08
Jul 13

7 ideias para conseguir emprego

A menos que passe a vida a saltar de emprego em emprego – o que, já de si, é suspeito para qualquer empregador que se preze – é muito difícil ser realmente bom numa entrevista de trabalho. Mas pode, pelo menos, esforçar-se por não parecer tão mau que acabe por ser rejeitado mesmo sendo o único candidato. Aqui ficam sete ideias que podem ajudá-lo a preparar-se o melhor possível.

 

1. Só tem uma oportunidade para causar uma boa primeira impressão, por isso, prepare o melhor possível os primeiros minutos. Além do óbvio – escolher a roupa com cuidado, chegar a horas, informar-se sobre a empresa e o cargo em causa –, se sofre de suores frios, tremores e nervoso miudinho, tente fazer qualquer coisa que o relaxe antes de ir para a entrevista. Vá ao ginásio, leia um capítulo do seu livro preferido numa esplanada, dê um mergulho no mar... o que quer que funcione para si. Nos minutos antes de entrar na sala, faça exercícios de respiração para controlar os batimentos cardíacos. Entre na sala de costas direitas e cabeça erguida mas gestos descontraídos – uma pose confiante pode fazer milagres, mas não se parecer que engoliu uma colher de pau – e sorria quando estiver a apresentar-se, falando de forma calma e articulando bem cada palavra.

2. Não faça filmes. Tentar prever como as coisas vão acontecer e prevenir-se contra tudo o que pode correr mal só vai contribuir para aumentar o seu pânico quando a entrevista se desviar daquilo que imaginou. Em vez de tentar antecipar reacções, trabalhe na sua capacidade de se adaptar a rumos inesperados que a conversa possa tomar – e especialmente de reconduzi-la ao caminho que mais lhe convém.

3. Imite. Não sabe o que fazer às mãos? Se há-de encostar-se na cadeira para parecer descontraído ou inclinar-se para a frente para mostrar interesse? Se deve cruzar a perna ou manter os dois pés no chão? Copie a linguagem corporal dos seus entrevistadores e esforce-se por fazê-lo com naturalidade. Se tem tiques nervosos – está sempre a mexer no cabelo ou rói as unhas ou esfrega as palmas das mãos nas pernas a cada cinco segundos para ter a certeza de que não estão transpiradas – evite-os, por exemplo levando um caderno e uma caneta para a entrevista e tirando apontamentos. Não só mostrará mais interesse como manterá as mãos ocupadas e longe dos gestos que, repetidos à exaustão, o fariam parecer um psicopata perigoso.

4. Não invente. Se lhe perguntarem por um momento particularmente mau da sua carreira, seja o mais honesto possível. Não invente desculpas para o que correu mal; assuma as suas responsabilidades na perda de um cliente importante ou explique como um mau briefing arruinou um projecto que parecia ganho à partida. Se a culpa não foi sua, explique-o com igual clareza, mas evite discorrer sobre a incompetência de colegas ou chefes. Uma resposta clara e concisa, sem juízos de valor, será suficiente para esclarecer os seus entrevistadores e demonstrar-lhes que não estão perante um língua de trapo capaz de desfazer qualquer colega à primeira oportunidade e contar ao mundo tudo o que se passa no escritório.

5. Deixe um (grande) bocadinho à imaginação. Sim, você está ali para dar-se a conhecer no seu melhor. Mas não há necessidade de contar pormenorizadamente cada momento que contribuiu para chegar onde está ou lamentar-se demoradamente sobre os azares que teve na vida. Ser confiante é uma coisa, convencido é outra. Da mesma forma como a humildade nada tem que ver com a falta de auto-estima. Seja qual for o seu caso – superego ou insegurança grave –, não há necessidade de se mostrar exactamente como é. Dourar a pílula não é nenhum pecado – excepto se se vender como a última Coca-Cola do deserto quando no fundo não passa de um profissional medíocre.

6. Não se ofenda. Nada é pessoal. Se lhe parecer que de repente a entrevista começou a azedar, não se atire aos seus entrevistadores e evite parecer desesperado. Lembre-se que eles não foram ali para o crucificar mas antes estão a investir tempo em si, para conhecê-lo melhor e talvez dar-lhe um emprego. Só essa ideia já deve ajudá-lo a abrir um sorriso. Continue a falar com calma e clareza e aproveite para falar de um momento específico da sua carreira, um episódio divertido e com o qual tenha aprendido alguma coisa importante, conduzindo a conversa de volta a um tema em que esteja mais à vontade.

7. Seja paciente. As coisas demoram o seu tempo por isso não seja ansioso. Isto vale para antes, durante e depois da entrevista. Não atropele as palavras dos seus entrevistadores. Espere pela sua vez de falar e responda apenas ao que lhe perguntam, em vez de vomitar inconsequentemente todas as suas opiniões sobre tudo e mais alguma coisa sem pausa para respirar. E não hiperventile se não lhe ligarem logo no dia a seguir. Um ou dois dias sem notícias não tem de significar que não gostaram de si.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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09
Jun 13

Cinco receitas dadas por empresários para conquistar um emprego

No final do primeiro trimestre, o país tinha 166 mil jovens (15-24 anos) sem trabalho e na faixa etária logo acima (25-34 anos) havia mais 270 mil desempregados. Estes dois grupos representam 45,8% dos 952.200 portugueses sem emprego. Os responsáveis máximos de três empresas de sucesso apontam cinco receitas para convencer os empregadores e dizem que dispensam bem as ajudas do Estado à contratação, chegando mesmo a sugerir o fim do subsídio de desemprego para combater a tentação de só procurar trabalho quando o Estado já não dá abrigo. 

Respondendo positivamente ao desafio feito pela Universidade Lusíada de Famalicão, os responsáveis máximos da Salsa, Mabera e Kung Portuguesa abriram o livro dos critérios que presidem à escolha de candidatos. Do outro lado, na plateia reunida no âmbito do workshop “O Talento és Tu!”, estiveram cerca de quatro dezenas de jovens e desempregados à procura de uma luz ao fundo do túnel. 

1. Persistência
“Há uma coisa indispensável num candidato: atitude e capacidade de iniciativa. Faço entrevistas em que há candidatos a dizerem que querem uma oportunidade para provar do que são capazes. Dizem-me para os testar, dar-lhes uma oportunidade. Mas a maior parte não faz isso. A maior parte diz “eu sou bom porque tenho um canudo”, afirma Manuel Ramos, presidente da têxtil Mabera. “É essencial saber o que queremos fazer na vida. Todos vocês têm potencialidades. Podem não saber ainda o que querem, mas isso também depende do ambiente em que se encontram. Depende se conhecem muitas ou poucas pessoas inspiradoras”, refere Filipe Vilanova, dono da Salsa, uma das marcas de roupa de maior sucesso em Portugal, com dezenas de lojas espalhadas pela Europa e por outros continentes, e que tem a sua sede em Famalicão. “Nunca se deve desistir. Devemos repetir para nós mesmos que vamos ser persistentes todos os dias”, acrescenta.

2. Currículos e entrevistas
Manuel Ramos, presidente da têxtil Mabera, especializada em tinturaria e acabamentos, dá um conselho muito prático. “Em relação aos currículos (CV), há um erro gravíssimo. Os candidatos mandam o ónus para o lado das empresas. Temos milhares de CV e quem é que responde? Mandem os CV, mas procurem a resposta, batam à porta. Já contratei uma jovem que foi teimosa que bateu à porta três vezes num ano. Não desistiu”. Quanto ao conteúdo dos CV, Vasco Figueira, que dirige os destinos da Kung Portuguesa, filial de uma multinacional suíça especializada em vestuário técnico, pede uma formação académica de referência a qualquer candidato, mas isso não basta. "A experiência ensinou-nos que o aluno de 20 pode não ser o melhor técnico”. Aceitaria ouvir e implementar uma boa ideia de um jovem candidato a um emprego na sua empresa? “Já me aconteceu em diversas ocasiões entrevistar candidatos que nem sabiam em que empresa se encontravam naquele momento ou nada sabiam sobre ela, nem o setor de atividade da mesma. Assim sendo, pergunto-me como é que alguém que nunca foi a uma empresa pode conhecer a realidade da mesma para lhe propor ideias ou projetos”, afirmou Manuel Ramos.

3. Inteligência emocional
“Tentamos ser o mais específicos possível relativamente à função para a qual contratamos. Mas o critério mais decisivo é o caráter das pessoas. A inteligência emocional é essencial, mais do que a inteligência cognitiva. Toda a gente tem imensos MBA e pós-graduações, mas a capacidade relacional e de trabalho em equipa acaba por ser o mais importante para marcar a diferença”, sublinha Filipe Vilanova. Vasco Figueira confessa que a sua empresa tem uma cultura muito exigente nessa matéria, porventura fruto da influência suíça da casa-mãe. “O comportamento relacional é importantíssimo. O período de adaptação ditará se o candidato ultrapassa essa prova. Chegámos a dispensar candidatos que mostraram não estar à altura desse critério do comportamento. É sempre embaraçoso, mas não abdicamos nesse ponto”, afirma o responsável máximo da Kung Portuguesa, um engenheiro de formação que trabalha há décadas no setor têxtil.

4. Cultura e formação
“Nos últimos anos, temos também dado grande importância à cultura geral do candidato", refere Vasco Figueira. A escola de recrutamento na Kung aponta para o perfil de um profissional que saiba falar línguas, entendendo também as realidades diferentes do Rio de Janeiro, Pretória ou Moscovo. "É aflitivo o desconhecimento total dos candidatos sobre o que se passa no mundo", lamenta. “Leiam e informem-se o mais possível. É tudo fundamental para trabalhar e abrir novas perspetivas quando procuramos emprego”. Para Vasco Figueira, a capacidade de adaptação a novas realidades é essencial num mundo dos negócios em que é frequente mudar de tática ao longo do tempo, tornando a cultura geral num requisito fundamental em empresas que trabalham em geografias e culturas diversas. “Pergunto muitas vezes aos candidatos se usam o computador só para jogos ou se sabem utilizar essa ferramenta de forma produtiva”, refere Manuel Ramos. “A licenciatura é muito pouco para que os jovens cheguem ao posto de trabalho e integrarem-se. Apetece-me dizer que a formação de base é muito importante. Há muita oferta de cursos agora, mas muito pouca qualidade”, acrescenta.

5. Mobilidade
Ter vontade de trabalhar em qualquer geografia é essencial para conseguir emprego. “Sou natural de Lisboa e vim trabalhar para Famalicão em 1974, com dois filhos e a casa às costas. Muitos não querem sair da rua onde vivem e da casa dos pais. Não dispensam estar no café com os amigos e com a namorada. Hoje, fala-se na necessidade de emigrar, mas vejo que muitos jovens não querem abdicar do seu local de origem. Quantos estrangeiros estão a trabalhar em Portugal?”, refere Vasco Figueira. “É tudo uma questão que resulta da forma como fomos educados. Hoje, compreendo essas pessoas porque foram mentalizadas a ficar presas ao local de origem”, relativiza Filipe Vilanova. “Não é obrigatório emigrar. Cada um deve fazer aquilo que pretende. De repente, parece que emigrar é a receita para tudo. E eu até considero que o grande dinamismo na criação de empresas em Portugal resulta da crise. As dificuldades atuais são uma bênção, tal como as provações da Alemanha após a II Guerra Mundial que fizeram daquele país a nação que é hoje”, acrescenta o dono da Salsa.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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07
Jan 13

Como dar um salto na sua carreira em dez passos

Se a opção é ir trabalhar para outro país, lance mãos à obra e invista na procura.

São recomendações que devem constar da agenda de qualquer executivo que queira garantir uma progressão na sua carreira e uma sobrevivência no seu posto de trabalho no ano que agora começa. Apesar da crise e do pessimismo, há que incluir algumas destas resoluções no seu plano de ataque ao novo ano, segundo a revista norte-americana "Forbes".

1.Consiga um aumento ou promoção: antes de mais, pense o que faz ou oferece, que vá ao encontro das necessidades da empresa. Por melhores que sejam as suas capacidades, se a empresa não precisar delas não justificará uma promoção ou aumento. Por isso, a melhor forma de garantir que tem o que a empresa precisa é fazer uma lista das suas responsabilidades diárias, quais foram os seus maiores projectos, futuras responsabilidades e, se possível, quantificar os seus ‘inputs'. Assim que conseguir reunir essa informação sobre o valor que pode acrescentar à empresa, treine a conversa mais difícil da sua vida com um amigo em quem confie.

2.Reduza o stress: tenha sempre em mente que não consegue fazer tudo sozinho, portanto, mais vale nem tentar. Não passe a vida com o mundo às costas. E a melhor forma de o evitar é perceber se o seu stress vem de terceiros ou se está a colocar demasiada pressão sobre si próprio. Se assim for, recue um pouco e comece por coisas simples, como dormir mais e fazer exercício físico. Não existe uma receita universal para diminuir o stress, cada pessoa tem de descobrir o que funciona melhor consigo: se é ir dar uma volta ao edifício, ligar a um amigo, jogar um jogo ‘online' por cinco minutes ou simplesmente respirar fundo. Seja o que for, tente introduzir essa prática ao longo do seu dia.

3.Seja mais organizado: só vai conseguir organizar-se a partir do momento em que tiver organizado a sua agenda e a sua secretária. A sua secretária reflecte-se directamente na forma como gere o seu trabalho e é a primeira impressão que terão de si. É importante manter o seu espaço de trabalho limpo e organizado porque também ajuda a reduzir o stress, a partir do momento em que conseguir encontrar o que procura mais fácil e rapidamente.
4.Arranje um novo emprego Se odeia o seu chefe e o que faz e não vê oportunidades de progressão, veja primeiro se poderá mudar de função na própria empresa, que é a maneira mais fácil de mudar no contexto de crise e que poderá ser bem sucedida.Se tiver competências em falta no mercado de trabalho, então olhe para fora e procure um novo emprego.

5.Melhore o equilíbrio entre a sua vida familiar e profissional Seja claro em relação aos seus limites e não prejudique constantemente a vida social e familiar em favor do trabalho. Se quer sair cedo, tente chegar mais cedo e rentabilizar a manhã. Outra solução é delegar mais. Experimente passar algumas das tarefas aos seus colegas e não tente ficar com tudo para agradar a todos, porque já se sabe que é impossível agradar a gregos e troianos. Por último, lembre-se que amanhã também é dia.

6.Faça networking de forma mais eficiente Sempre que embarca numa perspectiva de networking profissional e entra numa rede. relacione-se com os outros profissionais numa perspectiva de parceria. Lembre-se de que ambos estão na rede para partilhar, aprender e ajudarem-se profissionalmente.

7.Melhore a sua relação com o chefe e com os seus colegas Se há relação que tem de ser alimentada é a sua com o seu chefe, já que, no limite, é ele que controla o seu destino. E tem tudo a ver com comunicação. Esteja permanentemente em contacto com ele, de forma a mostrar-lhe o que vai fazendo e que está ali para o ajudar no que for necessário. Pergunte-lhe como pode ser melhor no seu trabalho e quais são as suas expectativas. Mas a cooperação com os colegas também não deve ser esquecida: tente conhece-los melhor e ofereça ajuda.

8.Desenvolva as suas capacidades de comunicação ser bom comunicador é meio caminho andado para ter sucesso no emprego. Se não for, experimente ter formação especifica ou ler livros sobre o assunto.

9.Volte a estudar Nunca é tarde para aprender e reciclar o que sabe. A formação ao longo da vida é cada vez mais importante. Há muitas opções para voltar a estudar em horário pós-laboral ou cursos online.

10 Lide melhor com o email e o voicemail Procure responder aos emails e telefonemas no próprio dia, se possível, dependendo do que exige a resposta e do seu tempo disponível. Uma maneira de evitar uma lista enorme de emails pendentes é limpar a sua caixa de correio electrónico regularmente. Quando ouve ou lê a mensagem e já registou a informação, apague, a não ser que precise mesmo de guardar a informação.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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30
Set 12

Dicas para encontrar trabalho em tempo de crise

Filhe de olhos e ouvidos abertos, fazer contactos e enviar currículos, mas com critério.

“É verdade que o recrutamento baixa um pouco nos meses de verão, sobretudo no mês de agosto, mas é sempre possível encontrar emprego”, lembra o presidente da empresa de trabalho temporário Egor, Amândio Fonseca.  Por isso, convém

Faça uma procura seletiva. Defina objetivos. Andar à procura de ‘qualquer coisa’ é o mesmo que andar à procura de nada. Mesmo que tenha várias áreas de procura (e currículos para cada uma), deve definir objetivos  que lhe vão permitir obter mais informações sobre o mercado, a empresa e a forma como esta faz recrutamento. Só com este tipo de dados é possível fazer a diferença na abordagem às empresas.

Aposte num CV coerente. Adapte o CV para cada sítio que enviar, tirando ou acrescentado os dados mais relevantes. Antes de enviar, informe-se sobre as pessoas certas a contactar e a melhor forma de abordagem.  Não ceda à tentação de enviar para toda a gente.

Prepare a entrevista. Informe-se bem sobre a empresa e o trabalho a que se está a candidatar. Só assim poderá mostrar que sabe exatamente de que forma a sua contratação seria uma mais-valia.

Dedique-se ao networking. Muitas vezes, a melhor forma de encontrar emprego é ser recomendado por alguém. Saber de uma vaga no momento certo faz toda a diferença. Para isso é preciso mobilizar a sua rede de contactos. Percorra a lista telefónica, envie mails, aceite convites e conheça pessoas novas. Quanto mais pessoas souberem que procura emprego e as qualificações que tem, melhor. Faça o seu marketing pessoal.

Descanse e divirta-se. Não tem de se sentir culpado por ir à praia ou estar a divertir-se porque não tem emprego. Lembre-se que nos momentos de lazer também está a reforçar e a ampliar a sua rede de contactos, algo precioso para quem procura emprego. Além disso, zela pela sua saúde mental. A vida continua, com ou sem emprego, e a alegria (ainda) não paga imposto.

Carpe Diem. Enquanto o emprego não aparece, vale a pena apostar no trabalho sazonal ou temporário, aconselha Amândio Fonseca. “Há setores que aumentam o recrutamento nesta altura, como a restauração, mas também é possível pensar noutros trabalhos, como o apoio a piscinas ou apanha de fruta no estrangeiro.” Substituir pessoas nas férias também não deve ser encarado como um preconceito, “até porque há muitas empresas que encaram o trabalho temporário como forma de conhecer as pessoas e depois fazem recrutamentos permanentes, acontece com muita frequência”, garante.



fonte: http://activa.sapo.pt/vida/trabalho/2012/09/30/dicas-para-encontrar-trabalho-em-tempo-de-crise#ixzz27yCBZM8t

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09
Set 12

Ainda é possível encontrar o emprego ideal?

Conseguir um emprego não é tarefa fácil, e se o objetivo for encontrar o emprego de sonho, o trabalho terá de ser redobrado. John Lees, especialista em carreiras, e autor do livro How to find a job you'll love, sabe que o mercado laboral está mais pequeno, com menos oportunidades, e com mais pessoas. Muitas coisas mudaram nos últimos anos, e a forma de abordar o mercado e a própria vida profissional também tem de ser outra. A recessão económica é a maior responsável pelas alterações, mas há coisas que já estavam a ser alteradas. As regras, têm de ser revistas, alerta o especialista.   

As tendências mudaram. Algumas coisas estavam a correr bem no mercado laboral bem antes da crise e da recessão. Para dar um exemplo, Lees lembra que se verificou “um crescimento nos empregos próprios, trabalhos de freelancing, e um boom nas vagas de emprego não publicitadas” - e apenas acessíveis através de uma boa rede de contatos. Estas são as tendências da última década, e que deve ter em conta.

O mercado laboral tornou-se mais pequeno, o que significa que embora existam vagas, e as pessoas continuem a procurar empregos, permanecem dificuldades essenciais, em certos segmentos da população, e certos sectores, em voltar ao mercado de trabalho. De maneira geral é preciso saber que agora é mais difícil encontrar um emprego, que há uns anos atrás, mas mais difícil ainda é encontrar o emprego certo. “É interessante perceber que quando entrámos nesta recessão, uma das previsões indicava para que os padrões se alterassem”. Como lembra, a razão para que as pessoas sentissem isso tem a ver com o facto de na recessão de há 20 anos atrás - no início dos anos 90 - não existirem telemóveis como existem agora. “O sentimento era de que se tinha de ficar em casa, ao lado do telefone, para o caso dele tocar. E aparentemente as vendas de instrumentos domésticos aumentaram, porque as pessoas passavam muito tempo em casa”.

Toda a gente está ligada através de tecnologia móvel. Estão fora e em contacto. Mas existe algo residual nesta tendência para ficar em casa e fazer mais pela procura de emprego a partir dali. A razão, está claro, é que existem mais oportunidades para ficar em frente do ecrã. E ali, existe a grande tentação de utilizar a Internet para salvar os problemas da carreira. “Nós sabemos que estar em casa a concorrer a uma vaga de emprego ou a enviar o currículo por email, é algo próximo de estar a trabalhar. Soa como uma ocupação, e por isso é atrativo”.

Sonhe alto. “Lembro-me - e isto foi há sete ou oito anos - de trabalhar com mudanças de emprego na Califórnia. Ali, a regra era: podes usar o teu computador para pesquisar e estabelecer contactos durante a tarde, mas durante o dia não fiques atrás do ecrã. Sai e fala diretamente com as pessoas”.

É um princípio simples, mas poucos se recordam dele no momento de ir à luta. Sentem que o emprego da felicidade, o emprego da satisfação pessoal, é um luxo num mercado tão estreito. Mas não é. Se agarrar um emprego que tem muito pouco a ver com as suas competências e experiência, existem grandes hipóteses de não ficar ali por muito tempo. E isto será algo que terá dificuldade em explicar quando lhe perguntarem sobre o passado.

Não é capricho. Tem a ver com dizer, bom, todo o trabalho é um compromisso. E se quer encontrar uma boa ligação entre o que o empregador procura e o que você quer retirar de um emprego, então tem de ser mais esperto que esforçado. Os mais espertos fazem as coisas de forma diferente, são resistentes, e criativos, refazem as regras. 
Ligam-se a quem interessa. “Muitas das pessoas com quem trabalho, acabam por dizer que não somos uma rede. Preferem dizer que é outra coisa qualquer”. Porque o que é, de facto, é seguir a curiosidade, procurar oportunidades para falar com pessoas. Facilmente irá começar a construir oportunidades para falar com pessoas que se relacionam com aquilo que quer fazer no futuro.

É de senso comum que quem procura emprego tem de estar ligado em rede.  Por isso, como conselho disse a alguém o que quer fazer para encontrar uma ocupação relativamente boa, certamente que o seu interlocutor vai acabar por dizer que está a jogar conversa fora. Eles acham que sabem como o mercado opera.

Todos temos conceções erradas sobre o que é trabalhar. E muitas das pessoas que treino, muitas das pessoas com quem trabalho, acabam por dizer que não somos uma rede. Preferem dizer que é outra coisa qualquer. Porque o que é, de facto, é seguir a curiosidade, procurar oportunidades para falar com pessoas. E isso pode significar falar com pessoas que conhece e em quem confia, e com quem os níveis de conversação são simples. Facilmente irá começar a construir oportunidades para falar com pessoas  reais que se relacionam com os trabalhos que quer fazer. Essa curiosidade pode levá-lo a entrar nesse núcleo. Depois pode limar as suas competências, para se conseguir diferenciar perante alguém que pode decidir o seu futuro.  
Tem assim tantas ideias? Quem tem muitas ideias tende a pensar com calma e a fazer as coisas de forma muito ponderada. Se tem muitos contactos, não os gaste na primeira ou segunda semana em que procura emprego. Espere até ter uma mensagem bem definida.

"Mas prefiro preocupar-me com os relacionamentos", realça Lees, que aconselha "conversas naturais," com o foco nos outros e não em si. Não saia por aí para se auto-promover. Saia para perceber o que os outros estão a fazer e como chegaram àquela linha de trabalho em que se encontram. A curiosidade natural é suficiente para fazê-lo andar para a frente.  

Não fale demais. Como existem demasiado candidatos que sublinham que são complicados, Lees, explica que “se é complicado, não queira sublinhar isso no seu passado”. As pessoas gostam de simplicidade.

“A forma como gosto de colocar esta ideia é através do CV”. O que Lees quer dizer é que quando alguém o vai recomendar não vai exaltar 200 informações sobre si. “Vão sublinhar três ou quatro aspectos sobre si”. O entrevistador vai recordar três, quatro ou cinco. “Deixo um pequeno segredo, um dos exercícios que utilizo com os clientes: eu digo para colocar o CV na mesa, com as costas para cima. E peço para me falarem um pouco sobre o que gostariam que eu recordasse. Começam com as características pessoais e está ótimo”. Chega.

É comum que se escolham as características mais especiais, ou conhecimentos em relação a um aspecto específico. “São estas coisas pelas quais o vão recordar”, diz Lees. “Aí, olhe para o CV e veja se essas coisas aparecem nas primeiras 50 linhas”.

O foco é essencial e deve tê-lo em todas as formas de comunicação, email, CV, conversas. Plante pequenas sementes de informação, assim, os maus episódios da carreira podem ser contornados. 
Um longo período de desemprego, ou uma longa carreira numa empresa cuja reputação foi abalada podem ser pontos fracos, que tem de saber dominar.

John Lees sabe que muitos dos entrevistados não esperam que lhes perguntem em relação a esses aspectos, mas essa é uma das perguntas a que geralmente não pode fugir. Saber jogar com as coisas menos boas, pode ser uma vitória.

Pegue em algo simples, como um intervalo em que nada aconteceu na sua vida profissional e siga o conselho do especialista: "Tem de falar sobre o elefante que está na sala antes que alguém o faça”. Soará de forma mais natural e mostra iniciativa. Uma frase como “imagino que esteja intrigado com isto” é a melhor forma de abordar o assunto.

“Há-que perceber que uma entrevista não é um treino de oportunidades”. É a sua oportunidade perante o decisor. Até os candidatos mais experientes precisam de treinar respostas curtas, ensaiar questões difíceis e insistir até que estejam confortáveis com determinada matéria. “Não sairão de forma natural se não as treinar”, refere o especialista.

Não há mudança pior que mudar de sector de atividade e de função, mas se tem capacidades transferíveis tem uma vantagem clara perante os outros. Ainda assim, Lees lembra que “os empregadores são conservadores e preferem candidatos que já tenham feito exatamente aquela tarefa no emprego anterior”. Mas não desista só por isso, porque há momentos em que o empregador quer um pensamento fresco e um novo pensamento. “Esta é uma boa onda para apanhar”.

Novamente as redes de trabalho. Lees lembra que o verdadeiro desafio é conseguir estar dentro do mercado onde se vai inserir, conhecer a linguagem utilizada e que vai ensiná-lo a saber mover-se lá dentro. Assim, quando tiver uma entrevista não irá dizer apenas “não sei nada desta função, mas tenho potencial”. Esta não é a mensagem que quer passar. O que quer dizer é “eu conheço bastante bem o setor, sei o que procuram e as minhas capacidades vão acrescentar valor no que vocês fazem”. 

Rejeição? Faz parte do jogo.
 Ouvir um não é perfeitamente normal, mas todos sabemos que quando se trata de vender as nossas competências o assunto é sério. Ouvir um não pode pode afectar a performance que terá no futuro. O especialista em emprego lembra que uma das técnicas que tem desenvolvido relaciona-se com perceber quais os empregos que estão mesmo no centro das intenções, as funções que estão um pouco ao lado da mira e as que saem completamente fora dos objetivos.

Não vale a pena tentar interpretar as negas como dados estatísticos, até porque deve saber que normalmente as escolhas são totalmente arbitrárias. “É muito raro que um candidato receba um feedback do género: está a puxar uma porta fechada.” Lees lembra que apesar de tudo muitos não seguidos levam a uma interpretação mal feita da realidade. 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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12
Ago 12

Call centers: dicas para brilhar numa entrevista de emprego

Numa altura em que os empregos escasseiam, os cll centersainda são dos (poucos) setores que vão contratando. E porque as oportunidades são cada vez menos, é importante que, se for chamado a uma entrevista, convença à primeira. Por isso, aqui ficam as dicas dos especialistas para brilhar numa entrevista de recrutamento para um call center.

A Transcom, fornecedor de serviços de outsourcing reuniu cinco dicas fundamentais para o ajudar:

1 - Atenção ao discurso - A forma como um candidato reage às perguntas e o modo como se expressa vão ser avaliados. «O discurso é a base do contacto com o cliente e, como tal, as empresas da área procuram profissionais com uma comunicação clara, concisa e bem formulada», explica a área de Recursos Humanos da Transcom.

2 - Aptidão informática ¿ As competências informáticas são condição para se ter lugar num call center. O trabalho é feito com recurso a diversos softwares de gestão e manutenção das bases de dados. Por fim, há as aplicações já comuns, como o Office, por exemplo, cujas funções devem ser recordadas antes de uma entrevista.

3 - Conhecer o call center ¿ Qualquer entrevista vai ter uma pergunta relacionada com a organização e estrutura de trabalho de um call center. O fundamental nesta situação é esforçar-se por conhecer os principais departamentos que uma estrutura deste tipo pode ter. Com esta questão pode surgir outra: O que significa trabalhar num call center? «As empresas fornecedoras destes serviços são cada vez mais uma fonte de emprego e uma oportunidade de trabalho não deve ser encarada de ânimo leve. Nos dias que correm, procuram-se profissionais comprometidos que se possam formar de modo a fornecer aos clientes um serviço o mais especializado possível», lembra a responsável.

4 - Sintetizar a experiência profissional ¿ Ter experiência em trabalho de call center não é um fator decisivo para a contratação, mas as empresas valorizam profissionais que saibam trabalhar em equipa. Quando a questão sobre a experiência profissional surgir, o candidato deve conseguir sintetizar os principais pontos do seu percurso, em especial os marcos atingidos em equipa e a importância dos mesmos. Em caso de já ter experiência em call center, a honestidade acerca da forma como se lidava com os clientes é absolutamente necessária.

5 - Ser equipa ¿ O sucesso de um call center faz-se do espírito de equipa e este é um dos temas que se pode esperar numa entrevista e sobre o qual o candidato deve ter uma resposta pronta e honesta. «Gostar de trabalhar em equipa e querer participar na construção de uma equipa são pontos chave para o desempenho de um call center e que, como tal, requerem especial atenção no momento de recrutar», salienta a área de Recursos Humanos da Transcom.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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09
Mai 12

Seis passos mágicos para conseguir o melhor emprego

Traçar um plano é essencial. Saiba como o fazer e quais os passos a dar.

Antes de se lançar em qualquer aventura para conseguir um melhor emprego deve "planear e ter uma abordagem estruturada e o mais organizada possível", afirma Mariana Branquinho da Fonseca, ‘partner in charge' da Heidrick & Struggles. A responsável pela empresa de gestão de talento traçou as seis etapas mágicas para construir uma carreira de sucesso na sessão "Como abordar o mercado de trabalho", organizada pela European Professional Women's Network (EPWN) Lisbon na Ordem dos Economistas.

"Numa situação de crise, em que por vezes somos postos fora de uma empresa, devemos encarar o acontecido como oportunidade. Podemos, por exemplo, fazer nascer uma ‘start up', que empregue imensas pessoas", afirmou na abertura da sessão Mónica Santiago, presidente da EPWN Lisbon.

"O planeamento estratégico da carreira é determinante para a ‘caminhada' que cada um pretende efectuar", acrescenta Mariana Branquinho da Fonseca. Um plano em seis etapas que deve seguir para ter uma abordagem de sucesso ao mercado de trabalho.

1. Tem que definir quem é
Para isso, deve fazer uma auto-avaliação crítica e objectiva das suas competências. "Ninguém é perfeito". Há que reflectir sobre em que é que somos bons . O planeamento de carreira começa com o reconhecimento de que cada um é único e singular. É preciso trabalhar os seguintes aspectos: personalidade; atitude (para com os outros e a vida em geral); competências e habilidades; valores e missão pessoal; interesses, gostos e zonas de conforto e planos para o futuro. Deve apostar em fazer a sua ‘swot pessoal': definindo quais os seus pontos fortes; em que contexto se destaca; onde vou buscar a energia; como alavancar a sua experiência; quais as suas zonas de desconforto; quais os seus medos; os insucessos deveram-se a quê? Deve ainda "listar os seus principais sucessos e insucessos e analisar o que correu bem e mal e porquê;

2. Fazer uma história de carreira
Nesta segunda fase, deve definir o seu percurso e os seus ‘achievements'. E pensar na sua história de carreira como uma das peças de informação mais relevante que tem de produzir. Porque a "sua história de carreira é o passaporte de entrada" no mercado de emprego. Deve listar os dados pessoais mais relevantes, analisar detalhadamente os marcos de carreira, elencar as referências relevantes e definir "quais as motivações actuais e perspectivas de médio prazo". Há também que responder a esta questão: "Porque está disponível para novos desafios?".

A fase final desta etapa é a construção do currículo onde deve condensar toda a informação relevante. Uma tarefa que exige muito engenho. Depois de lerem o currículo, os futuros empregadores devem dizer: "Quero conhecer esta pessoa!";

3. Olhar para o mercado de trabalho
Nesta fase deve focar-se nos objectivos que pretende alcançar, direccionar a sua energia e ser determinado. Fundamental é obter o máximo de informação sobre o que se passa no mercado. Perceber quais as apostas que fazem sentido e estudar as oportunidades. Hoje há que olhar para o mercado sem fronteiras. "As empresas estão cada vez mais a ir para fora e, nesse caso, há que pensar se queremos ou não ter uma experiência internacional", sublinhou Mariana Branquinho da Fonseca.

Tem ainda que "mapear" os ‘stakeholders'- chave, identificar os factores críticos de sucesso e definir uma estratégia de acção. Depois há que saber como encontrar as oportunidades. O que pode ser feito através de convites espontâneos; anúncios ou candidaturas espontâneas; ‘headhunting' e ‘networking'. Em termos informais deve alavancar os contactos pessoais e profissionais directos e indirectos;

4. Traçar um plano de acção
Nesta fase, deve fazer um plano interno e externo. Esse plano externo deve ter um foco no mercado: avaliar o mercado e as empresas; definir os ‘stakeholders' chave e as oportunidades. Deve olhar para a sua lista de contactos e definir quais os mais relevantes para atingir os seus objectivos;

5. Conheça as oportunidades e prepare a entrevista
Esta pode ser a fase decisiva. Na entrevista "não se esqueça que é muito importante ser um bom comunicador, mas é igualmente fundamental saber escutar!". Fundamental é seguir os seguintes pontos: pontualidade; apresentação; concentração; atitude activa e positiva, postura natural, tranquila, simpática e flexível; discurso aberto e transparente promovendo um diálogo; destaque para o que for relevante; recolha de informação e, no final, acorde os próximos passos;

6. Reavaliação dos resultados obtidos
Nesta fase há dois cenários possíveis: ou tem uma proposta desafiante, neste caso terá que aferir o seu índice de motivação e entusiasmo; reflectir sobre os aspectos do desafio e sobretudo não se precipitar e medir o custo de oportunidade. Caso não tenha obtido nenhuma resposta deve "redefinir estratégias e procurar caminhos alternativos". Até porque "o custo de oportunidade de estar afastado do mercado é muito elevado e inevitavelmente o seu capital intelectual vai-se desvalorizando.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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03
Out 11

As 6 piores razões para ficar num mau emprego

Não é segredo para ninguém que permanecer num emprego de que não se gosta pode ser muito prejudicial. Não só porque pode contaminar o seu currículo, mas também porque vai diminuindo as possibilidades de alguém reparar em si. 
Mas se continua em estado de negação, aqui vão as seis piores razões para manter um trabalho que não está talhado para si. 

1. Tenho que ter alguma estabilidade. O seu CV já inclui muitos trabalhos temporários. Isto pode ter alguma razão de ser, mas a questão é esta: de quanto tempo precisa no actual emprego para apagar a imagem dos anteriores, em que andou a saltar de um trabalho para outro? Dois a três anos costumam ser suficientes. Ficar mais tempo num mau emprego não o vai fazer parecer mais estável aos olhos de um empregador. 

2.Gosto muito dos meus colegas. É bonito, e até raro nos dias que correm, trabalhar com pessoas que nos entendem. Mas pense bem: no fim, o que lucra profissionalmente com isso? Já reparou que os ambientes mais distendidos tendem, muitas vezes, a ser menos profissionais e competitivos? Ah, e se são bons colegas vão dar-lhe os parabéns quando encontrar uma nova e atraente oportunidade de trabalho. 

3. Tenho filhos. O facto de querer que o seu horário de trabalho coincida com a escola do seu filho, não quer dizer que não pode progredir na carreira. Muita gente acomoda-se a posições de pouco relevo só para garantir alguma flexibilidade no horário. Não é preciso. Procure um trabalho com horários flexíveis, onde não esteja preso a um escritório e a um horário rígido. 

4. Se for despedido, tenho indemnização. É verdade, vamos ver é até quando… Da forma que está o mercado de trabalho, o mais certo é gastar a indemnização enquanto procura um novo emprego e ainda ter que usar as poupanças que eventualmente tenha. Comece já a procurar emprego, e com sorte estará num outro local antes que a sua actual empresa o coloque na lista dos excedentários. 

5. Pagam a minha formação. Se for este o caso, peça uma cópia do contrato que o obriga ou a ficar um determinado período de tempo após a formação, ou a devolver o dinheiro à empresa e sair no imediato. Se não tiver nada assinado, pode sair como outro funcionário qualquer. 

O salário é bom. A questão é esta: se gasta parte considerável do seu dinheiro em bens de luxo, ao invés de poupar, talvez não esteja a tirar grande vantagem desse bom salário. É que assim acaba por ficar num beco sem saída. Por alguma razão, os grandes salários e bónus são conhecidos como as “algemas de ouro”. Porquê? É que na maior parte das vezes impedem-no de procurar novas oportunidades que até lhe podiam trazer uma salário ainda maior.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/B

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15
Set 10

Oito dicas para encontrar emprego pela internet

Mandar e-mails com currículo para recrutadores e rezar para que eles os acessem está ultrapassado. O novo modelo de contratação veio para ficar. Confira as dicas dos especialistas para conquistar um emprego por meio das redes sociais

 

1 - Invista em visibilidade digital

Crie perfis no LinkedIn, Twitter, Facebook, Google e em outras redes sociais. Relacione todos os seus perfis (por meio de "links"), de modo que a busca pelo seu nome seja fácil.

2 - Informe que você está procurando emprego

Use palavras-chaves como emprego, oportunidade, seleção, vaga, etc. e outras relacionadas à sua área para aumentar as chances que um recrutador seja direcionado para os seus perfis.

3 - Venda um "bom produto"

Saiba quais são seus pontos fortes e que tipo de empresa você gostaria de trabalhar, e só então crie um perfil sólido para que as empresas vejam que você é o candidato certo.

4 - Organize e promova sua presença online

Gerencie sua reputação na internet. Use as configurações de privacidade que não permitem que outros marquem você em posts e fotos.

5 - Produza conteúdo

Manter um blog atualizado pode ajudá-lo a compartilhar informações sobre temas que interessam a você, e cria um filtro que atrai oportunidades.

6 - Participe ativamente, mas com critérios, das seleções nas redes

No novo modelo de seleção não dá para atirar para todos os lados. Escolha as vagas que realmente interessam e dedique-se.

7 - Cuidado com cada clique

Se você está em comunidades, bom senso nunca é demais. Se a máxima “você é aquilo que come” é verdadeira, o mesmo pode valer “você é aquilo que posta”. 

8 - Valorize seu passe

Não adianta a presença na internet sem boa formação tradicional. Recrutadores são unânimes ao afirmar que língua estrangeira, formação cultural e acadêmica de qualidade são fundamentais.

Fonte: Across; Jobvite; Robert Half; e Dan Schawbel

 

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