22
Ago 13
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Ago 13

Mais 44% de professores inscritos nos centros de emprego

A classe dos professores foi a que registou maior aumento percentual de inscritos nos centros de emprego, onde as inscrições, em julho, aumentaram 44% em relação a igual período de 2012.

No mês passado, 14714 professores do ensino secundário, superior ou que desempenhavam funções similares inscreveram-se num centro de emprego do país, segundo o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que indica ainda que apenas dez conseguiram encontrar trabalho.

Em termos percentuais, os docentes foram os que mais sofreram com o desemprego, tendo registado um aumento de 44% em relação a igual período do ano passado, altura em que se inscreveram 10221, revela o relatório mensal do IEFP.  

No entanto, esta classe não é exceção, já que o desemprego cresceu entre quase todos os grupos profissionais. No total, em julho inscreveram-se 62949 desempregados (quase mais 33 mil pessoas que em igual período do ano passado).  

Depois dos docentes, surge o pessoal dos "quadros superiores da administração pública", que registou um aumento de 39,6%.  

Em julho havia cinco grupos profissionais que representavam mais de metade (52%) dos desempregados inscritos no continente: "Pessoal dos serviços, de proteção e segurança" (84261); "Trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio" (73625); "Empregados de escritório" (64786); "Operários e trabalhadores similares da indústria extrativa e construção civil" (60481) e "Trabalhadores não qualificados das minas, construção civil e indústria transformadora" (54056).  

Em relação às ofertas de emprego, o IEFP informa que não foram ocupadas 18452 vagas, o que representa um aumento de 61,6% em relação a 2012.  

A "administração pública, educação, atividades de saúde e apoio social" estava entre as atividades económicas com mais ofertas disponibilizadas no continente. No total, havia 1062 vagas (em julho do ano passado eram 948).  

No entanto, o número de docentes colocados é muito residual: apenas dez professores conseguiram arranjar emprego. Já comparando com igual período de 2012 nota-se um ligeiro aumento (no ano passado foram apenas três).  

As "atividades imobiliárias, administrativas e dos serviços de apoio", "comércio por grosso e a retalho", "alojamento, restauração e similares" e a "construção" são as outras quatro atividades económicas com mais ofertas.  

O número de docentes inscritos nos centros de emprego tem vindo a aumentar. No ano passado, por exemplo, o número de inscritos mais do que duplicou em relação a igual período de 2011, sendo o grupo profissional com um aumento mais significativo.  

fonte.http://www.jn.pt/P

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11
Ago 13
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Ago 13

Enfermeiros, financeiros e informáticos encontram emprego mais depressa em Londres

Enfermeiros, financeiros e engenheiros informáticos portugueses que emigram para Londres conseguem emprego no espaço de um mês, mas outros profissionais qualificados, como professores ou artistas, são forçados a arranjar biscates, apurou uma investigadora académica. 

"Os enfermeiros chegam já com emprego porque são recrutados em Portugal e os IT, [técnicos de tecnologias de informação] mesmo fora da área específica, conseguem encontrar no sector deles", diz Cláudia Pereira à agência Lusa. 

O facto de Londres ser um dos principais centros financeiros mundiais atrai e absorve rapidamente muitos portugueses com qualificações para este ramo, como economistas, afirma. 

Porém, também verifica que outros licenciados, como professores, nutricionistas, artistas de teatro, música, cinema ou dança, contabilistas, educadores de infância e assistentes sociais têm maior dificuldade em encontrar trabalho na sua área profissional. 

Muitos recorrem a empregos temporários em cafés, restaurantes ou museus para se sustentarem enquanto completam os processos administrativos para poderem exercer ou melhoram o domínio da língua inglesa, permanecendo nestas funções durante meses ou mais de um ano. 

Estas observações foram feitas por Cláudia Pereira no âmbito de uma pesquisa académica de pós-doutoramento que está a realizar sobre a emigração portuguesa no Reino Unido dos últimos anos, que decidiu centrar nos profissionais qualificados. 

"Desde 2009, 2010, após a crise na Europa, a emigração decresceu para países como Espanha e Suíça, mas aumentou para o Reino Unido e é actualmente o sítio na Europa para onde estão a emigrar mais portugueses", afirma à Lusa. 

De acordo com as estatísticas do Ministério do Trabalho britânico, as inscrições na segurança social, essencial para todos os candidatos a emprego no país, desde 2007 que registam uma média anual de cerca de 12 mil novos portugueses. 

Porém, em 2011 este valor disparou para 16,35 mil, um aumento de 26 por cento, e só no primeiro trimestre de 2012, o período mais recente disponível, foram confirmadas 5,42 mil novas inscrições de portugueses para trabalhar. 

Além de uma abordagem quantitativa, Cláudia Pereira, que é formada em Antropologia, pretende usar métodos sociológicos. 

Por isso fez dezenas de entrevistas na capital britânica a vários portugueses que emigraram, alguns dos quais acompanhou ainda antes da partida de Portugal. 

"Os qualificados normalmente emigram porque não têm trabalho na própria área profissional, como os enfermeiros, ou porque querem progredir na carreira e ter novas experiências que não sentem ter em Portugal, como os financeiros e engenheiros informáticos", adianta. 

Vários são os casos que encontrou de insucesso e regresso a Portugal por falta de adaptação ou por fracasso no mercado de trabalho, por vezes com a situação agravada porque acumularam dívidas com os custos elevados de transportes e alojamento em Londres. 

Noutras situações, o sucesso e realização profissional não preenchem o vazio deixado pela distância da família, amigos e do país, relata a investigadora do ISCTE, que tem uma colaboração com a universidade de Southampton. 

"Saíram de casa dos pais, vivem em casa com outras pessoas, viajam muito mais, mas", revela Cláudia Pereira, "todos eles frisaram que não sentem ser mais felizes do que os colegas que ficaram em Portugal porque estes têm churrasco ao domingo e têm os amigos ao pé".

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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09
Ago 13
09
Ago 13

Economia cria empregos mal pagos

Entre os 72 400 novos empregos, há 7 900 que pagam menos de 310 euros por mês, abaixo do nível da pobreza

A taxa de desemprego caiu, mas o país criou 7 900 empregos que auferem menos de 310 euros por mês. 

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística, há ainda 48 200 novos postos de trabalho, que não distribuídos por escalão de rendimentos porque os inquiridos não responderam sobre quanto foram auferir.

Nas estatísticas do emprego, é possível perceber que o trabalho em part-time cresceu: são já 651 800; e os fenómenos de subemprego também, que cresceu 4,8%, em relação ao primeiro trimestre do ano, para 270 400. 

Certo é que o número de pessoas empregadas aumentou (1,6%), também em comparação com os primeiros três meses do ano, o que significa que mais 72 400 têm trabalho.

É resultado do verão e do trabalho sazonal. Só na agricultura, foram criados 48 mil novos postos de trabalho.

No site oficial do Instituto de Emprego e Formação Profissional, são várias as propostas publicadas online.

Quase todas de trabalho temporário, que rondam o valor do salário mínimo nacional, não só na agricultura mas também na restauração e hotelaria.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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04
Ago 13
04
Ago 13

A Portucel tem 50 estágios remunerados

A Portucel Soporcel tem 50 vagas para estágios remunerados, de 12 meses, com licenciados em engenharia química, mecânica, eletrónica, ambiental, de materiais, bioquímica e informática, bem como jovens com cursos profissionais de nível 4/5, nas áreas de eletrónica, automação e mecatrónica.

As vagas são para as unidades da empresa em Cacia (Aveiro), Figueira da Foz e Setúbal.

Os interessados podem-se candidatar através do site da Portucel Soporcel, até ao dia 10 de agosto.

A Portucel Soporcel fabrica e comercializa papel, nomeadamente o papel Navigator para impressoras.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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