30
Mar 13

Alemanha quer contratar médicos e engenheiros portugueses

O presidente da Agência Federal de Emprego da Alemanha, Frank-Jürgen Weise, desafiou os médicos e engenheiros do sul da Europa, nomeadamente Portugal, a procurarem emprego no país, que precisa anualmente de 200 mil emigrantes qualificados.

"O mercado de trabalho alemão deverá precisar de pelo menos 200 mil estrangeiros para cobrir as necessidades de trabalho", considerou Frank-Jürgen Weise em declarações ao jornal Rheinische Post.

De acordo com a publicação, em 2012 registou-se na Alemanha um aumento de 8% nos trabalhadores chegados ao país e provenientes de Portugal, Itália, Espanha e Grécia.

"Na pesquisa que fizemos nesses [quatro] países concentrámo-nos sobretudo em engenheiros, médicos e profissionais de saúde", declarou ao jornal o presidente da Agência Federal de Emprego da Alemanha.

O responsável adverte, contudo, que a Alemanha tem de ser "mais atraente" para melhor seduzir os quadros qualificados dos países em questão.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) alertou recentemente para o envelhecimento da população ativa na Alemanha e a respetiva escassez de mão-de-obra qualificada daí resultante, cenário que, diz a entidade, é um dos grandes desafios da economia local.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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10
Fev 13

Alemanha precisa de 3.000 enfermeiros para hospitais de clínicas

A saúde pública na Alemanha precisa de, pelo menos, 3.000 enfermeiros para cobrir as suas necessidades de pessoal nos hospitais e clínicas, segundo dados do Instituto Alemão de Centros Hospitalares, divulgados este sábado.

Cada hospital ou clínica na Alemanha tem, em média, uma falta de 5,6 postos de trabalho, segundo dados deste organismo.

 

Os centros hospitalares com mais de 600 camas são os que apresentam maiores dificuldades, com mais de metade (53,1%) a enfrentar problemas sérios para cobrir as suas necessidades.

 

Nas clínicas e hospitais com 50 a 200 camas, cerca de 40% (37,9%) têm um grave défice de enfermeiros, enquanto nos centros com 300 até 599 camas, 29,2% estão afectados por este problema.

 

Cerca de 40% dos hospitais revelam problemas em cobrir as escalas de trabalho com pessoal, uma percentagem que, em 2009, era de 16,2%, assinala o estudo, segundo o qual 280 mil pessoas têm emprego neste sector.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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05
Fev 13

Alemanha oferece estágios remunerados a portugueses desempregados

A Alemanha está a concorrer com a falta de emprego em Portugal e quer contratar jovens desempregados dispostos a ir trabalhar para o país. O programa chama-se "Job of my Life", e oferece bolsas de estudo que podem ir até aos €800 por mês. A campanha foi hoje avançada pelo Diário Económico.

A formação abrange diversas áreas e, mesmo que não saiba falar a língua alemã, não há problema: o "Job of my Life" inclui um curso intensivo de alemão gratuito, que tem lugar ainda em Portugal.

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Veja também: Onde procurar se quiser trabalhar na Alemanha

O curso para não-licenciados tem a duração de três anos e divide-se entre aulas e estágios profissionais em empresas para onde os formandos podem vir a ser contratados. Para concorrer basta ter entre 18 e 35 anos, estar desempregado e registado no Instituto de Emprego e Formação Profissional. As áreas que mais procuram profissionais são as elétricas, mecânicas e turismo. Os licenciados encontrarão mais oportunidades nas engenharias, tecnologias de informação, turismo e saúde.

A partir de dia 19 de fevereiro terá início a "Welcome to Germany Tour 2013", um road show que irá passar pelas cidades de Braga (dia 19), Porto (dia 20), Aveiro (dia 21), Coimbra (dia 22), Lisboa (dia 25), Setúbal (dia 26), Évora (dia 27), Faro (dia 28) e Portimão (dia 1 de março) com o objetivo de apresentar o programa, aconselhar e pré-selecionar possíveis candidatos.

Para participar nestas sessões deve inscrever-se com uma semana de antecedência. Inscreva-se aqui para as sessões de Braga, na Universidade do Minho, Porto, no CACE, Aveiro, na Universidade de Aveiro, Coimbra, no ISEC, Lisboa, nos escritórios do IEPF, Setúbal, no Instituto Politécnico de Setúbal, Évora, na Universidade de Évora,Faro, na Universidade de Faro e Portimão, no Museu de Portimão. Os participantes devem levar o seu CV em inglês ou alemão.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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19
Jun 12

Saiba como viver e trabalhar na Alemanha

Quanto vai ganhar. Como encontrar um apartamento e outras questões práticas sobre o que vai encontrar na Alemanha.

Antes de partir, tenha a certeza a de que sabe o que o espera do outro lado da fronteira e verifique se leva todos os documentos necessários. Os serviços internacionais de colocação (ZAF, na sigla em alemão) também podem dar uma ajuda nos primeiros tempos de adaptação.

1. Posso ir trabalhar na Alemanha com os documentos portugueses?
Sim, os cidadãos dos países da União Europeia (exceptuando Malta e Chipre) não precisam de um visto de trabalho para trabalhar na Alemanha.

2. Qual é o salário médio?
O salário médio alemão ronda os 3.450 euros, para alguém empregado a tempo inteiro. No entanto, um engenheiro ganha, em média, antes dos impostos, 4.340 euros por mês, um médico entre 6.500 e 8.000 euros e uma cabeleireira cerca de 1.500. O custo de vida varia muito consoante a cidade onde se vive.

3. Como é o sistema de segurança social?
A segurança social alemã inclui o sistema nacional de saúde, cuidados de infância, segurança em caso de acidente, pensão e desemprego. A contribuição para o sistema de saúde é descontada do salário, numa percentagem de cerca de 7%.

4. Como encontro um apartamento?
Os anúncios de aluguer ou venda de propriedades estão listados em códigos, nos jornais. O melhor é pedir a um amigo ou colega que os decifre, ou então publicar o seu próprio anúncio. Outra alternativa é dirigir-se a uma agência imobiliária.

5. Posso guiar o meu carro na Alemanha?
Sim, desde que o registe na Divisão de Registo de Veículos mais próxima e que tenha um seguro automóvel que seja válido na Alemanha. Poderá encontrar o guia completo em www.ba-auslandsvermittlung.de.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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15
Jun 12

Alemanha cria site de emprego para estrangeiros

«Alemanhã precisa de ti!» Parece um slogan do exército, mas não: é um novo site de emprego, criado pelo governo alemão, que garante que é possível «vencer na Alemanha».

Make it in Germany convida «profissionais qualificados» a candidatarem-se a um emprego, promete ajudar na escolha do melhor trabalho, na instalação num novo país e nas burocracias essenciais.

«A Alemanha precisa de ti! Se és um profissional qualificado, os ventos estão a teu favor no mercado laboral alemão. Aqui, mostramos-te como podes encontrar um novo emprego». O site, em alemão e em inglês, explica passo por passo como é possível escolher um emprego, pedir um visto de trabalho ou organizar a vida familiar.

É uma espécie de guia para encontrar emprego na Alemanha e um apelo a que os mais qualificados arrisquem ali o futuro: para tirar dúvidas, há imagens de pessoas sorridentes e o testemunho de uma espanhola que teve sucesso em Dresden.

A ideia é clara: atrair mais jovens, mais profissionais qualificados, para fazer face às vagas de emprego que não encontram candidatos, enquanto outros países europeus formam quadros e não lhes dão saída laboral. O problema da Alemanha é que não tem engenheiros suficientes ou especialistas em ciência, tecnologia e matemática.

A falta germânica é o que sobra a muitos países que estão neste momento com taxas elevadas de desemprego e uma alta percentagem de destruição de empregos. O apelo do governo alemão é apelativo, evidente e orientado, sobretudo sobre que passos precisa de dar para se candidatar com sucesso a um emprego.

Se também quer vingar na Alemanha, então entre aqui.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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06
Jun 12

Governo alemão recorre à internet para recrutar imigrantes

A Alemanha lançou hoje dois sítios na internet para atrair mão-de-obra qualificada e superar a escassez destes profissionais, a qual, conjugada com o envelhecimento da população, ameaça a sua boa saúde económica.

Lançados pelos ministérios do Trabalho e da Economia e da Agência para o Emprego, os sítios dirigem-se ao pessoal qualificado na Alemanha (www.fachkraefte-offensive.de) e ao estrangeiro (www.make-it-in-germany.com).

O primeiro quer facilitar o contacto entre os trabalhadores alemães e as empresas nos sectores onde a procura é forte, como tecnologias, telecomunicações ou medicina.

Com mapas e números, mostra que os Estados ('Lander') de Baden-Wurtemberg, no Sul, e da Renânia-do-Norte-Vestefália, no Oeste, são os que apresentam maiores necessidades de pessoal qualificado e apela a "garantir em conjunto o futuro da Alemanha".

O segundo sítio, disponível em alemão e em inglês, tem por objetivo elogiar a qualidade de vida na Alemanha e facilitar a procura de emprego e instalação aos estrangeiros.

"Com o nosso portal, vamos mostrar aos trabalhadores estrangeiros qualificados porque vale a pena viver e trabalhar na Alemanha. Em particular, queremos mostrar-lhes que são sinceramente bem-vindos", afirmou, em conferência de imprensa, o ministro da Economia, Philipp Rosler, salientando que a iniciativa dirige-se aos Estados da União Europeia, mas também a outros.

O recrutamento de trabalhadores qualificados é uma prioridade governamental, dado que o envelhecimento acelerado da população e o desemprego baixo (6,7% em maio) compromete o futuro da economia alemã.

"Em 2025, a Alemanha, por razões exclusivamente demográficas, terá falta de até seis milhões de pessoas em idade ativa", afirmou, por seu turno, a ministra do Trabalho, Ursula von der Leyen.

"Se ativarmos todos os recursos sem utilização, desde logo no país, mas também cada vez mais no estrangeiro, a Alemanha tem boas possibilidades de permanecer um país forte na concorrência mundial", argumentou.

Já o presidente da Agência para o Emprego, Frank-Jurgen Weise, defendeu, com vista ao aproveitamento do potencial alemão, o aumento da participação no mercado de trabalho das mulheres e dos idosos, a formação dos desempregados e o combate ao insucesso escolar.

Em todo o caso, o recurso aos imigrantes é indispensável. Weise estima em 200 mil o número de trabalhadores estrangeiros qualificados por ano, para satisfazer a necessidade desta mão-de-obra.

A crise que afeta a Europa do Sul está a aproveitar à Alemanha, que está a conseguir atrair numerosos jovens diplomados europeus, sem perspetiva de emprego nos seus países.

Em 2011, esta situação permitiu-lhe acolher o maior número de imigrantes conhecido desde 1996.

Em particular, o número de pessoas provenientes da Grécia, apesar de fraco em valor absoluto, conheceu um crescimento de 90% em relação a 2010, enquanto que o número dos chegados de Espanha cresceu em 52%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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04
Jun 12

Conheça as empresas alemãs que vêm contratar a Portugal

BMW e DSPACE são as duas empresas que vêm, esta semana, a Lisboa contratar engenheiros portugueses.

A BMW e a DSPACE são as duas empresas alemãs que vêm hoje a amanhã a Portugal para recrutar portugueses. Procuram sobretudo engenheiros, nas áreas da mecânica e electrotécnica. A BMW é uma das maiores empresas do ramo automóvel e a DSPACE é a empresa líder mundial no fornecimento de ferramentas de hardware e software para desenvolver sistemas de controle electrónico para diversas indústrias.

O evento de contratação vai decorrer hoje e amanhã, em princípio, nas instalações do Instituto de Emprego e Formação Profissional, em Lisboa. "As empresas alemãs pretendem recrutar já e, por isso, pediram que o evento fosse fechado para que pudessem entrevistar os candidatos adequados ao perfil que pretendem", explica Alice Brandão, directora do serviço de colocações do IEFP e conselheira do EURES, a rede europeia de emprego. O que está previsto é que cada uma das empresas realize cerca de 40 entrevistas de manhã e 40 entrevistas à tarde. A boa notícia é que como é uma área técnica basta dominar o inglês.

Mas se ainda quiser concorrer poderá encontrar as informações no site EURES de Portugal. Basta entrar na página do IEFP e depois clicar em cima do símbolo do EURES. Em Setembro, o IEFP deverá organizar uma nova feira de emprego para a qual deverá convocar empresas alemãs, belgas e de outros países europeus.

Também a empresa alemã Glatthaar-fertigkeller gmbh & co KG quer contratar trabalhadores portuguesas para a construção. Pretendem contratar trabalhadores até aos 45 anos." Somos líderes de construção de caves e procuramos trabalhadores da construção com experiência, até aos 45 anos", sublinha Reiner Heinzelmann, director da empresa. Pode enviar a sua candidatura para reiner.heinzelmann@glatthaar.com.

Alemanha procura pessoas aventureiras
"Procuramos pessoas aventureiras, curiosas e determinadas e que saibam ultrapassar problemas". O convite abre o guia de como viver e trabalhar na Alemanha "Germany, Rigth in the Middle of It". Com um crescimento económico de 3,6%, este é um dos mercados com défice de quadros e pode muito bem ser uma boa escolha se está à procura de emprego. Outra boa notícia é o salário médio do país, que ronda os 3450 euros. Engenharia, saúde, apoio a idosos, apoio domiciliário, hotelaria, restauração e transportes são as áreas onde há mais oportunidades para os portugueses, de acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) português em conjunto com o seu congénere alemão. O organismo português já lançou um programa de recrutamento bilateral com a Alemanha. A primeira iniciativa chamou-se "Dias da Alemanha ", trouxe empregadores alemães a Portugal e contou com 600 participantes. O resultado foram contratações na área de enfermagem e transportes.

Pode encontrar cerca de 400 mil ofertas só no site do instituto de emprego alemão (www.arbeitsagentur.de). A maioria dos anúncios está em alemão, mas há também vagas em inglês. Poderá também encontrar algumas ofertas no site do IEFP. As campainhas soaram quando foi divulgado na Alemanha um relatório que recomendava que se facilitasse a entrada de imigrantes como uma das dez medidas para resolver o problema da falta de quadros qualificados no país. 0s mercados português e espanhol foram referidos como possíveis fontes de recrutamento.

De acordo com o director Executivo da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, Hans-Joachim Böhmer, estima-se o que "o número de pessoas passíveis de desempenharem funções profissionais deverá descer dos actuais 45 milhões para 38 milhões em 2025" . O que significa um défice de quase sete milhões de quadros.

Claro que se tiver algumas luzes de alemão pode concorrer a estas vagas mais facilmente. Mas para isso há diversas ofertas de cursos de formação. A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã promove cursos de 75 horas que garante o domínio básico da língua e a capacidade de entender um diálogo em alemão. Pode ser um bom ponto de partida para concorrer a um emprego. Há também inúmeros cursos no Instituto Goethe e nas escolas alemãs, em Lisboa e no Porto. Também o IEFP reforçou a oferta formativa de língua alemã, uma vez que a principal barreira a ultrapassar é o domínio da língua.

Um milagre na cidade de Schwabisch Hall
Cerca de 14 mil portugueses já concorreram a um emprego na cidade de Schwabish Hall. Só a agência de emprego da cidade recebeu mais de dez mil currículos de portugueses nas últimas semanas. Se a estes somarmos as candidaturas enviadas para as empresas, ao todo mais de 14 mil portugueses candidataram-se a um emprego em Schwäbisch Hall. Esta foi o efeito provocado pela reportagem publicada no suplemento Universidades & Emprego do Diário Económico. Tudo começou com o convite do presidente da câmara ao Diário Económico que, por estar a ter dificuldades em contratar mão-de-obra, decidiu convidar jornalistas de países com elevado desemprego para dar a conhecer as ofertas disponíveis.

Muitas das empresas dizem precisar de tempo para conseguir analisar a onda de currículos que invadiu as suas caixas de correio electrónico. Mas o centro de emprego recebeu, entretanto, pedidos de empresas de outras cidades que estão interessadas em contratar portugueses . Parte dos currículos foi também colocada na base de dados da agência federal de emprego da Alemanha, uma das principais fontes de recrutamento das empresas de todo o país.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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10
Abr 12

Alemanha procura 400 engenheiros portugueses

A Rücker AG está a oferecer aos engenheiros portugueses várias oportunidades laborais que passam por um vencimento atraente, contrato de trabalho sem termo, regalias sociais abrangentes e, para começar, um curso de língua intensivo gratuito. 

No total são procurados 400 engenheiros que disponham, sobretudo, de conhecimentos especializados de Catia - V - 4/5 na área de desenvolvimento de máquinas e veículos, na aeronáutica, na eletrotécnica e no desenvolvimento de equipamentos.

Engenheiros, construtores e projetistas portugueses podem agora usufruir de oportunidades de emprego. É que a Rücker AG, com sede em Wiesbaden (Frankfurt) - mas com operações internacionais - está à procura de mão-de-obra especializada portuguesa, escreve a agência Reuters.

A empresa em causa decidiu lançar um novo projeto para estrangeiros perante a falta de engenheiros naquele país. Por isso, os futuros colaboradores irão receber, na altura do início das suas atividades, um curso intensivo de alemão de dois meses pago pela empresa e, durante este tempo, um subsídio especial para gastos no valor de 1.000 euros. 

Após um período à experiência - de seis meses com um vencimento de 3.000 euros - os novos engenheiros portugueses irão assinar um contrato de trabalho sem termo. Depois de serem colocados numa das filiais alemãs da empresa têm direito a receber um ordenado base mensal de 3.500 euros, fora as regalias adicionais.

Os portugueses interessados podem encontrar informações detalhadas para candidatos na Internet, na página de carreiras da Rücker (http://www.ruecker.de/de,en,career.html) ou em (http://facebook.com/Ruecker.AG) e(https://twitter.com/#!/ruecker_ag).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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02
Out 11

Alemanha é a nova terra de oportunidades

Só a Bosch pretende contratar 200 engenheiros. Existem cem mil ofertas de emprego no site do instituto de emprego alemão.

Procuramos pessoas aventureiras, curiosas e determinadas e que saibam ultrapassar problemas". O convite abre o guia de como viver e trabalhar na Alemanha "Germany, Rigth in the Middle of It". Com um crescimento económico de 3,6%, este é um dos mercados com défice de quadros e pode muito bem ser uma boa escolha se está à procura de emprego. Outra boa notícia é o salário médio do país, que ronda os 3450 euros. Engenharia, saúde, apoio a idosos, apoio domiciliário, hotelaria, restauração e transportes são as áreas onde há mais oportunidades para os portugueses, de acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) português em conjunto com o seu congénere alemão. O IEFP acaba de lançar um programa de recrutamento bilateral com a Alemanha. A primeira iniciativa chamou-se "Dias da Alemanha", trouxe empregadores alemães a Portugal e contou com 600 participantes. O resultado foram contratações na área de enfermagem e transportes.

Pelo menos três hospitais, dois grandes grupos empresariais alemães, duas empresas de transportes e uma empresa a operar no sector da indústria aeronaútica procuram quadros portugueses, frisa o IEFP. Em Novembro haverá nova iniciativa em Faro, dedicada ao sector da restauração e hotelaria.

Só a Bosch está à procura de 200 engenheiros, neste momento, principalmente engenheiros mecânicos. Para concorrer basta aceder ao site do grupo empresarial e responder às ofertas. Outra boa notícia é que basta dominar o inglês para tentar a sua sorte. "Estamos a receber candidaturas de todo o país", revela João José Ferreira, director de recursos humanos da Bosch Termotecnologia. A filial portuguesa está a dar uma ajuda à casa mãe para encontrar as pessoas certas para estas vagas.

Pode encontrar cerca de cem mil ofertas só no site do instituto de emprego alemão (www.arbeitsagentur.de). A maioria dos anúncios está em alemão, mas há também vagas em inglês. Poderá também encontrar algumas ofertas no site do IEFP.

As campainhas soaram quando foi divulgado na Alemanha um relatório que recomendava que se facilitasse a entrada de imigrantes como uma das dez medidas para resolver o problema da falta de quadros qualificados no país. 0s mercados português e espanhol foram referidos como possíveis fontes de recrutamento.

De acordo com o director Executivo da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, Hans-Joachim Böhmer, estima-se o que "o número de pessoas passíveis de desempenharem funções profissionais deverá descer dos actuais aproximadamente 45 milhões para 38 milhões em 2025". O que significa um défice de quase sete milhões de quadros.

"Neste momento a procura é essencialmente de profissionais qualificados, sem experiência ou com pouca experiência, para funções técnicas, especializadas e de nível intermédio em vários sectores", sublinha José Bancaleiro, managing partner da Stanton & Chase.

Para concorrrer a estas vagas o ideal é ter algumas luzes de alemão. Mas para isso há diversas ofertas de cursos de formação. A Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã promove a partir do fim deste mês um curso de 75 horas que garante o domínio básico da língua e a capacidade de entender um diálogo em alemão. Pode ser um bom ponto de partida para concorrer a um emprego. Há também inúmeros cursos no Instituto Goethe e nas escolas alemãs, em Lisboa e no Porto. Também o IEFP reforçou a oferta formativa de língua alemã, uma vez que a principal barreira a ultrapassar é o domínio da língua. Mas há também ofertas de emprego para as quais basta dominar o inglês.

Mário Gaspar é um exemplo de um quadro português que venceu na Alemanha. O primeiro conselho que dá: "deve apostar na aprendizagem da língua alemã". Ou seja, "não tem necessariamente que falar alemão fluentemente, tem sim de falar inglês e considerar que quanto mais depressa conseguir estabelecer contacto na língua alemã, mais rápida será a integração social na empresa e fora dela". Para este engenheiro que trabalha na Bosch, o fundamental é "não desperdiçar a oportunidade de participação num projecto a nível internacional".

"Os alemães são frontais"

A vontade de desenvolver uma carreira internacional já vinha de longe e, assim que Mário Gaspar viu uma oportunidade, aproveitou. O licenciado em Engenharia Electrotécnica já trabalhava na Bosch quando decidiu participar no Junior Managers Program, que o grupo Bosch promove para formar jovens profissionais em gestão e liderança. Passou seis meses no Brasil e depois outro semestre na Alemanha, conta Mário Gaspar. "Esta mudança, desde o clima à língua, passando por conceitos culturais substancialmente distantes, exigiu sem dúvida um esforço adicional no que diz respeito à velocidade na adaptação à cultura alemã", recorda. No entanto, assim que se adaptou, Mário começou a gostar de trabalhar na Alemanha. "A frontalidade com que se abordam os tópicos independentemente do nível a que a discussão se desenrola, a exposição de todas as preocupações no momento certo sem receio de ferir quaisquer susceptibilidades, e o comprometimento das pessoas, foram, para mim, ensinamentos que creio serem factores que promovem o sucesso de qualquer organização esteja ela onde estiver", defende o engenheiro.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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Guia para viver na Alemanha

Quanto vai ganhar, como encontrar um apartamento e outras questões práticas sobre o que vai encontrar naquele país.

Antes de partir, tenha a certeza a de que sabe o que o espera do outro lado da fronteira e verifique se leva todos os documentos necessários. Os serviços internacionais de colocação (ZAF, na sigla em alemão) também podem dar uma ajuda nos primeiros tempos de adaptação.

1. Posso ir trabalhar na Alemanha com os documentos portugueses?
Sim, os cidadãos dos países da União Europeia (exceptuando Malta e Chipre) não precisam de um visto de trabalho para trabalhar na Alemanha.

2. Qual é o salário médio?
O salário médio alemão ronda os 3.450 euros, para alguém empregado a tempo inteiro. No entanto, um engenheiro ganha, em média, antes dos impostos, 4.340 euros por mês, um médico entre 6.500 e 8.000 euros e uma cabeleireira cerca de 1.500. O custo de vida varia muito consoante a cidade onde se vive.

3. Como é o sistema de segurança social?
A segurança social alemã inclui o sistema nacional de saúde, cuidados de infância, segurança em caso de acidente, pensão e desemprego. A contribuição para o sistema de saúde é descontada do salário, numa percentagem de cerca de 7%.

4. Como encontro um apartamento?
Os anúncios de aluguer ou venda de propriedades estão listados em códigos, nos jornais. O melhor é pedir a um amigo ou colega que os decifre, ou então publicar o seu próprio anúncio. Outra alternativa é dirigir-se a uma agência imobiliária.

5. Posso guiar o meu carro na Alemanha?
Sim, desde que o registe na Divisão de Registo de Veículos mais próxima e que tenha um seguro automóvel que seja válido na Alemanha. Poderá encontrar o guia completo em www.ba-auslandsvermittlung.de.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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