27
Dez 12

Emprego: salário mínimo cai 3,6% num ano

Indicadores do INE mostram que o ordenado mínimo diminuiu no último ano, ao passo que a taxa de desemprego aumentou


O salário mínimo nacional, em termos reais, diminuiu 3,6 por cento em 2011, face ao ano anterior, revela esta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). 

Já a subir ficou a taxa de desemprego que atingiu os 12,7% no final do ano, abrangendo, com maior impacto, as mulheres (13,1% contra os 12,4% de homens).

No total, 706,1 mil pessoas estavam fora do mercado de trabalho no ano passado, sendo que 10,5% procurava o primeiro emprego. 

Por grupo etário, a taxa mais elevada verificou-se nos jovens com idades entre os 15 e os 24 anos (30,1%). 

A nível regional, verificaram-se taxas de desemprego superiores à média nacional no Algarve (15,6%), Lisboa (14,1%), Região Autónoma da Madeira (13,8%) e Norte (13%). 

Maioria trabalha mais de 36 horas/semana

Já no grupo dos portugueses empregados, a maioria (72,3%) trabalhou mais de 36 horas semanais, sendo que a média ascendeu a 39,2 horas por semana.

Grande parte dos trabalhadores nacionais (61%) tinha, no máximo, como nível de ensino completo o ensino básico - 3º ciclo.


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27
Dez 12

Invista no seu currículo: é a sua primeira arma

Saiba como deve elaborar o CV para se distinguir das centenas de candidaturas que as empresas recebem diariamente


Hoje em dia, quem quer entrar no mercado de trabalho tem de se distinguir da pilha de currículos que estão em cima da mesa dos potenciais empregadores.

Se está desempregado, saiba como tornar o seu currículo mais funcional e apelativo, atraindo a atenção de quem o lê para o que é mais importante e que reflita o seu potencial enquanto futuro trabalhador em determinada empresa. Se tem trabalho, este artigo serve de lembrete para atualizar o seu CV, melhorando-o através das nossas dicas.

Pisque o olho à empresa

Pode ter feito muita coisa na vida, mas deve destacar só o mais importante que possa marcar pontos na sua candidatura. Mostre o lado profissional mas também o lado pessoal mais relevante que desperte curiosidade, para que o empregador fique com vontade de o conhecer. Por isso, deve destacar os pontos fortes do seu percurso em perfeita consonância com a função que pretende - e deve - desempenhar na empresa. Sem mentir, claro. 

Há currículos do tipo cronológico, inverso (que começa pelos dados mais recentes e evidencia as últimas experiências que são, normalmente, as que mais interessam ao potencial empregador) e funcional, que distribui a informação por temas e permite ter um conhecimento rápido da formação e da experiência do candidato num determinado âmbito. É um bom instrumento de marketing, uma vez que com ele pode selecionar os pontos positivos e omitir alguns dados menos positivos, como o tempo em que esteve no desemprego. 

O que importa é escolher o que mais se adequa ao seu perfil e ao perfil da empresa onde quer trabalhar. O seu CV funciona como um cartão de visita, pelo que deve ser constantemente atualizado. Invista tempo nele, porque valerá a pena.

Trace metas: onde quer estar daqui a cinco anos?

É importante ter um currículo à altura dos desafios e, dado que estamos num mundo cada vez mais globalizado, tê-lo sempre traduzido em inglês. 

Por isso, é muito importante parar para pensar antes de o elaborar ou de o atualizar. Trace metas: onde quer estar daqui a cinco anos? Isso ajudá-lo-á a selecionar para onde enviar o seu CV. 

Mais vale ser seletivo naquilo que procura, porque pode perder tempo a ir a entrevistas de trabalhos que não quer (e ainda por cima não ser chamado para entrevista), o que pode desmotivá-lo.

Só que, antes disso, deve ter bem presente as funções que gostaria de desempenhar e o tipo de empresa em que se encaixa porque, desse modo, pode apresentar um currículo direcionado.

Direcionado e personalizado. Entre o standard do CV europeu e o seu currículo, escolha o seu. 

Seja criativo. Surpreenda! Pode também fazer um vídeo, por exemplo. Ou mesmo que opte pelo tradicional papel, seja original no formato, desde que tenha a ver com a empresa ou com a função.

Quando estiver a elaborá-lo, não generalize só para poder enviar o mesmo currículo para todas as empresas. Isso não funciona. Tem de especificar o que pretende, onde se encaixa, que vaga quer preencher e porquê. 

Há coisas a que não pode fugir: o CV deve ter os seus dados pessoais, habilitações académicas, experiência profissional e formação complementar relevante, mas também outras competências que digam respeito, por exemplo, a línguas, informática, workshops que tenham a ver com a área que está a tentar candidatar-se. AS empresas também privilegiam, cada vez mais, quem desempenhe outras atividades, como desporto ou voluntariado.

Para além do currículo propriamente dito, uma carta de apresentação ou um parágrafo introdutório na página onde se inicia o próprio CV são importantes para, de forma resumida, destacar que você é a melhor escolha para o cargo em causa. «Venda o seu peixe» em quatro linhas, destacando ou experiências anteriores, ou habilitações, ou competências de liderança, trabalho em equipa... Enfim, o que for mais importante para a vaga que não quer deixar escapar.


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24
Dez 12
24
Dez 12

Se for despedido em 2013, recebe bem menos

Quem conseguir um novo trabalho em 2013, entra com o pé direito no ano, mas com uma certeza: sabe que, se for despedido, vai bem receber menos de indemnização do que os colegas com mais anos de casa. 

O Governo comunicou na reta final do ano, já em dezembro, que as indemnizações por despedimento iam ser reduzidas de 20 para 12 dias por cada ano de trabalho. Argumento: fazer convergir o valor das indemnizações para a média europeia

«Em bom rigor, no memorando da troika, vinha já anunciado o compromisso de o Governo ter de avançar para uma terceira fase da redução das compensações por despedimento» antes até, mas adiou a medida para 2013, recorda à Agência Financeira a advogada Joana Carneiro, da JPAB. 

Quando a anunciou, em dezembro, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, explicou que «ficou previsto que o valor devia ser encontrado entre 8 a 12 dias.O Governo escolheu o valor máximo», que no fundo «é o limite superior desse intervalo, de modo a causar menos polémica possível quanto à escolha final do valor da indemnização».

O Executivo fez uma ressalva: as expetativas dos trabalhadores estão protegidas porque os regimes de transição estão salvaguardados.

É precisamente isso que espera a advogada Joana Carneiro: «A alteração que foi proposta é uma iniciativa que visa reduzir as compensações, para contratos novos», sendo que a harmonização com os contratos antigos deverá ser «só a partir de determinada data, de modo a assegurar os direitos adquiridos» dos trabalhadores. 

Hora de fazermos contas. Vamos a casos concretos: com a anterior legislação, o trabalhador tinha direito a 30 dias por cada ano de casa. Um trabalhador que ganhasse mil euros por mês, ao fim de 30 anos de serviço, recebia 30 mil euros de indemnização.

Com a nova regra, se o mesmo trabalhador for despedido, por exemplo, em 2018, leva para casa pouco mais de 26 mil euros.

Mas nos contratos celebrados já ao abrigo da nova lei, a queda nas compensações agrava-se: a indemnização cai para menos de metade. Ao fim de 30 anos, esse mesmo trabalhador vai receber 12 mil euros de indemnização.

Note-se que o Código de Trabalho já prevê situações diferentes: quem iniciou o contrato de trabalho depois de novembro de 2011 tem direito a uma compensação igual a 20 dias de retribuição-base e diuturnidades por cada ano de trabalho, com um limite máximo de 12 salários e sem ultrapassar a barreira dos 116.400 euros.

Já quem assinou contrato antes daquela data, terá um regime misto: nos anos até outubro de 2012 terá direito a 30 dias de de retribuição-base e diuturnidades por cada ano de trabalho e, depois disso, contará a nova fórmula. As duas fórmulas não podem, no entanto, ultrapassar os 12 salários.

Ora se as expetativas dos trabalhadores forem protegidas, como prometido pelo ministro da Economia, vão coexistir três fórmulas de cálculo: 30 dias, 20 dias e 12 dias.

Certo é que, seja jovem ou mais velho, tanto faz: um novo emprego é sinónimo de um fácil desemprego

Outra novidade é a criação de um fundo empresarial para financiar parte das indemnização. Uma medida que também já estava inscrita no memorando de entendimento.

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15
Dez 12
15
Dez 12

Impulso jovem: estagiários ganham entre 419 e 943 euros

Programa destina-se a jovens desempregados, dos 18 e 34 anos. Há três tipos de «passaportes para o emprego»

Os jovens desempregados com estágios no âmbito do programa Impulso Jovem vão ganhar entre 419,22 euros e 943,24 euros, segundo o regulamento dos «passaportes emprego 3i» publicado em Diário da República e que entra em vigor este sábado.

Para concorrer, os estagiários têm que ter entre 18 e 34 anos, estar inscritos nos centros de desemprego há pelo menos quatro meses e podem candidatar-se mesmo sem o secundário completo. 

Mas não podem ter trabalhado, estagiado ou prestado serviços na empresa onde querem agora fazer o estágio no último ano. Também não podem ser das áreas de medicina e enfermagem.

O diploma prevê três tipos de passaportes: Passaporte Emprego Industrialização, Passaporte Emprego Inovação e Passaporte Emprego Internacionalização, consoante o tipo de estágio e o grau de escolaridade.

Os passaportes industrialização e internacionalização destinam-se a jovens entre os 18 e os 30 anos, com ou sem ensino secundário completo, licenciatura ou mestrado.

O primeiro passaporte visa projetos de investimento destinados à especialização da produção através da introdução de novos produtos e o reforço da componente tecnológica, enquanto o segundo visa projetos para implementar e consolidar estratégias de internacionalização, aumentando nomeadamente as exportações.

Para estes dois passaportes a remuneração prevista é de 419,22 euros para o estagiário sem ensino secundário completo, de 524,02 euros para o que completou este grau de ensino e de 691,7 euros para os licenciados e mestres.

O Passaporte Emprego Inovação abrange jovens entre os 23 e os 34 anos, com mestrado ou doutoramento, que integrem projetos de investimento que visem reforçar a capacidade inovadora das empresas e integrar recursos humanos altamente qualificados, variando a remuneração entre os 691,7 euros e os 943,2 euros.

O diploma determina que o estágio tem a duração máxima de seis meses, que não pode ser prolongada, ficando a entidade patronal obrigada a um mínimo de 50 horas de formação profissional em empreendedorismo, ou no necessário para desempenhar o estágio, sendo a formação assegurada por entidade certificada.

O Plano Estratégico de Iniciativas à Empregabilidade Jovem e de Apoio às PME - Impulso Jovem - foi aprovado em junho e dispõe de 344 milhões euros de financiamento comunitário, oriundos da reprogramação do QREN. O Governo acredita que o programa poderá abranger um universo potencial de 90 mil jovens.

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12
Dez 12
12
Dez 12

Alerta: ofertas de emprego para Canadá podem ser fraude

Mafiosos cobram 500 euros e prometem contratos de dois anos e salário de 5 mil euros

O Sindicato da Construção de Portugal deixou esta quarta-feira um alerta sobre os anúncios de emprego para trabalhar nesta área, no Canadá, avisando que muitos destes anúncios de recrutamento são colocados por «redes mafiosas».

Em conferência de imprensa no Porto, o presidente do sindicato, Albano Ribeiro, afirmou que «redes mafiosas constituídas por portugueses, espanhóis e canadianos» estão a contactar centenas de trabalhadores no Marco de Canaveses, Baião, Cinfães e Braga, a quem «querem cobrar 500 euros para os levar para o Canadá».

Em troca, oferecem supostas garantias de um contrato de dois anos e um salário mensal na ordem dos 5.000 euros, aproveitando o anúncio do governo do Canadá de que a, partir de janeiro, o país precisa de 3.000 trabalhadores estrangeiros para trabalhar na construção civil, necessitando de um total de 320.000 imigrantes para trabalhos em obras nos próximos oito anos.

Com o setor da construção em Portugal a atravessar «a maior situação de crise na sua história», que deixou já sem trabalho «mais de 115 mil trabalhadores», Albano Ribeiro admite que o «desespero» leve alguns trabalhadores a aceitar a proposta destas redes, escreve a Lusa.

Segundo adiantou, pelo menos quatro trabalhadores já terão entregue os 500 euros pedidos pelos autointitulados «empresários» da construção.

Conforme alertou o dirigente sindical, os trabalhadores interessados em emigrar para o Canadá «não devem ir através de intermediários», nem pagar quaisquer quantias que lhes sejam exigidas, devendo previamente informar-se junto do sindicato.

Neste contexto, o sindicato pretende articular com a Igreja, a secretaria de Estado das Comunidades e a embaixada do Canadá uma estratégia para «combater as redes mafiosas no terreno».

No caso da Igreja, e tal como já aconteceu há alguns anos na tentativa de diminuir os acidentes de viação com trabalhadores da construção, Albano Ribeiro vai apelar ao Bispo do Porto, Manuel Clemente, e de Braga, Jorge Ortiga, para que mobilizem os párocos locais na sensibilização dos trabalhadores para os perigos das redes mafiosas.

O sindicato pretende ainda denunciar a situação à Polícia Judiciária.


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11
Dez 12
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Dez 12

Canadá precisa de 3 mil trabalhadores na construção

Regras para receber imigrantes vão mudar. País precisa de mão-de-obra qualificada: tanta como nos período pós-II Guerra Mundial

O Canadá precisa de trabalhadores experientes; tanto como precisou no período pós-II Guerra Mundial. O ministro da Cidadania e Imigração, em declarações à TSF, compara esta época à década de 50, altura em que o Canadá precisou de mão-de-obra qualificada.

O país está pronto para receber três mil trabalhadores estrangeiros qualificados para trabalhar na construção civil; a necessidade leva a uma alteração na política de imigração do Canadá: já não é obrigatório ser licenciado, basta ter conhecimentos de francês ou inglês. As autoridades canadidanas procuram trabalhadores especializados, como carpinteiros e eletricistas, para diversas regiões do país e, por isso, abrem as portas de par em par, dando a esses profissionais carta de trabalho e de residente.

Segundo Jason Kenney, ministro da Imigração, nos próximos oito anos serão precisos 320 mil imigrantes, o que levará a que o Governo torne mais rapida a fixação definitiva de novos trabalhadores para que os ocupem as necessidades do mercado laboral.
Ouvido pela TSF, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção apela ao envolvimento da secretaria de Estado das Comunidades, por forma a que os contratos sejam feitos por via oficial, evitando que este apelo alerte os angariadores ilegais, evitando que os trabalhadores portugueses caiam nessas redes e cheguem ao Canadá sem contrato de trabalho.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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09
Dez 12
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Dez 12

Emprego à força: um em cada cinco mente no currículo

Estudo revela números «chocantes». Saiba como conquistar atenção de quem está a recrutar sem ter de mentir

Para quem está desempregado, o dia-a-dia preenche-se com o envio de currículos atrás de currículos. Há quem, por desespero ou propositadamente, minta com todas as letras para ser recrutado. Um estudo da empresa de recrutamento britânica Staffbay vem mostrar que uma em cada cinco pessoas mente sobre o que tem no currículo. 

Tudo para conseguirem um novo emprego, nem que seja forçando dados sobre competências que, na verdade, não têm. Em 25 mil pessoas, 20% disse que mentiria se com isso conseguisse impressionar o futuro patrão. 

«Obviamente, esses números são chocantes», faz notar o fundador da Staffbay, Tony Wilmot, citado pelo «The Telegraph». No entanto, «como exitem 80 pessoas à procura do mesmo trabalho não é surpreendente que alguns candidatos» tentem contornar a verdade para entrar no mercado de trabalho. 

De qualquer modo, frisou, «é gratificante ver que 80% dos candidatos a emprego que entrevistamos são honestos».

Com este estudo, conclui-se que há uma grande necessidade, para aqueles que procuram trabalho, de se diferenciarem.

Mas não é apenas com currículos em papel que as pessoas chegam lá. Não é assim que «se conseguem destacar da multidão». «O que os empregadores querem fazer é descobrir mais sobre os candidatos antes de os chamarem para uma entrevista, e não podem fazer isso simplesmente por folhearem um currículo em papel».

Ainda assim, mesmo o seu currículo em papel pode agarrar o interesse de quem o ler se souber utilizar as palavras corretas. Sem mentir, claro. 

Palavras-chave. O truque está aqui. Em primeiro lugar, precisa de ter atenção a um pormenor que faz toda a diferença: já existem muitas empresas que encarregam outras - consultoras - para fazerem o recrutamento, de forma a baixarem os custos. Ora a questão é que essas consultoras trabalham para várias empresas, pelo que tratam de imensos currículos. Não admira que a maioria reconheça que a pesquisa por funcionários com determinado perfil é feita sobretudo através das palavras-chave. 

Exemplos? Palavras como gestão, direção, campanhas de marketing, eventos, base de dados, clientes, atualização de produtos, diretor de projeto, distribuição, controlo, custos, análise.

Mas ainda há mais, nomeadamente substantivos relacionados com competências técnicas, mais específicas, sobre a profissão em causa, termos científicos, tecnológicos, descrições técnicas, denominação de postos de trabalho ocupados, certificados, nomes de produtos e serviços, etc.

Não se esqueça, igualmente, de ter palavras-chave sobre as suas competências pessoais, daquilo que faz fora do trabalho, dos seus interesses, se faz voluntariado, desporto, etc. Tudo conta. As empresas não procuram máquinas, procuram pessoas.  

Quanto à procura de emprego em si, é certo que a Internet, as redes sociais e as bolsas de emprego online são as ferramentas mais usadas. Mas não são as únicas.

fonte:;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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08
Dez 12
08
Dez 12

Impulso Jovem criou 2 empregos por dia nos últimos 5 meses

O plano estratégico de empregabilidade Jovem teve 1800 candidaturas desde a sua criação em Junho deste ano. Mas destas ainda só foram aprovadas 60%, ou seja 300 empregos. Na prática 2 empregos por dia nos últimos 150 dias. 

No mês passado, o ministro Miguel Relvas afirmava que o número de candidatos ao programa Impulso Jovem já tinha ultrapassado o milhar, mas segundo dados oficiais do Programa, o número de candidatos foi de 1800. 

O Conselho de Ministros aprovou no início do mês de junho este programa de combate ao desemprego Impulso Jovem, que conta com cerca de 344 milhões de euros e pretende abranger 90 mil jovens portugueses. 

O Impulso Jovem prevê a criação de Passaportes Emprego, Passaporte Emprego Agricultura, Passaporte Emprego Economia Social, e Passaporte Emprego Associações e Federações Juvenis e Desportivas.

O programa prevê uma redução da taxa social única (TSU) de 90%, até ao montante máximo de 175 euros, para as empresas que contratem a termo jovens desempregados de longa duração, por um período mínimo de 18 meses. O Dinheiro Vivo sabe que até agora cerca de 40% dos jovens colocados em empresas ao abrigo deste programa, têm um contrato por tempo indeterminado. 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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