07
Jan 13

Como dar um salto na sua carreira em dez passos

Se a opção é ir trabalhar para outro país, lance mãos à obra e invista na procura.

São recomendações que devem constar da agenda de qualquer executivo que queira garantir uma progressão na sua carreira e uma sobrevivência no seu posto de trabalho no ano que agora começa. Apesar da crise e do pessimismo, há que incluir algumas destas resoluções no seu plano de ataque ao novo ano, segundo a revista norte-americana "Forbes".

1.Consiga um aumento ou promoção: antes de mais, pense o que faz ou oferece, que vá ao encontro das necessidades da empresa. Por melhores que sejam as suas capacidades, se a empresa não precisar delas não justificará uma promoção ou aumento. Por isso, a melhor forma de garantir que tem o que a empresa precisa é fazer uma lista das suas responsabilidades diárias, quais foram os seus maiores projectos, futuras responsabilidades e, se possível, quantificar os seus ‘inputs'. Assim que conseguir reunir essa informação sobre o valor que pode acrescentar à empresa, treine a conversa mais difícil da sua vida com um amigo em quem confie.

2.Reduza o stress: tenha sempre em mente que não consegue fazer tudo sozinho, portanto, mais vale nem tentar. Não passe a vida com o mundo às costas. E a melhor forma de o evitar é perceber se o seu stress vem de terceiros ou se está a colocar demasiada pressão sobre si próprio. Se assim for, recue um pouco e comece por coisas simples, como dormir mais e fazer exercício físico. Não existe uma receita universal para diminuir o stress, cada pessoa tem de descobrir o que funciona melhor consigo: se é ir dar uma volta ao edifício, ligar a um amigo, jogar um jogo ‘online' por cinco minutes ou simplesmente respirar fundo. Seja o que for, tente introduzir essa prática ao longo do seu dia.

3.Seja mais organizado: só vai conseguir organizar-se a partir do momento em que tiver organizado a sua agenda e a sua secretária. A sua secretária reflecte-se directamente na forma como gere o seu trabalho e é a primeira impressão que terão de si. É importante manter o seu espaço de trabalho limpo e organizado porque também ajuda a reduzir o stress, a partir do momento em que conseguir encontrar o que procura mais fácil e rapidamente.
4.Arranje um novo emprego Se odeia o seu chefe e o que faz e não vê oportunidades de progressão, veja primeiro se poderá mudar de função na própria empresa, que é a maneira mais fácil de mudar no contexto de crise e que poderá ser bem sucedida.Se tiver competências em falta no mercado de trabalho, então olhe para fora e procure um novo emprego.

5.Melhore o equilíbrio entre a sua vida familiar e profissional Seja claro em relação aos seus limites e não prejudique constantemente a vida social e familiar em favor do trabalho. Se quer sair cedo, tente chegar mais cedo e rentabilizar a manhã. Outra solução é delegar mais. Experimente passar algumas das tarefas aos seus colegas e não tente ficar com tudo para agradar a todos, porque já se sabe que é impossível agradar a gregos e troianos. Por último, lembre-se que amanhã também é dia.

6.Faça networking de forma mais eficiente Sempre que embarca numa perspectiva de networking profissional e entra numa rede. relacione-se com os outros profissionais numa perspectiva de parceria. Lembre-se de que ambos estão na rede para partilhar, aprender e ajudarem-se profissionalmente.

7.Melhore a sua relação com o chefe e com os seus colegas Se há relação que tem de ser alimentada é a sua com o seu chefe, já que, no limite, é ele que controla o seu destino. E tem tudo a ver com comunicação. Esteja permanentemente em contacto com ele, de forma a mostrar-lhe o que vai fazendo e que está ali para o ajudar no que for necessário. Pergunte-lhe como pode ser melhor no seu trabalho e quais são as suas expectativas. Mas a cooperação com os colegas também não deve ser esquecida: tente conhece-los melhor e ofereça ajuda.

8.Desenvolva as suas capacidades de comunicação ser bom comunicador é meio caminho andado para ter sucesso no emprego. Se não for, experimente ter formação especifica ou ler livros sobre o assunto.

9.Volte a estudar Nunca é tarde para aprender e reciclar o que sabe. A formação ao longo da vida é cada vez mais importante. Há muitas opções para voltar a estudar em horário pós-laboral ou cursos online.

10 Lide melhor com o email e o voicemail Procure responder aos emails e telefonemas no próprio dia, se possível, dependendo do que exige a resposta e do seu tempo disponível. Uma maneira de evitar uma lista enorme de emails pendentes é limpar a sua caixa de correio electrónico regularmente. Quando ouve ou lê a mensagem e já registou a informação, apague, a não ser que precise mesmo de guardar a informação.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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09
Dez 12

Emprego à força: um em cada cinco mente no currículo

Estudo revela números «chocantes». Saiba como conquistar atenção de quem está a recrutar sem ter de mentir

Para quem está desempregado, o dia-a-dia preenche-se com o envio de currículos atrás de currículos. Há quem, por desespero ou propositadamente, minta com todas as letras para ser recrutado. Um estudo da empresa de recrutamento britânica Staffbay vem mostrar que uma em cada cinco pessoas mente sobre o que tem no currículo. 

Tudo para conseguirem um novo emprego, nem que seja forçando dados sobre competências que, na verdade, não têm. Em 25 mil pessoas, 20% disse que mentiria se com isso conseguisse impressionar o futuro patrão. 

«Obviamente, esses números são chocantes», faz notar o fundador da Staffbay, Tony Wilmot, citado pelo «The Telegraph». No entanto, «como exitem 80 pessoas à procura do mesmo trabalho não é surpreendente que alguns candidatos» tentem contornar a verdade para entrar no mercado de trabalho. 

De qualquer modo, frisou, «é gratificante ver que 80% dos candidatos a emprego que entrevistamos são honestos».

Com este estudo, conclui-se que há uma grande necessidade, para aqueles que procuram trabalho, de se diferenciarem.

Mas não é apenas com currículos em papel que as pessoas chegam lá. Não é assim que «se conseguem destacar da multidão». «O que os empregadores querem fazer é descobrir mais sobre os candidatos antes de os chamarem para uma entrevista, e não podem fazer isso simplesmente por folhearem um currículo em papel».

Ainda assim, mesmo o seu currículo em papel pode agarrar o interesse de quem o ler se souber utilizar as palavras corretas. Sem mentir, claro. 

Palavras-chave. O truque está aqui. Em primeiro lugar, precisa de ter atenção a um pormenor que faz toda a diferença: já existem muitas empresas que encarregam outras - consultoras - para fazerem o recrutamento, de forma a baixarem os custos. Ora a questão é que essas consultoras trabalham para várias empresas, pelo que tratam de imensos currículos. Não admira que a maioria reconheça que a pesquisa por funcionários com determinado perfil é feita sobretudo através das palavras-chave. 

Exemplos? Palavras como gestão, direção, campanhas de marketing, eventos, base de dados, clientes, atualização de produtos, diretor de projeto, distribuição, controlo, custos, análise.

Mas ainda há mais, nomeadamente substantivos relacionados com competências técnicas, mais específicas, sobre a profissão em causa, termos científicos, tecnológicos, descrições técnicas, denominação de postos de trabalho ocupados, certificados, nomes de produtos e serviços, etc.

Não se esqueça, igualmente, de ter palavras-chave sobre as suas competências pessoais, daquilo que faz fora do trabalho, dos seus interesses, se faz voluntariado, desporto, etc. Tudo conta. As empresas não procuram máquinas, procuram pessoas.  

Quanto à procura de emprego em si, é certo que a Internet, as redes sociais e as bolsas de emprego online são as ferramentas mais usadas. Mas não são as únicas.

fonte:;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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09
Set 12

Ainda é possível encontrar o emprego ideal?

Conseguir um emprego não é tarefa fácil, e se o objetivo for encontrar o emprego de sonho, o trabalho terá de ser redobrado. John Lees, especialista em carreiras, e autor do livro How to find a job you'll love, sabe que o mercado laboral está mais pequeno, com menos oportunidades, e com mais pessoas. Muitas coisas mudaram nos últimos anos, e a forma de abordar o mercado e a própria vida profissional também tem de ser outra. A recessão económica é a maior responsável pelas alterações, mas há coisas que já estavam a ser alteradas. As regras, têm de ser revistas, alerta o especialista.   

As tendências mudaram. Algumas coisas estavam a correr bem no mercado laboral bem antes da crise e da recessão. Para dar um exemplo, Lees lembra que se verificou “um crescimento nos empregos próprios, trabalhos de freelancing, e um boom nas vagas de emprego não publicitadas” - e apenas acessíveis através de uma boa rede de contatos. Estas são as tendências da última década, e que deve ter em conta.

O mercado laboral tornou-se mais pequeno, o que significa que embora existam vagas, e as pessoas continuem a procurar empregos, permanecem dificuldades essenciais, em certos segmentos da população, e certos sectores, em voltar ao mercado de trabalho. De maneira geral é preciso saber que agora é mais difícil encontrar um emprego, que há uns anos atrás, mas mais difícil ainda é encontrar o emprego certo. “É interessante perceber que quando entrámos nesta recessão, uma das previsões indicava para que os padrões se alterassem”. Como lembra, a razão para que as pessoas sentissem isso tem a ver com o facto de na recessão de há 20 anos atrás - no início dos anos 90 - não existirem telemóveis como existem agora. “O sentimento era de que se tinha de ficar em casa, ao lado do telefone, para o caso dele tocar. E aparentemente as vendas de instrumentos domésticos aumentaram, porque as pessoas passavam muito tempo em casa”.

Toda a gente está ligada através de tecnologia móvel. Estão fora e em contacto. Mas existe algo residual nesta tendência para ficar em casa e fazer mais pela procura de emprego a partir dali. A razão, está claro, é que existem mais oportunidades para ficar em frente do ecrã. E ali, existe a grande tentação de utilizar a Internet para salvar os problemas da carreira. “Nós sabemos que estar em casa a concorrer a uma vaga de emprego ou a enviar o currículo por email, é algo próximo de estar a trabalhar. Soa como uma ocupação, e por isso é atrativo”.

Sonhe alto. “Lembro-me - e isto foi há sete ou oito anos - de trabalhar com mudanças de emprego na Califórnia. Ali, a regra era: podes usar o teu computador para pesquisar e estabelecer contactos durante a tarde, mas durante o dia não fiques atrás do ecrã. Sai e fala diretamente com as pessoas”.

É um princípio simples, mas poucos se recordam dele no momento de ir à luta. Sentem que o emprego da felicidade, o emprego da satisfação pessoal, é um luxo num mercado tão estreito. Mas não é. Se agarrar um emprego que tem muito pouco a ver com as suas competências e experiência, existem grandes hipóteses de não ficar ali por muito tempo. E isto será algo que terá dificuldade em explicar quando lhe perguntarem sobre o passado.

Não é capricho. Tem a ver com dizer, bom, todo o trabalho é um compromisso. E se quer encontrar uma boa ligação entre o que o empregador procura e o que você quer retirar de um emprego, então tem de ser mais esperto que esforçado. Os mais espertos fazem as coisas de forma diferente, são resistentes, e criativos, refazem as regras. 
Ligam-se a quem interessa. “Muitas das pessoas com quem trabalho, acabam por dizer que não somos uma rede. Preferem dizer que é outra coisa qualquer”. Porque o que é, de facto, é seguir a curiosidade, procurar oportunidades para falar com pessoas. Facilmente irá começar a construir oportunidades para falar com pessoas que se relacionam com aquilo que quer fazer no futuro.

É de senso comum que quem procura emprego tem de estar ligado em rede.  Por isso, como conselho disse a alguém o que quer fazer para encontrar uma ocupação relativamente boa, certamente que o seu interlocutor vai acabar por dizer que está a jogar conversa fora. Eles acham que sabem como o mercado opera.

Todos temos conceções erradas sobre o que é trabalhar. E muitas das pessoas que treino, muitas das pessoas com quem trabalho, acabam por dizer que não somos uma rede. Preferem dizer que é outra coisa qualquer. Porque o que é, de facto, é seguir a curiosidade, procurar oportunidades para falar com pessoas. E isso pode significar falar com pessoas que conhece e em quem confia, e com quem os níveis de conversação são simples. Facilmente irá começar a construir oportunidades para falar com pessoas  reais que se relacionam com os trabalhos que quer fazer. Essa curiosidade pode levá-lo a entrar nesse núcleo. Depois pode limar as suas competências, para se conseguir diferenciar perante alguém que pode decidir o seu futuro.  
Tem assim tantas ideias? Quem tem muitas ideias tende a pensar com calma e a fazer as coisas de forma muito ponderada. Se tem muitos contactos, não os gaste na primeira ou segunda semana em que procura emprego. Espere até ter uma mensagem bem definida.

"Mas prefiro preocupar-me com os relacionamentos", realça Lees, que aconselha "conversas naturais," com o foco nos outros e não em si. Não saia por aí para se auto-promover. Saia para perceber o que os outros estão a fazer e como chegaram àquela linha de trabalho em que se encontram. A curiosidade natural é suficiente para fazê-lo andar para a frente.  

Não fale demais. Como existem demasiado candidatos que sublinham que são complicados, Lees, explica que “se é complicado, não queira sublinhar isso no seu passado”. As pessoas gostam de simplicidade.

“A forma como gosto de colocar esta ideia é através do CV”. O que Lees quer dizer é que quando alguém o vai recomendar não vai exaltar 200 informações sobre si. “Vão sublinhar três ou quatro aspectos sobre si”. O entrevistador vai recordar três, quatro ou cinco. “Deixo um pequeno segredo, um dos exercícios que utilizo com os clientes: eu digo para colocar o CV na mesa, com as costas para cima. E peço para me falarem um pouco sobre o que gostariam que eu recordasse. Começam com as características pessoais e está ótimo”. Chega.

É comum que se escolham as características mais especiais, ou conhecimentos em relação a um aspecto específico. “São estas coisas pelas quais o vão recordar”, diz Lees. “Aí, olhe para o CV e veja se essas coisas aparecem nas primeiras 50 linhas”.

O foco é essencial e deve tê-lo em todas as formas de comunicação, email, CV, conversas. Plante pequenas sementes de informação, assim, os maus episódios da carreira podem ser contornados. 
Um longo período de desemprego, ou uma longa carreira numa empresa cuja reputação foi abalada podem ser pontos fracos, que tem de saber dominar.

John Lees sabe que muitos dos entrevistados não esperam que lhes perguntem em relação a esses aspectos, mas essa é uma das perguntas a que geralmente não pode fugir. Saber jogar com as coisas menos boas, pode ser uma vitória.

Pegue em algo simples, como um intervalo em que nada aconteceu na sua vida profissional e siga o conselho do especialista: "Tem de falar sobre o elefante que está na sala antes que alguém o faça”. Soará de forma mais natural e mostra iniciativa. Uma frase como “imagino que esteja intrigado com isto” é a melhor forma de abordar o assunto.

“Há-que perceber que uma entrevista não é um treino de oportunidades”. É a sua oportunidade perante o decisor. Até os candidatos mais experientes precisam de treinar respostas curtas, ensaiar questões difíceis e insistir até que estejam confortáveis com determinada matéria. “Não sairão de forma natural se não as treinar”, refere o especialista.

Não há mudança pior que mudar de sector de atividade e de função, mas se tem capacidades transferíveis tem uma vantagem clara perante os outros. Ainda assim, Lees lembra que “os empregadores são conservadores e preferem candidatos que já tenham feito exatamente aquela tarefa no emprego anterior”. Mas não desista só por isso, porque há momentos em que o empregador quer um pensamento fresco e um novo pensamento. “Esta é uma boa onda para apanhar”.

Novamente as redes de trabalho. Lees lembra que o verdadeiro desafio é conseguir estar dentro do mercado onde se vai inserir, conhecer a linguagem utilizada e que vai ensiná-lo a saber mover-se lá dentro. Assim, quando tiver uma entrevista não irá dizer apenas “não sei nada desta função, mas tenho potencial”. Esta não é a mensagem que quer passar. O que quer dizer é “eu conheço bastante bem o setor, sei o que procuram e as minhas capacidades vão acrescentar valor no que vocês fazem”. 

Rejeição? Faz parte do jogo.
 Ouvir um não é perfeitamente normal, mas todos sabemos que quando se trata de vender as nossas competências o assunto é sério. Ouvir um não pode pode afectar a performance que terá no futuro. O especialista em emprego lembra que uma das técnicas que tem desenvolvido relaciona-se com perceber quais os empregos que estão mesmo no centro das intenções, as funções que estão um pouco ao lado da mira e as que saem completamente fora dos objetivos.

Não vale a pena tentar interpretar as negas como dados estatísticos, até porque deve saber que normalmente as escolhas são totalmente arbitrárias. “É muito raro que um candidato receba um feedback do género: está a puxar uma porta fechada.” Lees lembra que apesar de tudo muitos não seguidos levam a uma interpretação mal feita da realidade. 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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19
Ago 12

Trabalhar engorda: as «piores» profissões

Nos dias de hoje há inúmeras profissões que promovem uma vida sedentária. Há quem passe praticamente oito horas sentado e, para além de estar a contribuir para o PIB do país, está também a trabalhar para a engorda.

Um estudo realizado nos Estados Unidos pela CareerBuilder revela que 44% dos trabalhadores entrevistados engordaram com o emprego que tinham. 

As profissões com o maior número de trabalhadores que ganharam peso, por causa das posições sedentárias ou pelo elevado grau de stress, são os agentes de viagem, advogados/juizes, professores, serviços de proteção (polícias e bombeiros), assistentes sociais, artistas/designers/arquitetos, assistentes administrativos, físicos, profissionais de marketing/relações públicas e profissionais de tecnologias de informação.

Ora 54% dos inquiridos admitem que ganharam peso por passarem praticamente o dia inteiro sentados nas suas secretárias, segundo o jornal «O Globo». 

Para se ter uma ideia, também mais de metade (56%) disseram que nem para irem almoçar costumam ausentar-se. 

Já para 37 % dos participantes foi o stress que os fez comer mais e, logo, engordar. Depois, 23% comem fora regularmente, o que pode explicar o aumento de peso. 

Há ainda outros motivos que explicam a engorda entre quem está no ativo: 19% dos entrevistados saltam refeições por causa dos compromissos e falta de tempo; 18% culpam as festas promovidas no trabalho, como os aniversários; 16% admitem que não resistem à dos doces que têm na gaveta; e 10% chegam até a culpar a pressão que sofrem para comer as guloseimas que os colegas de trabalho oferecem. Ainda assim, mais da metade (56%) diz que faz exercício com regularidade. 

E, em concreto, estamos a falar de quantos quilos a mais? Cinco, para 26% das pessoas e até 10, para 14%. De qualquer modo, há quem consiga até perder peso (é o caso de 16% dos inquiridos).

Dicas para dizer adeus aos quilinhos a mais

Se o leitor se revê nestes indicadores, saiba que pode alterar pequenos comportamentos para perder o peso que ganhou a mais, como usar escadas em vez de elevadores, ou até ir falar diretamente com um colega, em vez de lhe enviar um e-mail. 

Depois, quando for, por exemplo, estacionar o carro, escolha o lugar mais distante do seu local de trabalho, para o obrigar a caminhar até lá. 

Faça lanches saudáveis, com pequenas porções. Pode escolher a combinação de uma peça de futa com bolachas, por exemplo, e saladas para o almoço. Leve marmita: controla melhor o que come, será certamente mais saudável e até gasta menos dinheiro. E, claro, beba água e faça exercício físico. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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19
Mai 12

10 empregos que resistem à crise

O site norte-americano de empregos Career Cast, elabora todos os anos o ranking com os melhores e os piores empregos do mundo.  Na elaboração da lista, entram em consideração cerca de 200 empregos e são avaliados diversos fatores, como o ambiente no trabalho, o salário ou o stress. Para 2012, a lista é a que se segue.

 

1. Engenheiro de software

Ocupa-se das metodologias de análise e projeto, das técnicas e ferramentas que escalam o processo de desenvolvimento de aplicações, bem como da modificação das aplicações já existentes.

 

2. Técnico de cálculos estatísticos - Atuário

O atuário tem como trabalho principal a recolha de dados para cálculos de probabilidades e análise de risco. É uma profissão sem grande esforço físico nem stress. Normalmente, desfruta de um ambiente positivo no local de trabalho e tem boas perspetivas de carreira, com promoções e aumentos.

 

3. Gestor de recursos humanos

A gestão de recursos humanos é uma área bastante abrangente da empresa, na medida em que trabalha com os mais diversos departamentos dentro da companhia. Desde as entrevistas para os colaboradores novos, passando por muita burocracia, é uma profissão essencial para a empresa.

 

4. Dentista

O Dentista é o melhor amigo da sua boca, dos seus dentes. Fazer restaurações, combater doenças da boca e gengivas, realizar cirurgias para remoção de dentes, executar limpezas e clareamentos dos dentes são as suas principais funções.

 

5. Diretor financeiro

Todos os movimentos financeiros da empresa passam pelas mãos e pelas decisões do diretor financeiro. É dos trabalhadores mais importantes, tanto na gestão prática como nas aprovações dos vários projetos em que a empresa está a trabalhar.

 

6. Audiologista

É o profissional de saúde responsável pela prevenção, identificação e avaliação de crianças e adultos com deficiência auditiva ou problemas de equilíbrio e consequente reabilitação da audição, através da adaptação de aparelhos auditivos e/implantes.


7. Terapeuta ocupacional

É uma profissão que pertence à aréa de saúde, que é regulamentada em nível superior. O terapeuta ocupacional trabalha com as atividades humanas, planeia e organiza o quotidiano, possibilitando uma melhor qualidade de vida a todos os doentes que recorrem a este tipo de tratamento.


8. Gestor de publicidade on-line

O gestor de publicidade on-line é uma das novas profissões com mais futuro. A globalização torna todos os mercados mais próximos das empresas, sendo por isso essencial que a projeção da empresa fora das fronteiras seja perfeita. Por isso, a gestão da publicidade é um passo essencial para o sucesso.


9. Analista de sistemas

O analista de sistemas tem como principal tarefa realizar estudos de processos computacionais para encontrar o melhor e o mais racional caminho para que a informação virtual possa ser processada. A sua função engloba tanto os sistemas de hardware como de software.


10. Matemático

O matemático é um especialista em Matemática. A sua profissão relaciona os números e todos os aspetos da matemática, tanto para resolver questões do dia-a-dia como para melhorar a organização das empresas.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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05
Mar 12

Gosta de dormir? São estas as 10 profissões que lhe dão mais sono

Talvez, se tiver alguma sorte, o seu trabalho lhe possibilite gerir horários de forma flexível ou até trabalhar a partir de casa. Mas a realidade é que a maior parte das profissões são stressantes e esticam o horário para lá das 8 horas diárias, seja em casa seja no escritório. Deitar tarde e levantar cedo é normalmente uma constante difícil de evitar, mas há profissões mais afectadas que outras.

A empresa especializada em colchões, Sleepy's,  analisou uma série de dados disponibilizados pelo National Health Interview Survey e estabeleceu uma lista das profissões onde se dorme mais por noite - vale a pena lembrar que um adulto deve dormir entre sete e nove horas por noite.

Conheça as 10 profissões onde se dorme mais:

Funcionários florestais
Dormem em média 7h20m

Cabeleireiras
Dormem em média 7h16m

Técnicos de Vendas
Dormem em média 7h15m

Barmen
Dormem em média 7h14m

Trabalhadores da Construção
Dormem em média 7h13m

Atletas
Dormem em média 7h13m

Varredores
Dormem em média 7h13m

Engenheiros
Dormem em média 7h12m

Pilotos de aviação
Dormem em média 7h12m

Professores
Dormem em média 7h12m

Não encontrou a sua profissão? Talvez esteja nas dez profissões onde se dorme menos:

Secretários pessoais
Dormem em média 7h8m

Técnicos fabris
Dormem em média 7h7m

Analistas financeiros
Dormem em média 7h5m

Programadores informáticos
Dormem em média 7h3m

Técnicos em instituições geriátricas
Dormem em média 7h3m

Economistas
Dormem em média 7h3m

Médicos/ Enfermeiros/ Farmacêuticos
Dormem em média 7h2m
 
Polícias
Dormem em média 7h1m

Advogados
Dormem em média 7 horas

Técnicos de saúde ao domicílio
6h57m

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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26
Jan 12

As melhores regalias no emprego

Existem dias de trabalho que são um inferno, em que o que apetecia mesmo era uma tarde passada no Spa ou, quem sabe, sair umas horas mais cedo para ir dar um passeio de iate. Parece uma fantasia, mas não é. Nos Estados Unidos existem empresas que oferecem estas regalias e muito mais.

Por exemplo, na Autodesk, líder em software de design, os trabalhadores podem tirar 6 meses de férias pagos, de 4 em 4 anos. E não existe o problema de deixar o cão em casa, horas a fio sozinho: quem quiser pode levar o animal de estimação para o trabalho.

Já imaginou poder cortar o cabelo no emprego? É isso que acontece na JM Family Enterprises, onde os colaboradores também podem usufruir dos iates da empresa, caso precisem de espairecer e dar um passeio.

Já na Fact Set, um centro financeiro, os funcionários, para além de não pagarem almoço, ainda têm à sua disposição espaços de comida chinesa, tartes e cupcakes. E é claro que, com tantas calorias, a empresa também tem um ginásio próprio, grátis para os trabalhadores.

As empresas de tecnologia são conhecidas pelas regalias originais que concedem aos seus colaboradores, logo a Microsoft não podia ficar de fora. Na gigante norte-americana todos têm direito a tratamentos de Spa regulares.

Mais: consegue pensar em alguma regalia no trabalho que seja maior do que não ter de ir trabalhar? Na Mattel, a maior fabricante de brinquedos, toda a gente vai para casa mais cedo, à uma hora da tarde. É caso para dizer que com empregos destes, não há falta de motivação.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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24
Jan 12

As 10 profissões mais stressantes de 2012

Um mau dia no trabalho pode deixar qualquer pessoa à beira de um ataque de nervos, mas já imaginou o que seria se o stress fosse um factor inerente à sua profissão? 

A revista «Exame Brasil» fez uma lista das profissões onde os níveis de ansiedade são maiores. Grande competitividade, perigo de morte e prazos apertados foram alguns dos factores que pesaram para determinar quais vão ser, afinal, as profissões mais stressantes de 2012. Veja se a sua profissão é uma delas... Se não, tente relaxar e pense que há alguém a ter um dia mais desgastante do que o seu.

1) Soldado em situação de guerra
Quem arrisca a vida no campo de batalha não pode distrair-se nem por breves instantes. O estado de alerta tem de ser constante e isso faz desta profissão a mais stressante de todas.

2) Bombeiros
Não só arriscam as vidas como têm de lidar com a responsabilidade de minimizar os danos para terceiros. Isso sem contar com a rotina de luta contra o tempo e a pressão para tomar decisões rápidas.

3) Piloto de avião
Pilotar um avião cheio de passageiros, cumprir os horários com a máxima exactidão e trabalhar durante várias horas seguidas. São estas as razões que colocam os pilotos na terceira posição do ranking.

4) General Militar
Eles têm de coordenar tropas, tomar decisões, moralizar os soldados e poupar o máximo de vidas possível através das melhores estratégias de guerra. Isto tudo ao mesmo tempo que sofrem uma enorme pressão por parte do Governo.

5) Polícia
Quando um polícia está de serviço, nunca sabe o que poderá acontecer. A responsabilidade de garantir a segurança de terceiros, nem que para isso tenham de arriscar a própria vida, é um grande factor de ansiedade.

6) Coordenador de eventos
Tudo num grande evento passa pelas mãos do coordenador - desde a logística até à contratação das estrelas. Esta tarefa exige bons relacionamentos profissionais e habilidade para trabalhar em prazos apertados.

7) Executivos de relações públicas 
O executivo de relações públicas tem de garantir que tudo corre na perfeição. As longas jornadas de trabalho, aliadas à sensação de que não é possivel controlar tudo, podem ser muito stressantes.

8) Executivo sénior
Chegar ao topo da carreira pode ser a ambição de muitos, mas a verdade é que talvez não saibam quanto trabalho isso exige. Maior status profissional é directamente proporcional aos níveis de stress. O dia de trabalho de um executivo pode ter onze horas.

9) Fotojornalista
Captar uma boa fotografia implica estar horas à espera de um momento que demora apenas uns segundos. Horários inexistentes, salários baixos e, às vezes, ter de estar em lugares perigosos, fazem do fotojornalismo uma profissão stressante.

10) Taxista
Se aquelas horas que passa no trânsito o deixam stressado, imagine ser taxista e poder estar sujeito a essa situação a qualquer momento. Isso e o facto de ser preciso muito cuidado com o tipo de cliente que se apanha no táxi, tornam esta profissão na décima mais stressante desta lista.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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04
Jun 11

Profissões de futuro

Que novas necessidades estamos a produzir?

Os avanços da ciência e da técnica indicam um novo mercado laboral. Nestes tempos de crise e desemprego, é bom saber que vêm aí novas profissões.

Em que irá trabalhar daqui a 20 anos? A empresa britânica Fast Future, especializada em detectar tendências, ouviu centenas de peritos de todo o mundo para identificar quais serão as profissões mais cotadas daqui até ao ano 2030. Segundo os consultores, a maior parte estará relacionada, de uma maneira ou de outra, com a chamada “teoria do pequeno BANG” (uma alegoria do Big Bang), cujo nome reúne quatro elementos essenciais para a ciência do século XXI: os bits de informação, os átomos da matéria, os neurónios do cérebro e os genes que integram o código da vida. Embora o panorama seja de incerteza, parece que aqueles que vierem a exercer os novos ofícios nos ajudarão a enfrentar melhor o futuro, o qual, segundo os entendidos na matéria, será marcado por desafios como o desenvolvimento sustentável ou o apogeu dos meios sociais.

E.S.

 

Agricultor urbano

Dentro de duas décadas, as hortas cultivadas na vertical ter-se-ão transformado num elemento habitual da paisagem urbana. Surgirão, possivelmente, em arranha-céus, edifícios que podem resolver dois problemas previsíveis: o aumento da população (5000 milhões de pessoas habitarão as cidades em 2030, segundo a ONU) e a escassez de terrenos de cultivo para produzir alimentos para tanta gente. Alfaces, tomates, cenouras, beringelas, morangos e ervas aromáticas crescerão nos terraços e varandas envidraçadas de edifícios de arquitectura sustentável, os quais funcionarão com energia eólica e solar, além de reciclarem as águas residuais da cidade para a rega. As instalações serão dirigidas por cientistas, encarregados de criar e manter o microclima adequado para o cultivo das plantas e a criação de animais, além de zelarem pelo controlo da qualidade final dos produtos.

Segundo Dickson Despommier, professor da Universidade de Columbia (Nova Iorque) e autor do conceito de “quinta vertical”, um edifício de 30 andares poderia alimentar entre dez e cinquenta mil pessoas. As vantagens não terminam aqui: com esta fórmula inovadora, não se perderão colheitas por causas meteorológicas e também não será necessário recorrer a fertilizantes ou pesticidas nas plantações.

 

Manipulador de lixo digital

É possível que o saber não ocupe lugar, mas a informação ocupa. Em muitos casos, com efeito, os equipamentos informáticos que usamos em casa e no trabalho, incluindo os gadgetsque andam connosco, acumulam uma imensidão de dados que, na realidade, não nos servem para nada. Por isso, cabe ao especialista encontrá-los e deitá-los fora. O trabalho consistirá em desenvolver aplicações que permitam uma limpeza programada e periódica dos dados excedentes que armazenamos (cookies, registos de transacções electrónicas, ficheiros duplicados, etc.), assim como aconselhamento sobre a informação de que podemos prescindir. Embora pareça relativamente simples, implica uma grande responsabilidade, pois estes profissionais poderiam apagar dados importantes sem deixar qualquer vestígio da sua existência.

 

Guia de turismo espacial

A empresa Virgin Galactic é a primeira companhia a oferecer viagens comerciais ao espaço, e está previsto que o seu espaçoporto, situado no Sul do Novo México (Estados Unidos), acolha os primeiros voos ainda durante este ano. Mais de 300 clientes já reservaram os seus lugares, pelo preço astronómico de 200 mil dólares cada um. No entanto, quando a oferta de turismo espacial (ou mesmo as viagens à Lua ou a Marte) estiver ao alcance de mais bolsos, irá certamente aumentar a procura tanto de pilotos espaciais como de guías turísticos com formação em astronomia, cosmologia, geografia e geologia lunar. Irá também haver muita procura de arquitectos com especialização espacial, como os que trabalham actualmente no Centro Internacional de Arquitectura Espacial Sasakawa (SICSA), na Universidade de Houston (Estados Unidos), envolvidos em projectos como uma estufa marciana ou veículos em que os excursionistas do espaço poderão percorrer outros mundos de máquina fotográfica às costas. Por sua vez, uma empresa de Barcelona, a Galactic Suite, tem planos para colocar em órbita o primeiro hotel espacial já em 2012. Os futuros hóspedes darão uma volta ao mundo em cada 90 minutos e poderão assistir diariamente 16 vezes ao pôr-do-sol. “Será o nascimento do Homo spaciens”, diz o seu director, Xavier Claramunt.

 

Polícia do clima

Bombardear as nuvens com iodeto de prata para provocar artificialmente chuva é uma prática já aplicada, em determinadas ocasiões, por diversos países, e que se poderá tornar habitual no futuro. Embora a sua eficácia para combater a seca seja indiscutível, a técnica coloca também um problema evidente: a necessidade de controlar os efeitos sobre a atmosfera e o clima de outras regiões. Daí que pareça previsível a criação de um novo corpo policial para poder, com a assistência de climatólogos, conceder licenças para efectuar este tipo de actividades, inspeccionar as operações para verificar que decorrem dentro dos limites legais e perseguir terroristas climáticos e contrabandistas de iodeto de prata, entre outros eventuais novos delinquentes. Essas forças de segurança utilizarão veículos aéreos e sensores terrestres para detectar alterações não-autorizadas do clima em todo o planeta.

 

 

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Produtor de transgénicos

 

Arroz com vitamina A para evitar a cegueira por desnutrição; batatas nutritivas ricas em proteínas; girassóis para tratamento do cancro; galinhas a pôr ovos com fármacos contra a doença de Parkinson; vacas que produzem leite com a hormona do crescimento; tomates criados em água salgada; suínos com tantos ácidos ómega-3 como o peixe gordo; batatas e cereais que combatem a alergia ao pólen primaveril... Estes são apenas alguns dos organismos geneticamente modificados que poderemos ter sobre a mesa dentro de alguns anos. Uma nova geração de cientistas, especializados em engenharia genética, biologia e biotecnologia, assegurará o êxito da produção. Assim, poderão também cultivar-se em laboratório plantas transgénicas especialmente preparadas para limpar solos contaminados ou eliminar productos tóxicos dos cultivos. Terão igualmente ao seu serviço milhões de larvas do bicho-da-seda geneticamente modificadas para fabricar fios de teia-de-aranha, extremamente resistentes e elásticos. Sem dúvida, uma verdadeira revolução para a indústria têxtil do futuro.

 

Piloto à distância

O crescente intercâmbio comercial global dará origem a um aumento do volume do transporte de mercadorias e, por conseguinte, a uma maior utilização das cargas aéreas. Com este panorama de fundo, talvez surja a necessidade de especialistas em navegação para comandar e orientar os voos sem terem de estar fisicamente a bordo da aeronave. Estes profissionais trabalhariam num centro de controlo de tráfego aéreo, de onde verificariam que o avião percorria a rota pré-estabelecida. Embora possa parecer um cenário fictício, está muito mais próximo da realidade do que imaginamos. Em Junho de 2010, a Boeing apresentou oPhantom Eye (“Olho Fantasma”), um avião-espião com motor de hidrogénio, dirigido por controlo remoto, que pode voar a 20 mil metros de altitude durante quatro dias sem precisar de reabastecer. Seguindo esta ideia, talvez outras companhias possam utilizar um protótipo semelhante para os seus aviões de carga começarem a sulcar os céus sem tripulantes.

 

Criador de veículos mais limpos e eficientes

Dentro de pouco mais de 20 anos, os automóveis funcionarão com combustíveis alternativos, terão condução automática graças aos sistemas de navegação e serão concebidos para transportar robôs encarregados de cuidar de uma população que irá alcançar os 130 anos. Este é o vaticínio que se retira do relatório O Mundo no Ano 2030, elaborado pelo escritor e futurólogo Ray Hammond. O facto é que parece não andar longe da realidade. Em países como a Suécia, por exemplo, já foi anunciado que os carros a gasolina serão proibidos a partir de 2030. Serão necessários, para fabricar os automóveis que irão circular pelas estradas dentro de duas décadas, engenheiros e desenhadores industriais que conheçam as características dos novos combustíveis, como o biodiesel, o etanol ou o hidrogénio, além da tecnologia dos veículos eléctricos, evidentemente. As carroçarias feitas com materiais plásticos reforçados com fibra de carbono permitirão o aparecimento de automóveis muito mais leves. Alguns poderão mesmo ser autoconduzidos, e outros circularão tanto rente ao chão como pelo ar. Um futuro sem poluição e sem engarrafamentos? Quem sabe, tudo é possível!

 

Especialista em reciclagem

Hoje, basta separar simplesmente o lixo orgânico do papel, do vidro e dos plásticos, mas o que acontecerá quando houver uma grande quantidade de novos materiais sintéticos, como os que começam agora a aparecer? Uma reciclagem bem feita, além de nos ajudar a desfazer dos desperdícios de forma organizada, terá outros efeitos benéficos, com a preservação dos recursos e a redução do aquecimento global do planeta. Nessa altura, serão provavelmente precisos profissionais altamente especializados que os recuperem entre as montanhas de desperdícios contaminantes e que saibam reconverter os resíduos tóxicos em matérias-primas para a produção ou em novas fontes de energia não-poluentes. Talvez também seja necessário recuperar bactérias que aumentem incessantemente de número e possam, entre outras coisas, servir como reserva de carburante.

 

Corretor do tempo

Todas as coisas nos são alheias; apenas o tempo é nosso”, sentenciava Séneca há séculos. Sendo assim, quem nos proíbe de o vender? Actualmente, já existem bancos em que se obtêm créditos em troca de prestar serviços à comunidade (por exemplo, passear o cão ou pintar a casa de um vizinho), que podem depois ser utilizados na aquisição de préstimos oferecidos por outros membros. A filosofia parte do princípio de que toda a gente tem algo para dar e, também, algo para pedir em alguma ocasião. Chegaremos a contratar corretores, como na Bolsa, para agir como intermediários nestas transacções? Se assim for, estes profissionais irão mediar as permutas e ajudar a atribuir um preço (em unidades de tempo) a cada novo serviço proporcionado. Como forma de pagamento, terão também direito a créditos de tempo. Poderá mesmo chegar uma altura (por que não?) em que poderão mediar a troca de divisas de tempo por dinheiro.

 

Nanomédicos

Os peritos vaticinam que serão os licenciados mais bem remunerados dentro de duas décadas. Estes médicos serão especialistas em tratamentos ba­sea­dos na nanotecnologia, isto é, em escalas de um milionésimo de milímetro.

É verosímil que receitem novas vacinas em forma de gotas para o nariz ou pomadas dermatológicas, sem necessidade de agulhas, ou que introduzam na corrente sanguínea dos doentes com cancro nano-robôs, mais pequenos do que um grão de pó, que percorrerão o organismo em busca de células malignas, a fim de exterminá-las. Talvez utilizem, também, nanocompósitos para curar fracturas ósseas, e nanotubos de carbono para recuperar as lesões neurológicas causadas pela doença de Alzheimer. Os diagnósticos passarão a ser quase instantâneos graças aos microlaboratórios num chip, pequenos dispositivos portáteis que permitirão aos clínicos efectuar, simultaneamente, milhares de análises a partir de uma única célula.

 

Cirurgião da memória

O cérebro humano possui cerca de cem mil milhões de neurónios, e cada um estabelece, pelo menos, um milhar de ligações com as células vizinhas, o que implica que a nossa capacidade para armazenar dados ronda os 2,5 petabytes. Se a esperança de vida aumentar no futuro e a quantidade de informação que acumulamos ultrapassar esses limites, novos neurocirurgiões especializados em implantar chips de memória suplementar no cérebro virão em nosso auxílio. Além da especialização em anatomia e neurologia, terão conhecimentos em segurança informática e utilizarão firewalls e antivírus para proteger o aumento da capacidade de memória dos pacientes. É previsível que seja criada, a fim de controlar a sua actividade, uma Comissão para a Potenciação Neurológica, a qual deverá emitir um parecer favorável antes de qualquer intervenção. Os especialistas poderiam também aplicar as descobertas feitas recentemente por Andrés Lozano, neurocirurgião do Toronto Western Hospital (Canadá) que comprovou que a estimulação de determinadas zonas do cérebro humano com eléctrodos permite recuperar memórias e conhecimentos esquecidos há anos.

fonte:http://www.superinteressante.pt

publicado por adm às 21:52 | comentar | favorito