27
Jun 13
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Jun 13

Nestlé vai contratar 20 mil pessoas

A Nestlé anunciou que pretende recrutar para as suas fábricas 20 mil pessoas. Laurent Freixe, director a nível da Europa, a presentou o plano ao comissário europeu do Emprego, Assuntos Sociais e Inclusão, Laszlo Andor, durante o Conselho Europeu que decorre, esta quinta-feira, em Bruxelas. 

“Os governos não podem resolver o problema do desemprego sozinhos. No contexto actual, em que a Europa está a envelhecer e a ficar endividada, a Europa precisa que os seus jovens trabalhem”, afirmou Laurent Freixe. 

A Nestlé planeia oferecer emprego a 10 mil pessoas, abaixo dos 30 anos, até 2016, e desenvolver um programa para outros 10 mil estágios. 

“Espero que a nossa empresa inspire outras para se tornaram parte da solução. Ao investir na Europa, ao crescer na Europa, acreditamos que estamos podemos estar a potenciar o nosso negócio, mas também a ajudar a sociedade”, justificou. 

O combate ao desemprego entre os jovens e o estímulo da economia através do apoio às pequenas e medidas empresas (PME) são os dois grandes temas do Conselho Europeu. Em relação ao desemprego, a cimeira deve reiterar a intenção já anunciada em Fevereiro de destinar seis mil milhões de euros do orçamento comunitário para o período entre 2014 e 2020 para as regiões em que a taxa de desemprego entre os jovens seja superior a 25%. 

Cerca de 5.6 milhões de jovens não têm trabalho na União Europeia, o que equivale a uma taxa de 23%.


fonte:http://rr.sapo.pt/i

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18
Jun 13
18
Jun 13

Estudo identifica novas oportunidades de emprego em Portugal

“Estratégia para a promoção do emprego e a dinamização do desenvolvimento local enquanto factor de inclusão social" é o nome do documento promovido pela Cáritas Portuguesa, que aponta a agricultura, as artes e os ofícios tradicionais como algumas áreas para garantir emprego.

São 15 as propostas avançadas num estudo que vai ser apresentado esta terça-feira em Lisboa, com vista a erradicar a pobreza e a exclusão social em Portugal. 

O trabalho é promovido pela Cáritas Portuguesa, com o apoio do Fundo Social Europeu, e avança novas respostas às alterações climáticas, ao envelhecimento da população e à predominância do sector financeiro. 

Com o título "Estratégia para a promoção do emprego e a dinamização do desenvolvimento local enquanto factor de inclusão social", é na inovação social que é feita a grande aposta. 

O estudo considera a meta de Portugal no que toca à redução da exclusão social pouco ambiciosa: chegar aos 8% das pessoas nesta condição até 2020. 

A resposta, defende o documento, passa por uma aposta na economia social, já responsável por 7% da taxa de emprego do país. Mas esta deve deixar de ser altamente dependente de apoios públicos, o que já não é sustentável. Tem de mobilizar riqueza privada e de gerar valor acrescentado. 

Agricultura, artes e ofícios tradicionais, reabilitação urbana e de monumentos e serviços às famílias são algumas das áreas com forte potencial de empregabilidade. 

Por exemplo, recuperando os ofícios de carpinteiros, serralheiros, engraxadores e vendedores ambulantes, por exemplo, bem como o de motorista sem viatura, que conduz o carro de alguém que já não o pode fazer. 

Outra área prioritária é a economia ambiental, com a criação do que se chama “empregos de colarinho verde”, como a reparação e reutilização de materiais, o paisagismo, a agricultura orgânica e trabalho nas energias renováveis. 

Destaque ainda para o sector branco, que se move na saúde e na assistência social, onde o envelhecimento da população tem criado cada vez mais oportunidades, e para as empresas de inserção, que criam empregos na prestação de serviços para quem tem menos competências ou deficiência física ou mental. 

O estudo sugere ainda a criação da Bolsa de Projectos – potenciais negócios reunidos em incubadoras regionais, que promovem a formação dos interessados e canalizam financiamento. 

Para o sucesso desta solução são necessárias políticas mais favoráveis, ao nível dos impostos e da regulação, avança ainda o documento, que vai ser apresentado na presença do governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, e do ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares. Estão ainda convidados o Presidente da República, Cavaco Silva, e o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira. 

O presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio da Fonseca, é o convidado do programa "Terça à Noite", de hoje. Para ouvir na Renascença, depois do noticiário das 23h00.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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15
Jun 13

Mais de 14 mil ofertas do centro de emprego ficaram por preencher em Maio

As ofertas de emprego por preencher totalizavam em Maio 14.400, um acréscimo de 40,9% face ao mês homólogo e mais 8,4% do que em Abril (13.281), segundo o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Na informação sobre o mercado de emprego divulgada mensalmente, o IEFP indica que as actividades económicas com mais expressão nas ofertas foram: actividades imobiliárias e administrativas, restauração e alojamento, comércio por grosso e retalho, administração pública, educação, saúde e apoio social e agricultura, caça e pesca.

Estas actividades representam quase 60% das ofertas.

Foram colocadas 8.093 pessoas, o que representa mais 42,5% em termos homólogos, sendo mais relevantes os grupos dos serviços, protecção e segurança, trabalhadores não qualificados das minas, construção civil e indústria transformadora, trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio, outros operários e artífices e trabalhadores qualificados da agricultura e pesca.

Em Maio, o número de desempregados apresentou uma variação homóloga de 9,7% (mais 61.983 inscritos), sendo o sexo masculino o mais afectado, com um acréscimo de 11%.

Os desempregados inscritos há mais de um ano aumentaram 31,5% e os que procuram o primeiro emprego avançaram 22,8% face ao mês homólogo.

Em termos de escolaridade, verificou-se um agravamento em todos os níveis, comparativamente ao mês homólogo, embora tenham registado variações negativas face a Abril.

fonte:Lusa/SOL

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15
Jun 13

Centros de emprego com 61893 novos inscritos em maio

O número de desempregados registado em maio aumentou 9,7% em termos homólogos, com mais 61.893 inscritos nos centros de emprego, recuando 3,5% face a abril, segundo a informação mensal do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

No final do mês de maio estavam inscritas nos centros de emprego 703.205 pessoas, menos 25.307 do que em abril, correspondendo a um total de 887.666 pedidos de emprego no último ano.

Ao longo do mês, inscreveram-se 54.566 desempregados, o que representa uma queda homóloga de 4% (menos 2.269 pessoas) e um decréscimo de 5,9% face ao mês de abril.

A descida foi generalizada em todas as regiões, com destaque para a Madeira (-10,5%), sendo os Açores a única exceção com mais 22,6%.

O "fim de trabalho não permanente" foi o principal motivo para a inscrição, representando quase 33% do total de desemprego em maio.

Em termos anuais, a nível regional, o desemprego subiu em todo o país, especialmente nos Açores (22,4%), Alentejo (12,9%) e Centro (12,3%), mas desceu face ao mês de abril, diminuindo 11,4% no Algarve e 6,6% no Alentejo.

fonte:http://www.jn.pt/P

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14
Jun 13
14
Jun 13

Os 11 projectos que vão criar 700 empregos e manter mais de 4.000 em Portugal

OGMA, Gallovidro, CASFIL ou a EPDM são quatro das empresas responsáveis pelos projectos de investimento aprovados pelo Governo.

A Empresa de Perfuração e Desenvolvimento Mineiro (EPDM) é a responsável pelo plano que pretende criar mais empregos no seio dos 11 investimentos anunciados esta sexta-feira por Paulo Portas. O projecto, cujo objectivo é criar uma unidade para prestar serviços de prospecção mineira, em Aljustrel, irá gerar 168 postos de trabalho.

 

Da indústria da aeronáutica, a OGMA, em Vila Franca de Xira, irá manter 1.486 postos de trabalho, justificando a criação de 137 empregos.

 

Estes são dois exemplos das 11 empresas que, no seu todo, vão investir um valor global de 280 milhões de euros, criando um total de 700 postos de trabalho e mantendo outros 4.387, conforme aponta uma nota enviada às redacções pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.

 

1) BDP – Biodiânimca Dental Products

A empresa pretende criar uma unidade produtiva para fabricar produtos de odontologia e ortodontia, com o objectivo de posterior venda para mercados externos, sendo que o Brasil será o inicial. Serão criados 80 postos de trabalho em Figueiró dos Vinhos.

 

2)  CASFIL – Indústria de Plásticos

Em Santo Tirso, manter-se-ão 214 empregos e criar-se-ão outros 80 para a construção de uma nova unidade industrial dedicada ao fabrico de uma nova geração de filmes plásticos para embalagens flexíveis.

 

3) EPDM – Empresa de Perfuração e Desenvolvimento Mineiro

Uma nova unidade para prestar serviços de prospecção mineira em Aljustrel terá de criar 168 novos empregos.

 

4) Groz-Beckert Portuguesa

Serão produzidos três novos tipos de agulhas industriais de gama alta, a aplicar no sector têxtil, em Vila Nova de Gaia, contando-se, para iss,o com a permanência de 658 postos de trabalho e a criação de 15.

 

5) Gallovidro

Serão mantidos 301 empregos para a Gallovidro reconstruir, na Marinha Grande, um forno e modernizar as linhas de produção para o fabrico de embalagens de vidro.

 

6) Hutchison Borrachas de Portugal

O aumento da capacidade da unidade industrial justifica a criação de 87 novos postos de trabalho e a manutenção de outros 164, em Campo Maior.

 

7) Hutchison Porto – Tubos Flexíveis

A manutenção de 198 empregos e a geração de 40 novos postos de trabalho fazem parte do objectivo da empresa que irá construir uma nova unidade para fabricar tubos de borracha para a indústria automóvel.

 

8) OGMA – Indústria Aeuronáutica de Portugal

Em Vila Franca de Xira, haverá inovação nos processos da unidade já existente, o que justifica a permanência de 1.486 empregos, a que se juntar-se-ão 137 novos funcionários.

 

9) Somincor – Sociedade Mineira de Neves Corvo

Para a mina de Neves Corvo, em Castro Verde, será necessário criar 68 empregos, a que se acrescentam os 962 que se mantêm em funções, para completar o aumento da capacidade de produção da mina.

 

10) S.Roque – Máquinas e Tecnologias a laser

Em Famalicão, a capacidade de produção das máquinas de impressão têxtil será aumentada, o que criará mais 15 empregos e manterá outros 201.

 

11) Endutex – Revestimentos Têxteis

A introdução de uma nova linha de produção de processamento de matérias-primas pretende manter 203 postos de trabalho e gerar mais 10, em Santo Tirso.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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09
Jun 13

Cinco receitas dadas por empresários para conquistar um emprego

No final do primeiro trimestre, o país tinha 166 mil jovens (15-24 anos) sem trabalho e na faixa etária logo acima (25-34 anos) havia mais 270 mil desempregados. Estes dois grupos representam 45,8% dos 952.200 portugueses sem emprego. Os responsáveis máximos de três empresas de sucesso apontam cinco receitas para convencer os empregadores e dizem que dispensam bem as ajudas do Estado à contratação, chegando mesmo a sugerir o fim do subsídio de desemprego para combater a tentação de só procurar trabalho quando o Estado já não dá abrigo. 

Respondendo positivamente ao desafio feito pela Universidade Lusíada de Famalicão, os responsáveis máximos da Salsa, Mabera e Kung Portuguesa abriram o livro dos critérios que presidem à escolha de candidatos. Do outro lado, na plateia reunida no âmbito do workshop “O Talento és Tu!”, estiveram cerca de quatro dezenas de jovens e desempregados à procura de uma luz ao fundo do túnel. 

1. Persistência
“Há uma coisa indispensável num candidato: atitude e capacidade de iniciativa. Faço entrevistas em que há candidatos a dizerem que querem uma oportunidade para provar do que são capazes. Dizem-me para os testar, dar-lhes uma oportunidade. Mas a maior parte não faz isso. A maior parte diz “eu sou bom porque tenho um canudo”, afirma Manuel Ramos, presidente da têxtil Mabera. “É essencial saber o que queremos fazer na vida. Todos vocês têm potencialidades. Podem não saber ainda o que querem, mas isso também depende do ambiente em que se encontram. Depende se conhecem muitas ou poucas pessoas inspiradoras”, refere Filipe Vilanova, dono da Salsa, uma das marcas de roupa de maior sucesso em Portugal, com dezenas de lojas espalhadas pela Europa e por outros continentes, e que tem a sua sede em Famalicão. “Nunca se deve desistir. Devemos repetir para nós mesmos que vamos ser persistentes todos os dias”, acrescenta.

2. Currículos e entrevistas
Manuel Ramos, presidente da têxtil Mabera, especializada em tinturaria e acabamentos, dá um conselho muito prático. “Em relação aos currículos (CV), há um erro gravíssimo. Os candidatos mandam o ónus para o lado das empresas. Temos milhares de CV e quem é que responde? Mandem os CV, mas procurem a resposta, batam à porta. Já contratei uma jovem que foi teimosa que bateu à porta três vezes num ano. Não desistiu”. Quanto ao conteúdo dos CV, Vasco Figueira, que dirige os destinos da Kung Portuguesa, filial de uma multinacional suíça especializada em vestuário técnico, pede uma formação académica de referência a qualquer candidato, mas isso não basta. "A experiência ensinou-nos que o aluno de 20 pode não ser o melhor técnico”. Aceitaria ouvir e implementar uma boa ideia de um jovem candidato a um emprego na sua empresa? “Já me aconteceu em diversas ocasiões entrevistar candidatos que nem sabiam em que empresa se encontravam naquele momento ou nada sabiam sobre ela, nem o setor de atividade da mesma. Assim sendo, pergunto-me como é que alguém que nunca foi a uma empresa pode conhecer a realidade da mesma para lhe propor ideias ou projetos”, afirmou Manuel Ramos.

3. Inteligência emocional
“Tentamos ser o mais específicos possível relativamente à função para a qual contratamos. Mas o critério mais decisivo é o caráter das pessoas. A inteligência emocional é essencial, mais do que a inteligência cognitiva. Toda a gente tem imensos MBA e pós-graduações, mas a capacidade relacional e de trabalho em equipa acaba por ser o mais importante para marcar a diferença”, sublinha Filipe Vilanova. Vasco Figueira confessa que a sua empresa tem uma cultura muito exigente nessa matéria, porventura fruto da influência suíça da casa-mãe. “O comportamento relacional é importantíssimo. O período de adaptação ditará se o candidato ultrapassa essa prova. Chegámos a dispensar candidatos que mostraram não estar à altura desse critério do comportamento. É sempre embaraçoso, mas não abdicamos nesse ponto”, afirma o responsável máximo da Kung Portuguesa, um engenheiro de formação que trabalha há décadas no setor têxtil.

4. Cultura e formação
“Nos últimos anos, temos também dado grande importância à cultura geral do candidato", refere Vasco Figueira. A escola de recrutamento na Kung aponta para o perfil de um profissional que saiba falar línguas, entendendo também as realidades diferentes do Rio de Janeiro, Pretória ou Moscovo. "É aflitivo o desconhecimento total dos candidatos sobre o que se passa no mundo", lamenta. “Leiam e informem-se o mais possível. É tudo fundamental para trabalhar e abrir novas perspetivas quando procuramos emprego”. Para Vasco Figueira, a capacidade de adaptação a novas realidades é essencial num mundo dos negócios em que é frequente mudar de tática ao longo do tempo, tornando a cultura geral num requisito fundamental em empresas que trabalham em geografias e culturas diversas. “Pergunto muitas vezes aos candidatos se usam o computador só para jogos ou se sabem utilizar essa ferramenta de forma produtiva”, refere Manuel Ramos. “A licenciatura é muito pouco para que os jovens cheguem ao posto de trabalho e integrarem-se. Apetece-me dizer que a formação de base é muito importante. Há muita oferta de cursos agora, mas muito pouca qualidade”, acrescenta.

5. Mobilidade
Ter vontade de trabalhar em qualquer geografia é essencial para conseguir emprego. “Sou natural de Lisboa e vim trabalhar para Famalicão em 1974, com dois filhos e a casa às costas. Muitos não querem sair da rua onde vivem e da casa dos pais. Não dispensam estar no café com os amigos e com a namorada. Hoje, fala-se na necessidade de emigrar, mas vejo que muitos jovens não querem abdicar do seu local de origem. Quantos estrangeiros estão a trabalhar em Portugal?”, refere Vasco Figueira. “É tudo uma questão que resulta da forma como fomos educados. Hoje, compreendo essas pessoas porque foram mentalizadas a ficar presas ao local de origem”, relativiza Filipe Vilanova. “Não é obrigatório emigrar. Cada um deve fazer aquilo que pretende. De repente, parece que emigrar é a receita para tudo. E eu até considero que o grande dinamismo na criação de empresas em Portugal resulta da crise. As dificuldades atuais são uma bênção, tal como as provações da Alemanha após a II Guerra Mundial que fizeram daquele país a nação que é hoje”, acrescenta o dono da Salsa.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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09
Jun 13

Brasil vai submeter médicos portugueses a exame especial

o ministério da Saúde do Brasil vai submeter médicos de Espanha, Cuba e Portugal a exame especial.

O Ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha, afirmou hoje que os médicos de Espanha, Cuba e Portugal que o país quer contratar para as zonas mais carenciadas serão submetidos a um exame especial de validação do diploma.

"Estamos a preparar um modelo de avaliação desses médicos porque queremos profissionais bem formados, com capacidade de actuar, que conheçam os problemas de saúde do nosso país", disse o Ministro durante o lançamento de uma campanha de vacinação contra a poliomielite no Rio de Janeiro, citado pela agência Efe.

As declarações de Padilha surgem na sequência das críticas de algumas entidades brasileiras sobre a qualidade dos médicos que serão contratados fora do país e que, numa fase inicial, não teriam de validar os respectivos diplomas.

O Brasil está a negociar com Espanha, Portugal e Cuba a possibilidade de contratar médicos desses países aos quais irá oferecer cursos de português e vistos de trabalho por dois ou três anos para colmatar falhas em zonas carenciadas, em particular, nas zonas rurais do Brasil.

Padilha referiu que o Brasil precisa de médicos estrangeiros para reduzir um défice de 13 mil profissionais nas áreas suburbanas e em cidades do interior, já que apenas uma ínfima parte dos médicos brasileiros aceitaram preencher essas vagas.

Representantes do Ministério da Saúde do Brasil já mantiveram contactos para tratar da questão com autoridades portuguesas e espanholas, em maio, durante o encontro anual da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra.

Inicialmente, o governo brasileiro queria contratar seis mil médicos, sobretudo cubanos, para preencher as vagas em locais carentes destes profissionais.

As associações médicas brasileiras mostraram-se contrárias à entrada dos médicos cubanos, alegando a sua "fraca formação" e só aceitariam esta solução se os profissionais passassem pelo exame de validação do diploma.

Depois das críticas, o Governo brasileiro descartou a revalidação automática de diplomas e optou por dar prioridade a atrair profissionais espanhóis e portugueses, sugerindo, na altura, que esses profissionais poderiam trabalhar por três anos sem a validação do diploma.

Para os médicos brasileiros, a proposta do governo do Brasil não resolveria de forma definitiva a carência de médicos em áreas do interior do Brasil e nas periferias das grandes cidades.

A Ordem dos Médicos de Portugal considerou desprestigiante para os clínicos portugueses a proposta do governo brasileiro.

 fonte_:http://economico.sapo.pt/

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07
Jun 13
07
Jun 13

Felgueiras diminui desemprego em 20%

Sectores do calçado, do vinho e da produção de kiwi são os grandes responsáveis pela redução do número de pessoas sem trabalho no município.

A contrariar a tendência nacional, Felgueiras conseguiu diminuir em cerca de 20% a taxa de desemprego nos últimos quatro anos. 

O sector do calçado, tem de procurar trabalhadores nos municípios vizinhos, em conjunto com o do vinho e da produção de kiwi, é o grande responsável pela redução do número de desempregados. 

Os três sectores empregam mais de 12 mil pessoas de modo directo e exportam 700 milhões de euros. Tudo, tecido empresarial 100% nacional, que soube resistir ao piscar de olhos das multinacionais. 

“Se Felgueiras tivesse aqui instalado cinco ou seis empresas multinacionais há uns anos, a nossa competência colectiva para empreender tinha-se perdido, porque a tínhamos comprado”, defende o presidente da Câmara, Inácio Ribeiro. 

“Este pequeno milagre de termos a mais baixa taxa de desemprego do país deve-se à competência colectiva deste todo”, sublinha, em declarações à Renascença.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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04
Jun 13
04
Jun 13

23% dos portugueses empregados dispostos a emigrar

Os trabalhadores estão cada vez mais descontentes com as condições de emprego em Portugal e mostram maior disponibilidade para emigrarem.

O número de trabalhadores no activo, em Portugal, está a diminuir, indica um estudo realizado pela GFK, divulgado esta terça-feira. Através da amostra analisada, concluiu-se que, apenas 38,7% dos inquiridos, entre os 18 e os 75 anos, estão empregados. Este resultado representa uma diminuição de 13 pontos percentuais na população activa empregada, do que o observado em 2011.

 

Perto de um quarto (23%) da força produtiva de Portugal diz-se disposta a emigrar para conseguir melhores condições de emprego. As camadas mais jovens e com formação superior são as que se mostram mais disponíveis. É também neste grupo que se encontram os trabalhadores com menor índice de compromisso laboral.

 

A retenção dos trabalhadores jovens, em Portugal, deverá ser encarada como um desafio para a economia, segundo o estudo, já que o baixo índice de compromisso laboral (62%), pode originar problemas significativos para as empresas. Este resultado representa uma queda de 5 pontos percentuais, face a 2011, a última edição do estudo.

 

Mudar de carreira é já uma possibilidade colocada por 18% dos inquiridos e 18% do total já o fez. Aceitar um emprego sem que este fosse do seu agrado foi também uma realidade para 19% da amostra.

 

O receio de perder o emprego é uma realidade, com um em cada cinco trabalhadores a admitir que poderá não conseguir manter o emprego nos próximos 12 meses. Os mais jovens são os mais pessimistas, revela o mesmo estudo.

 

A segurança no emprego é, aliás, a maior preocupação dos indivíduos no que toca à actividade laboral, 26% dos empregados refere-a como uma preocupação frequente. O intervalo entre os 35 e os 54 anos é o mais afectado.

 

Outra das preocupações prende-se com o nível de stress (21% refere que é uma constante) e o equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, 21% diz sentir dificuldade em conciliar as duas.

 

Os cortes nos salários e/ou noutros benefícios afecta mais portugueses em 2013 do que o número atingido em 2011. A redução do subsídio de férias e/ou subsídio de Natal foi o corte mais referido, 68,1% dos inquiridos. Na última edição do estudo apenas 10,7% dos indivíduos afirmou ser afectado por esta diminuição do rendimento.

 

As oportunidades de desenvolvimento da carreira estarão também a diminuir. Do total de inquiridos, 41% considera que a empresa em que se insere lhe proporciona oportunidades de desenvolvimento de carreira. O optimismo era maior em 2011, momento em 53% da amostra responde afirmativamente ao mesmo ponto.

 

No índice de satisfação com o emprego notou-se também uma redução. Em 2013, 11% dos indivíduos empregados afirmaram estar “muito satisfeitos com o emprego”, o que compara com os 14% registados em 2011. A queda do índice é mais acentuada na faixa etária entre os 18 e os 24 anos, onde se observou um decréscimo de 11 pontos percentuais no número de jovens “muito satisfeitos com o emprego”.

 

Apesar disto, 44% dos entrevistados afirmou que permaneceria na empresa em que trabalha, mesmo que recebesse uma “boa proposta de emprego” noutro local.

fponte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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