21
Jul 14

Norauto está a recrutar para nova loja no Algarve

A Norauto vai abrir uma nova loja em Portimão na segunda quinzena de setembro deste ano. Neste momento, a empresa está a oferecer oportunidades de emprego para a sua futura loja a pessoas que tenham sensibilidade para o mundo automóvel.

Estão abertas 18 a 20 vagas, das quais apenas uma corresponde ao cargo de chefia. Diretor de Centro, chefe de Oficina, mecânico, vendedor e rececionista são os diversos cargos que se encontram em aberto. Os requisitos curriculares pedidos a cada candidato, bem como a experiência profissional necessária, variam consoante a função a que estão a concorrer.

As candidaturas são feitas através da plataforma de recrutamento da empresa. No site, as ofertas estão dispostas segundo a área profissional e respetivas lojas Norauto. A informação adicional sobre as diversas funções, bem como os requisitos pedidos, estão descritos na página da candidatura.

 

A Norauto é uma empresa líder na área de manutenção automóvel. Inaugurou o seu primeiro centro auto em Portugal em 1996 e tem, atualmente, 18 lojas espalhadas de norte a sul do país. O Algarve, hoje apenas com a Norauto de Guia, é a zona que tem mais vagas de emprego disponíveis neste momento.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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29
Jun 14

Há quase 17 mil empregos vagos, a maioria de baixa qualidade

Mais de 61% dos empregos vagos existentes, de um total de 16,7 mil na economia portuguesa, são de baixa qualidade, indicam os dados oficiais mais recentes.

Num contexto de fraca criação de emprego, percebe-se que o potencial mais expressivo continua nos patamares mais inferiores do mercado de trabalho.

As profissões ligadas aos serviços pessoais, de proteção e vendedores são as mais importantes em termos de vagas e também as que mais crescem neste indicador.

Numa altura em que começam a surgir alguns sinais de retoma, ainda que fraca e com algumas contradições - o PIB teve uma queda de 0,6% no primeiro trimestre, mas a taxa de desemprego também aliviou um pouco para 15,1% -, os resultados do resultados do Inquérito aos Empregos Vagos (IEV), do Ministério da Economia, permitem desenhar uma realidade algo desoladora.

As cinco categorias profissionais na parte inferior da distribuição das qualificações dominam. Além dos vendedores, que valem 20% do total dos empregos vagos, surgem a construção (19%), a jardinagem (1%), os trabalhos com máquinas e de montagem (11%) e os não qualificados (11%). As vagas para especialistas das atividades intelectuais e científicas, um grupo altamente habilitado, ficam-se por 11% do total.

Isto é, a economia (as empresas, sobretudo) tem pouco para oferecer a quem quer mudar de emprego ou sair do desemprego, registando uma das taxas mais baixas da Europa (os trabalhos disponíveis face ao total de empregos ocupados) no primeiro trimestre deste ano (0,6%) e a mais baixa na história recente (0,4% desde 2008).

O estudo (que não abrange a economia toda, a agricultura não entra, por exemplo) apurou 16758 empregos não preenchidos em Portugal no primeiro trimestre, valor que ainda assim teve um avanço homólogo de 50%.

O problema, de acordo com a análise do Eurostat, é que as vagas têm uma dimensão quase anémica e isso coexiste com um dos desempregos mais altos da Europa.

São sinais de que existe uma cristalização do mercado de trabalho e um desalinhamento entre competências oferecidas e procura. No caso de Portugal, as oportunidades são reduzidas não porque a economia esteja perto do pleno emprego, mas porque há pouca iniciativa, seja empresarial, seja na criação do próprio emprego, investimento fraco, um problema de crédito que subsiste e uma dualidade do próprio mercado laboral.

As empresas que disseram estar disponíveis para contratar - o empregador está preparado "para encontrar um candidato apropriado de fora da empresa em causa" e "pretende encontrar um candidato para preencher o lugar imediatamente ou dentro de um período de tempo específico" - têm ocupações pouco apelativas, sobretudo para uma população mais qualificada, que foi fortemente abalada pela crise e pelo desemprego.

Muitos jovens, muitos licenciados, optaram por emigrar.

Resposta passa pela liberalização

A resposta do Governo e da troika à esclerose do mercado de trabalho passa por desregulamentar ainda mais as instituições laborais, designadamente através de sucessivas revisões do Código do Trabalho, que liberalizaram os despedimentos, embarateceram as indemnizações e provocaram uma desvalorização salarial sem precedentes. Em cima da mesa está mais vaga destas.

Durante os anos três da troika, a dimensão investimento esteve praticamente ausente da solução. O crédito asfixiou milhares de PME, o sector que mais emprego cria na economia. Muitas faliram. A solução passou sobretudo pelo combate à dualidade do mercado laboral, com o Governo a repetir que se deve "proteger o emprego, não o posto de trabalho". E a acusar os trabalhadores mais antigos de serem quase inamovíveis, em prejuízo dos mais jovens e precários.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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22
Jun 14

Visabeira Global está a recrutar 105 engenheiros e 35 gestores

A Visabeira Global está a recrutar mais de cem quadros para as suas operações na Europa, América Latina, África subsariana e Índia.

Até ao final do ano, a sub-holding do Grupo Visabeira (que agrega as empresas Viatel, Constructel, Televisa, Comatel e Visabeira) está a recrutar 105 engenheiros e 35 gestores.

As ofertas são dirigidas a recém-licenciados e a profissionais experientes nas áreas das telecomunicações, energia (electricidade e gás) e tecnologias de informação, segundo nota enviada às redações.

Os profissionais serão integrados em mercados como a Suécia, Dinamarca, Noruega, Alemanha, França, Bélgica, Espanha, Reino Unido, Rússia, México, Peru, Colômbia, Índia, e em países da África Subsariana.

As candidaturas podem ser feitas no site da empresa, na área de recursos humanos, onde estão listadas as ofertas disponíveis. É ainda possível fazer uma candidatura espontânea.

Saiba mais aqui

 

O Grupo Visabeira justifica este processo de recrutamento na estratégia de crescimento no mercado externo, que representa mais de metade das vendas do grupo em 2013. O ano passado Visabeira Global teve um volume de negócios de 563 milhões de euros e um EBITDA de 83 milhões de euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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11
Ago 13

Enfermeiros, financeiros e informáticos encontram emprego mais depressa em Londres

Enfermeiros, financeiros e engenheiros informáticos portugueses que emigram para Londres conseguem emprego no espaço de um mês, mas outros profissionais qualificados, como professores ou artistas, são forçados a arranjar biscates, apurou uma investigadora académica. 

"Os enfermeiros chegam já com emprego porque são recrutados em Portugal e os IT, [técnicos de tecnologias de informação] mesmo fora da área específica, conseguem encontrar no sector deles", diz Cláudia Pereira à agência Lusa. 

O facto de Londres ser um dos principais centros financeiros mundiais atrai e absorve rapidamente muitos portugueses com qualificações para este ramo, como economistas, afirma. 

Porém, também verifica que outros licenciados, como professores, nutricionistas, artistas de teatro, música, cinema ou dança, contabilistas, educadores de infância e assistentes sociais têm maior dificuldade em encontrar trabalho na sua área profissional. 

Muitos recorrem a empregos temporários em cafés, restaurantes ou museus para se sustentarem enquanto completam os processos administrativos para poderem exercer ou melhoram o domínio da língua inglesa, permanecendo nestas funções durante meses ou mais de um ano. 

Estas observações foram feitas por Cláudia Pereira no âmbito de uma pesquisa académica de pós-doutoramento que está a realizar sobre a emigração portuguesa no Reino Unido dos últimos anos, que decidiu centrar nos profissionais qualificados. 

"Desde 2009, 2010, após a crise na Europa, a emigração decresceu para países como Espanha e Suíça, mas aumentou para o Reino Unido e é actualmente o sítio na Europa para onde estão a emigrar mais portugueses", afirma à Lusa. 

De acordo com as estatísticas do Ministério do Trabalho britânico, as inscrições na segurança social, essencial para todos os candidatos a emprego no país, desde 2007 que registam uma média anual de cerca de 12 mil novos portugueses. 

Porém, em 2011 este valor disparou para 16,35 mil, um aumento de 26 por cento, e só no primeiro trimestre de 2012, o período mais recente disponível, foram confirmadas 5,42 mil novas inscrições de portugueses para trabalhar. 

Além de uma abordagem quantitativa, Cláudia Pereira, que é formada em Antropologia, pretende usar métodos sociológicos. 

Por isso fez dezenas de entrevistas na capital britânica a vários portugueses que emigraram, alguns dos quais acompanhou ainda antes da partida de Portugal. 

"Os qualificados normalmente emigram porque não têm trabalho na própria área profissional, como os enfermeiros, ou porque querem progredir na carreira e ter novas experiências que não sentem ter em Portugal, como os financeiros e engenheiros informáticos", adianta. 

Vários são os casos que encontrou de insucesso e regresso a Portugal por falta de adaptação ou por fracasso no mercado de trabalho, por vezes com a situação agravada porque acumularam dívidas com os custos elevados de transportes e alojamento em Londres. 

Noutras situações, o sucesso e realização profissional não preenchem o vazio deixado pela distância da família, amigos e do país, relata a investigadora do ISCTE, que tem uma colaboração com a universidade de Southampton. 

"Saíram de casa dos pais, vivem em casa com outras pessoas, viajam muito mais, mas", revela Cláudia Pereira, "todos eles frisaram que não sentem ser mais felizes do que os colegas que ficaram em Portugal porque estes têm churrasco ao domingo e têm os amigos ao pé".

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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27
Jul 13

Primavera Academy procura 40 técnicos para entrada no mercado trabalho

A unidade de formação da empresa portuguesa Primavera BSS está à procura de 40 candidatos para o programa Score, que vai decorrer entre agosto e setembro.

É um programa de formação intensiva para certificar técnicos em tecnologias Primavera e integrá-los numa das 300 empresas parceiras. A entrada no mercado de trabalho não se limita a Portugal, abrangendo também as operações destas empresas em Espanha, Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé.

As candidaturas estão abertas até segunda-feira e podem ser feitas no site da empresa.

O Primavera Score (Skills, Competitivity, Optimization, Results, Excellence) exige o 12º ano de escolaridade e destina-se a quem procura uma carreira na área das Tecnologias de Informação.

A primeira edição arranca a 1 de agosto e a segunda edição começa a 2 de setembro. No final do curso, os formandos terão de realizar um exame final para obter a certificação “Product Technician”, passando a integrar a Bolsa de Técnicos Primavera. O curso é realizado em horário laboral e com a duração de quatro semanas consecutivas (por edição). Vai decorrer nas instalações da Primavera Academy, em Braga e Lisboa. 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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24
Jul 13

10 profissões com vagas por preencher... nos EUA

Apesar da crise há uma série de profissões que levam mais de um ano a serem preenchidas nos Estados Unidos.

Se é uma daquelas pessoas que está disposto a tentar a sorte na terra do uncle Sam, então veja esta lista elaborada pela CareerBuilder que identifica as profissões que precisam de mão de obra.

1. Delegado de vendas. Entre 2010 e 2013 são mais de 585 mil as vagas, tendo crescido 3,8% no mesmo período.

2. Operadores de máquinas/Montadores/Produção. Há atualmente 135.363 novas vagas, + 9,9%, face a 2010.

3. Enfermeiros. Área com 135.325 novas vagas (+ 5%).

4. Condutores de trator. Com 113.517 novos postos, área cresceu 6,7%.

5. Criadores de Software. Área com 103.708  novas vagas (+ 11,2%).

6. Engenheiros. 73.995 novas vagas (+ 4,9%).

7. Profissionais de Marketing. Com 57.045 novas vagas, cresceu 11,3%.

8. Contabilistas. Área com 55.670 novas vagas (+ 4,5%).

9. Mecânicos. São preciso 53.002, mais 4,1%

10. Gestores de IT/Administradores de rede. Há 48.709 vagas (+7,5%).

Esta lista resulta de um estudo consulta feita pela Harris Interactive, por encomenda da CareerBuilder, de 14 de maio a 5 de junho de 2013, a mais de 2 mil gestores de recursos humanos.

No estudo é perguntado a estes profissionais para qual destas carreiras que têm tido mais dificuldades em recrutar no período de 12 meses.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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12
Jul 13

Ofertas de emprego por preencher aumentaram 47,5%, para 16.138

As ofertas de emprego por preencher totalizavam 16.138 em Junho, o que representa um acréscimo de 47,5% em termos homólogos e mais 12,3% do que em maio, informou nesta sexta-feira o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

De acordo com a informação mensal do IEFP, as actividades económicas com mais expressão nas ofertas de emprego foram as actividades imobiliárias, administrativas e dos serviços de apoio, comércio por grosso e retalho, alojamento e restauração, administração pública, educação, saúde e apoio social e a construção.

Estas actividades representam cerca de 57,4% das ofertas.

No âmbito das ofertas de emprego feitas através do IEFP foram colocadas 6.488 pessoas, o que representa mais 16,8% em termos homólogos e menos 19,8% face ao mês de Maio deste ano.

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego em Junho era de 689.933, o que representa um aumento de 6,8% em termos homólogos e uma descida de 1,9% face a maio.

O total de desempregados registados nos centros de emprego no final de Junho aumentou 43.978 em relação ao mesmo mês do ano passado e desceu 13.272 em relação ao mês de Maio deste ano.

Os 689.933 desempregados registados em Junho correspondem a 78,3% do total de 881.277 pessoas que se inscreveram para pedir emprego.

fonte:http://www.publico.pt/ec

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08
Jul 13

7 ideias para conseguir emprego

A menos que passe a vida a saltar de emprego em emprego – o que, já de si, é suspeito para qualquer empregador que se preze – é muito difícil ser realmente bom numa entrevista de trabalho. Mas pode, pelo menos, esforçar-se por não parecer tão mau que acabe por ser rejeitado mesmo sendo o único candidato. Aqui ficam sete ideias que podem ajudá-lo a preparar-se o melhor possível.

 

1. Só tem uma oportunidade para causar uma boa primeira impressão, por isso, prepare o melhor possível os primeiros minutos. Além do óbvio – escolher a roupa com cuidado, chegar a horas, informar-se sobre a empresa e o cargo em causa –, se sofre de suores frios, tremores e nervoso miudinho, tente fazer qualquer coisa que o relaxe antes de ir para a entrevista. Vá ao ginásio, leia um capítulo do seu livro preferido numa esplanada, dê um mergulho no mar... o que quer que funcione para si. Nos minutos antes de entrar na sala, faça exercícios de respiração para controlar os batimentos cardíacos. Entre na sala de costas direitas e cabeça erguida mas gestos descontraídos – uma pose confiante pode fazer milagres, mas não se parecer que engoliu uma colher de pau – e sorria quando estiver a apresentar-se, falando de forma calma e articulando bem cada palavra.

2. Não faça filmes. Tentar prever como as coisas vão acontecer e prevenir-se contra tudo o que pode correr mal só vai contribuir para aumentar o seu pânico quando a entrevista se desviar daquilo que imaginou. Em vez de tentar antecipar reacções, trabalhe na sua capacidade de se adaptar a rumos inesperados que a conversa possa tomar – e especialmente de reconduzi-la ao caminho que mais lhe convém.

3. Imite. Não sabe o que fazer às mãos? Se há-de encostar-se na cadeira para parecer descontraído ou inclinar-se para a frente para mostrar interesse? Se deve cruzar a perna ou manter os dois pés no chão? Copie a linguagem corporal dos seus entrevistadores e esforce-se por fazê-lo com naturalidade. Se tem tiques nervosos – está sempre a mexer no cabelo ou rói as unhas ou esfrega as palmas das mãos nas pernas a cada cinco segundos para ter a certeza de que não estão transpiradas – evite-os, por exemplo levando um caderno e uma caneta para a entrevista e tirando apontamentos. Não só mostrará mais interesse como manterá as mãos ocupadas e longe dos gestos que, repetidos à exaustão, o fariam parecer um psicopata perigoso.

4. Não invente. Se lhe perguntarem por um momento particularmente mau da sua carreira, seja o mais honesto possível. Não invente desculpas para o que correu mal; assuma as suas responsabilidades na perda de um cliente importante ou explique como um mau briefing arruinou um projecto que parecia ganho à partida. Se a culpa não foi sua, explique-o com igual clareza, mas evite discorrer sobre a incompetência de colegas ou chefes. Uma resposta clara e concisa, sem juízos de valor, será suficiente para esclarecer os seus entrevistadores e demonstrar-lhes que não estão perante um língua de trapo capaz de desfazer qualquer colega à primeira oportunidade e contar ao mundo tudo o que se passa no escritório.

5. Deixe um (grande) bocadinho à imaginação. Sim, você está ali para dar-se a conhecer no seu melhor. Mas não há necessidade de contar pormenorizadamente cada momento que contribuiu para chegar onde está ou lamentar-se demoradamente sobre os azares que teve na vida. Ser confiante é uma coisa, convencido é outra. Da mesma forma como a humildade nada tem que ver com a falta de auto-estima. Seja qual for o seu caso – superego ou insegurança grave –, não há necessidade de se mostrar exactamente como é. Dourar a pílula não é nenhum pecado – excepto se se vender como a última Coca-Cola do deserto quando no fundo não passa de um profissional medíocre.

6. Não se ofenda. Nada é pessoal. Se lhe parecer que de repente a entrevista começou a azedar, não se atire aos seus entrevistadores e evite parecer desesperado. Lembre-se que eles não foram ali para o crucificar mas antes estão a investir tempo em si, para conhecê-lo melhor e talvez dar-lhe um emprego. Só essa ideia já deve ajudá-lo a abrir um sorriso. Continue a falar com calma e clareza e aproveite para falar de um momento específico da sua carreira, um episódio divertido e com o qual tenha aprendido alguma coisa importante, conduzindo a conversa de volta a um tema em que esteja mais à vontade.

7. Seja paciente. As coisas demoram o seu tempo por isso não seja ansioso. Isto vale para antes, durante e depois da entrevista. Não atropele as palavras dos seus entrevistadores. Espere pela sua vez de falar e responda apenas ao que lhe perguntam, em vez de vomitar inconsequentemente todas as suas opiniões sobre tudo e mais alguma coisa sem pausa para respirar. E não hiperventile se não lhe ligarem logo no dia a seguir. Um ou dois dias sem notícias não tem de significar que não gostaram de si.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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20
Mai 13

Não tem uma licenciatura? A União Europeia precisa de si

A União Europeia está a contratar para as áreas de tradução, revisão de textos em português e tecnologias de informação e pede candidatos sem licenciatura.

 

Os lugares de salário mais modesto são na área apoio a tecnologias de informação, para a Agência Europeia de Defesa (EDA), onde se oferece a possibilidade de um contrato de quatro anos com possibilidade de renovação e uma remuneração mensal indicativa de 2.457,08 euros. "O candidato deve ser nacional de um Estado-membro participante na Agência, ter um conhecimento profundo de uma das línguas oficiais da UE, e um conhecimento satisfatório de outra dessas línguas, na medida necessária para cumprir as suas/seus deveres, bons conhecimentos de inglês", esclarece a UE. Quanto a habilitações, exige-se um nível de educação que corresponda ao ensino pós-secundário ou secundário com experiência relevante para o cargo, pedindo-se ainda "um certificado pessoal de segurança".

Se este é um lugar para o qual está habilitado e tem interesse em concorrer, apresse-se a visitar a página de empregos na UE, já que o concurso expira já no dia 27 (veja aqui como candidatar-se).

Mas há mais vagas à sua espera, noutras áreas. O Centro de Tradução dos Organismos da União Europeia, por exemplo, "convida à apresentação de candidaturas para constituição de uma lista de reserva para o lugar de Assistente de apoio à tradução". As condições são semelhantes (ser cidadão de um Estado-membro, ter bons conhecimentos de uma língua da UE e conhecimentos de uma segunda e ter terminado o ensino secundário), pedindo-se, neste caso, três anos de experiência na área de tradução - "relevante para o cargo" -, além de conhecimentos de inglês e francês. 

Para esta posição, a União Europeia oferece contrato de três anos, renovável, e uma remuneração mínima indicativa de 3.397,73 euros(veja aqui como concorrer). O concurso fecha a 14 de junho.

Outra área em que a União Europeia está a contratar é a revisão de provas de língua portuguesa. O concurso prolonga-se até 10 de junho e está em causa uma remuneração mínima indicativa 3.397,73 euros. Quem recruta é o Serviço Europeu de Seleção do Pessoal (EPSO) que procura 12 revisores, "mediante a prestação de provas para a constituição de uma reserva de recrutamento". As condições são semelhantes aos dois concursos anteriormente referidos e as línguas nas quais é preciso ter conhecimentos satisfatórios são o português (como primeira língua), o alemão ou inglês ou francês.Consulte aqui mais informações.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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23
Jan 13

Outsystems abre 40 novas vagas em 2013

A tecnológica portuguesa OutSystems pretende reforçar a sua equipa em 2013 com a contratação de 40 novos colaboradores, cerca de metade para a área de serviços profissionais e os restantes para o departamento comercial e de engenharia de software.

“Este investimento visa suportar a estratégia de crescimento e internacionalização da empresa, assegurando que contrata os melhores talentos para continuar a inovar e a adaptar a Agile Platform às novas tendências do mercado e à evolução das necessidades dos seus clientes de todo o mundo”, explicou a empresa em comunicado.

 

O processo de recrutamento é efectuado através de referência de colaboradores, candidaturas espontâneas no website da empresa, contactos resultantes das iniciativas promovidas junto de universidades, anúncios e posts que a OutSystems coloca à disposição em diferentes canais na Internet, bem como junto de agências de recrutamento.

 

Quanto ao perfil, a Outsystems procura na área dos serviços profissionais, recém-licenciados em engenharia informática e/ou profissionais com experiência e percursos sólidos em desenvolvimento aplicacional web, com forte orientação para o cliente.

 

Para a área de engenharia, os candidatos deverão ser formados em engenharia Informática e especialistas em desenvolvimento de software, com vista a concentrarem-se no desenvolvimento da infra-estrutura técnica e das ferramentas de desenvolvimento aplicacional que compõem a Agile Platform. Por fim na área comercial, os candidatos deverão ter experiência emvendas, nomeadamente na indústria de software, e “uma orientação excepcional para a resolução das necessidades dos clientes”, explicou a empresa.

 

A equipa da OutSystems é composta por 200 colaboradores, oriundos de Portugal, Estados Unidos, Holanda, Polónia, Brasil e África do Sul.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/em

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