08
Nov 12

Mais de 45 anos e desempregado? Veja as soluções

O governo pretende combater o desemprego com medidas destinadas a casais com filhos e famílias monoparentais desempregadas, desempregados com mais de 45 anos e desempregados com níveis de qualificação superior.

Para isso facilitar o processo foram criados estágios profissionais e benefícios fiscais que incentivem as empresas a contratar pessoas mais velhas ou desempregadas há vários meses. Estes apoios, bem como os estágios estarão em vigor a 1 de janeiro de 2013, como revelou hoje Álvaro Santos Pereira.

"Já enviámos projetos de portaria para os parceiros sociais e tencionamos que entrem em vigor a 01 de janeiro de 2013", disse o ministro. 

Mas também existem facilitações ao nível dos centros de emprego que pretendem agilizar o processo de contratação. 

Os desempregados com mais de 45 anos já representam 32% da população mas o Governo pretende que um desemprego tardio não seja o fim da vida ativa. 

As medidas:

Estágios profissionais
O Governo promoveu a criação de estágios profissionais criados para ajudar casais em que ambos estejam desempregados ou famílias monoparentais.

Descontos fiscais
As empresas que contratem desempregados com mais de 45 anos poderão ter descontos fiscais. O Governo propõe um reembolso da Taxa Social Única em 75% para contratações com termo certo e de 100% para contratações sem termo.

Convocação para desempregados subsidiados
O IEFP está a chamar pessoas desempregadas há mais de seis meses ou com mais de 45 anos para actualizar os seus planos pessoais. O objetivo é agilizar a chamada para entrevistas e as convocatórias para emprego com a inserção em medidas ativas de emprego, que reforcem o potencial de empregabilidade e ou favoreçam a concretização de um trajeto  de retorno ao mercado de trabalho. 

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Em

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09
Set 12

Está desempregado e procurar emprego está a ser uma dor de cabeça?

Se está nesta situação, saiba que a partir da próxima sexta-feira e durante todo o fim-de-semana vai haver uma formação gratuita para desempregados.

Está desempregado e procurar emprego está a ser uma dor de cabeça? Tem ideias para montar um negócio, mas não sabe por onde começar? Precisa de adquirir novas valências e não tem dinheiro para fazer formação?

Se está nesta situação, saiba que a partir da próxima sexta-feira e durante todo o fim-de-semana vai haver uma formação gratuita para desempregados.

A iniciativa pertence à Ideias & Desafios e vai já na 10ª edição anual. Sendo uma empresa de formação em vendas, o ‘workshop' será direccionado para a vertente comercial, uma vez que o objectivo final de qualquer empresa de bens ou serviços é conseguir vender, mas não só: abordará também questões de liderança.

Apesar da eliminação de postos de trabalho e do aumento do número de desempregados, ainda existem oportunidades de emprego em Portugal. É este o mote da "Acção de Formação Comercial e Liderança para Desempregados".

A empresa justifica este projecto como parte da sua política de responsabilidade social, garantindo que já ofereceu, gratuitamente, formação especializada a mais de mil desempregados, nos últimos anos, em nove ‘workshops' já realizados. "Esta é uma época em que a questão do desemprego já não é minoritária, é incontornável e atinge transversalmente todos os segmentos da sociedade", sublinha José Almeida, um dos responsáveis da Ideias & Desafios e criador da iniciativa.

Para o especialista, esta formação oferece ferramentas reais para quem está neste momento desempregado: "Um dos paradoxos que existe em Portugal é a falta de emprego versus a necessidade que as empresas têm de encontrar bons profissionais na vertente comercial. Pensando um pouco "fora da caixa", decidimos criar um projecto de formação gratuita que incidisse precisamente nesta área onde ainda há oportunidades reais".

Os resultados positivos desta formação reflectem-se na taxa de empregabilidade dos participantes, como explica o seu coordenador, José de Almeida. "Verificámos que entre 30 a 40% das pessoas que assistiram ao ‘workshop', no passado, conseguiram encontrar emprego nos meses seguintes ou criaram o seu próprio emprego", diz.
Para os interessados em participar no ‘workshop', que conta com 150 lugares, a inscrição é obrigatória. A Ideias & Negócios está há sete anos no mercado nacional e diz que este projecto funciona apenas com fundos próprios e dos parceiros associados.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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14
Ago 12

Desemprego sobe até valor recorde de 15%

A taxa de desemprego portuguesa atingiu os 15% no segundo trimestre de 2012, segundo o Instituto Nacional de Estatística.

A taxa de desemprego portuguesa atingiu os 15% da população activa no segundo trimestre de 2012, o nível mais alto de sempre, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Esta taxa equivale a 827 mil trabalhadores no desemprego - mais 7.600 pessoas que no trimestre anterior, e mais 152 mil pessoas do que no mesmo trimestre de 2011.

O ritmo de crescimento da taxa abrandou relativamente a trimestres anteriores. Este é um fenómeno sazonal - tradicionalmente, o segundo trimestre é o mais forte em termos de emprego, com muitas empresas do setor turístico a reforçar os seus quadros para a época de verão.

O Governo prevê que a taxa de desemprego atinja uma média de 15,5% para o total de 2012, subindo para 16% em 2013.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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28
Jul 12

Desempregado? Esta pode ser uma boa oportunidade para si

Se está desempregado e procura novas oportunidades de formação e emprego, isto pode interessar-lhe: a Fernave vai lançar em breve o primeiro Curso de Formação Inicial de Maquinistas para o mercado em geral. Ou seja, não precisa de ter nenhuma formação prévia nesta área.

Em comunicado, a empresa explica que decidiu lançar o curso «face às alterações que se perspetivam no sector dos transportes e, em particular, que o sector ferroviário irá ter no futuro próximo».



O Curso de Formação Inicial de Maquinistas, cuja primeira edição está prevista iniciar-se em Outubro deste ano, aguarda apenas a homologação por parte da entidade reguladora, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) e «é dirigido a todas as pessoas que tenham um mínimo de 20 anos de idade, o 12º ano de escolaridade e reúnam condições de aptidão física, mental e psicológica para o exercício da função de condução de comboios».

A formação terá a duração de 9 a 10 meses, incluindo formação teórica, prática e estágio de aperfeiçoamento de condução em linha.

O processo de receção de candidaturas será lançado «em finais de agosto», altura em que serão realizadas sessões de apresentação deste curso em Lisboa, Porto e Entroncamento e para todos os que estiverem interessados. 

O senão é que «o valor da formação será integralmente suportado pelos candidatos, obtendo estes no final do curso a habilitação para o exercício da função de condução de comboios para a rede ferroviária nacional e no futuro (assim que a Diretiva Comunitária seja transposta em Portugal), para as demais redes ferroviárias da Comunidade Europeia».

«Esta é mais uma iniciativa que a Fernave pretende desenvolver no quadro das alterações que se perspetivam do modelo de governação e de gestão do sector ferroviário nacional e, também, de abrir ao mercado a possibilidade de acesso a uma profissão que até à data apenas estava disponível mediante as iniciativas próprias dos operadores de transporte ferroviários de passageiros e de mercadorias», explica em comunicado.

«Tal como já aconteceu para o sector aéreo, o sector ferroviário nacional irá sofrer uma profunda reformulação no que concerne à certificação e habilitação das competências profissionais que asseguram o seu normal funcionamento e cumprimento de requisitos regulamentares, sendo necessário preparar o mercado nacional para o eficaz cumprimento das diretivas e normativos comunitários», conclui.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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19
Jul 12

Desemprego com maior subida em mais de dois anos

Número de desempregados inscritos no IEFP aumentou 24,5% em Junho. Só em Janeiro de 2010, houve um crescimento homólogo mais elevado.

Em Junho, os centros de emprego contabilizavam 645.955 desempregados, o que representa uma subida de 24,5% face ao mesmo mês de 2011. É preciso recuar a Janeiro de 2010 para encontrar um aumento mais pronunciado. Em comparação mensal, os dados também apontam para uma subida de 0,7%, quando os dois meses anteriores foram marcados por descidas. Os dados, do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), foram divulgados ontem.

Para o Governo, esta evolução pode estar relacionada com medidas recentes. Ao Diário Económico, o secretário de Estado do Emprego salientou que os números podem ser "em parte explicados por uma maior adesão" dos jovens à inscrição no centro de emprego "porque sabem que medidas como as do Impulso Jovem" dependem desse registo. Pedro Martins sublinhou ainda a existência de "algumas isenções em despesas de saúde" e novas obrigações para beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). O ministro da Solidariedade e Segurança Social também referiu este ponto. "Existiam cerca de 60 mil pessoas que estavam a beneficiar do RSI, que têm idade e capacidade para o trabalho e que não estavam inscritas nos centros de emprego", salientou Mota Soares, citado pela Lusa. "Dissemos que muito provavelmente iria acontecer o fenómeno de subida do número dos desempregados inscritos", continuou.

Contas feitas, em Junho, os centros de emprego acolhiam mais 127.250 desempregados do que há um ano atrás.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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29
Mai 12

IEFP chamou 80% dos desempregados subsidiados com mais de 45 anos

Foram convocadas 194 mil pessoas com mais de 45 anos de idade ou a receber prestações há mais de seis meses. Mas só 1.937 conseguiram emprego.

O Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP) já convocou 194.040 desempregados subsidiados com mais de 45 anos de idade ou a receber prestação há mais de seis meses. A medida insere-se no programa de dinamização do Serviço Público de Emprego e está em vigor desde 10 de Fevereiro, de acordo com dados recolhidos pelo Diário Económico. O objectivo, explicou o IEFP, é rever os Planos Pessoais de Emprego destas pessoas "e concretizar respostas, nos domínios do emprego e da formação profissional, perante uma impossibilidade de colocação imediata no mercado".


Assim, a 16 de Maio já tinham sido chamadas 194.040 pessoas, "que correspondem a cerca de 80% do universo", ainda que, recorde o IEFP, este universo não seja estático. Das convocatórias que já produziram resultados, "verifica-se que 97% correspondem a comparências nos centros de emprego", refere o Instituto. Na maior parte dos casos, os convocados foram encaminhados para formação profissional (65%) e cerca de 20% seguiram para medidas de emprego. Registam-se ainda 15.707 apresentações a ofertas de emprego e 1.937 colocações em postos de trabalho.

Mais de 75 mil encaminhados para formações

Outra das medidas previstas no programa de relançamento do Serviço Público de Emprego passa pelo encaminhamento dos novos desempregados para acções de formação, nas duas semanas seguintes à sua inscrição no centro de emprego. Entre novos desempregados e aqueles que já estavam inscritos há mais tempo, o IEFP já encaminhou 75.369 pessoas para formação. Destas, 10.037 já iniciaram efectivamente as acções.

Ainda assim, o IEFP admite que "tem havido dificuldade em cumprir este prazo" de duas semanas ainda que, "nas últimas semanas", o prazo tenha "sido ultrapassado".

Em causa está a metodologia "Vida Activa" que, de acordo com o Instituto liderado por Octávio Oliveira, está a ser desenvolvida desde 22 de Março. Este programa prevê o encaminhamento de desempregados "para os Centros de Formação Profissional, onde é realizada uma intervenção de diagnóstico que visa identificar a resposta que melhor se ajusta ao perfil" daquela pessoa "e que visa melhorar o perfil de empregabilidade e, consequentemente, aumentar as hipóteses de aceder ao mercado de trabalho", continua o IEFP.

Para já, ainda em fase experimental, "estão apenas envolvidos os Centros de Formação Profissional do IEFP, devendo a muito curto prazo haver também o envolvimento dos Centros de Gestão Participada e eventualmente de entidades externas acreditas", avança a mesma fonte. 
Dos 75 mil encaminhamentos para formação, muitos ainda não deram origem a resultados. Ainda assim, a maioria diz respeito a formações modulares certificadas.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Mai 12

Centros de emprego: número de casais inscritos atinge recorde

O número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo histórico, tendo aumentado 70,6 por cento face ao período homólogo de 2011, revelou o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Assim, segundo a informação mensal sobre o estado civil do desemprego e condição laboral do cônjuge publicada pelo (IEFP), «do total de desempregados casados ou em união de facto, 15.754 (5,1 por cento) têm também registo de que o seu cônjuge está igualmente inscrito como desempregado no Centro de Emprego».

Desta forma, em abril deste ano, o número de casais em que ambos estão registados como desempregados foi de 7.877, ou seja, mais 70,6 por cento do que em abril do ano passado e mais 4,3 por cento do que em março, escreve a Lusa.

«Desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão desempregados, tendo-se registado em abril de 2012 o número mais elevado desde que esta informação é recolhida», diz o IEFP.

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego no país e ilhas registou em abril um aumento de 21 por cento face ao mês homólogo do ano anterior, indicou o IEFP na semana passada.

No final do mês de abril, estavam inscritos nos centros de emprego do continente e regiões autónomas, 655.898 desempregados - mais 113.924 desempregados inscritos do que em abril de 2011 - representando 83,6 por cento de um total de 784.292 pedidos de emprego.

Deste total, 291.544 são casados, num subida de 14,1% em relação a abril do ano passado, mas uma quebra de 1,6 por cento em termos dos valores em cadeia.

Os solteiros registados como desempregados nos centros de emprego também aumentaram, em 25,6% face a abril de 2011, registando, igualmente, uma ligeira quebra de 0,7% em relação ao mês de março.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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16
Mai 12

Mais de 400 mil procuram emprego há mais de um ano

No primeiro trimestre deste ano havia 416 mil pessoas à procura de emprego há pelo menos um ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.

Os números do Instituto Nacional de Estatística (INE). Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a taxa de desemprego de longa duração (isto é, a percentagem da população ativa sem emprego há mais de um ano) atingiu os 7,6% - ou seja, mais de metade da taxa total.

Estes números são máximos históricos. No entanto, o desemprego de muito longa duração - pessoas sem emprego há mais de dois anos - caiu no primeiro trimestre, embora continue a níveis muito altos: estava nos 249 mil no último trimestre de 2011, está nos 228 mil no início de 2012.

Alguns destes desempregados terão arranjado emprego; outros terão desistido de procurar. Ainda segundo o INE, 17% dos desempregados (independentemente da duração) no final do ano passado arranjaram emprego; outros 14% passaram à condição de inativos.

A taxa de desemprego oficial no primeiro trimestre situou-se nos 14,9%.

fonte:http://www.jn.pt/P


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Desemprego em Portugal dispara para recorde de 14,9%

No final de Março, existiam 819,3 mil desempregados em Portugal.

A taxa de desemprego em Portugal subiu para 14,9% no primeiro trimestre de 2012, um novo máximo histórico, traduzindo um aumento de 2,5 pontos percentuais face ao trimestre homólogo. Foi a subida trimestral mais acentuada de que há memória, reflexo da recessão económica provocada pelas medidas de austeridade que estão a ser aplicadas no país, em troca de um resgate de 78 mil milhões de euros.

Segundo as estatísticas do Inquérito ao Emprego relativas ao primeiro trimestre de 2012, o número de pessoas sem trabalho atingiu os 819,3 mil, o que representa um acréscimo de 0,9% face ao trimestre anterior.

O INE explica que para este resultado contribuíram, fundamentalmente, seis situações: "a diminuição de 130,6 mil empregados do sexo masculino, que explicou 64,2% da variação ocorrida no emprego total; a diminuição de 135,8 mil empregados dos 15 aos 34 anos, que explicou 66,7% da variação ocorrida no emprego total; a diminuição de 276,1 mil empregados com nível de escolaridade completo correspondente, no máximo, ao 3º ciclo do ensino básico; a diminuição de 102,1 mil empregados no sector dos serviços e de 91,0 mil empregados no sector da indústria, construção, energia e água; A diminuição de 152,1 mil trabalhadores por conta de outrem, dos quais 106,5 mil tinham um contrato de trabalho com termo; e por último a diminuição de 204,4 mil trabalhadores a tempo completo.

Ao nível geográfico, o INE revela que face ao trimestre homólogo de 2011, "a taxa de desemprego aumentou em todas as regiões". 

O Algarve é de longe a região mais fustigada pelo desemprego, com 20% da população activa a encontrar-se fora do mercado de trabalho no primeiro trimestre. Seguem-se Lisboa, Alentejo e Madeira, com a taxa de desemprego a aumentar para 16,5%, 15,4% e 16,1%, respectivamente.

Esta subida no primeiro trimestre foi considerável mas já era de esperar: "É um número que não nos surpreende e em média, para o conjunto do ano, esperamos uma taxa de desemprego de 15% e esta saiu em linha com a nossa expectativa. Contudo, é um valor significativamente mais elevado do que o do trimestre homólogo, mas é preciso ter em conta que houve alteração de metodologia e as comparações são mais difíceis de fazer", afirmou hoje Paula Carvalho, economista do BPI, à Reuters, acrescentando que "este número reflecte a actual situação (económica) e reflecte que os sectores mais expostos ao exterior estão mais resguardados, enquanto os mais expostos à economia interna são mais afectados".

Nas suas previsões mais recentes, o Governo apontou para uma taxa de 14,5% em 2012. No entanto, está a ser feita uma revisão dos métodos de previsão e deverão ser apresentadas novas projeções no início do próximo mês.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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15
Mai 12

Metade dos jovens já desistiram de procurar trabalho

Mais de metade dos jovens desempregados não aparecem nas estatísticas oficiais de emprego porque já desistiram de procurar trabalho, declarou esta terça-feira a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

O desemprego entre jovens dos 15 aos 24 anos está nos 22,6%, na média dos 30 países da OCDE, o que significa mais sete pontos que em 2007. No entanto, em alguns países, a situação é muito mais grave: na Espanha e na Grécia a taxa ultrapassa os 50%, em Portugal está nos 36,1%. Apesar disso, a taxa de desemprego «não reflete toda a realidade», alerta a OCDE.

«Muitos jovens que abandonaram o sistema de ensino deixaram de aparecer nas estatísticas de emprego», lê-se no comunicado da organização, que estima em 23 milhões o número de jovens sem trabalho: «Mais de metade desistiu de procurar por emprego», revela o documento, citado pela Lusa.

Para a OCDE, há «uma preocupação crescente de que uma proporção significativa e cada vez maior da população esteja em risco de um desemprego ou inatividade prolongados». 

Desta feita, a OCDE lança um apelo aos ministros do trabalho do G20, que estarão reunidos na próxima quinta-feira no México, para que concentrem os seus esforços na criação de emprego para os jovens.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico propõe a redução das contribuições para a segurança social dos empregadores ou subsídios salariais para quem contrate jovens. A OCDE defende ainda o reforço de programas de estágios e formação.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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