26
Jan 15

Desempregados entre 18 e 29 anos podem candidatar-se a apoios do IEFP

Os desempregados entre os 18 e os 29 anos podem, a partir de hoje, candidatar-se a apoios do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) destinados à sua integração no mercado laboral.

A medida Emprego Jovem Ativo, que se insere no programa Garantia Jovem, destina-se a jovens com idade entre os 18 e os 29 anos, inscritos como desempregados nos serviços do IEFP.

O Emprego Jovem Ativo consiste no desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho por jovens em situação de desfavorecimento face ao mercado de trabalho, conjuntamente com jovens mais qualificados.

As atividades a desenvolver podem ser dinamizadas por entidades públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, mediante a apresentação de um projeto integrado de atividade conjunta destes jovens, com a duração de seis meses, e que inclua a designação de um orientador responsável pelo acompanhamento.

Os destinatários terão direito a uma bolsa mensal (que varia em função do nível de qualificação mas que não ultrapassa 1,3 vezes o valor do Indexante de Apoios Sociais [419,22 euros]), refeição ou subsídio de alimentação e seguro de acidentes pessoais, inteiramente comparticipados pelo IEFP.

O Emprego Jovem Ativo constitui, segundo o IEFP, "uma nova forma de dinamizar a integração social e profissional dos jovens que por diversos motivos se encontram afastados, quer da escola, quer do mercado de trabalho".

As informações sobre as condições de candidatura, de acesso ao Emprego Jovem Ativo e ao regulamento específico estão disponíveis, a partir de hoje, na página oficial do instituto na Internet.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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13
Jul 13

Quase 86 mil com curso no desemprego

O número de desempregados com curso superior aumentou 25,6% em junho, face ao mesmo mês de 2012. Só no mês passado, estavam inscritos nos centros de emprego 85 888 pessoas com diploma universitário, divulgou ontem o IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional).

O total de desempregados registados nos centros de emprego no final de junho era de 689 933, que representa um aumento de 6,8% em termos homólogos e uma descida de 1,9% face a maio.

A subida do desemprego foi generalizada em todas as regiões, com particular incidência nos Açores e no Alentejo. O Norte e o Algarve foram as regiões onde a subida do desemprego foi menor.

O desemprego de longa duração – desempregados inscritos há mais de um ano no centro de emprego – também sofreu um forte incremento em junho, aumentando 29,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

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08
Nov 12

Mais de 45 anos e desempregado? Veja as soluções

O governo pretende combater o desemprego com medidas destinadas a casais com filhos e famílias monoparentais desempregadas, desempregados com mais de 45 anos e desempregados com níveis de qualificação superior.

Para isso facilitar o processo foram criados estágios profissionais e benefícios fiscais que incentivem as empresas a contratar pessoas mais velhas ou desempregadas há vários meses. Estes apoios, bem como os estágios estarão em vigor a 1 de janeiro de 2013, como revelou hoje Álvaro Santos Pereira.

"Já enviámos projetos de portaria para os parceiros sociais e tencionamos que entrem em vigor a 01 de janeiro de 2013", disse o ministro. 

Mas também existem facilitações ao nível dos centros de emprego que pretendem agilizar o processo de contratação. 

Os desempregados com mais de 45 anos já representam 32% da população mas o Governo pretende que um desemprego tardio não seja o fim da vida ativa. 

As medidas:

Estágios profissionais
O Governo promoveu a criação de estágios profissionais criados para ajudar casais em que ambos estejam desempregados ou famílias monoparentais.

Descontos fiscais
As empresas que contratem desempregados com mais de 45 anos poderão ter descontos fiscais. O Governo propõe um reembolso da Taxa Social Única em 75% para contratações com termo certo e de 100% para contratações sem termo.

Convocação para desempregados subsidiados
O IEFP está a chamar pessoas desempregadas há mais de seis meses ou com mais de 45 anos para actualizar os seus planos pessoais. O objetivo é agilizar a chamada para entrevistas e as convocatórias para emprego com a inserção em medidas ativas de emprego, que reforcem o potencial de empregabilidade e ou favoreçam a concretização de um trajeto  de retorno ao mercado de trabalho. 

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Em

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09
Set 12

Está desempregado e procurar emprego está a ser uma dor de cabeça?

Se está nesta situação, saiba que a partir da próxima sexta-feira e durante todo o fim-de-semana vai haver uma formação gratuita para desempregados.

Está desempregado e procurar emprego está a ser uma dor de cabeça? Tem ideias para montar um negócio, mas não sabe por onde começar? Precisa de adquirir novas valências e não tem dinheiro para fazer formação?

Se está nesta situação, saiba que a partir da próxima sexta-feira e durante todo o fim-de-semana vai haver uma formação gratuita para desempregados.

A iniciativa pertence à Ideias & Desafios e vai já na 10ª edição anual. Sendo uma empresa de formação em vendas, o ‘workshop' será direccionado para a vertente comercial, uma vez que o objectivo final de qualquer empresa de bens ou serviços é conseguir vender, mas não só: abordará também questões de liderança.

Apesar da eliminação de postos de trabalho e do aumento do número de desempregados, ainda existem oportunidades de emprego em Portugal. É este o mote da "Acção de Formação Comercial e Liderança para Desempregados".

A empresa justifica este projecto como parte da sua política de responsabilidade social, garantindo que já ofereceu, gratuitamente, formação especializada a mais de mil desempregados, nos últimos anos, em nove ‘workshops' já realizados. "Esta é uma época em que a questão do desemprego já não é minoritária, é incontornável e atinge transversalmente todos os segmentos da sociedade", sublinha José Almeida, um dos responsáveis da Ideias & Desafios e criador da iniciativa.

Para o especialista, esta formação oferece ferramentas reais para quem está neste momento desempregado: "Um dos paradoxos que existe em Portugal é a falta de emprego versus a necessidade que as empresas têm de encontrar bons profissionais na vertente comercial. Pensando um pouco "fora da caixa", decidimos criar um projecto de formação gratuita que incidisse precisamente nesta área onde ainda há oportunidades reais".

Os resultados positivos desta formação reflectem-se na taxa de empregabilidade dos participantes, como explica o seu coordenador, José de Almeida. "Verificámos que entre 30 a 40% das pessoas que assistiram ao ‘workshop', no passado, conseguiram encontrar emprego nos meses seguintes ou criaram o seu próprio emprego", diz.
Para os interessados em participar no ‘workshop', que conta com 150 lugares, a inscrição é obrigatória. A Ideias & Negócios está há sete anos no mercado nacional e diz que este projecto funciona apenas com fundos próprios e dos parceiros associados.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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25
Jun 12

Desempregados vão ter 400 milhões para formação profissional

O secretário de Estado do Emprego, Pedro Silva Martins, anunciou esta segunda-feira que o Governo vai canalizar 400 milhões de euros para projetos de formação profissional de desempregados, ao abrigo do Programa de Potencial Humano, financiado pelo QREN.

Questionado sobre se o Programa Operacional de Potencial Humano (POPH) iria sofrer alterações devido à reprogramação das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), Pedro Silva Martins assinalou que as prioridades do Governo passam pela formação dos desempregados.

«Uma das prioridades é assegurar a formação profissional dos desempregados. Sabemos que a economia portuguesa está a mudar e é importante assegurar que os desempregados tenham acesso a ações de formação para ganhar as qualificações que lhes permitam regressar o mais rápido possível ao mercado de trabalho», disse o secretário de Estado à Lusa, à margem da 9.ª Reunião da Comissão de Acompanhamento deste programa.

Pedro Silva Martins salientou que esta é «uma forma de baixar os números do desemprego, a médio e longo prazo», pois «os desempregados com melhores qualificações terão melhores perspetivas de se inserirem no mercado de trabalho».

De acordo com um comunicado do ministério da Economia esta medida pode abranger mais de um milhão de adultos, contemplando não só desempregados, mas também os trabalhadores no ativo que pretendam frequentar formação certificada.

Questionado sobre o fim dos centros de Novas Oportunidades e eventuais medidas de substituição, o secretário de Estado lembrou que os resultados da avaliação encomendada pelo Governo concluíram que, em média, os efeitos na empregabilidade foram baixos pelo que o ministério da Economia «está em articulação com o ministério da Ciência, para definir um novo formato» para estes centros. 

O gestor do POPH, Domingos Lopes fez um balanço positivo da execução do programa que já vai em 57 por cento de execução do Fundo Social Europeu, acima dos 40 por cento de execução do QREN, e ajudou a formar três milhões de pessoas.

Domingos Lopes considerou que o impacto do POPH «é importantíssimo» porque «foram três milhões de pessoas que viram as suas competências reforçadas e melhoradas», o que permite que «quando a economia começar a retomar as pessoas estejam preparadas e mais aptas a dar o seu contributo».

O responsável do POPH salientou que «a aposta na formação não deve ser abandonada» e adiantou que os programas de formação profissional para desempregados vão privilegiar a formação tecnológica «dando prioridade mais ao saber fazer do que ao saber».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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16
Mai 12

Mais de 400 mil procuram emprego há mais de um ano

No primeiro trimestre deste ano havia 416 mil pessoas à procura de emprego há pelo menos um ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.

Os números do Instituto Nacional de Estatística (INE). Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a taxa de desemprego de longa duração (isto é, a percentagem da população ativa sem emprego há mais de um ano) atingiu os 7,6% - ou seja, mais de metade da taxa total.

Estes números são máximos históricos. No entanto, o desemprego de muito longa duração - pessoas sem emprego há mais de dois anos - caiu no primeiro trimestre, embora continue a níveis muito altos: estava nos 249 mil no último trimestre de 2011, está nos 228 mil no início de 2012.

Alguns destes desempregados terão arranjado emprego; outros terão desistido de procurar. Ainda segundo o INE, 17% dos desempregados (independentemente da duração) no final do ano passado arranjaram emprego; outros 14% passaram à condição de inativos.

A taxa de desemprego oficial no primeiro trimestre situou-se nos 14,9%.

fonte:http://www.jn.pt/P


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Desemprego entre licenciados aumenta 37% num ano

Desemprego em Portugal subiu em todas as faixas etárias e em todos os níveis de escolaridade. Entre licenciados disparou 37% em 12 meses.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou hoje que no final de Março existiam 154 mil jovens, com idade entre 15 e 24 anos, sem trabalho, o que significa uma taxa de desemprego de 36,2%, um valor recorde. O mesmo relatório dá conta que no último ano o desemprego jovem aumentou 24,6% em Portugal.

É contudo entre os 25 e 34 anos que o desemprego faz mais vítimas: em Março de 2012 eram 225,7 mil os portugueses nesta faixa etária fora do mercado de trabalho.

Por nível de escolaridade, o desemprego também cresceu em todas as frentes, destacando-se a subida de 37% num ano no número de licenciados sem trabalho. A taxa entre quem completou secundário e pós-secundário disparou 43,5% nos 12 meses findos em Março deste ano.

Destaque ainda para a evolução do número de desempregados de longa duração: de acordo com o INE, a taxa de desemprego entre os desempregados que procuram emprego há 12 e mais meses registou um incremento de 14%. No final de Março eram 416,2 mil pessoas nesta situação.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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15
Mai 12

Metade dos jovens já desistiram de procurar trabalho

Mais de metade dos jovens desempregados não aparecem nas estatísticas oficiais de emprego porque já desistiram de procurar trabalho, declarou esta terça-feira a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

O desemprego entre jovens dos 15 aos 24 anos está nos 22,6%, na média dos 30 países da OCDE, o que significa mais sete pontos que em 2007. No entanto, em alguns países, a situação é muito mais grave: na Espanha e na Grécia a taxa ultrapassa os 50%, em Portugal está nos 36,1%. Apesar disso, a taxa de desemprego «não reflete toda a realidade», alerta a OCDE.

«Muitos jovens que abandonaram o sistema de ensino deixaram de aparecer nas estatísticas de emprego», lê-se no comunicado da organização, que estima em 23 milhões o número de jovens sem trabalho: «Mais de metade desistiu de procurar por emprego», revela o documento, citado pela Lusa.

Para a OCDE, há «uma preocupação crescente de que uma proporção significativa e cada vez maior da população esteja em risco de um desemprego ou inatividade prolongados». 

Desta feita, a OCDE lança um apelo aos ministros do trabalho do G20, que estarão reunidos na próxima quinta-feira no México, para que concentrem os seus esforços na criação de emprego para os jovens.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico propõe a redução das contribuições para a segurança social dos empregadores ou subsídios salariais para quem contrate jovens. A OCDE defende ainda o reforço de programas de estágios e formação.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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26
Abr 12

Um em cada cinco desempregados é da construção

A construção está «à beira do colapso». Prova disso é que um em cada cinco desempregados contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) no ano passado era deste setor. 

Em 2011, «16% do total de desempregados surgiu diretamente da construção (99 mil pessoas, em termos médios anuais)», isto é, «cerca de um em cada cinco desempregados eram oriundos da construção», revela a Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS), citando dados do INE. A AECOPS começou a divulgar esta quinta-feira um conjunto de informações sobre o setor, sendo a primeira precisamente sobre o desemprego.

Se forem tidos em conta os dados relativos ao número de inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) relativos aos dois primeiros meses deste ano, «um em cada quatro novos desempregados» vem do setor da construção.

O aumento do número de desempregados resulta da «brutal redução da atividade do setor e do consequente ajustamento das estruturas das empresas a essa realidade», mas também da subida do número de insolvências de empresas da construção.

Citando dados divulgados pela COFACE, a associação afirma que, em 2011, as insolvências de empresas do setor da construção atingiram o número «recorde» de 1.138, uma subida de 48% nos dois últimos anos.

Os dados da COFACE citados pela AECOPS indicam ainda que, nos últimos três meses de 2011, foram consideradas insolventes 306 empresas de construção, 19,6% do total registado nesse trimestre e o valor «mais elevado do ano», cita a Lusa.

Perante esta situação, a associação afirma que «a construção é uma atividade à beira do colapso», tendo registado decréscimos da produção nos últimos dez anos.

A situação é agravada pela atual crise económica, pela «escassez» de crédito concedido à economia, pela manutenção de «montantes elevados» de dívidas às empresas de construção e pela «queda abrupta do investimento público, em particular do investimento em construção».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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18
Abr 12

Desemprego continua a bater máximos

Eram 62 774 os desempregados do distrito de Braga inscritos, no final de Março, nos centros de emprego. O desemprego registado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) continua a bater máximos históricos. 

Em comparação com o mês de Fevereiro, há agora mais 1 604 trabalhadores à procura de uma reentrada cada vez mais difícil no mercado de trabalho. Há precisamente um ano, os inscritos nos centros de emprego do distrito eram 52 361, ou seja, menos 10 413 do que actualmente.

No concelho de Braga, o desemprego continua também a bater recordes absolutos. O último relatório mensal do IEFP contabiliza 13 955 desempregados com residência no concelho bracarense, mais 563 do que no final de Fevereiro. 

No mesmo patamar encontra-se o concelho de Guimarães, que ultrapassou a barreira dos 14 mil desempregados. Referenciados pelo IEFP são agora 14 078, mais 276 do que em Fevereiro.
Em Vila Nova de Famalicão e Barcelos, outros dois concelhos industriais do distrito, a escalada do desemprego prossegue também. Famalicão ultrapassou a fasquia dos 10 mil desempregados: 10 205 no final de Março contra 9 962 no final de Fevereiro. 
Em Barcelos, a subida não foi tão significativa, passando de 6 635 para 6 778 desempregados inscritos no espaço de um mês.

As razões do desemprego

No concelho de Braga, inscreveram-se no Centro de Emprego, ao longo do mês de Março, 1 303 trabalhadores, 287 dos quais por terem sido despedidos pelas entidades patronais, 116 por despedimento por mútuo acordo e 92 que saíram das empresas por iniciativa própria. 
O fim de contratos de trabalho a termo certo levaram 325 trabalhadores do concelho de Braga para o desemprego durante o mês de Março.

fonte:http://www.correiodominho.com

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