11
Mai 11
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Mai 11

Satisfação no emprego mais elevada entre trabalhadores com menos qualificações

O mais recente relatório do Observatório Nacional dos Recursos Humanos (ONRH) conclui que os trabalhadores que possuem habilitações literárias mais baixas são os que se sentem mais satisfeitos no local de trabalho.

 

O documento da ONRH, que será apresentado esta quarta-feira em Lisboa, sublinha que, no ano passado, os trabalhadores mais insatisfeitos com o emprego foram os que detêm qualificação superior.
 
O relatório avalia anualmente 12 índices face à satisfação dos funcionários e os dados do ano passado dão conta de uma descida da satisfação média em todos os itens em comparação com 2009.

A ONRH ressalva ainda que os funcionários mais jovens, na faixa etária dos 18 aos 25 anos, foram, perante os dados apurados, os que indicaram um valor médio de satisfação mais elevado.

fonte:http://noticias.portugalmail.pt/

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08
Mai 11
08
Mai 11

Construção civil e indústria são os sectores com mais emprego para recém-licenciados

Estes são os sectores em que mais empresas admitem, apesar da crise, aumentar as contratações de recém-licenciados, em 2011, segundo o inquérito da consultora MRI.

Para os recém-licenciados, as maiores oportunidades de emprego, este ano, encontram-se nos sectores da indústria e construção civil. Fora destes sectores e contrariando o desânimo que se vive no país, as notícias também são animadoras para os jovens que saem das faculdades e procuram o primeiro emprego, segundo o ‘Hiring Survey' feito em Portugal pela consultora de recursos humanos MRI Network, que colocou às empresas uma pergunta em exclusivo para o Diário Económico: "tenciona aumentar, manter ou diminuir a contratação de recém-licenciados, em 2011, comparativamente a 2010?". E a grande tendência das empresas (62%) é para manter a contratação de recém-licenciados, este ano, em números idênticos aos de 2010.

A pergunta que se impõe é: como explicar que, em plena crise, tantas empresas continuem a recrutar e uma percentagem de 18% fale mesmo que tem planos para aumentar a contratação de recém-licenciados e apenas 2% tencione reduzi-la? "Não nos podemos esquecer que os recém-licenciados são uma mão-de-obra mais acessível sob o ponto de vista financeiro, para as empresas, comparativamente com profissionais mais experientes, pelo que não me surpreende que haja recrutamento deste tipo de perfis", responde Ana Teixeira, a ‘country manager' da MRI, que realizou este inquérito no primeiro semestre de 2011.

Cerca de 65% dos responsáveis pelo sector da indústria pretendem manter e 27% aumentar mesmo a contratação de recém-licenciados e apenas 6% reduzir. Já no que se refere à construção civil e embora a tendência seja para manter (50%), são em número elevado - 38% - as empresas que tencionam aumentar este tipo de contratações, contra 12% que prevê reduzir.

Ana Teixeira faz questão de frisar que "é uma constatação nacional a elevada taxa de desemprego de recém-licenciados". Mas adianta que, em sua opinião, "a taxa de desemprego de quadros superiores com muita experiência é que se tem vindo a constituir como o padrão da actual crise".

Logo a seguir à indústria e construção vêm as tecnologias de informação, com 21% a dizer que vão aumentar a contratação de recém-licenciados e muito atrás as farmacêuticas e cuidados de saúde, com apenas 3%. Já na logística e distribuição não há nenhuma empresa a dizer que tenciona aumentar as contratações deste perfil de colaboradores sem experiência profissional, embora 62% digam que vão manter e nenhuma fale em reduzir.

A responsável da MRI lembra ainda que a crise, que agora se agudizou, teve o seu auge junto das empresas em 2009 e foi nesse ano que o ‘Hiring Survey' revelou "dados históricos, com 46% dos inquiridos a manifestar intenção de reduzir os seus quadros de pessoal". O que está a acontecer, em sua opinião, é que desde 2002 que as empresas se têm vindo a "adaptar aos momentos conturbados que vamos atravessando".

Com a recente queda do Governo, vinda da troika para Portugal e a austeridade consequente que se adivinha, será que as empresas vão recuar quando responderem a este inquérito, no segundo semestre de 2011? "As decisões das empresas para contratar não me parecem estar tão decisivamente dependentes dos acontecimentos políticos, uma vez que têm vindo a adaptar-se à instabilidade que caracteriza os tempos modernos", defende ainda Ana Teixeira, e "já integraram no seu DNA este pressuposto e aprenderam a lidar com ele".

No que se refere à dimensão das empresas, a tendência para aumentar a contratação de recém-licenciados concentra-se nas de 51 a 250 colaboradores, enquanto em diminuir estão focadas as de 51 a 250 colaboradores ou as grandes empresas com mais de 501 trabalhadores.

Nenhuma empresa de TI admite reduzir pessoal

No que se refere a contratações em geral e já não aos recém-licenciados em particular, a tendência é, igualmente, para manter: 50% das empresas inquiridas respondem que vão deixar tudo como está a nível de quadro de pessoal, contra 57% no segundo semestre de 2010. Uma fatia de 32% vai mais longe e fala nos seus planos de aumentar os quadros, enquanto 18% admitem que poderão ter de reduzir pessoal.

É de salientar neste inquérito o facto de nenhuma empresa da área das tecnologias de informação ter planos para reduzir pessoal, em 2011, e apenas 4% na logística o admitirem. Estes dois sectores "surgem como os mais resistentes à turbulência dos tempos, pois a taxa de intenção de redução de colaboradores nestes sectores é muito baixa ou mesmo inexistente, face ao global da amostra", salienta Ana Teixeira.

No que toca à indústria, e numa conjuntura adversa como a actual, não deixa de ser significativo que 48% pretendam manter e mesmo 15% aumentar as contratações.

"Diremos que parte destes resultados é conseguida face ao aumento das exportações portuguesas. Nas empresas voltadas para o mercado interno, aí a situação é claramente diferente, fruto da actual situação político-económica que retrai o consumo privado", analisa Heldér Pais, ‘managing partner' da MRI. 

No que diz respeito à construção, outro ‘managing partner', Carlos Governa, admite que "esperaria resultados piores dado o ambiente recessivo, de concorrência exacerbada, margens esmagadas ou negativas e o momento político, económico/financeiro e social altamente preocupante que se vive em Portugal e no sector".

"Considero um valor muito positivo que a tendência de metade das empresas inquiridas seja para manter os seus quadros de pessoal. Sem dúvida que os tempos são desafiantes pelas dificuldades que encerram, mas parece que parte significativa dos dirigentes das nossas empresas se habituaram a navegar por águas turbulentas", conclui Ana Teixeira.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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05
Mai 11
05
Mai 11

Troika quer mais emprego para jovens

Os dirigentes da troika que irão prestar ajuda a Portugal avançaram esta quinta-feira que serão criadas medidas para criar emprego para jovens. Empresas também serão beneficiadas com apoio financeiro.

 

Na explicação que foi feita do plano de ajuda, Jürgen Kröger (da Comissão Europeia), avançou que serão adoptadas medidas para reforçar o sector financeiro a fim de serem criadas novas condições de financiamento a empresas e privados.

Também será criado um pacote, dentro das reformas estruturais, que visa colocar mais jovens no mercado do trabalho.

A estas duas medidas positivas há a juntar a decisão de não tocar nos subsídios de férias e de Natal dos portugueses e no salário mínimo.

O pacote de medidas de austeridade irá ajudar a economia portuguesa a crescer e Portugal a restaurar a confiança dos mercados, sublinhou o dirigente da Comissão Europeia. Poul Thomsen, do FMI, acredita no sucesso do programa por ser "abrangente, incluir reformas profundas, o apoio internacional, e um largo apoio dos partidos políticos".

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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04
Mai 11
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Mai 11

Subsídio de desemprego passa a ser declarado no IRS

Quem recebe apoios sociais como o subsídio de desemprego ou o rendimento social de inserção vai passar a ter de declarar estes rendimentos para efeitos e IRS.

O Ministério do Trabalho veio esclarecer que aquele tipo de apoio vai passar a ter de ser declarado, mas garantiu que não vai ser tributado, apesar de o memorando de entendimento da ‘troika' dizer explicitamente: "aplicar o OIRS a todos os tipos de prestações sociais".

Assim quem recebe subsídio de desemprego, abono de família, subsídio de maternidade e paternidade e rendimento social de inserção vai passar a ter de declarar aqueles rendimentos, mas o imposto não incidirá sobre aqueles montantes

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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03
Mai 11
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Mai 11

Bloco apresentou medidas para criação de 75 mil empregos

O Bloco de Esquerda apresentou esta terça-feira um pacote de medidas que visam o crescimento da economia portuguesa e a criação de 75 mil empregos a médio prazo.

Um programa de reabilitação urbana, o apoio à terceira idade e a aposta na energia solar foram as propostas que fazem parte da segunda de vinte medidas que o BE apresentará até às legislativas, e que seriam financiadas por um novo imposto sobre o património que permitiria um encaixe de 600 milhões de euros, segundo o Bloco.

O partido de Francisco Louçã aponta à reabilitação urbana, que teria um investimento de 500 milhões de euros em cada um dos anos, para «recuperar 200 mil casas degradadas, reduzindo o endividamento externo e promovendo o arrendamento a preços mais baixos», que criaria 60 mil postos de trabalho ao longo de quatro anos.

O apoio à terceira idade seria estendido por 10 anos, de modo a responder «a mais 100 mil idosos em apoio domiciliário, criando mais 10 mil postos de trabalho a curto prazo e 25 mil a médio prazo».

A última medida consistiria num «programa de eficiência energética e promoção da energia solar», com um investimento de 200 milhões que permitiria poupar 400 milhões de euros anuais em importação de petróleo e 150 milhões em créditos de carbono, para além de se criarem 15 mil postos de trabalho a curto prazo e mais 85 mil em dez anos.
fonte:http://www.abola.pt/
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02
Mai 11
02
Mai 11

Seu emprego pode estar nas redes sociais

Sites são usados na seleção de pessoal; exposição favorável no LinkedIn e Facebook é cada vez mais essencial

Quem anda à procura de emprego novo pode recorrer às redes sociais para aumentar as chances de recolocação no mercado com mais facilidade. 

Um número crescente de empresas e de pessoas usa esses sites para divulgar vagas em aberto e para atrair potenciais candidatos. Entre as redes sociais, o LinkedIn representa um dos ambientes mais eficientes para quem busca uma vaga. O que se justifica pela própria origem do site, que é voltado, basicamente, a questões profissionais. 

O site já tem 3 milhões de usuários no Brasil, e, só no ano passado, a procura por ele cresceu 428%. 

Mesmo redes voltadas às horas de lazer, como o Facebook e o Orkut, já são monitoradas por consultorias e empresas em busca de candidatos. 

Cuidados 

Por isso, segundo especialistas, os candidatos devem tomar cuidado com o que colocam na web, pois as informações são públicas, e, dependendo do que é encontrado nos sites, as pessoas podem ser descartadas da seleção. 

Segundo disse ao jornal O Estado de S. Paulo Marcelo Cuellar, responsável pela divisão de RH da consultoria Michael Page, é preciso usar as redes sociais de forma pragmática: quando alguém aceita um colega de trabalho ou um cliente como "amigo" no Facebook, o uso não é somente pessoal. 

Segundo pesquisa publicada pela revista britânica HR Magazine,55% dos recrutadores hoje usam o Facebook como fonte para checar dados de candidatos. 

Mas, na hora da busca por talentos, o LinkedIn é a ferramenta predileta dos recrutadores - segundo a revista, 78% das empresas de seleção usaram essa rede social no ano passado. 

Essas ferramentas permitem que a empresa faça uma pré-avaliação do candidato antes da entrevista pessoal. 

Para ficar bem exposto, não basta, porém, somente aderir aos sites: o profissional deve ter iniciativa, trocar informações, conhecer pessoas e divulgar conhecimento.
fonte:http://www.destakjornal.com.br/
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