14
Jul 12

Canadá quer portugueses para a construção

Há empresas canadianas interessadas em contratar operários portugueses para trabalhar na construção civil. 

Os primeiros trabalhadores deverão seguir já em setembro para a zona de Toronto.

Os empregadores canadianos prometem pagar dez vezes mais do que é habitual em Portugal.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:15 | comentar | favorito
26
Abr 12

Um em cada cinco desempregados é da construção

A construção está «à beira do colapso». Prova disso é que um em cada cinco desempregados contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) no ano passado era deste setor. 

Em 2011, «16% do total de desempregados surgiu diretamente da construção (99 mil pessoas, em termos médios anuais)», isto é, «cerca de um em cada cinco desempregados eram oriundos da construção», revela a Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS), citando dados do INE. A AECOPS começou a divulgar esta quinta-feira um conjunto de informações sobre o setor, sendo a primeira precisamente sobre o desemprego.

Se forem tidos em conta os dados relativos ao número de inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) relativos aos dois primeiros meses deste ano, «um em cada quatro novos desempregados» vem do setor da construção.

O aumento do número de desempregados resulta da «brutal redução da atividade do setor e do consequente ajustamento das estruturas das empresas a essa realidade», mas também da subida do número de insolvências de empresas da construção.

Citando dados divulgados pela COFACE, a associação afirma que, em 2011, as insolvências de empresas do setor da construção atingiram o número «recorde» de 1.138, uma subida de 48% nos dois últimos anos.

Os dados da COFACE citados pela AECOPS indicam ainda que, nos últimos três meses de 2011, foram consideradas insolventes 306 empresas de construção, 19,6% do total registado nesse trimestre e o valor «mais elevado do ano», cita a Lusa.

Perante esta situação, a associação afirma que «a construção é uma atividade à beira do colapso», tendo registado decréscimos da produção nos últimos dez anos.

A situação é agravada pela atual crise económica, pela «escassez» de crédito concedido à economia, pela manutenção de «montantes elevados» de dívidas às empresas de construção e pela «queda abrupta do investimento público, em particular do investimento em construção».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 20:40 | comentar | favorito
06
Out 11

Construção perderá 20 mil empregos só no primeiro semestre de 2012

O número de desempregados no sector da construção pode atingir os 15 a 20 mil trabalhadores só no primeiro semestre de 2012, disse ao Dinheiro Vivo, o presidente do Sindicato da Construção, Albano Ribeiro.

Para este responsável, este cenário será uma consequência directa do cancelamento das obras de requalificação do parque escolar e dos vários projectos de auto-estradas que estavam previstos no anterior Governo e que o actual executivo já disse que iria travar.

Contudo, Albano Ribeiro acredita que ainda há possibilidade do Executivo contornar esta situação se avançar com a proposta feita pelo Sindicato e que prevê a criação de 30 mil postos de trabalho na requalificação e manutenção de estradas secundárias e pontes, de mais 20 mil empregos em obras de saneamento básico e de 70 mil na requalificação urbana.

"Este Governo pode ser responsável pela maior crise na construção ou pela criação do maior número de empregos", remata Albano Ribeiro.

O desemprego na construção atingiu, no final de Julho, 70 mil trabalhadores, representando já 14,7% do total de inscritos nos centros de emprego.

A construção, que já empregou mais de 630 mil trabalhadores em 2002, ano que marca o início da crise que assola a fileira, dá hoje emprego a apenas 451 mil pessoas.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 23:42 | comentar | favorito
03
Out 11

Construção: desemprego já atinge 70 mil trabalhadores

O investimento no sector da construção caiu 8,2 por cento no primeiro semestre, a produção do sector recuou 6,1 por cento e o desemprego atingiu os 70 mil trabalhadores, segundo dados divulgados esta segunda-feira pela FEPICOP.

De acordo com a análise de conjuntura da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP) de Setembro, a queda do investimento verificada nos seis primeiros meses do ano ficou a dever-se, sobretudo, ao recuou de 12 por cento registado no segundo trimestre deste ano.

Em consequência, afirma a federação, a produção da Construção caiu 6,1 por cento no mesmo período e o desemprego atingiu 70 mil trabalhadores, «representando já 14,7 por cento do total nacional».

A habitação foi «a grande responsável» pela queda acentuada da produção no sector da construção, refere a FEPICOP, acrescentando que o licenciamento de novos fogos habitacionais recuou 31,1 por cento até ao final de Julho.

«O sector da construção confronta-se, actualmente, com uma situação particularmente difícil, caracterizada por uma quebra acentuada da procura dirigida a todos os segmentos de actividade e dificultada por um conjunto de outros factores, como sejam os sistemáticos atrasos nos pagamentos devidos às empresas de construção e as crescentes dificuldades no acesso ao crédito bancário», conclui a federação.

Só a dívida do Estado às empresas de construção já ultrapassa os 1,3 mil milhões de euros, segundo os últimos dados da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

publicado por adm às 23:29 | comentar | favorito
18
Set 11

Número de trabalhadores desempregados na construção atinge 93 mil

O número de trabalhadores desempregados na construção atingiu, no segundo trimestre deste ano, os 93 mil e já representa 14 por cento da totalidade dos portugueses sem emprego. Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística apontam para uma aumento em relação ao mesmo período do ano passado e as associações do setor dizem que vai subir muito mais, até aos 140 mil desempregados. Por causa da crise, no último ano, encerraram mais de mil e quatrocentas pequenas empresas e as grande operadoras da construção tiveram quebras, nos lucros do primeiro trimestre, acima dos 20 por cento.

fonte:http://tv2.rtp.pt/

publicado por adm às 20:17 | comentar | favorito
12
Set 11

Construção: Produção cai 9,9% e emprego diminui 10,2%

O sector da construção manteve a tendência negativa em Julho, com a produção a cair 9,9%, enquanto o índice de emprego diminuiu 10,2%, face ao mês homólogo, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O índice de produção na construção ficou 0,5 pontos percentuais abaixo do registado no período que terminou em Junho (-9,4%), sendo a diminuição mais acentuada no segmento de Engenharia Civil (-10,3 comparativamente aos -9,3% de Junho).

O índice de emprego diminui 0,4 pontos percentuais, em termos homólogos, face a Junho, enquanto a variação mensal apresentou uma taxa de -0,8%.

As remunerações pagas caíram 6,8%, em Julho, em termos homólogos, mas comparativamente ao mês anterior cresceram 1,6%, enquanto em Julho de 2010 essa variação tinha sido de 8,7%, o que o INE justifica com "desfasamentos no pagamento de subsídio de férias".

fonte_:Diário Digital / Lusa 

publicado por adm às 23:36 | comentar | favorito
05
Jul 11

Construção perde 140 mil empregos com restrições no acesso ao crédito

Banca muda as regras e exige novas garantias e ‘spread’ altos, o que dificulta a vida das empresas.

As empresas da construção e imobiliário traçam um futuro próximo pouco animador para o sector. De acordo com Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário - que agrega 19 associações da fileira da construção - as dificuldades na obtenção de crédito bancário e as novas exigências criadas para o financiamento estão a estrangular a solidez financeira das empresas.

Reis Campos afirmou ao Diário Económico que os bancos estão a impor "novas exigências, garantias e a praticar ‘spreads' que põem em risco a solidez das empresas. Este cenário acontece não só nos novos créditos como nos financiamentos que já estavam contratados, o que está a trazer dificuldades acrescidas ao sector". De acordo com o presidente da CPCI, a manterem-se estas restrições no crédito, "o sector vai assistir a um novo corte no volume de emprego, na ordem dos 140 mil trabalhadores até meados de 2012". Perante este cenário, o representante das empresas de construção e imobiliário alerta que é urgente avançar-se com o reajustamento e disponibilização das verbas do QREN, uma aposta na reabilitação urbana e no mercado do arrendamento, assim como incentivos à internacionalização das empresas .

Apesar de aplaudir o facto de parte das verbas da ajuda externa poderem ser canalizadas para o sector bancário, Reis Campos salienta que essa ajuda não está a ser repercutida no tecido empresarial português. "Estamos a assistir à capitalização dos bancos, ao mesmo tempo que há uma descapitalização das empresas", sublinha a mesma fonte.

Os últimos dados referentes a Abril dão conta que houve uma redução de 4,4% no crédito concedido ao sector da construção e imobiliário, enquanto nos últimos 12 meses o saldo do crédito concedido diminuiu 1,8 mil milhões de euros. De acordo com Reis Campos, nesta fase, a percentagem de crédito malparado do sector situa-se nos 7,2%, enquanto o da indústria em geral ronda os 4,77%. 

fonte:http://economico.sapo.pt

publicado por adm às 23:39 | comentar | favorito
08
Mai 11

Construção civil e indústria são os sectores com mais emprego para recém-licenciados

Estes são os sectores em que mais empresas admitem, apesar da crise, aumentar as contratações de recém-licenciados, em 2011, segundo o inquérito da consultora MRI.

Para os recém-licenciados, as maiores oportunidades de emprego, este ano, encontram-se nos sectores da indústria e construção civil. Fora destes sectores e contrariando o desânimo que se vive no país, as notícias também são animadoras para os jovens que saem das faculdades e procuram o primeiro emprego, segundo o ‘Hiring Survey' feito em Portugal pela consultora de recursos humanos MRI Network, que colocou às empresas uma pergunta em exclusivo para o Diário Económico: "tenciona aumentar, manter ou diminuir a contratação de recém-licenciados, em 2011, comparativamente a 2010?". E a grande tendência das empresas (62%) é para manter a contratação de recém-licenciados, este ano, em números idênticos aos de 2010.

A pergunta que se impõe é: como explicar que, em plena crise, tantas empresas continuem a recrutar e uma percentagem de 18% fale mesmo que tem planos para aumentar a contratação de recém-licenciados e apenas 2% tencione reduzi-la? "Não nos podemos esquecer que os recém-licenciados são uma mão-de-obra mais acessível sob o ponto de vista financeiro, para as empresas, comparativamente com profissionais mais experientes, pelo que não me surpreende que haja recrutamento deste tipo de perfis", responde Ana Teixeira, a ‘country manager' da MRI, que realizou este inquérito no primeiro semestre de 2011.

Cerca de 65% dos responsáveis pelo sector da indústria pretendem manter e 27% aumentar mesmo a contratação de recém-licenciados e apenas 6% reduzir. Já no que se refere à construção civil e embora a tendência seja para manter (50%), são em número elevado - 38% - as empresas que tencionam aumentar este tipo de contratações, contra 12% que prevê reduzir.

Ana Teixeira faz questão de frisar que "é uma constatação nacional a elevada taxa de desemprego de recém-licenciados". Mas adianta que, em sua opinião, "a taxa de desemprego de quadros superiores com muita experiência é que se tem vindo a constituir como o padrão da actual crise".

Logo a seguir à indústria e construção vêm as tecnologias de informação, com 21% a dizer que vão aumentar a contratação de recém-licenciados e muito atrás as farmacêuticas e cuidados de saúde, com apenas 3%. Já na logística e distribuição não há nenhuma empresa a dizer que tenciona aumentar as contratações deste perfil de colaboradores sem experiência profissional, embora 62% digam que vão manter e nenhuma fale em reduzir.

A responsável da MRI lembra ainda que a crise, que agora se agudizou, teve o seu auge junto das empresas em 2009 e foi nesse ano que o ‘Hiring Survey' revelou "dados históricos, com 46% dos inquiridos a manifestar intenção de reduzir os seus quadros de pessoal". O que está a acontecer, em sua opinião, é que desde 2002 que as empresas se têm vindo a "adaptar aos momentos conturbados que vamos atravessando".

Com a recente queda do Governo, vinda da troika para Portugal e a austeridade consequente que se adivinha, será que as empresas vão recuar quando responderem a este inquérito, no segundo semestre de 2011? "As decisões das empresas para contratar não me parecem estar tão decisivamente dependentes dos acontecimentos políticos, uma vez que têm vindo a adaptar-se à instabilidade que caracteriza os tempos modernos", defende ainda Ana Teixeira, e "já integraram no seu DNA este pressuposto e aprenderam a lidar com ele".

No que se refere à dimensão das empresas, a tendência para aumentar a contratação de recém-licenciados concentra-se nas de 51 a 250 colaboradores, enquanto em diminuir estão focadas as de 51 a 250 colaboradores ou as grandes empresas com mais de 501 trabalhadores.

Nenhuma empresa de TI admite reduzir pessoal

No que se refere a contratações em geral e já não aos recém-licenciados em particular, a tendência é, igualmente, para manter: 50% das empresas inquiridas respondem que vão deixar tudo como está a nível de quadro de pessoal, contra 57% no segundo semestre de 2010. Uma fatia de 32% vai mais longe e fala nos seus planos de aumentar os quadros, enquanto 18% admitem que poderão ter de reduzir pessoal.

É de salientar neste inquérito o facto de nenhuma empresa da área das tecnologias de informação ter planos para reduzir pessoal, em 2011, e apenas 4% na logística o admitirem. Estes dois sectores "surgem como os mais resistentes à turbulência dos tempos, pois a taxa de intenção de redução de colaboradores nestes sectores é muito baixa ou mesmo inexistente, face ao global da amostra", salienta Ana Teixeira.

No que toca à indústria, e numa conjuntura adversa como a actual, não deixa de ser significativo que 48% pretendam manter e mesmo 15% aumentar as contratações.

"Diremos que parte destes resultados é conseguida face ao aumento das exportações portuguesas. Nas empresas voltadas para o mercado interno, aí a situação é claramente diferente, fruto da actual situação político-económica que retrai o consumo privado", analisa Heldér Pais, ‘managing partner' da MRI. 

No que diz respeito à construção, outro ‘managing partner', Carlos Governa, admite que "esperaria resultados piores dado o ambiente recessivo, de concorrência exacerbada, margens esmagadas ou negativas e o momento político, económico/financeiro e social altamente preocupante que se vive em Portugal e no sector".

"Considero um valor muito positivo que a tendência de metade das empresas inquiridas seja para manter os seus quadros de pessoal. Sem dúvida que os tempos são desafiantes pelas dificuldades que encerram, mas parece que parte significativa dos dirigentes das nossas empresas se habituaram a navegar por águas turbulentas", conclui Ana Teixeira.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 22:58 | comentar | favorito
26
Abr 11

Construção: 1550 novos desempregados por mês

O desemprego no sector da construção civil está a subir ao ritmo de 1550 por mês. A atividade caiu 13% no 1º trimestre. Os desempregados no sector da construção civil estão a subir ao ritmo de 1550 por mês. Nos dois primeiros meses de 2011, foram mais 3144 que se inscreveram nos centros de emprego, segundo o relatório de conjuntura da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP). A taxa de desemprego na indústria é agora de 14,4% (74134 trabalhadores). Segundo a FEPICOP, a "procura insuficiente e os constrangimentos financeiros" explicam a destruição de postos de trabalho e estão a conduzir a indústria da construção civil "para níveis de produção insustentáveis para a sobrevivência de um grande número de empresas". No primeiro trimestre, os segmentos da construção residencial e da engenharia civil registaram uma queda semelhante, face ao mesmo período de 2010: 13,5%. O licenciamento de novas habitações reduziram-se 24%. Nas obras públicas, a FEPICOP destaca a quebra de 71% na contratação de vias de comunicação, cuja promoção nos primeiros três meses deste ano caiu em valor €309 milhões. O segmento dos edifícios não residenciais é uma exceção ao ambiente depressivo, subindo 2,9%. A explicação reside no programa de obras da Parque Escolar. A empresa representa 61% das adjudicações efetuadas, valendo €506 milhões. A componente privada deste segmento registou uma redução homóloga de 5,5%.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

publicado por adm às 23:31 | comentar | favorito