26
Jan 15

Desempregados entre 18 e 29 anos podem candidatar-se a apoios do IEFP

Os desempregados entre os 18 e os 29 anos podem, a partir de hoje, candidatar-se a apoios do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) destinados à sua integração no mercado laboral.

A medida Emprego Jovem Ativo, que se insere no programa Garantia Jovem, destina-se a jovens com idade entre os 18 e os 29 anos, inscritos como desempregados nos serviços do IEFP.

O Emprego Jovem Ativo consiste no desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho por jovens em situação de desfavorecimento face ao mercado de trabalho, conjuntamente com jovens mais qualificados.

As atividades a desenvolver podem ser dinamizadas por entidades públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, mediante a apresentação de um projeto integrado de atividade conjunta destes jovens, com a duração de seis meses, e que inclua a designação de um orientador responsável pelo acompanhamento.

Os destinatários terão direito a uma bolsa mensal (que varia em função do nível de qualificação mas que não ultrapassa 1,3 vezes o valor do Indexante de Apoios Sociais [419,22 euros]), refeição ou subsídio de alimentação e seguro de acidentes pessoais, inteiramente comparticipados pelo IEFP.

O Emprego Jovem Ativo constitui, segundo o IEFP, "uma nova forma de dinamizar a integração social e profissional dos jovens que por diversos motivos se encontram afastados, quer da escola, quer do mercado de trabalho".

As informações sobre as condições de candidatura, de acesso ao Emprego Jovem Ativo e ao regulamento específico estão disponíveis, a partir de hoje, na página oficial do instituto na Internet.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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26
Jan 15

Sector dos moldes sem desemprego. Técnicos qualificados precisam-se

O sector dos moldes não regista desemprego e continua a precisar de mais técnicos qualificados, afirma o presidente da Associação Nacional da Indústria de Moldes (Cefamol).

"Felizmente, no nosso sector, não existe desemprego", afirmou à agência Lusa João Faustino, acrescentando que devido "ao crescimento que o sector teve nos últimos anos" não há "mão-de-obra disponível no mercado para fazer face às necessidades das empresas".

Segundo João Faustino, as empresas têm feito acordos com politécnicos e universidades no sentido de admitirem jovens, primeiro para realizarem estágios e depois encetarem o processo de recrutamento.

"Ainda assim não chega", constatou o dirigente, apontando, além de quadros com formação superior, a necessidade premente de técnicos com formação profissional.

Destacando a existência de acções no sentido de divulgar o sector e a engenharia no ensino secundário, o presidente da Cefamol, associação que completou 45 anos em 2014 e conta com 135 associados, afiançou que jovens recém-formados com "valências com capacidade para trabalhar nesta actividade têm emprego".

A necessidade de recursos humanos é tão mais urgente quando se constata o investimento que a indústria de moldes tem realizado.

"De uma maneira geral, o sector tem investido bastante nos últimos anos em novas tecnologias e novos equipamentos, mas também surgem diversos projectos de ampliação ou construção de novas instalações", salientou a Cefamol.

Para João Faustino, o investimento "espelha um pouco a esperança na actividade da empresa", mas também "o que tem sido os últimos anos face ao crescimento e o desafio que as empresas têm encontrado para se posicionarem tecnologicamente numa vertente mais produtiva e mais acelerada para responder às necessidades que são solicitadas".

Questionado sobre que medidas gostaria que o Governo tomasse para o sector, João Faustino reconhece a importância de se "facilitar a abertura de portas em mercados internacionais", notando haver "muitas dificuldades" em chegar ao mercado brasileiro.

"Cobra-se uma taxa de importação muito elevada e isso faz com que os moldes portugueses depois percam a competitividade", declarou João Faustino, esperançado na diminuição das taxas aduaneiras, mas admitindo que esta tenha de ser uma acção concertada ao nível da União Europeia.

A nível fiscal, considera importante ultrapassar a questão de reaver o IVA por parte das empresas que produzem moldes que ficam no país.

"A empresa só para reaver o IVA envia o molde ao seu cliente [para o estrangeiro] e o cliente exporta para Portugal", declarou, considerando que este obstáculo "deveria ser eliminado" no mais curto espaço de tempo.

A Cefamol pede, ainda, a definição quanto ao 'cluster' "Engineering & Tooling", "na continuidade de uma estratégia já iniciada de promoção dos moldes nacionais no estrangeiro e no desenvolvimento tecnológico desta indústria".

fonte:http://rr.sapo.pt/inf

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25
Jan 15
25
Jan 15

Número de ofertas de emprego cai 16% em dezembro

O número de desempregados inscritos nos centros de empregado caiu no final de dezembro do ano passado, em relação ao mesmo mês de 2013, mas o número de ofertas de emprego disponíveis também diminuiu.

Ao todo, segundo os dados divulgados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), foram contabilizados 598.581 inscritos nos centros de emprego, número que representa uma queda de 13,3% face ao mêshomólogo (o equivalente a menos 91 mil pessoas) e um ligeiro aumento, de 0,1%, em relação ao mês anterior (mais 498 pessoas).

Também o número de casais inscritos nos centros de emprego diminuiu, de 12.714 em dezembro de 2013 para 11.969 em dezembro do ano passado.

Apesar destas melhorias, as ofertas recebidas pelos centros de emprego totalizaram 10,6 mil em todo o país, uma queda homóloga de 1,9% e menos 16% do que em novembro. A quebra de mais de 2 mil ofertas poderá explicar-se pelo emprego sazonal, já que os anúncios para o trabalho temporário na altura do Natal são, geralmente, publicados ainda em outubro e novembro.

Ao mesmo tempo, aumentou o número de ofertas de emprego por satisfazer. No final de dezembro, eram 18.996, mais 9,3% do que no mês homólogo e menos 5,3% do que no mês anterior.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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19
Jan 15

Saiba como se candidatar a uma vaga numa companhia aérea

A Ryanair já começou as sessões de recrutamento este ano em Portugal e anunciou que quer contratar 250 portugueses em 2015. A Emirates realiza um ‘open day’ este mês.

As companhias aéreas internacionais têm sido uma grande ajuda para os jovens portugueses fugirem ao desemprego e à falta de perspectivas profissionais no país. Ainda na semana passada a Ryanair voltou a anunciar mais 250 contratações de portugueses em 2015 e tem já sessões de recrutamento a decorrer em Lisboa e no Porto. Também a Emirates Airlines, que recruta habitualmente em Portugal, tem duas sessões de recrutamento agendadas para este mês, embora sem divulgar (como é habitualmente a sua política) quantas vagas tem para portugueses (ver caixas ao lado).

Têm sido muitos os jovens contratados, quer pela Ryanair, quer pela Emirates, para comissários e assistentes de bordo e alguns pilotos. Embora com menos regularidade, também a Qatar Airlines já tem vindo recrutar ao nosso país e este ano deverá voltar, uma vez que anunciou a abertura de uma rota para Portugal em 2015. No entanto, até ao momento, ainda não divulgou datas para as sessões de recrutamento.

Desde 2008, a Groundlink, responsável pelas contratações em Portugal para a companhia irlandesa Ryanair, já recrutou mais de dois mil tripulantes de bordo para a companhia irlandesa. O salário médio mensal oferecido por esta companhia é de aproximadamente mil a 1.400 euros livres de impostos por mês , com contrato de três anos.

A abertura de rotas de ligação directas a Portugal e a necessidade de ter pessoas que falem português para outros destinos de língua oficial portuguesa justificam esta necessidade das companhias de aviação de recrutar portugueses para as tripulações dos aviões. E a adesão dos jovens a estes dias de recrutamento das companhias aéreas tem sido grande.

Para concorrer, o mais importante é ter uma excelente fluência em inglês e a aparência e condição física, além de disponibilidade para viver no estrangeiro. Quanto a habilitações, o 12º ano é normalmente a formação exigida.

O processo de recrutamento da Ryanair está a cargo da Groundlink, que dá formação em inglês, aviação e preparação para os 'open days'. Os portugueses que vão trabalhar para estas companhias agradam pelo seu "à-vontade com línguas e pela simpatia", afirma uma fonte da Groundlink ao U&E, citando o que costuma referir o presidente da companhia, Michael O'Leary. No caso da Emirates, são os próprios responsáveis da companhia que vêm fazer a selecção e recrutamento a Portugal.

Como me posso candidatar aos 'open days'

As companhias anunciam as suas sessões de recrutamento online nos seus sites, que são normalmente detalhados e bem organizados, e estas depois vão-se espalhando pelos portais de emprego. Os candidatos só têm de se inscrever primeiro online no site para poderem ir ao 'open day'.

Normalmente, os 'open days' são em hotéis, começam logo de manhã, e os candidatos são submetidos a provas de inglês e a uma entrevista, podendo aproveitar para esclarecer todas as dúvidas que tiverem.

Além dos 'open days', a Emirates tem os 'invitation only' onde só vão os candidatos que forem seleccionados previamente, após uma filtragem já feita pela companhia, que chegou a Portugal em Julho de 2012 com a abertura da rota directa Lisboa-Dubai.

Para trabalhar na Emirates Airlines - que tem já mais de 400 portugueses a trabalhar nas tripulações dos seus aviões - os candidatos têm de ter 21 anos, e o conhecimento de outras línguas é uma importante mais-valia. A companhia do Dubai avisa que não sendo obrigatório ter experiência profissional como assistente de bordo, é desejável a experiência dos candidatos em serviços de atendimento ao cliente.

A companhia do Dubai oferece condições acima da média, uma vez que o salário é isento do pagamento de impostos naquele país, o alojamento é gratuito, havendo ainda direito a outros benefícios e oportunidades de evolução na carreira.

Com a oferta deste tipo de condições, são muitos os jovens portugueses a candidatar-se a um lugar nestas companhias. E no caso dos que vão trabalhar para a Emirates e passam a ter residência no Dubai, a diferença de estilo de vida é grande. Se, em muitos casos, alguns jovens o fazem para abraçar uma profissão que os seduz e que lhes permite conhecer novos povos e culturas, outros fazem-no apenas porque precisam de encontrar um emprego e há quem nunca tenha imaginado em ir viver para tão longe. Alguns chegam mesmo a abandonar os cursos para embarcar num emprego bem pago numa companhia de aviação, jogando antecipadamente pelo seguro.

 

COMPANHIAS QUE MAIS RECRUTAM EM PORTUGAL

Ryanair vai contratar 250 portugueses

A Ryanair vai recrutar 250 pessoas em Portugal em 2015. Para o efeito, a companhia teve uma sessão de recrutamento a 16 de Janeiro no Porto e terá duas, a 23 de Janeiro e 5 de Fevereiro, em Lisboa. Os interessados devem enviar o CV em inglês para admin@groundlink.pt.

Emirates Airlines vem a Portugal dia 24 e 29

A companhia do Dubai anunciou que vem a Lisboa a 24 deste mês para um 'invitaion only' day' e ao Porto a 29 para um 'open day'. Este último será no Sheraton a partir das 9h. Se está interessado pode apresentar a sua candidatura online em www.emiratesgroupcareers.com/.

Nova rota da Qatar Airlines abrirá vagas

A companhia do Qatar quer abrir uma rota para Portugal no final de 2015 pelo que se prevê que recrute este ano em Portugal. Para já, a Qatar Airlines não divulgou informação sobre o recrutamento em Portugal. Se quiser saber mais ou mesmo fazer uma candidatura espontânea, vá a careers.qatarairways.com.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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19
Jan 15

Conheça os profissionais que o mercado vai procurar em 2015

Comerciais, engenheiros e profissionais de Tecnologias de Informação serão os perfis mais procurados este ano, revela o Guia do Mercado Laboral da Hays para este ano.

As notícias são boas: 70% dos empregadores tencionam recrutar novos colaboradores para as suas empresas em 2015, segundo o Guia do Mercado Laboral da Hays para 2015, que inquiriu mais de 700 empregadores em Portugal. Profissionais das Tecnologias da Informação (TI), comerciais e engenheiros serão os perfis mais procurados.

De acordo com a edição deste ano do Guia Laboral da Hays, as empresas querem contratar mais colaboradores, em 2015, "devido a planos de crescimento em território nacional e também no estrangeiro".
Por outro lado, a percentagem de profissionais que consideram a hipótese de mudar de emprego caiu para 75%, o valor mais baixo alguma vez registado nestes inquéritos, revela o mesmo inquérito.

"Aproximam-se momentos de enorme dinamismo no mercado de trabalho português, mas também desafios inéditos", afirma Paula Baptista, managing director da Hays Portugal. "A percentagem de empresas que pretendem contratar ultrapassa as perspectivas mais optimistas. No entanto, há menos profissionais dispostos a mudar de emprego e muitos pensam mesmo sair do país. As empresas que queiram crescer terão de competir já este ano para atrair e reter os melhores".

Esta edição do Guia do Mercado Laboral tem como base inquéritos efectuados junto de 3.701 profissionais qualificados e 705 empregadores, além de milhares de entrevistas e reuniões realizadas pela Hays ao longo do ano, junto de candidatos e empresas em todo o país.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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