20
Ago 12

Número de portugueses com segundo emprego cai 14,4%

A crise económica está a agravar-se, mas os portugueses não conseguem encontrar segundos empregos para compensar a perda de rendimento. Pelo contrário, entre o segundo trimestre de 2011 e o segundo trimestre de 2012, o número de pessoas com uma atividade secundária caiu 14,4%.

 

Num ano, 37 mil pessoas deixaram de ter um segundo emprego, o que significa que existem agora 219 mil trabalhadores que acumulam duas atividades diferentes. 4469 mil portugueses têm apenas um emprego. 

Com a redução do rendimento disponível, seria natural que os portugueses procurassem novas fontes que compensem os cortes salariais e as subidas de impostos. No entanto, a degradação do mercado de trabalho parece estar a dificultar esse movimento. 

Ao mesmo tempo que sentem dificuldade em encontrar segundos empregos, os portugueses estão também a trabalhar mais horas. O número de pessoas que trabalham mais de 41 horas por semana aumentou 5,9% desde o início de 2011 e já são 1,1 milhões.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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14
Ago 12

Desemprego sobe até valor recorde de 15%

A taxa de desemprego portuguesa atingiu os 15% no segundo trimestre de 2012, segundo o Instituto Nacional de Estatística.

A taxa de desemprego portuguesa atingiu os 15% da população activa no segundo trimestre de 2012, o nível mais alto de sempre, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Esta taxa equivale a 827 mil trabalhadores no desemprego - mais 7.600 pessoas que no trimestre anterior, e mais 152 mil pessoas do que no mesmo trimestre de 2011.

O ritmo de crescimento da taxa abrandou relativamente a trimestres anteriores. Este é um fenómeno sazonal - tradicionalmente, o segundo trimestre é o mais forte em termos de emprego, com muitas empresas do setor turístico a reforçar os seus quadros para a época de verão.

O Governo prevê que a taxa de desemprego atinja uma média de 15,5% para o total de 2012, subindo para 16% em 2013.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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29
Jul 12

Quer ir para Angola? Então prepare-se!

Autores escrevem sobre o que deve levar na mala. E sobre o que vai encontrar quando chegar.

Emigrar, seja lá para onde for, implica malas, despedidas, alguns lenços de papel e sobretudo muita vontade de agarrar uma nova vida. Mas não vá para fora para fugir a uma realidade. Vá, sim, como escrevem os autores de "Atribulações de um português a fazer negócios em Angola" (Esfera dos Livros), bem preparado e com a missão de fazer bons negócios.

E o que deve um português levar na mala quando ruma para Angola? Muita coisa. Mas sobretudo a capacidade de identificar oportunidades, que são, segundo Nuno Gomes Ferreira, co- -autor desta obra, uma viagem que se divide entre o curto, o médio e o longo prazo.

Construção, telecomunicações e agricultura são sectores a ter em conta; tal como a produção de calçado, vestuário e loiças. Tudo, obviamente, com parceiros locais. Sobre temas polémicos como a nova lei de incentivo fiscal ou a dificuldade de expatriar dinheiro, fique a saber que a triangulação (histórica) com Cabo Verde poderá ser uma boa opção. Tudo isto, curiosamente, na semana em que a União Europeia e Angola assinaram um novo acordo de cooperação - "Caminho Conjunto Angola - União Europeia". A reter.

Qual a melhor forma de ir para Angola à procura de novas oportunidades de vida?
Uma mensagem prévia: antes de pensar em ir para Angola, o português tem que ter uma ideia muito clara do que está a fazer em Portugal. Não faz sentido ir para Angola se não tiver uma vantagem competitiva clara daquilo que vai fazer no mercado angolano. E ter vantagens competitivas claras quando chegar a Angola. Quando chegar a Angola o melhor conselho que posso dar, embora neste momento não seja obrigatório, é a escolha de um parceiro local. Juridicamente não é obrigatório, mas é muito relevante a escolha de um parceiro local. E isto passa por dois motivos. Primeiro, temos um país muito dependente de petróleo, e obviamente quem controla o petróleo é o Estado. Por tanto, o melhor conselho que se pode dar a um empresário, que se queira posicionar em Angola, é que este se ligue a alguém do sector do petróleo; ou eventualmente a uma pessoa ligada directamente ao poder executivo.

É fácil encontrar assim um parceiro?
É fácil encontrar parceiros. É muito difícil encontrar o parceiro ideal.

Existe alguma instituição que possa ajudar a dar informações? 
Considero duas hipóteses. A AICEP Angola (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), que está a trabalhar muito bem. E também aconselho uma visita previa à ANIP (Agência Nacional de Investimento Privado). Mas temos que ter presente que o mais importante para fazer um negócio, e um negócio sério, é ir por convite. É a melhor hipótese.

Ou seja é a chamada `Carta de Chamada´ dos tempos modernos?
Exactamente. É a melhor maneira de ir para lá. Desde logo porque existe um novo enquadramento jurídico e a PME (Pequena e média empresa) para entrar já deverá ir com algum cuidado prévio sobre aquilo que vai fazer. Antes de embarcar é bom ter o projecto bem formalizado em Portugal para quando lá chegar estar bem direccionado e posicionado. Mas a escolha do parceiro é, sem dúvida, muito importante.

Fale-nos da nova lei. Até que ponto é que a nova lei angolana para o investimento estrangeiro pode afligir quem quer investir em Angola? 
Existe um limite mínimo neste momento para se fazer um investimento e estar abrangido por essa nova lei: que é de um milhão de dólares americanos. No contexto actual já começa a ser muito difícil arranjar um pacote de um milhão de dólares para investimento e isso poderá ser limitativo na maneira de fazer negócios.

Essa lei também é aplicada a quem tem parceiros locais?
Exactamente. Cada investidor externo tem que levar na bagagem - ou em equipamento, ou em dinheiro ou em ‘know-how' - o equivalente a um milhão de dólares.

Isso torna a vida difícil às PME's? 
Para pequenos e médios empresários o livro deixa algumas portas de alternativas.

Que alternativas são essas? 
Nomeadamente a utilização da plataforma de Cabo Verde; e a utilização de Cabo Verde como plataforma financeira e fiscal para entrada em Angola. Desde logo porque há uma moeda - que é o escudo caboverdiano - que está perfeitamente indexado ao euro (quando Angola está dolarizada) e um sistema fiscal muito similar ao nosso. Bem como uma convenção de dupla tributação de Portugal - Cabo Verde, que, por exemplo, não existe com Angola .

Trabalho publicado na edição de 27 de Julho de 2012 do Diário Económico

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19
Jul 12

Desemprego com maior subida em mais de dois anos

Número de desempregados inscritos no IEFP aumentou 24,5% em Junho. Só em Janeiro de 2010, houve um crescimento homólogo mais elevado.

Em Junho, os centros de emprego contabilizavam 645.955 desempregados, o que representa uma subida de 24,5% face ao mesmo mês de 2011. É preciso recuar a Janeiro de 2010 para encontrar um aumento mais pronunciado. Em comparação mensal, os dados também apontam para uma subida de 0,7%, quando os dois meses anteriores foram marcados por descidas. Os dados, do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), foram divulgados ontem.

Para o Governo, esta evolução pode estar relacionada com medidas recentes. Ao Diário Económico, o secretário de Estado do Emprego salientou que os números podem ser "em parte explicados por uma maior adesão" dos jovens à inscrição no centro de emprego "porque sabem que medidas como as do Impulso Jovem" dependem desse registo. Pedro Martins sublinhou ainda a existência de "algumas isenções em despesas de saúde" e novas obrigações para beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). O ministro da Solidariedade e Segurança Social também referiu este ponto. "Existiam cerca de 60 mil pessoas que estavam a beneficiar do RSI, que têm idade e capacidade para o trabalho e que não estavam inscritas nos centros de emprego", salientou Mota Soares, citado pela Lusa. "Dissemos que muito provavelmente iria acontecer o fenómeno de subida do número dos desempregados inscritos", continuou.

Contas feitas, em Junho, os centros de emprego acolhiam mais 127.250 desempregados do que há um ano atrás.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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15
Jul 12

Consulado em França alerta para falsas ofertas de emprego

O vice-cônsul português em Marselha alertou para falsas ofertas de emprego em França, disponíveis em jornais portugueses, nos cafés e bares de cidades e aldeias, e que levam pessoas a abandonar Portugal e a cair em situações de emergência social.

Na maioria dos casos, segundo disse Carlos de Sousa à Lusa, as ofertas prometem condições de trabalho que depois não se verificam: alojamento que se revela precário, ajudas de custo que não são pagas, ou salários que os empregados nunca chegam a receber. Mas há também falsas promessas de trabalho.

O vice-cônsul de Portugal em Marselha (Sul do país) disse à que "o que acontece com muita frequência é que as pessoas vão [de Portugal para França] trabalhar depois de terem assinado documentos que nem sabem o que significam".

Depois, "a diferença entre o que é prometido e o que acontece na verdade" leva diversas pessoas a este posto consular, que dá resposta a uma área onde o responsável estima que vivam cerca de 10 mil portugueses.

"São sobretudo subcontratados por outros portugueses que funcionam como intermediários entre os empregados e as empresas francesas. Muitos acabam por aparecer no consulado a pedir repatriamento. Cerca de dois por semana, nos últimos tempos. Mas o repatriamento só acontece em casos extremos, quando a pessoa é indigente e não tem nenhuma família", contou.

Carlos de Sousa diz que estes problemas surgem com mais frequência na construção civil e na agricultura, sobretudo nesta época, de colheita de frutas.

"Tivemos há tempos no consulado uma situação de burla de nove pessoas. O intermediário, português, recrutou-os em Portugal e pediu a cada homem 700 euros para os trazer até França. Depois deixou-os dispersos em vários locais, com a indicação de que uma carrinha iria buscá-los para irem trabalhar. Essa carrinha nunca apareceu", contou.

O vice-cônsul disse, no entanto, que não tem conhecimento de que haja trabalhadores ou famílias a dormirem nas ruas ou em situações precárias: "Na maior parte dos casos, as pessoas que vêm para aqui acabam por arranjar trabalho, se quiserem trabalhar. Mas passam momentos complicados. E o trabalho é sobretudo na construção civil", acrescentou.

"O que era bom", concluiu, "era que em Portugal deixassem de pôr anúncios desse tipo nos jornais. Que se confirmasse a fiabilidade das ofertas, e que as pessoas se informassem antes de sair".

O Governo português avançou, em junho, por todo o território nacional e nos destinos da emigração portuguesa, com a campanha "Trabalhar no estrangeiro", para prevenir a emigração desinformada.

As autoridades portuguesas estimam que, por ano, entre 120 e 150 mil portugueses abandonem o país.

fonte:http://www.jn.pt/P

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02
Jul 12

Empregos de verão diminuem com a crise

Os contratos de trabalho sazonais são o que permitem uma redução do número de desempregados, mas mesmo no Algarve, este ano, os empresários e comerciantes admitem que estão a contratar menos pessoas.

E isso talvez explique o facto de a taxa de desemprego não tenha crescido: de abril para maio, segundo dados do Eurostat,manteve-se nos 15,2%, mas a verdade é que não se sentiu a criação de emprego própria do verão.

TVI falou com Luís Ora, que conhece como ninguém os efeitos da sazonalidade no comércio algarvio: trabalha durante o verão, altura em que amealha para os longos meses de inverno passados em casa. 

Como Luís são milhares os que desesperam meses a fio pelo verão. Mas arranjar emprego, mesmo que sazonal, é cada vez mais difícil; a crise tem afastado cada vez mais os turistas do algarve e com menos clientes os comerciantes contratam menos a cada ano que passa.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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Valor de referência é 10 euros, mas enfermeiros recebem quatro

  Questionado pela Lusa, o presidente da ARSLVT, Luís Cunha Ribeiro, disse que este organismo não contrata enfermeiros nem quaisquer outros profissionais. Imagem: AFP PHOTO / Robyn Beck

Em causa estão entre 60 a 70 enfermeiros que prestam serviços nos centros de saúde e hospitais, através de empresas de prestação de serviços que concorrem a concursos abertos pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), um dos quais terminou na semana passada.

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) denunciou que, em virtude do novo concurso que foi aberto, alguns enfermeiros vão ganhar menos de quatro euros por hora.

Segundo Guadalupe Simões, dirigente do SEP, as empresas ganham 50 por cento do que a tutela paga, cabendo aos enfermeiros os restantes 50 por cento, o que neste caso significa que o valor do contrato ficou abaixo do montante de referência definido pela ARSLVT.

“Com estes valores, os enfermeiros acabam por levar para casa 250 euros mensais”, disse, alertando para a falta de motivação destes profissionais em prestar serviço por estes valores.

Questionado pela Lusa, o presidente da ARSLVT, Luís Cunha Ribeiro, disse que este organismo não contrata enfermeiros nem quaisquer outros profissionais. “Abrimos um concurso para uma prestação de serviços, cujo valor de referência [o máximo que a tutela está disposta a pagar] foi cerca de dez euros”, disse.

Cunha Ribeiro adiantou que foram excluídas as empresas que apresentaram propostas 50 por cento inferiores ao valor de referência.

O presidente da ARSLVT esclareceu que esta é uma solução provisória para três meses, uma vez que “está em curso um processo contratual”.

Em relação ao valor final que está a ser oferecido aos enfermeiros, Cunha Ribeiro descarta responsabilidades, mas garante que a qualidade dos serviços não está posta em causa.

“É totalmente falso que a qualidade esteja em causa. Estes enfermeiros têm as mesmas habilitações e capacidades, reconhecidas pelos organismos”, disse.

O SEP vai hoje tentar ser recebido por Cunha Ribeiro, aproveitando um pedido de reunião “há muito formulado” e que “nunca teve resposta”, segundo Guadalupe Simões.

O presidente da ARSLVT limitou-se a dizer que não tem conhecimento de qualquer pedido de reunião sobre este assunto.

fonte:http://noticias.sapo.pt/n

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01
Jun 12

Sector automóvel perdeu mais de cinco mil empregos até Abril

Estão em risco 2.500 empresas e 21 mil postos de trabalho.

Só nos primeiros quatro meses do ano, já foram despedidos mais de 5.200 trabalhadores ligados ao sector automóvel. Os dados são Instituto do Emprego e Formação Profissional e foram apresentados, esta semana, num encontro nacional realizado pela Comissão de Trabalhadores (CT) da Volkswagen (VW) Autoeuropa para debater a actual crise do sector automóvel.

As cinco fábricas de automóveis presentes em Portugal - VW Autoeuropa, Peugeot Citroën, Mitsubishi Fuso Truck Europe, Toyota Caetano e VN Automóveis - empregam directamente mais de seis mil trabalhadores. Na indústria de componentes para automóveis, o número sobe para 30 mil colaboradores, enquanto a rede de concessionários no País emprega cerca de 100 mil pessoas em mais de 30 mil empresas.

As empresas ligadas ao comércio automóvel são, para já, as mais afectadas pela conjuntura recessiva do País. Entre Janeiro e Abril deste ano, foram vendidos 37.788 carros novos no mercado português, o que representa uma quebra de 48,2% face a igual período do ano passado. De acordo com um estudo efectuado pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP), divulgado em Fevereiro do passado, a actual crise deverá levar ao encerramento de mais de 2.500 empresas e colocar 21 mil postos de trabalho em risco.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Mai 12

Centros de emprego: número de casais inscritos atinge recorde

O número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados atingiu em abril um máximo histórico, tendo aumentado 70,6 por cento face ao período homólogo de 2011, revelou o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Assim, segundo a informação mensal sobre o estado civil do desemprego e condição laboral do cônjuge publicada pelo (IEFP), «do total de desempregados casados ou em união de facto, 15.754 (5,1 por cento) têm também registo de que o seu cônjuge está igualmente inscrito como desempregado no Centro de Emprego».

Desta forma, em abril deste ano, o número de casais em que ambos estão registados como desempregados foi de 7.877, ou seja, mais 70,6 por cento do que em abril do ano passado e mais 4,3 por cento do que em março, escreve a Lusa.

«Desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão desempregados, tendo-se registado em abril de 2012 o número mais elevado desde que esta informação é recolhida», diz o IEFP.

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego no país e ilhas registou em abril um aumento de 21 por cento face ao mês homólogo do ano anterior, indicou o IEFP na semana passada.

No final do mês de abril, estavam inscritos nos centros de emprego do continente e regiões autónomas, 655.898 desempregados - mais 113.924 desempregados inscritos do que em abril de 2011 - representando 83,6 por cento de um total de 784.292 pedidos de emprego.

Deste total, 291.544 são casados, num subida de 14,1% em relação a abril do ano passado, mas uma quebra de 1,6 por cento em termos dos valores em cadeia.

Os solteiros registados como desempregados nos centros de emprego também aumentaram, em 25,6% face a abril de 2011, registando, igualmente, uma ligeira quebra de 0,7% em relação ao mês de março.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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16
Mai 12

Mais de 400 mil procuram emprego há mais de um ano

No primeiro trimestre deste ano havia 416 mil pessoas à procura de emprego há pelo menos um ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.

Os números do Instituto Nacional de Estatística (INE). Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a taxa de desemprego de longa duração (isto é, a percentagem da população ativa sem emprego há mais de um ano) atingiu os 7,6% - ou seja, mais de metade da taxa total.

Estes números são máximos históricos. No entanto, o desemprego de muito longa duração - pessoas sem emprego há mais de dois anos - caiu no primeiro trimestre, embora continue a níveis muito altos: estava nos 249 mil no último trimestre de 2011, está nos 228 mil no início de 2012.

Alguns destes desempregados terão arranjado emprego; outros terão desistido de procurar. Ainda segundo o INE, 17% dos desempregados (independentemente da duração) no final do ano passado arranjaram emprego; outros 14% passaram à condição de inativos.

A taxa de desemprego oficial no primeiro trimestre situou-se nos 14,9%.

fonte:http://www.jn.pt/P


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