23
Jul 13

Maiores de 45 têm nova ferramenta para encontrar emprego

“Eu tenho tudo para dar”. Este podia muito bem ser o título de um novo trabalho de Luís Represas, embaixador e padrinho desta nova iniciativa da Cáritas Portuguesa, uma plataforma de emprego para maiores de 45 anos. Para o músico, é fundamental alertar consciências e a música já deu provas de que é capaz de o fazer. 

“Se as músicas podem trazer mais ânimo, alertar consciências, e são inúmeros os exemplos, pode ser que sim, que aconteça”, considera o embaixador. 

Nesta plataforma de emprego para maiores de 45 anos, quem procura trabalho pode colocar as suas competências, ao mesmo tempo que potenciais empregadores se podem socorrer desta ferramenta para procurar pessoas que correspondam às suas necessidades. Um instrumento útil numa altura em que a falta de emprego afecta uma grande parte dos portugueses. 

“Todos os problemas que vêm até à Cáritas para que ajudemos a resolver têm sempre na base a baixa de rendimentos, nalguns casos com a falta de rendimentos que tem que ver com o desemprego e, portanto, estamos a falar de um flagelo que é preciso encarar de frente”, alerta o presidente da Cáritas. 

Eugénio da Fonseca diz ainda esperar que “o Governo olhe mais numa perspectiva do crescimento e investimento económico e não tanto, como até aqui, nas questões ligadas à austeridade porque as consequências têm sido estas”. 

O presidente da Caritas Portuguesa premiou ainda, na cerimónia de apresentação da plataforma, o grupo de seis investigadores da Universidade do Porto, liderado por Marco Montalto. 

A plataforma de emprego para maiores de 45 anos, chamada de “Rede de Competências Cáritas” vai estar em funcionamento em Novembro e já existe uma centena de empresas interessadas em participar no projecto. 

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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21
Jul 13

Cem empregos em Sines

Uma nova superfície comercial vai levar à criação de 100 empregos em Sines. Contudo, a abertura deste superfície ainda não tem data prevista, sendo que a Sonae lançou um convite a potenciais interessados a cargos de vendedores, operadores e responsáveis de loja, chefes de vendas e optometristas.

O terreno, com 27 mil metros quadrados, foi vendido pela autarquia à Sonae Retail Properties, em novembro do ano passado, por mais de 2,5 milhões de euros.

Já o presidente da Câmara Municipal de Sines, Manuel Coelho, considerou que o projeto é "muito bom" para a cidade, sobretudo pela criação de emprego que é "muito significativa".

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


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15
Jun 13

Mais de 14 mil ofertas do centro de emprego ficaram por preencher em Maio

As ofertas de emprego por preencher totalizavam em Maio 14.400, um acréscimo de 40,9% face ao mês homólogo e mais 8,4% do que em Abril (13.281), segundo o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Na informação sobre o mercado de emprego divulgada mensalmente, o IEFP indica que as actividades económicas com mais expressão nas ofertas foram: actividades imobiliárias e administrativas, restauração e alojamento, comércio por grosso e retalho, administração pública, educação, saúde e apoio social e agricultura, caça e pesca.

Estas actividades representam quase 60% das ofertas.

Foram colocadas 8.093 pessoas, o que representa mais 42,5% em termos homólogos, sendo mais relevantes os grupos dos serviços, protecção e segurança, trabalhadores não qualificados das minas, construção civil e indústria transformadora, trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio, outros operários e artífices e trabalhadores qualificados da agricultura e pesca.

Em Maio, o número de desempregados apresentou uma variação homóloga de 9,7% (mais 61.983 inscritos), sendo o sexo masculino o mais afectado, com um acréscimo de 11%.

Os desempregados inscritos há mais de um ano aumentaram 31,5% e os que procuram o primeiro emprego avançaram 22,8% face ao mês homólogo.

Em termos de escolaridade, verificou-se um agravamento em todos os níveis, comparativamente ao mês homólogo, embora tenham registado variações negativas face a Abril.

fonte:Lusa/SOL

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09
Jun 13

Cinco receitas dadas por empresários para conquistar um emprego

No final do primeiro trimestre, o país tinha 166 mil jovens (15-24 anos) sem trabalho e na faixa etária logo acima (25-34 anos) havia mais 270 mil desempregados. Estes dois grupos representam 45,8% dos 952.200 portugueses sem emprego. Os responsáveis máximos de três empresas de sucesso apontam cinco receitas para convencer os empregadores e dizem que dispensam bem as ajudas do Estado à contratação, chegando mesmo a sugerir o fim do subsídio de desemprego para combater a tentação de só procurar trabalho quando o Estado já não dá abrigo. 

Respondendo positivamente ao desafio feito pela Universidade Lusíada de Famalicão, os responsáveis máximos da Salsa, Mabera e Kung Portuguesa abriram o livro dos critérios que presidem à escolha de candidatos. Do outro lado, na plateia reunida no âmbito do workshop “O Talento és Tu!”, estiveram cerca de quatro dezenas de jovens e desempregados à procura de uma luz ao fundo do túnel. 

1. Persistência
“Há uma coisa indispensável num candidato: atitude e capacidade de iniciativa. Faço entrevistas em que há candidatos a dizerem que querem uma oportunidade para provar do que são capazes. Dizem-me para os testar, dar-lhes uma oportunidade. Mas a maior parte não faz isso. A maior parte diz “eu sou bom porque tenho um canudo”, afirma Manuel Ramos, presidente da têxtil Mabera. “É essencial saber o que queremos fazer na vida. Todos vocês têm potencialidades. Podem não saber ainda o que querem, mas isso também depende do ambiente em que se encontram. Depende se conhecem muitas ou poucas pessoas inspiradoras”, refere Filipe Vilanova, dono da Salsa, uma das marcas de roupa de maior sucesso em Portugal, com dezenas de lojas espalhadas pela Europa e por outros continentes, e que tem a sua sede em Famalicão. “Nunca se deve desistir. Devemos repetir para nós mesmos que vamos ser persistentes todos os dias”, acrescenta.

2. Currículos e entrevistas
Manuel Ramos, presidente da têxtil Mabera, especializada em tinturaria e acabamentos, dá um conselho muito prático. “Em relação aos currículos (CV), há um erro gravíssimo. Os candidatos mandam o ónus para o lado das empresas. Temos milhares de CV e quem é que responde? Mandem os CV, mas procurem a resposta, batam à porta. Já contratei uma jovem que foi teimosa que bateu à porta três vezes num ano. Não desistiu”. Quanto ao conteúdo dos CV, Vasco Figueira, que dirige os destinos da Kung Portuguesa, filial de uma multinacional suíça especializada em vestuário técnico, pede uma formação académica de referência a qualquer candidato, mas isso não basta. "A experiência ensinou-nos que o aluno de 20 pode não ser o melhor técnico”. Aceitaria ouvir e implementar uma boa ideia de um jovem candidato a um emprego na sua empresa? “Já me aconteceu em diversas ocasiões entrevistar candidatos que nem sabiam em que empresa se encontravam naquele momento ou nada sabiam sobre ela, nem o setor de atividade da mesma. Assim sendo, pergunto-me como é que alguém que nunca foi a uma empresa pode conhecer a realidade da mesma para lhe propor ideias ou projetos”, afirmou Manuel Ramos.

3. Inteligência emocional
“Tentamos ser o mais específicos possível relativamente à função para a qual contratamos. Mas o critério mais decisivo é o caráter das pessoas. A inteligência emocional é essencial, mais do que a inteligência cognitiva. Toda a gente tem imensos MBA e pós-graduações, mas a capacidade relacional e de trabalho em equipa acaba por ser o mais importante para marcar a diferença”, sublinha Filipe Vilanova. Vasco Figueira confessa que a sua empresa tem uma cultura muito exigente nessa matéria, porventura fruto da influência suíça da casa-mãe. “O comportamento relacional é importantíssimo. O período de adaptação ditará se o candidato ultrapassa essa prova. Chegámos a dispensar candidatos que mostraram não estar à altura desse critério do comportamento. É sempre embaraçoso, mas não abdicamos nesse ponto”, afirma o responsável máximo da Kung Portuguesa, um engenheiro de formação que trabalha há décadas no setor têxtil.

4. Cultura e formação
“Nos últimos anos, temos também dado grande importância à cultura geral do candidato", refere Vasco Figueira. A escola de recrutamento na Kung aponta para o perfil de um profissional que saiba falar línguas, entendendo também as realidades diferentes do Rio de Janeiro, Pretória ou Moscovo. "É aflitivo o desconhecimento total dos candidatos sobre o que se passa no mundo", lamenta. “Leiam e informem-se o mais possível. É tudo fundamental para trabalhar e abrir novas perspetivas quando procuramos emprego”. Para Vasco Figueira, a capacidade de adaptação a novas realidades é essencial num mundo dos negócios em que é frequente mudar de tática ao longo do tempo, tornando a cultura geral num requisito fundamental em empresas que trabalham em geografias e culturas diversas. “Pergunto muitas vezes aos candidatos se usam o computador só para jogos ou se sabem utilizar essa ferramenta de forma produtiva”, refere Manuel Ramos. “A licenciatura é muito pouco para que os jovens cheguem ao posto de trabalho e integrarem-se. Apetece-me dizer que a formação de base é muito importante. Há muita oferta de cursos agora, mas muito pouca qualidade”, acrescenta.

5. Mobilidade
Ter vontade de trabalhar em qualquer geografia é essencial para conseguir emprego. “Sou natural de Lisboa e vim trabalhar para Famalicão em 1974, com dois filhos e a casa às costas. Muitos não querem sair da rua onde vivem e da casa dos pais. Não dispensam estar no café com os amigos e com a namorada. Hoje, fala-se na necessidade de emigrar, mas vejo que muitos jovens não querem abdicar do seu local de origem. Quantos estrangeiros estão a trabalhar em Portugal?”, refere Vasco Figueira. “É tudo uma questão que resulta da forma como fomos educados. Hoje, compreendo essas pessoas porque foram mentalizadas a ficar presas ao local de origem”, relativiza Filipe Vilanova. “Não é obrigatório emigrar. Cada um deve fazer aquilo que pretende. De repente, parece que emigrar é a receita para tudo. E eu até considero que o grande dinamismo na criação de empresas em Portugal resulta da crise. As dificuldades atuais são uma bênção, tal como as provações da Alemanha após a II Guerra Mundial que fizeram daquele país a nação que é hoje”, acrescenta o dono da Salsa.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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09
Nov 12

Os 10 conselhos que precisa para encontrar um emprego de sonho

As dificuldades crescentes do mercado laboral obrigam a que os candidatos se adaptem para conseguir satisfazer as necessidades dos empregadores. Mas a competitividade do mercado laboral e da crescente taxa de desemprego fazem com que a tarefa seja mais difícil do que o desejado. Neste sentido, Sílvia Nunes da Page Personnel, deixa dez conselhos para que encontrar um emprego se torne mais simples. 

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A Executive Manager lembra também que "o conhecimento de si próprio e dos seus objectivos pessoais e profissionais é um factor essencial para encontrar um emprego adaptado ao perfil do candidato".

1. Procurar emprego é um trabalho
A procura de emprego deve ser uma tarefa metódica para que se torne eficiente e dê frrutos. Organizar-se, definir uma rotina e estabelecer objectivos claros são factores que deve ter em mente para ter êxito.

2. Conheça-se primeiro
Antes de começar a procurar trabalho é muito importante saber em que ponto se encontra. Seja objectivo e analise a sua carreira profissional: as maiores realizações e resultados conseguidos, bem como os seus pontos fracos a melhorar. Pense, sobretudo, até onde pretende ir e em que período do tempo pretende consegui-lo.

3. O CV é a sua carta de apresentação
Dedique-lhe o tempo necessário e estruture-o para que se torne conciso e atractivo. É muito importante ser sincero e não mentir, destacando ao mesmo tempo os seus pontos fortes. As empresas recebem milhares de candidaturas. Por isso, captar a atenção de quem recruta é a chave para conseguir uma entrevista de trabalho.

4. Cultive-se nas redes sociais
A sua imagem desempenha um papel importante quando procura trabalho. Escolha com especial cuidado a imagem do seu perfil nas redes sociais e profissionais, bem como do seu currículo. Quando conseguir uma entrevista tente que a sua imagem reflicta o seu compromisso, atitude e respeito em relação à empresa e à pessoa que o entrevistará.

5. Crie uma rede de contactos
Utilize todas as ferramentas que tem à sua disposição para contactar os seus amigos e conhecidos. As redes sociais e profissionais como o Linkedin e Facebook, entre outras podem ajudá-lo a voltar a entrar em contacto com profissionais e conhecidos graças aos quais poderá conseguir novas oportunidades laborais. Além disso, seja activo e participe em grupos, feiras e eventos do sector no qual gostaria de trabalhar.

6. Seja proactivo e não reactivo
Manter uma atitude proactiva permitir-lhe-á ampliar o leque de oportunidades profissionais. Para além de contactar com empresas de consultoria especializadas em selecção e recrutamento e responder às ofertas através dos portais de emprego e redes sociais profissionais, envie a sua candidatura de forma espontânea para as empresas nas quais gostaria de trabalhar e explique os motivos. Desta forma, demonstrará o seu interesse pela empresa e a sua vontade de trabalhar.

7. Seja Flexível
Tente ser flexível e adapte-se às mudanças do mercado laboral. As empresas contam com novas necessidades e requerem perfis cada vez mais polivalentes e dispostos a mudar de residência. Centre os seus esforços e faça uma pesquisa selectiva, respondendo às ofertas que realmente encaixam no seu perfil.

8. Reinvente-se e aposte na formação
Os idiomas, os conhecimentos informáticos e as novas tecnologias são as áreas que mais necessitam de uma actualização contínua. Se está numa situação de desemprego ou pretende evoluir na sua carreira é importante que actualize a sua formação profissional para poder trazer valor acrescentado à empresa.

9. Mantenha um espírito positivo
Procurar emprego não é uma tarefa fácil e pode levar mais tempo do que o esperado, especialmente na actual conjuntura económica. Manter uma atitude positiva é indispensável e ajudá-lo-á a superar todo tipo de obstáculo que possa encontrar no caminho.

10. Prepare bem a entrevista
Antes de se apresentar para uma entrevista de emprego, pesquise o website de forma a informar-se sobre a empresa: áreas de negócio, produtos e serviços, bem como a filosofia da organização são pontos que devem ser analisados. Estes conhecimentos ajudá-lo-ão a sentir-se mais seguro e a poder guiar a entrevista, destacando os aspectos do seu perfil que mais se enquadram na empresa e mais se adequam com o cargo solicitado

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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05
Nov 12

Estas 10 empresas têm 490 vagas de emprego em Portugal

São várias as empresas portuguesas ou a actuar em Portugal que estão a contratar funcionários. Estas dez empresas têm dezenas de vagas de trabalho para preencher. As áreas são muito diversificadas bem como as características a eleger. Conheça:

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Nestlé
A multinacional tem atualmente duas vagas em Portugal para representante de vendas em Lisboa e Aveiro e uma em São Paulo para Assistente Administrativo. 
Todas as vagas podem ser consultadas aqui

IBM 
A empresa tem uma presença forte pelo mundo e as vagas são constantes. Em Portugal existem actualmente duas vagas de emprego para Lisboa onde a exigência é o português como língua materna e fluência em inglês. A empresa também privilegia a experiência. 
As vagas destinam-se a Brand Client Representative e outra paraBusiness Analyst

NovaBase 
A empresa tecnológica tem atualmente 14 vagas para preencher nas mais variadas áreas de negócio, 12 em Portugal. Estas vagas destinam-se a formações em engenharia informática, tecnologias da informação ou equivalente. Veja aqui    

DRI
A DRI, integradora tecnológica e consultora global de origem portuguesa, está a contratar profissionais que ajudem a desenvolver o seu objectivo de internacionalização. 

As vagas têm como destino as várias áreas de negócio da empresa, mas às agora anunciadas vão juntar-se outras porque até ao final de 2013, a tecnológica quer aumentar o número de funcionários em 100%, com o recrutamento de cerca de 40 pessoas (veja mais).

BNP Paribas
O BNP Paribas Securities Services Portugal, unidade do banco francês especializada na liquidação e custódia de títulos, lançado em 2007 com cinco pessoas e que conta já com 800 colaboradores, quer contratar mais 200 funcionários nos próximos dois anos.
Conheça as vagas

Phillip Morris
A tabaqueira tem actualmente cinco vagas de emprego para Portugal nas áreas de vendas, operações e finanças. Na sua maioria as vagas destinam-se a Lisboa e Porto. 

Para as vagas existentes a empresa está a considerar formações nas áreas de Gestão, Marketing, Engenharia ou Ciências. Não é exigida experiência mas sim fluência em inglês. Conheça as vagas

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Accenture
A Accenture Portugal tem atualmente 16 vagas de emprego para preencher por todo o país. As vagas são, na sua maioria, relacionadas com a área de consultoria, gestão, finanças e engenharia, e destinam-se ao território continental.
Veja aqui


Topikrelevo
A empresa de calçado Topikrelevo vai criar mais 60 postos de trabalho em Celorico de Basto, a partir de Janeiro de 2013, com a ampliação da sua fábrica no concelho, informou, esta sexta-feira, o presidente da Câmara.

MELOM
A empresa portuguesa especializada em obras e remodelações domésticas MELOM pretende recrutar 100 Agentes para trabalhar nas suas unidades MELOM, localizadas de norte a sul do país, até ao fim do ano. 

A MELOM pretende recrutar profissionais com experiência na área da construção e remodelação, como arquitetos, engenheiros, orçamentistas, que pretendam enveredar pela área comercial, ou gestores e comerciais que já trabalharam ou trabalham nesta área. Obrigatório é ter conhecimentos técnicos que permitam uma boa adaptação à função. Veja mais

Turijobs
Este agregador de empresas de turismo tem várias vagas para preencher em hotéis e restaurantes por todo o país. Neste momento existem 25 vagas em Lisboa, 15 no Porto e 13 em Faro. Procure aqui 

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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04
Nov 12

Empregos à espera dos portugueses... lá fora

Enquanto milhares de portugueses desesperam com a falta de postos de trabalho, noutros países da Europa existem empresas que competem para conseguir recrutar pessoal. Portugal surge como um dos favoritos, nesta corrida aos contratos

"Os portugueses estão muito motivados, têm a mente aberta e uma boa capacidade de adaptação. Surgem com um bom nível de formação e têm bons conhecimentos de línguas. Queremos que olhem para a Finlândia como um potencial empregador ", afirma Katrina Pilrnes, da embaixada da Finlândia em Lisboa. A representação deste país na feira dos Dias Europeus do Emprego conta com o ajuda das conselheiras da rede Eures para o emprego. Esta rede europeia de apoio à pesquisa de emprego e formação dentro da União Europeia regista, atualmente, 1,2 milhões de ofertas ativas e 10 mil desempregados portugueses já inscritos.

As pesquisas podem ser feitas através da Internet ou com a colaboração dos conselheiros destacados em cada país.

A equipa de três finlandesas veio a Portugal, sobretudo, para apresentar o seu país e passar a ideia de que dispõe de muitos empregos à espera dos portugueses.

Mas a missão só ficará concluída quando conseguir preencher as vagas disponíveis. Com uma geração do pós-guerra a reformar-se e sem que as novas estejam a ocupar os lugares deixados vagos, muitos países do Norte da Europa estão a procurar mão-de-obra noutros Estados membros. As ofertas são variadas, mas incidem, em particular, nas áreas da saúde, serviços sociais, novas tecnologias e engenharias.

Na bancada do stande finlandês, amontoam-se folhetos e listas de empresas e profissões que estão no topo dos recrutamentos. Recém-licenciados e seniores organizam-se, em fila, à espera de saber o que tem a Finlândia para oferecer. Katrina confessa que o seu país tem ainda muitos passos para dar, até ser atrativo como os principais concorrentes, entre os quais se destaca a Dinamarca, instalada a seu lado, na feira. Este país, juntamente com a Noruega e a Suécia, "surge como um dos nossos grandes competidores, com tradição de recrutamento no estrangeiro", sublinha. É por isso que, a par dos salários generosos, as empresas finlandesas já têm quase como prática comum a oferta de cursos intensivos para a aprendizagem básica da língua, que é uma barreira gigantesca, a par do clima.

QUEM DÁ MAIS

Win de Johnghe veio à feira representar a Delaware Consulting, uma empresa tecnológica belga. É a primeira tentativa de recrutamento da firma, fora da Bélgica como não conseguia encontrar profissionais com as qualificações e a experiência de que precisa, decidiu enviar um representante a Portugal.

"Temos recebido candidaturas de todo o tipo de pessoas, mas o que mais nos surpreende é que, nestas primeiras horas, já falámos com mais candidatos experientes do que em todas as feiras de recrutamento onde temos participado, na Bélgica", conta Win de Johnghe. A empresa procura, sobretudo, profissionais das áreas de SAP e Microsoft e oferece salários que variam entre 2 mil e os 7 mil euros, consoante as qualificações.

Pelo que Win de Johnghe espera chegar ao final da feira com novos contratos em vista. Na entrada, o stande belga era um dos mais ativos, com folhas A4 afixadas, a divulgar o número de médicos, enfermeiros, empregadas domésticas e outros profissionais necessários.

Entre a Finlândia e o Reino Unido, Bruno, Marta e Vanessa trocam impressões sobre os dados que vão recolhendo nos vários standes. Os três colegas finalistas da licenciatura em Serviço Social vieram juntos à procura de uma oportunidade fora de Portugal, cansados dos estágios curriculares, profissionais e candidaturas sem resposta. Alguns dos seus colegas já partiram para a Holanda e o Reino Unido. No caso de Bruno, a saída do País é-lhe familiar já que os pais estiveram emigrados 14 anos, na Alemanha.

E não têm medo de sair de casa dos pais e ir para fora? "Não! Temos medo é de morrer à fome e viver sem oportunidades. ", respondem prontamente.



fonte: http://visao.sapo.pt 

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30
Set 12

Dicas para encontrar trabalho em tempo de crise

Filhe de olhos e ouvidos abertos, fazer contactos e enviar currículos, mas com critério.

“É verdade que o recrutamento baixa um pouco nos meses de verão, sobretudo no mês de agosto, mas é sempre possível encontrar emprego”, lembra o presidente da empresa de trabalho temporário Egor, Amândio Fonseca.  Por isso, convém

Faça uma procura seletiva. Defina objetivos. Andar à procura de ‘qualquer coisa’ é o mesmo que andar à procura de nada. Mesmo que tenha várias áreas de procura (e currículos para cada uma), deve definir objetivos  que lhe vão permitir obter mais informações sobre o mercado, a empresa e a forma como esta faz recrutamento. Só com este tipo de dados é possível fazer a diferença na abordagem às empresas.

Aposte num CV coerente. Adapte o CV para cada sítio que enviar, tirando ou acrescentado os dados mais relevantes. Antes de enviar, informe-se sobre as pessoas certas a contactar e a melhor forma de abordagem.  Não ceda à tentação de enviar para toda a gente.

Prepare a entrevista. Informe-se bem sobre a empresa e o trabalho a que se está a candidatar. Só assim poderá mostrar que sabe exatamente de que forma a sua contratação seria uma mais-valia.

Dedique-se ao networking. Muitas vezes, a melhor forma de encontrar emprego é ser recomendado por alguém. Saber de uma vaga no momento certo faz toda a diferença. Para isso é preciso mobilizar a sua rede de contactos. Percorra a lista telefónica, envie mails, aceite convites e conheça pessoas novas. Quanto mais pessoas souberem que procura emprego e as qualificações que tem, melhor. Faça o seu marketing pessoal.

Descanse e divirta-se. Não tem de se sentir culpado por ir à praia ou estar a divertir-se porque não tem emprego. Lembre-se que nos momentos de lazer também está a reforçar e a ampliar a sua rede de contactos, algo precioso para quem procura emprego. Além disso, zela pela sua saúde mental. A vida continua, com ou sem emprego, e a alegria (ainda) não paga imposto.

Carpe Diem. Enquanto o emprego não aparece, vale a pena apostar no trabalho sazonal ou temporário, aconselha Amândio Fonseca. “Há setores que aumentam o recrutamento nesta altura, como a restauração, mas também é possível pensar noutros trabalhos, como o apoio a piscinas ou apanha de fruta no estrangeiro.” Substituir pessoas nas férias também não deve ser encarado como um preconceito, “até porque há muitas empresas que encaram o trabalho temporário como forma de conhecer as pessoas e depois fazem recrutamentos permanentes, acontece com muita frequência”, garante.



fonte: http://activa.sapo.pt/vida/trabalho/2012/09/30/dicas-para-encontrar-trabalho-em-tempo-de-crise#ixzz27yCBZM8t

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27
Ago 12

Volkswagen: 1800 candidaturas para 43 vagas

Empresa alemã revela que programa destinado a recém-licenciados é «extremamente atrativo» para portugueses e espanhóis

O programa «Startup Europe» da Volkswagen, destinado a recém-licenciados do Sul da Europa, já recebeu 1.800 candidaturas para as 43 vagas, sendo «extremamente atrativo» para portugueses e espanhóis, revelou esta segunda-feira a empresa alemã.

«Inicialmente, a Volkswagen está a apontar este programa para licenciados da Espanha e da Europa», afirmou, em comunicado, o responsável da administração pelos Recursos Humanos da empresa, Horst Neumann, que lamentou que «mesmo com boas qualificações, muitos jovens no Sul da Europa têm problemas em entrar numa carreira no seu país de origem».

De acordo com o comunicado, «o programa é extremamente atrativo para jovens licenciados de Espanha e Portugal», tendo sido recebidas mais de 1.800 candidaturas para 43 vagas.

O programa «Startup Europe» emprega os candidatos bem-sucedidos por dois anos, que começam por trabalhar na filial da Volkswagen em Espanha ou em Portugal, seguindo-se 21 meses na Alemanha.

Em junho, a Volkswagen Autoeuropa anunciou o lançamento de um programa internacional para incorporar 32 recém-licenciados, que começarão a trabalhar no dia 01 de outubro, usufruindo de um «pacote remuneratório competitivo».

Na altura, o diretor-geral da Autoeuropa, António de Melo Pires, afirmou que esta experiência pode contribuir para qualificar um conjunto de jovens para «a introdução de novas de novas tecnologias que transformam a indústria automóvel».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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20
Ago 12

Número de portugueses com segundo emprego cai 14,4%

A crise económica está a agravar-se, mas os portugueses não conseguem encontrar segundos empregos para compensar a perda de rendimento. Pelo contrário, entre o segundo trimestre de 2011 e o segundo trimestre de 2012, o número de pessoas com uma atividade secundária caiu 14,4%.

 

Num ano, 37 mil pessoas deixaram de ter um segundo emprego, o que significa que existem agora 219 mil trabalhadores que acumulam duas atividades diferentes. 4469 mil portugueses têm apenas um emprego. 

Com a redução do rendimento disponível, seria natural que os portugueses procurassem novas fontes que compensem os cortes salariais e as subidas de impostos. No entanto, a degradação do mercado de trabalho parece estar a dificultar esse movimento. 

Ao mesmo tempo que sentem dificuldade em encontrar segundos empregos, os portugueses estão também a trabalhar mais horas. O número de pessoas que trabalham mais de 41 horas por semana aumentou 5,9% desde o início de 2011 e já são 1,1 milhões.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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