde e não só", defende Luís Reis, administrador delegado em Portugal do Hay Group. É uma das áreas de maior futuro em Portugal e, consequentemente, que vai necessitar de recrutar, não só médicos, mas profissionais vários. É um sector que precisa de pessoas para responder à procura e lidar com o envelhecimento da população. Os cuidados de saúde com a terceira idade são uma das áreas em crescimento, assim como as tecnologias ligadas à saúde.

3 - Nichos de mercado
"Há nichos de mercado que continuam a apresentar bons resultados e a desenvolver processos de recrutamento para reforçar as suas estruturas", defende Álvaro Fernández, ‘managing director' da Michael Page Portugal. Os exemplos que escolhe são os sectores do retalho de luxo e seguros, que, "continuam a contratar para as suas equipas técnicos de suporte ao negócio e estruturas comerciais segmentadas por canal". Os nichos são, assim, uma aposta a ter em conta por quem quer ter uma oportunidade no mercado de trabalho.


O que procura o mercado

- Gestor de exportação e director de mercados internacionais nos sectores alimentar, vinícola, industrial e têxtil;

- Funções de marketing online e ‘e-commerce';

- Directores financeiros, ‘controllers' financeiros e de crédito e cobranças, analistas de risco e chefes de contabilidade;

- Corporate Tax, Direito Laboral, Fiscal e Contencioso

- Funções de ‘medical scientific liaison' e de ‘market access' na indústria farmacêutica.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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08
Jan 12
08
Jan 12

Desemprego e emigração

Recentes afirmações do primeiro-ministro sobre desemprego e emigração de professores para Angola ou Brasil, deram azo a manifestações de repúdio e notícias para vários dias.

Lendo a entrevista, o que afirma é que os professores que não têm emprego, devido à demografia decrescente, têm a emigração como alternativa a trabalhar no país noutra actividade.

As declarações suscitam-me três questões. A do desajuste entre qualificações e mercado de trabalho, a da emigração e a do desemprego. Quanto à primeira, o ideal seria que todos conseguissem emprego no local e na actividade que desejam. Não acreditando em obrigar os cidadãos a determinadas formações, impensável numa economia aberta, por mais informação que se forneça sobre as oportunidades de emprego, é natural que existam desajustes. Para além de que se deve encarar o mercado de trabalho como sendo o da União Europeia, não apenas o português, ou seja, que trabalhar noutro país da UE é tanto emigrar como ir para outro local em Portugal.

Parece-me natural que se encare a possibilidade de trabalhar noutro país, designadamente de língua portuguesa, como uma experiência ou um desafio. E, se há quem prefira partir para conseguir melhores condições de vida, seja emprego na sua área de formação ou um salário melhor, é preferível que vá qualificado e tenha o apoio do Estado português, do que ser iletrado e ir a salto, como no passado. A responsabilidade do Estado não se limita aos portugueses em território nacional, abrangendo todos, onde quer que estejam.

Preocupante é o desemprego, consequência da crise internacional e da incapacidade das lideranças da UE para encontrar soluções credíveis e assumir um projecto europeu que seja mais do que a soma de egoísmos nacionais. Com a Europa dominada pela família política do actual Governo, a receita para os países com problemas financeiros, cada vez mais, é o empobrecimento e a redução do papel do Estado. Levando a situações como a substituição do Estado português pelo chinês, mesmo que indirectamente, na privatização da participação na EDP.

A existência de uma larga franja de jovens qualificados e desempregados, ou com empregos precários e mal pagos, alimenta movimentos como os indignados e é um risco social. A Europa é diferente dos países árabes, mas a desesperança dos jovens contribuiu para a chamada primavera árabe. Se há alguns sinais de políticos europeus que vão tomando consciência do problema, o que falta são soluções.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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06
Jan 12

Vagas em 10 grupos internacionais

Pela Europa e mundo existem inúmeras instituições que procuram pessoas qualificadas para contratar. As vagas somam-se nos websites, só falta quem as preencha.

Conheça dez instituições que oferecem emprego:

1 - União Europeia
O Centro de Informação Europeia Jacques Delors criou um website deQuer emprego?dica a informar os cidadãos sobre as oportunidades de emprego na União Europeia, contribuindo assim para o reforço da presença portuguesa nas instituições e organismos europeus.
Chama-se www.trabalharnauniaoeuropeia.eu e já está online.

2 - Nações Unidas
Desde Abril de 2010 que todos os empregos disponíveis no Corpo das Nações Unidas são publicadas no site da Organização. Aqui pode ver oportunidades de emprego na Organização e aqui pode candidatar-se para missões. As oportunidades alargam-se a variadas áreas profissionais.

3 - Fundo Monetário Internacional
Aqui pode encontrar as mais variadas oportunidades de emprego. O FMI procura não só economistas, como profissionais da comunicação, tradutores, bibliotecários ou advogados.

4 - Banco Mundial
O Banco Mundial vai publicando periodicamente as necessidades dentro da instituição. Tanto vagas de emprego como programas de estágio ou de aprendizagem. Tudo aqui

5 - FAO
A Organização alimentar e agrícola também oferece uma série de oportunidades de emprego que, tanto podem estar relacionadas com industria alimentar, engenharia química e biológica como com tecnologia. Aqui pode conhecer todas as oportunidades disponibilizadas.

6 - NATO
No site da NATO pode candidatar-se a variadas áreas profissionais. A organização do Tratado Atlântico Norte apresenta vagas na área da segurança, finanças, engenharia, defesa ou tecnologia. Passe por aqui.

7 - Banco Central Europeu
Sempre que são necessários novos funcionários, o BCE avisa. Aqui podem encontrar-se vagas para macroeconomia, estatística, analistas ou sistemas de pagamento, entre outras.

8 -  Organização Mundial de Saúde
Se está na área da saúde, a OMS precisa de si. Existem inúmeras vagas por todo o mundo que podem ser preenchidas imediatamente. A OMS procura médicos e especialistas das mais variadas áreas. Oferece ainda estágios e programas de especialização. Pode ver aqui.

9 - Greenpeace
Aqui pode ver uma série de oportunidades e não, não só para veterinários. A organização mundial procura consultores, produtores de vídeo, especialistas em energia e/ou clima, e também oferece programas de estágio.

10 - NASA
Sim, é possível. A NASA não só disponibiliza vagas de emprego como apoia pequenos negócios através de programas e fundos. Na NASA existem ainda estágios ou trabalhos de verão e nem todos precisam de ser licenciados. Veja aqui.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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06
Jan 12

O que muda nos prazos do desemprego

O Governo decidiu ontem levar a proposta de alteração ao subsídio de desemprego a uma nova ronda negocial com os parceiros sociais. E tudo aponta para que o documento que o ministro Pedro Mota Soares vai levar à reunião da Concertação Social da próxima quarta-feira reflita algumas das sugestões já mencionadas.

Conheça as cinco alterações:

Tempo de contribuições

Na proposta inicial apresentada pelo ministro da Solidariedade prevê-se que passem a ter acesso ao subsídio de desemprego as pessoas que tenham um registo de 12 meses de contribuições - atualmente são necessários 15 meses.

Redução da concessão
Ao esticar nos meses de contribuições a ser contabilizados, o Estado mexe também o tempo mínimo de concessão da prestação.
Em vez dos nove meses que agora são atribuídos, os desempregados com menos de 30 anos passariam a poder contar com o subsídio de desemprego apenas durante quatro meses.

Aumento do prazo mínimo
É esperada a subida em um mês do prazo mínimo de concessão do subsídio de desemprego. Esta é uma das expectativas do secretário-geral da UGT.

Casais Desempregados
Casais desempregados com filhos, terão uma majoração de 10% no valor do subsídio, os parceiros alertam para o facto de a proposta do Governo não salvaguardar que estes sofram o corte de 10% previsto após os primeiros seis meses na situação de desemprego. Esta salvaguarda deverá ser acautelada no diploma final até porque, ao que foi possível apurar, haverá intenção por parte do Governo de deixar estes casais a salvo daquela penalização.

Esta majoração vai vigorar por um ano, prazo findo o qual o Governo equacionará se ela se mantém, se termina ou se é adaptada às circunstâncias que então se verificarem.

Trabalhadores independentes
O novo regime deve entrar em vigor neste trimestre, mas a inclusão dos trabalhadores independentes na esfera do subsídio de desemprego pode ter de ser adiada devido a necessidades de adaptação dos Centros de Emprego a esta nova realidade.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Es

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05
Jan 12

Universidade Técnica: 95% dos alunos garantem emprego

A Universidade Técnica divulgou esta quinta-feira um estudo sobre empregabilidade dos diplomados, referente a 2009, que revela que 95% dos alunos das escolas da instituição garantiram emprego no primeiro ano após finalizarem o curso.

Destes, 45% obtém o primeiro emprego ainda antes de terminar o curso e 84% estão empregados nos primeiros 6 meses. Na sua maioria (90%) o primeiro emprego é na área da sua formação.

Segundo o estudo, o vínculo laboral mais frequente dos diplomados das escolas da UTL é o contrato a termo seguido do contrato efectivo, sendo os empregadores principalmente empresas com mais de 500 trabalhadores ou empresas com menos de 50 trabalhadores.

O salário bruto mensal auferido pelos ex-alunos da UTL está maioritariamente compreendido no intervalo de 750-1500 euros.

A situação actual de emprego mostra que a maioria mantém o emprego inicial e os que mudaram fizeram-no por razões de procura de emprego mais interessante ou de melhores condições de progressão na carreira.

Em média, os diplomados pela UTL obtiveram uma classificação final de 14 valores e cerca de um quinto participou em programas de intercâmbio internacional. Um terço dos diplomados frequentou ou frequenta formação pós-graduada, na sua maioria cursos de mestrado.

Sendo a empregabilidade dos diplomados um dos indicadores de desempenho mais importantes para avaliar a relevância da formação superior no mercado de trabalho, a UTL iniciou em 2010 a monitorização da empregabilidade dos seus ex-alunos através de inquérito a todos os diplomados.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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05
Jan 12

95% dos diplomados da UTL conseguem emprego após terminar o curso

A grande maioria dos diplomados da Universidade Técnica de Lisboa consegue emprego pouco depois de terminar o curso, revela um inquérito hoje divulgado.

Pelo segundo ano consecutivo, a Universidade Técnica de Lisboa (UTL) realizou um estudo para avaliar a empregabilidade dos seus cursos, tendo inquirido diplomados das sete escolas da universidade: Faculdade de Medicina Veterinária, Instituto Superior de Agronomia, Instituto Superior de Economia e Gestão, Instituto Superior Técnico, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Faculdade de Motricidade Humana, Faculdade de Arquitectura.

Os resultados da empregabilidade dos diplomados em 2009 revelam que "95% obteve o primeiro emprego durante o primeiro ano após terminar o curso", contou à agência Lusa a reitora interina, Helena Pereira.

O estudo divulgado no dia em que toma posse o novo reitor da Universidade Técnica de Lisboa indica ainda que quase metade dos diplomados (45%) obtém o primeiro emprego mesmo antes de terminar o curso e que 84% estão empregados após seis meses.

Em declarações à Lusa, a reitora da universidade sublinhou ainda o facto de "a maioria ter conseguido o primeiro emprego na sua área de formação".

O primeiro estudo sobre empregabilidade dos diplomados da UTL analisou a situação dos diplomados entre 2006 a 2008. Helena Pereira garante que as diferenças entre os dois inquéritos são "pequeníssimas".

O estudo revela ainda que o vínculo laboral mais frequente é o contrato a termo seguido do contrato efectivo, sendo os empregadores principalmente empresas com mais de 500 trabalhadores ou empresas com menos de 50 trabalhadores.

A maioria dos diplomados pela UTL obteve uma classificação final média de 14 valores e durante o inquérito, que se realizou entre Dezembro de 2010 e Maio do ano passado, recebiam um salário compreendido entre os 750 e os 1500 euros.

De acordo com o estudo, a "situação actual de emprego mostra que a maioria mantém o emprego inicial e os que mudaram foi por razões de procura de emprego mais interessante ou de melhores condições de progressão na carreira".

Helena Pereira sublinhou ainda o facto de a maioria dos diplomados ter considerado que os cursos que tinham frequentado eram adequados ao mercado de trabalho e afirmaram estar "satisfeitos ou muito satisfeitos com a formação académica recebida".

Dos 2208 diplomados questionados responderam cerca de 35%, uma percentagem que a reitora considera ser "uma amostra muito grande".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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04
Jan 12
04
Jan 12

Desemprego: quem está no activo não perde direitos

As novas regras de subsídio de desemprego serão conhecidas ainda esta semana, mas o ministro da Solidariedade e Segurança Social adiantou já alguns pormenores.

Um trabalhador com 40 anos, mesmo que ainda esteja empregado, não irá perder os direitos já adquiridos: «Ou seja, se tiver direito a dois anos de subsídio manterá esse direito», disse Pedro Mota Soares, em entrevista à Rádio Renascença.

Depois, quem tiver 50 ou mais anos poderá ter garantidos mais 60 dias por cada cinco anos de trabalho, acima do limite máximo de 18 meses que o subsídio de desemprego passará a admitir.

Mota Soares anunciou ainda que o Governo prevê lançar ao longo deste ano um plano nacional de microcrédito, «financiado por bancos e fundos europeus». O objectivo é promover o empreendedorismo e o auto emprego.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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02
Jan 12
02
Jan 12

Profissões com futuro para maiores de 40

Tornou-se evidente que temos de trabalhar até mais tarde e adiar os anos da reforma. Neste novo cenário surgem oportunidades laborais para profissionais que tenham capacidade de adaptação à mudança e que façam valer a sua experiência

 

A velocidade a que muda o mercado laboral permite assegurar que as profissões com mais saída nos próximos cinco anos ainda não existem.

Este facto pode ser frustrante para o grande número de jovens universitários que recebe com desespero a notícia de que, assim que terminam a formação académica, as suas competências tornam-se obsoletas. Para outros, no entanto, a capacidade de adaptação às mudanças bruscas pode ser a garantia do início de um novo percurso professional.

No novo mercado global, um conjunto de novas profissões vai revolucionar o mundo do trabalho. A publicação espanhola «Expansión» elaborou uma lista daquelas que vão ser as profissões do futuro, todas elas destinadas a maiores de quarenta. A capacidade de adaptação, a experiência e a flexibilidade pesam mais do que os anos.

Estratega de meios sociais
Quem tiver uma ampla experiência em marketing, jeito para os negócios e destreza nas ferramentas dos media, pode abraçar esta profissão, muito requisitada, principalmente por aqueles que se estreiam no mundo das redes socias.

Tutor
As deficiências nos sistemas educativos levam à necessidade de atenção individual e complementar por parte de alguns alunos. Mais do que um explicador, procura-se alguém que possa, também, orientar e educar.

Engenheiro de embalagens
Os consumidores são cada vez mais exigentes nas questões relacionadas com o ambiente. Por isso mesmo vão ser valorizadas as introduções de novas técnicas na indústria das embalagens.

Personal trainer
Os novos hábitos de vida tornam necessário recorrer a profissionaisque saibam lidar com as limitações das pessoas mais velhas. Planos de treino especializados para idosos requerem a sabedoria de quem já tem experiência na área.

Consultor financeiro
A crise e as turbulências no mercado criaram a necessidade de recorrer aos serviços de profissionais qualificados que tenham capacidade de gestão de finanças.

Especialistas de segurança na web
O ciberterrorismo pode constituir uma ameaça real, pelo que os profissionais que já tenham experiência nesta matéria têm um nicho de emprego garantido.

Mecânico de motociclos
A maior parte dos motoqueiros arruma as motos já perto dos quarenta. Pode parecer absurdo, mas têm uma oportunidade real de emprego se deciderem dedicar-se à mecânica. Existem poucos profissionais especializados nesta área.

Especialistas no sector da Saúde
Não é novidade nenhuma que surgem muitas oportunidades nos hospitais e nos lares como prestadores de cuidados a idosos. Profissionais com mais experiência são os mais requisitados.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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