28
Mai 13

Inglaterra: Hospitais procuram enfermeiros portugueses

Dois hospitais de Inglaterra estão, neste momento, à procura de enfermeiros portugueses. Uma das unidades de saúde, em Londres, procura 50 enfermeiros, e a outra, em Southport, quer recrutar pelo menos 20 profissionais.

Contactada pelo Boas Notícias, a empresa portuguesa de recrutamento Vitae Professional confirmou que estão a decorrer dois recrutamentos, sendo que as 50 vagas são para um dos maiores e mais prestigiados hospitais no Reino Unido, em Londres, nas áreas de Unidade de Cuidados Intensivos Gerais, Neurocirúrgicos e Cardíacos, Neonatologia e Cuidados Intensivos Pediátricos.
 
Os profissionais recrutados pela Vitae Professionals vão trabalhar num prestigiado Hospital Universitário no centro da capital britânica. Os contratos a oferecer são permanentes, a tempo inteiro, e oferecem um salário a partir das 26 mil libras por ano (mais extras). 
 

Já o Hospital Southport and Ormskirk NHS Trust quer contratar 20 enfermeiros portugueses para fazerem parte da sua equipa médica, em Southport, que fica a cerca de 20 km de Liverpool. A unidade de saúde está à procura de especialistas na área da medicina, cirurgia, bloco operatório e 'spinal' (neurologia da coluna).

O centro hospitalar oferece contratos permanentes e a tempo inteiro, com um salário que ronda as 21 mil e as 26 mil libras por ano, cerca de 24.500 e 30.300 euros. À remuneração base acresce ainda suplementos de turnos de horas extraordinárias, noites e fins de semana.

Vitae Professional, empresa de recursos humanos portuguesa especializada na área da saúde, adianta que os enfermeiros contratados vão ter uma formação financiada pelo hospital britânico e que existe ainda a "possibilidade de progressão na carreira".

Os candidatos a qualquer uma das ofertas devem ser fluentes em inglês, sendo valorizada experiência anterior em funções semelhantes na área a que se candidatam. Os currículos devem ser enviados para o e-mail nurses@vitaeprofessionals.org, indicando a vaga pretendida no "assunto".

De acordo com a Vitae Professionals, as entrevistas vão decorrer na cidade do Porto, com data e hora ainda a designar.
 

fonte:http://boasnoticias.sapo.pt/n

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Saiba como concorrer a cinco mil estágios

Estágios são dirigidos a jovens licenciados, mestres ou doutores, até 30 anos de idade. A remuneração ronda os 800 euros.

O "Movimento para o Emprego" foi lançado esta semana pela Fundação Gulbenkian, a COTEC Portugal, em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). O objectivo é conseguir até 2014 uma oferta de cerca de cinco mil estágios remunerados para jovens qualificados em várias empresas que operam em Portugal. A medida surge numa altura em que mais de 140 mil jovens licenciados estão desempregados e que o desemprego jovem está acima dos 40%, segundo os últimos dados do INE. Saiba aqui como se pode candidatar ao novo prograna.

1. Quantos estágios estão já assegurados ao abrigo desta iniciativa? Segundo dados avançados pela Fundação Gulbenkian e pela COTEC Portugal, são já 108 as empresas que aderiram ao Movimento para o Emprego, com uma oferta global de 3.205 estágios. A empresa com maior número de vagas é a Nokia Siemens, que está a oferecer mais de 300 estágios. Há ainda onze empresas cuja oferta ultrapassa as 100 vagas.

2. Quem se pode candidatar aos programas de estágios? A iniciativa é dirigida a jovens qualificados até aos 30 anos de idade. Assim, quem tem uma licenciatura, um mestrado ou doutoramento poderá concorrer aos programas de estágios. Para isso, terá de estar inscrito nos centros de emprego do IEFP. A candidatura poderá ser feita directamente nos centros do IEFP ou pela Internet (http://movimentoparaoemprego.iefp.pt).

3. Qual a remuneração oferecida ao estagiário? De acordo com o presidente do Conselho de Administração da Fundação Gulbenkian, Artur Santos Silva, a remuneração será de cerca de 800 euros por mês, incluindo subsídio de refeição. O estágio tem a duração de um ano

4. Há garantia de emprego nas empresas que aderiram ao Movimento? Cada estágio tem a duração de um ano, não havendo qualquer garantia de empregabilidade. O objectivo, segundo os promotores da iniciativa, é o aumento das qualificações bem como aumentar as possibilidades de inserção profissional numa altura em que o desemprego atinge cerca de 140 mil jovens licenciados.

5. Como será financiado? O estágio será financiado em 80% por fundos públicos, sobretudo fundos comunitários e o restante encargo caberá à empresa.

6. Que empresas aderiram já ao movimento? Entre as 108 empresas que estão a oferecer estágios contam-se várias instituições financeiras, como a Caixa de Depósitos (CGD), o Millennium bcp ou o BES. Integram ainda a lista das empresas a Microsoft, a Nokia Siemens, o Ikea, os CTT, a Refer, a REN, a CP ou a Cruz Vermelha. Há ainda várias fundações a oferecerem estágios, como por exemplo, a Fundação Champalimaud ou a Fundação Oriente. Os promotores da iniciativa esperam que mais empresas venham entretanto a aderir.

7. Que tipo de estágios estão a ser oferecidos? Segundo o site do Movimento para o Emprego, as ofertas são de várias áreas: engenharia, psicologia, sociologia, contabilidade, gestão, marketing, entre muitas outras, de empresas situadas em vários pontos do país. 

[artigo publicado na edição de 27 de Maio no Suplemento Emprego e Universidades do Diário Económico]

fonte:http://economico.sapo.pt/
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28
Mai 13

Saúde é "sector privilegiado" em termos de emprego

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, considerou hoje que, "em termos de emprego, a saúde é claramente um sector privilegiado".

Em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia de entrega dos prémios de investigação do Centro Hospitalar do Porto, Paulo Macedo considerou que, "em termos de emprego, a saúde é claramente um sector privilegiado", explicando que isto acontece "pelo nível de diferenciação dos seus profissionais e também pelas necessidades que os portugueses têm".

"Em termos médicos, o que nós temos é claramente ainda uma necessidade em diversos sectores bastante forte, designadamente nos médicos de família", avançou, explicando que, apesar do acordo feito para passar a ter mais horas médicas para prestar assistência, é ainda preciso "contratar bastantes mais médicos de medicina geral e familiar", assim como "em várias outras especialidades".

Relativamente à questão que lhe tinha sido feita pelos jornalistas - sobre como via os sinais na saúde, em termos de greves ou falta de médicos em alguns serviços - o ministro da tutela considerou que "os sinais têm que ser vistos sempre num conjunto", dando o exemplo de, em três meses, terem sido abertos três hospitais.

"O principal da saúde é que o Serviço Nacional de Saúde está a responder aos portugueses, está a responder às suas necessidades", garantiu.

Questionado sobre o Centro de Reabilitação do Norte - o deputado do PSD e candidato à Câmara de Gaia, Carlos Abreu Amorim, disse hoje ter apresentado na Assembleia da República um projecto de resolução para pôr a funcionar este equipamento - Paulo Macedo manteve o que já havia anunciado, ou seja, que "o Centro de Reabilitação de Gaia abrirá no segundo semestre".

"Muito em breve, nas próximas semanas, esperamos definir qual é o modelo. A ARS Norte já estudou, já vai apresentar a proposta final e, portanto, sobre isso mantemos o que dissemos, que é a abertura do Centro de Reabilitação até ao final do ano", garantiu.

Interrogado sobre a Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte poder entrar em ruptura em Junho, devido a questões orçamentais, o ministro da Saúde garantiu que a tutela não tem conhecimento de qualquer ruptura.

"A ARS Norte não nos informou e há uma coisa que nós devíamos já ter aprendido que é que, por muitas dificuldades, não haverá rupturas, não houve e não haverá e é por isso que o país gasta cerca de oito mil milhões de euros com o seu Serviço Nacional de Saúde. Esses oito mil milhões de euros têm de ser suficientes para assegurar o essencial para os portugueses", disse.

 

fonte:http://economico.sapo.pt

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25
Mai 13
25
Mai 13

Mais de 100 empresas estão a oferecer 3.205 estágios remunerados

Estágios são dirigidos a jovens licenciados, doutores ou mestres, com uma remuneração de 800 euros.

A Fundação Calouste Gulbenkian e a COTEC, em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) criaram o "Movimento para o Emprego", que hoje à tarde foi apresentado em Lisboa.

O movimento conta já com a adesão de 108 empresas - entre as quais várias instituições bancárias, fundações, ou empresas como os CTT, EDP, Microsoft, Nestlé, PT, Refer, TAP, Siemens - e regista neste momento vagas para 3.205 estágios. O objectivo é alargar a adesão a mais empresas, de forma a atingir 5 mil estágios.

Os estágios são dirigidos a jovens licenciados, doutorados ou mestres, com idade até 30 anos. Têm a duração de um ano e asseguram uma remuneração de cerca de 800 euros, incluindo subsídio de alimentação, como explicou Artur Santos Silva, presidente do conselho de administração da Fundação Gulbenkian.

Os candidatos aos estágios têm de estar inscritos no IEFP e podem aderir ao programa através do site www.movimentoparaoemprego.iefp.pt ou nos centros de emprego.

Quanto ao financiamento, dois terços do estágio é pago por fundos comunitários e um terço é assegurado pela empresa.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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20
Mai 13

As cinco piores perguntas numa entrevista de trabalho

1. Na conjuntura actual, perguntar a um candidato porque concorreu àquele emprego devia ser proibido, ou mesmo fazer com que um raio fulminasse o entrevistador, ali mesmo. A verdade é que 99% dos candidatos estão ali porque não têm alternativa – e não porque o seu sonho de meninos é trabalhar numa linha de montagem... No entanto, poucos terão a coragem de responder sinceramente – antes vão balbuciar uma série de frases feitas sobre a qualidade da empresa e a honra de fazer parte da história e blábláblá... Conversa de chacha para nada, visto que ambos sabem que a resposta é bem mais simples e dramática.

A melhor forma de responder a esta questão é com honestidade. Qualquer coisa como: “Como sabem, estou à procura de emprego [se têm o seu currículo, sabem exactamente há quanto tempo está desempregado] e a vossa oferta pareceu-me interessante. Acredito que posso aprender convosco e que tenho algo para dar à vossa empresa.” Pôr as cartas na mesa pode resultar bem melhor do que todos os elogios que está preparado para despejar para pôr as mãos nesse emprego.

 

2. Outra pergunta que muitos entrevistadores acreditam ser verdadeiramente original apesar de a fazerem há dez anos é aquela em que lhe pedem para meter a mão na consciência e tirar de lá um defeito que esteja disposto a partilhar com alguém que apenas acaba de conhecer e em relação a quem está a esforçar-se ao máximo para garantir que gosta de si. “Oh, sim, posso dizer-lhe que não suporto trabalhar em equipa, sou incapaz de seguir uma ordem e já fui detido por agressão ao meu antigo chefe!”

A sério?! Alguém espera uma resposta sincera a esta pergunta? Em primeiro lugar, a auto-análise não é o forte de muita gente – encontrar defeitos ou mesmo qualidades para destacar não é tarefa fácil. Por outro lado, se a pessoa que está sentada à sua frente quer impressioná-lo pela positiva, vai limitar-se a dar uma resposta vaga ou cair em generalidades do género “os meus defeitos até são vistos como qualidades... trabalho de mais, sabe”.

Infelizmente, a parvoíce não impede ninguém de chegar a chefe, por isso, se se vir sentado numa entrevista com esta pergunta sobre a mesa, o melhor é respirar fundo, beber um gole de água e responder. Como? Vire a conversa, com sentido de humor, se possível. Diga que o defeito que lhe vem à cabeça é fugir a perguntas que podem incriminá-lo e que prefere falar de como os seus talentos podem servir a companhia e a sua personalidade adaptar-se facilmente àquele ambiente de trabalho.

 

3. Claro que não estou a esquecer-me da pergunta que implica alguma forma de fantasia – um clássico. Por alguma razão, muitos entrevistadores acreditam que lançar este tipo de desafio os faz parecer inteligentes e ajuda a descobrir mais sobre o entrevistado. Se não estivermos a falar de um emprego a inventar histórias ou que implique fantasiar mais do que cumprir tarefas físicas e reais, realmente não entendo como perguntas do género “Onde se vê daqui a cinco anos?” ou “Se fosse um animal, qual seria?” podem dar pistas sobre o entrevistado.

Antes de cair na tentação de responder “Daqui a cinco anos vejo-me sentado na sua cadeira a comandar a sua equipa, mas certamente não a fazer perguntas idiotas”, sorria, faça que pensa uns segundos e fuja a fazer uma dissertação sobre os seus objectivos de vida por etapas. Ou a comparar-se ao forte, determinado e nobre cavalo. Ninguém quer saber. Dê uma resposta simples, curta e discretamente aberta. Algo como: “Vejo-me profissionalmente realizado, a trabalhar em projectos como o A, B ou C [cite aqui dois ou três casos de sucesso da empresa a que se candidata]”.

 

4. E depois há aqueles que parece que realmente a única coisa que querem é afugentar todos os candidatos. Ainda você mal se sentou, disparam perguntas como: “Vê-se a trabalhar horas extra sempre que for necessário? Está preparado para dar tudo por tudo e encarar a companhia como a sua prioridade absoluta? Sabe que apenas podemos pagar-lhe metade do que recebia antes, certo?”

OK, é errado enrolar as pessoas com falsas esperanças e promessas, mas é igualmente escusado pintar um quadro tão negro que todos os entrevistados tenham vontade de fugir dali a sete pés... Como responder a perguntas destas? Da forma mais simples: “Sim. Sim. Sim.” Pode estar a mentir, mas ninguém realmente espera que responda a verdade. Além disso, o trabalho não há-de ser tão mau como o pintam – e mesmo que seja, é melhor que nada, que é o que tem neste momento...

5. No top cinco das piores perguntas numa entrevista de trabalho está ainda aquele lote que devassa a sua vida privada. “O que faz o seu marido/a sua mulher? Tem filhos ou está a pensar tê-los? É religioso? Pratica desporto?” Estas são apenas algumas das questões que nada mais podem ter por objectivo senão revelar a sua vida pessoal – o que é não só inapropriado numa entrevista de trabalho como muitas vezes roça o ilegal (veja mais aqui). Está a concorrer a um emprego e ninguém tem nada a ver com aquilo que faz depois de sair do escritório – a menos que ande a fazer espionagem industrial ou a vender as ideias da sua empresa à sua principal rival...

Como responder se se vir confrontado com este tipo de perguntas? Não dando resposta. Diga simplesmente qualquer coisa como “A minha família sempre foi muito compreensiva em relação ao meu trabalho” ou “Gosto de usar os meus tempos livres para as actividades mais diversificadas”. Afinal, para perguntas estúpidas...

O importante é que estude o máximo possível sobre a empresa a que se candidata e, se possível, que se informe sobre quem vai fazer-lhe a entrevista. Se for preparado, nem as questões mais idiotas poderão afastá-lo do emprego que deseja.

Chefe de redacção adjunta
Escreve à segunda-feira
Escreve de acordo com a antiga ortografia


fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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Cerca de 70 pessoas apresentam no Algarve candidaturas para criar próprio emprego

Cerca de 70 pessoas já apresentaram este ano aos serviços do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no Algarve, candidaturas para a criação do próprio emprego, disse à Lusa o delegado regional daquele organismo.

Em 2012, segundo Carlos Baía, mais de uma centena de pessoas desempregadas recorreram à medida de apoio do instituto para a criação do seu emprego, antecipando o valor do subsídio de desemprego, número com tendência para crescer, embora tenham que se acautelar os riscos.

"É preciso não perder de vista que a criação do próprio emprego tem riscos", referiu, sublinhando que é uma "responsabilidade muito grande" o facto de se atribuírem apoios a negócios que depois não são sustentáveis, o que cria "problemas aos serviços e também às próprias pessoas".

O delegado regional do IEFP falava à Lusa à margem do seminário "como Criar o seu próprio Emprego", destinado a pessoas em situação de desemprego ou de precariedade, assim como aos jovens em busca do primeiro emprego, público que praticamente encheu o auditório da biblioteca municipal de Faro.

De acordo com Carlos Baía, ainda há alguma falta de informação acerca dos mecanismos disponíveis, situação que o instituto quer combater com a realização de eventos deste género, no máximo de juntas de freguesia possível.

"A nossa grande preocupação é chegar aos cerca de 34 mil desempregados que temos em mãos", frisou, apelando à parceria das autarquias, empresas ou outros organismos, uma vez que o desemprego não é um "problema único" dos serviços públicos de emprego.

Carlos Baía observou ainda que os desempregados hoje inscritos nos centros de emprego têm perfis muito variados e currículos muito ricos, diversidade que não se encontrava nos ficheiros do IEFP há alguns anos atrás.

"Vale a pena às entidades empregadoras recorrer aos serviços públicos de emprego, quer pelo perfil dos desempregados, quer pela variedade de medidas de apoio ao emprego, contratação e estágios profissionais", afirmou.

O delegado do IEFP no Algarve sublinhou ainda que os seminários não se destinam apenas aos desempregados inscritos nos serviços, sendo abertos a toda a população, uma vez que entre as soluções apresentadas para a criação de emprego existe também a hipótese de recurso a empréstimos bancários.

O IEFP tem vido a realizar seminário como o de hoje, focado no empreendedorismo, em vários locais da região, neste caso em parceria com a Câmara de Faro.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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20
Mai 13

Não tem uma licenciatura? A União Europeia precisa de si

A União Europeia está a contratar para as áreas de tradução, revisão de textos em português e tecnologias de informação e pede candidatos sem licenciatura.

 

Os lugares de salário mais modesto são na área apoio a tecnologias de informação, para a Agência Europeia de Defesa (EDA), onde se oferece a possibilidade de um contrato de quatro anos com possibilidade de renovação e uma remuneração mensal indicativa de 2.457,08 euros. "O candidato deve ser nacional de um Estado-membro participante na Agência, ter um conhecimento profundo de uma das línguas oficiais da UE, e um conhecimento satisfatório de outra dessas línguas, na medida necessária para cumprir as suas/seus deveres, bons conhecimentos de inglês", esclarece a UE. Quanto a habilitações, exige-se um nível de educação que corresponda ao ensino pós-secundário ou secundário com experiência relevante para o cargo, pedindo-se ainda "um certificado pessoal de segurança".

Se este é um lugar para o qual está habilitado e tem interesse em concorrer, apresse-se a visitar a página de empregos na UE, já que o concurso expira já no dia 27 (veja aqui como candidatar-se).

Mas há mais vagas à sua espera, noutras áreas. O Centro de Tradução dos Organismos da União Europeia, por exemplo, "convida à apresentação de candidaturas para constituição de uma lista de reserva para o lugar de Assistente de apoio à tradução". As condições são semelhantes (ser cidadão de um Estado-membro, ter bons conhecimentos de uma língua da UE e conhecimentos de uma segunda e ter terminado o ensino secundário), pedindo-se, neste caso, três anos de experiência na área de tradução - "relevante para o cargo" -, além de conhecimentos de inglês e francês. 

Para esta posição, a União Europeia oferece contrato de três anos, renovável, e uma remuneração mínima indicativa de 3.397,73 euros(veja aqui como concorrer). O concurso fecha a 14 de junho.

Outra área em que a União Europeia está a contratar é a revisão de provas de língua portuguesa. O concurso prolonga-se até 10 de junho e está em causa uma remuneração mínima indicativa 3.397,73 euros. Quem recruta é o Serviço Europeu de Seleção do Pessoal (EPSO) que procura 12 revisores, "mediante a prestação de provas para a constituição de uma reserva de recrutamento". As condições são semelhantes aos dois concursos anteriormente referidos e as línguas nas quais é preciso ter conhecimentos satisfatórios são o português (como primeira língua), o alemão ou inglês ou francês.Consulte aqui mais informações.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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18
Mai 13
18
Mai 13

Vencer numa entrevista de seleção

Comece desde já a preparar a vitória, estabelecendo como objetivo: criar a melhor impressão possível no entrevistador. Saiba o que depende de si para o sucesso e comece desde já a preparar-se.

A impressão que causa desde o primeiro contacto com a empresa é muito importante. Há já uma expectativa da parte do empregador de acordo com o currículo que enviou e a forma como apresentou a sua candidatura. Essa impressão continua a ser construída quando lhe telefonam a marcar a entrevista. Seja simpática e sorria – sorrir quando fala ao telefone torna a sua voz mais agradável, transmitindo uma atitude positiva.

Preparação para a entrevista

1- Conhecimento da empresa

Pesquise tudo o que conseguir sobre a empresa a que se candidatou. Tenha em atenção o setor em que actua, a visão, missão e valores que normalmente são apresentados no site da empresa, os diversos departamentos existentes, o que a diferencia face a outras (produtos ou serviços inovadores, prémios recebidos), artigos de jornal ou revistas que a refiram. Identifique os aspetos positivos que em seu entender a caraterizam e construa um esquema com essa informação. Lembre-se que um candidato que conhece bem a empresa e revela entusiasmo e interesse por saber mais começa a diferenciar-se face aos outros.

2 – Estudo dos requisitos da função e do perfil do candidato

Avalie cada um dos requisitos exigidos para o desempenho da função de acordo com o seu currículo. Em relação aos requisitos pedidos que considera possuir, identifique todos os aspetos que se lembra, ou recorra ao seu currículo para ter bem presente o que deve indicar na entrevista, caso lhe perguntem.

Se há algum requisito que considera não possuir e mesmo assim foi selecionado para a entrevista, à partida não é um fator eliminatório. Analise cada um dos requisitos pedidos e não possuídos (ou possuídos, em parte) na perspetiva do que poderá vir a desenvolver de acordo com o seu potencial, de uma forma honesta e objetiva. Elabore um comentário para cada um, como por exemplo ao exigirem fluência numa língua estrangeira que até estudou, poderá transformar essa fragilidade à partida (não ser fluente no momento presente) numa força. Para isso, deve referir a sua facilidade na aprendizagem de línguas, levando-o rapidamente a corresponder a esse requisito. Deve fazer essa análise com sinceridade, pois caso contrário poderá afirmar algo que não poderá cumprir. Ao fazê-lo é uma forma de descredibilizar toda a restante informação.

Siga a mesma estratégia na análise do perfil necessário. Identifique as razões encontradas para justificar que por exemplo é uma pessoa com facilidade de comunicação ou que possui capacidade de decisão. Pense em situações profissionais ou pessoais que demonstrem as suas capacidades.

3- Antecipação das perguntas e treino de respostas

Pense nas possíveis perguntas que lhe irão fazer e escreva-as, desde as mais comuns às menos prováveis. Responda a todas tendo em atenção a imagem que quer passar, e estando de acordo com o os requisitos funcionais exigidos e com o perfil necessário para o desempenho da função.

Ensaie as respostas, falando diante de um espelho, ou mesmo gravando em vídeo, pedindo a um amigo que faça o papel de entrevistador. Ao visionar a forma como responde pode verificar a sua postura, gestos, tiques, impressão geral que causa, tendo assim possibilidade de melhorar um conjunto vasto de aspetos.

Nos dias que antecedem a entrevista reserve uns minutos para se imaginar na situação de forma positiva, analisando os pormenores do seu comportamento que pretende pôr em prática.

4- Prepare a sua apresentação pessoal e postura

De acordo com o setor de actividade e a empresa em causa, deve considerar a forma como vai vestido, as cores que deverá usar e adornos. Embora deva sempre considerar a importância de se sentir confortável, caso contrário terá implicações na sua postura, não demonstrando confiança.

É importante que a sua linguagem corporal seja reveladora de tranquilidade, controlando sinais exteriores de nervosismo, como por exemplo: excesso de movimentação corporal enquanto espera na sala, ou já na entrevista. Sente-se de forma confortável na cadeira tentando descontrair os seus músculos, pois estando contraído será mais difícil raciocinar e demonstrar à-vontade.

Antes de ir à entrevista tente ter tempo para se descontrair, lembre-se que se preparou, confie nas suas características, nas suas capacidades e na vontade de triunfar.

fonte:http://mulher.sapo.pt/

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17
Mai 13
17
Mai 13

Novo 'Banco de Inovação Social' ajuda a criar emprego próprio

Se corresponde aos requisitos não perca esta oportunidade de mudar a sua vida e poder vir a ter o seu próprio negócio com a iniciativa do novo Banco de Inovação Social criado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Até ao final do mês maio estão abertas candidaturas para o Banco de Inovação Social, criado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. Esta iniciativa vai ajudar a concretizar cerca de 30 projetos empreendedores, especialmente de quem está numa situação precária ou desempregados.

Esta plataforma única reúne a administração pública, sociedade civil, IPSS e empresas e bancos e os projectos irão contar com o apoio da logística, finanças, ciência e tecnologia, design e marketing, jurídico, contabilístico e outros. Além da Santa Casa estão também outras instituições associadas ao projecto (para as conhecer melhor aceda ao site http://bancodeinovacaosocial.pt/.)

Será através desse site que deverá enviar a sua candidatura para a apresentação de ideias de negócio no quadro do BIS, com o lema 'À procura dos verdadeiros heróis nacionais': pretendem-se projetos que possam ajudar a dar resposta a quatro necessidades prioritárias identificadas, sendo elas, a promoção do envelhecimento ativo; o combate ao abandono escolar; o combate ao desperdício; e o combate ao desemprego.

Os 30 vencedores, revelados em junho, verão os seus projetos apoiados de forma a poderem desenvolvê-lo.



fonte: http://activa.sapo.pt

publicado por adm às 22:36 | comentar | favorito
04
Mai 13
04
Mai 13

“Mais de 90% dos anúncios de emprego são falsos”

“Todos os casos que conheço de trabalhadores/colaboradores desta empresa começaram assim: primeiro descobre-se uma oferta para estágio profissional num site e depois de enviar o currículo e portfólio e responder a um questionário de 40 ou 50 perguntas passa-se à entrevista (ainda via online). [...] Se for aceite pode ter de passar três meses a trabalhar sem ter direito a remuneração.” Daniel é um dos muitos que relatam más experiências de recrutamento no site ganhemvergonha.pt - criado para “denunciar empregadores sem vergonha”. O que provavelmente desconhece é que muitos dos anúncios que viu eram falsos. Através deles alguém, sem esforço, conseguiu recolher dados de milhares de pessoas com promessas de lugares de trabalho que não existem.

“Mais de 90% dos anúncios de emprego são falsos”, garante Luís Bento, presidente da Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas (APG). Ao Dinheiro Vivo, o responsável explica que muitos destes falsos anúncios servem para construir bases de dados que são vendidas a empresas. “É um negócio transnacional.” Mas para que pode servir a sua informação profissional a companhias estrangeiras? Segundo Luís Bento, para três grandes propósitos. Primeiro, para “conhecer o estado da procura de emprego por parte de profissionais com um determinado perfil e dessa forma proceder a ajustamentos salariais”. Segundo, para “constituir bases de dados que reduzam os custos de seleção e recrutamento” - que pode ser feito sem passar por anúncios. E, por último, para “conhecer, ao nível de cada país, quais as profissões mais disponíveis para trabalhar no exterior”.

A verdade é que para publicar um anúncio nem sempre tem de identificar a empresa. “Anónimo”, “confidencial”, “sem identificar”, ou simplesmente um espaço em branco: é assim que aparece grande parte das ofertas de emprego em sites e nos classificados dos jornais. Para o registo como anunciante é pedido o telefone ou a morada, mas poucas exigem, por exemplo, o número de contribuinte da empresa.

O Net-Empregos, um dos sites mais populares em Portugal, com mais de 86 mil empresas registadas, é uma exceção. Luís Felício, responsável pelo site, garante que são tomadas medidas de inspeção diárias. “Validamos manualmente os anúncios, analisando cada oferta, removemos repetições, controlamos e bloqueamos tentativas de duplicação e damos prioridade ao feedback dos candidatos sobre situações suspeitas, investigando-as de imediato”, explica. O Net-Empregos tem ainda implementado um sistema de cliente-mistério, para testar as respostas das empresas aos candidatos.

Mais rigoroso é, claro, o Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Aqui, só são consideradas “ofertas comunicadas por entidades empregadoras legalmente constituídas; que tenham a situação contributiva regularizada; configurem contrato de trabalho subordinado; prevejam retribuição igual ou superior à remuneração mínima mensal [...]; contenham identificação do local de trabalho e caracterização correta das funções”, entre outros requisitos, explica ao Dinheiro Vivo fonte oficial do IEFP. No caso de trabalho temporário, apenas são aceites anúncios de empresas que tenham o devido alvará. Os dados dos candidatos são blindados “conforme critérios definidos pelo utilizador”, ou seja, só é revelada a informação que eles permitem.

Proteção essencial
“O mercado de recrutamento está inundado de pequenas empresas criadas por pessoas que trabalharam em recursos humanos e se movem apenas pelo success fee [pagas se e pelo número de pessoas que conseguirem colocar], explica Ana Loya, managing partner da Ray Human Capital. Mas mesmo as maiores empresas desta área estão sujeitas a pressões: “Nós já perdemos clientes por nos recusarmos a passar-lhes informação sobre candidatos que temos em base de dados antes de perguntarmos aos visados se o autorizavam”, conta a responsável da Ray - onde toda a informação dada pelos candidatos está registada na Comissão Nacional de Proteção de Dados.

Ana Loya aponta a imaturidade de empresas e profissionais como razão para este tipo de comportamento e para a facilidade com que as pessoas enviam os seus dados num contexto de procura de emprego. E reconhece que há anos que são publicados anúncios falsos para medir a temperatura ao mercado. “Há anúncios que aparecem ciclicamente e acabamos por perceber que são falsos. Alguns são para empresas se promoverem, darem a ideia de se estarem a expandir, de estarem a contratar”, diz, sem especificar casos e sublinhando o “problema ético”.

Prisão até um ano para desvios de dados pessoais
“Não é ética e moralmente aceitável que as expectativas das pessoas sejam goradas desta maneira” diz também Luís Bento, realçando que a utilização de dados pessoais para fins diferentes daqueles em que foram recolhidos constitui um crime.

A lei dita que, caso alguém consiga provar que se candidatou a uma vaga de trabalho que nunca existiu, pode acusar o anunciante de desvio e utilização de dados pessoais, um crime punível com pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias. Manuel Lopes Rocha, sócio da PLMJ e especialista em Propriedade Intelectual, explica que, de acordo com a Lei de Proteção de Dados de 1998, “a responsabilidade será sempre de quem sabia e quis provocar determinada conduta ou sabia e nada fez para evitar”, ou seja, não são responsáveis empresas que “apenas disponibilizaram ‘espaço’ ou trataram dados por incumbência de outrem, desde que se tenham assegurado da regularidade na recolha dos dados e tenham sido, também, ludibriadas pela conduta do anunciante”.

Mas é difícil provar o logro. Na maioria das vezes, o candidato só sabe que se candidatou e não teve retorno.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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