30
Ago 12
30
Ago 12

Conheça as profissões mais bem pagas em Portugal

A crise atinge todas as empresas, mas há funções onde a procura de profissionais ainda é maior que a oferta e são mais bem remuneradas.

Com o número de desempregados, em Portugal, a aumentar de dia para dia e muita gente satisfeita só por ter um emprego, uma profissão com um bom salário parece um achado. Mas é possível encontrar algumas.

O Diário Económico foi perguntar aos especialistas do mercado quais as profissões onde há mais possibilidade de se ter uma remuneração melhor: "Engenharias tecnológicas e de produção, marketing estratégico, saúde e investigação científica e funções técnicas especializadas, como carpinteiros, canalizadores e electricistas", diz Tânia Silva, ‘manager' do Hay Group e responsável pela área de estudos salariais da consultora.

Segundo um estudo desta consultora, um profissional da área das tecnologias de informação poderá esperar ganhar mais 13% do que a média do mercado geral. Este cálculo é feito pelo Hay Group com base numa amostragem de mais de 200 empresas de todos os sectores de actividade, tendo por base apenas funções intermédias.

E porque são estas profissões mais bem pagas que as outras? Tem tudo a ver com a lei da oferta e da procura e, nalguns casos, as razões são evidentes. "As profissões relacionadas com o desenvolvimento de tecnologias que maximizem a produtividade e a rentabilidade têm tido uma forte procura e consequentemente são mais bem pagas", explica Tânia Silva.

Amândio da Fonseca, presidente da empresa de recrutamento Egor, também considera os engenheiros das novas tecnologias e sistemas de informação como das profissões mais bem remuneradas. "Começam logo a ganhar entre 800 a 1.200 euros, em início de carreira. Quando adquirem experiência chegam aos três a cinco mil euros por mês. São funções especializadas e cujas limitações salariais são mais flexíveis", diz.

Já Pedro Brito, ‘partner' da consultora Jason Associates tem dúvidas que todas as funções tecnológicas sejam assim tão bem pagas: "Os consultores de SAP e ERP são bem pagos, mas a nível do ‘software' já pagam mal".

O ‘partner' da Jason Associates destaca ainda os elevados salários das engenharias de especialidade, em especial de mineração e geologia, para irem trabalhar para países emergentes. "Há muita procura de portugueses licenciados nestas engenharias", diz Pedro Brito.

No caso da saúde, o envelhecimento da população na Europa justifica um aumento salarial acima da média do mercado. O ‘partner' da consultora Jason Associates não tem dúvidas que os médicos de especialidade, como cirurgiões ou mesmo os dentistas, estão no topo das profissões mais bem pagas. "Há médicos que alugam blocos operatórios para fazer maratonas cirúrgicas e ganham milhões. Aqui é que se nota a grande diferença para o mercado ‘corporate' normal", diz Pedro Brito. No entanto, também no caso da saúde, "não se pode generalizar".

Amândio da Fonseca coloca os médicos a par dos advogados e de outras profissões liberais: "São muito bem remuneradas quando se atinge um determinado estatuto. E aí nem sequer obedecem a valores de mercado".

Banca paga melhor
As funções técnicas especializadas também são fáceis de perceber porque já são e vão continuar a ser tão bem pagas: "À medida que o nível de escolaridade aumenta, diminui a oferta de recursos disponíveis para responder às necessidades do mercado", justifica a ‘manager' do Hay Group.
"Temos um filho de uma colaboradora que não quis estudar e decidiu ser canalizador e é um profissional de sucesso", conta Amândio da Fonseca.

Olhar para o marketing como uma profissão das mais bem pagas, quando há tantos licenciados deste curso no desemprego, pode ser mais difícil de perceber, mas a explicação é dada por Tânia Silva: "As principais razões deste aumento salarial estão relacionadas com a perspectiva de crescimento à escala global das empresas nacionais, que origina uma preocupação acrescida em criar marcas também elas globais". A ‘manager' do Hay Group chama-lhe marketing estratégico, "que tem ganho alguma relevância face a outras funções com conteúdos similares".

Claro que não são os recém-licenciados, virados para o ‘trade' marketing, que vão ganhar bem, mas os profissionais especializados e já com experiência no mercado.

O ‘partner' da Jason Associates refere ainda que em muitos sectores, como a banca, a advocacia ou as consultoras há uma grande diferença entre o que se paga a um júnior e o que se paga a um sénior.

Amândio da Fonseca coloca a questão em termos sectoriais: "Uns sectores pagam melhor que outros. Por exemplo, tradicionalmente a banca paga bem. Os directores de topo chegam a ganhar sete ou oito mil euros por mês de remuneração base. Depois ainda têm uma componente de remuneração variável forte, com bónus que dependem dos resultados", defende o presidente da Egor.

Mesmo com os cortes que houve em todos os sectores devido à crise e que também atingiu a banca - a redução de efectivos no Banif foi apenas um dos exemplos mais recentes, em Portugal -, este continua a ser dos que pagam melhor. Além da banca, Amândio da Fonseca cita a distribuição e as telecomunicações, embora fiquem um pouco abaixo das remunerações da banca. Pelos cinco, seis mil euros, por mês.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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27
Ago 12
27
Ago 12

Volkswagen: 1800 candidaturas para 43 vagas

Empresa alemã revela que programa destinado a recém-licenciados é «extremamente atrativo» para portugueses e espanhóis

O programa «Startup Europe» da Volkswagen, destinado a recém-licenciados do Sul da Europa, já recebeu 1.800 candidaturas para as 43 vagas, sendo «extremamente atrativo» para portugueses e espanhóis, revelou esta segunda-feira a empresa alemã.

«Inicialmente, a Volkswagen está a apontar este programa para licenciados da Espanha e da Europa», afirmou, em comunicado, o responsável da administração pelos Recursos Humanos da empresa, Horst Neumann, que lamentou que «mesmo com boas qualificações, muitos jovens no Sul da Europa têm problemas em entrar numa carreira no seu país de origem».

De acordo com o comunicado, «o programa é extremamente atrativo para jovens licenciados de Espanha e Portugal», tendo sido recebidas mais de 1.800 candidaturas para 43 vagas.

O programa «Startup Europe» emprega os candidatos bem-sucedidos por dois anos, que começam por trabalhar na filial da Volkswagen em Espanha ou em Portugal, seguindo-se 21 meses na Alemanha.

Em junho, a Volkswagen Autoeuropa anunciou o lançamento de um programa internacional para incorporar 32 recém-licenciados, que começarão a trabalhar no dia 01 de outubro, usufruindo de um «pacote remuneratório competitivo».

Na altura, o diretor-geral da Autoeuropa, António de Melo Pires, afirmou que esta experiência pode contribuir para qualificar um conjunto de jovens para «a introdução de novas de novas tecnologias que transformam a indústria automóvel».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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24
Ago 12
24
Ago 12

Saiba quais os sectores que estão a contratar

As oportunidades são escassas, mas há empresas a recrutar. Empresas exportadoras, construção civil no estrangeiro, tecnologias de informação, mas também nichos de mercado podem ser a solução.

Gestor de exportações e director de mercados internacionais, com destaque nos sectores alimentar, vinícola, industrial e têxtil; director financeiro, ‘controller' financeiro, de crédito e cobranças, analista de risco e chefe de contabilidade, especialistas em direito laboral, fiscal e contencioso e ‘corporate tax', e ainda ‘medical scientific liasion' e ‘market acess' na indústria farmacêutica parecem ser as profissões com mais oportunidades de trabalho. As previsões foram feitas para este ano pela Michael Page, que em contexto de crise foi à procura dos sectores que, apesar do clima económico desfavorável, não deixarão de contratar.

As oportunidades estão cada vez mais difíceis de encontrar, mas existem empresas a contratar para dar a volta à crise. As Tecnologias de Informação e a saúde são, desde logo, sectores com futuro. Mas não só. "Todas as empresas que tenham uma forte componente exportadora terão mais capacidade para contratar. No caso das PME, tudo depende se se dedicam só ao mercado interno ou se exportam. No mercado interno, a quebra do PIB fará com que não haja crescimento do negócio", explica Luís Reis, administrador delegado da Hay Group Portugal. Neste último caso, contratar será mais difícil. Já as empresas de maior dimensão "continuam a recrutar, nos diversos sectores", acrescenta o especialista.

Exemplo disso é a construção civil. As empresas que actuam somente no mercado interno são das mais afectadas pela crise, pelo que não estarão em condições de contratar. No entanto, as que actuam fora de Portugal estão a abrir portas na contratação de engenheiros para irem trabalhar para o estrangeiro. "Temos engenheiros civis muito fortes, que falam não só português como também inglês, e muitas vezes uma terceira língua, convertendo-se em profissionais com um ‘background' de conhecimentos técnicos e uma boa capacidade de adaptação", comentou o director-geral da Michael Page, Álvaro Férnandez, quando apontou as suas previsões de contratação para este ano.

Outro sector em alta continuará a ser o das Tecnologias de Informação, asseguram os especialistas, garantindo que este continua a ser um dos grandes responsáveis pelo recrutamento ao longo de 2012. Uma tendência que não é difícil de perceber, já que "tudo o que fazemos no dia-a-dia está cada vez mais ligado à tecnologia", lembra Luís Reis. E mesmo em empresas de outros sectores, as funções ligadas às novas tecnologias e ao ‘online' serão das mais necessárias. Nas áreas comerciais e de marketing, o destaque vai mesmo para o ‘online' e o comércio electrónico, cada vez mais parte integrante das estratégias das empresas.

Outro dos sectores a não negligenciar é o da saúde. O administrador delegado do Hay Group Portugal não tem dúvidas: "Apesar da crise, o sector continua a necessitar de profissionais da saúde e não só". E isto porque precisa de responder à procura e lidar com o envelhecimento da população. Ou seja, os cuidados de saúde com a terceira idade são uma das áreas com maior perspectiva de crescimento, assim como as tecnologias ligadas à saúde.

‘Last but not least', o sector do retalho e do luxo é, claramente, dos que melhor tem ‘surfado' a onda da crise. Mas não são é o único: "Há nichos de mercado que continuam a apresentar bons resultados e a desenvolver processos de recrutamento para reforçar as suas estruturas", refere Álvaro Férnandez. E exemplo disso é também o sector dos seguros, "que continua a contratar para as suas equipas técnicas de suporte ao negócio e estruturas comerciais segmentadas por canal", conclui.

Os nichos são, em conclusão, uma aposta a ter em conta por quem procura uma oportunidade no mercado de trabalho, tal como acontece nos negócios anti-cíclicos, que não sofrem com a crise, e têm até mais procura nestes períodos difíceis. Exemplos? Empresas que se dedicam à cobrança de dívidas ou as que focam o seu negócio nos chamados produtos ‘low cost'.

fonte:http://economico.sapo.pt

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22
Ago 12
22
Ago 12

Há quase 600 engenheiros portugueses a trabalhar no Brasil

Universidades portuguesas e brasileiras assinaram na ontem, em Brasília, um memorando de entendimento para agilizar o reconhecimento dos graus académicos em Portugal e no Brasil, facilitando o acesso profissional de diplomados nos dois países.

Quase 600 engenheiros portugueses estão a trabalhar no Brasil, segundo dados fornecidos à Lusa pelo Confea - Conselho Federal de Engenharia e Agronomia brasileiro.

Universidades portuguesas e brasileiras assinaram na ontem, em Brasília, um memorando de entendimento para agilizar o reconhecimento dos graus académicos em Portugal e no Brasil, facilitando o acesso profissional de diplomados nos dois países.

"O total de profissionais portugueses registados no sistema é de 594 profissionais", indicam os dados do Confea. Desde 1959 que há registos de engenheiros portugueses a trabalhar no Brasil, ano em que trabalhavam naquele país dois engenheiros, segundo o Confea.

"O acompanhamento de nosso sistema estabelece que, nos anos de 1989 e 1992, houve o registo de 17 profissionais em cada um destes anos", acrescentou a mesma fonte, segundo a qual este ano já foram registados nove engenheiros portugueses.

O bastonário dos Engenheiros disse hoje à Lusa que a Ordem tem registados 354 cidadãos brasileiros devidamente autorizados a exercer a actividade em Portugal. No final do ano passado, o Confea e Ordem dos Engenheiros assinaram 
um acordo para estimular a mobilidade de engenheiros entre Brasil e Portugal.

No entanto, o acordo ainda não está em vigor, uma vez que o plenário do Confea prorrogou a sua entrada em vigor por período de 180 dias. O memorando de entendimento assinado na ontem, abrangerá, numa fase inicial, os licenciados em Engenharia e Arquitectura e foi celebrado entre o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, a maior associação de universidades do Brasil, com sede em Brasília.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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20
Ago 12
20
Ago 12

Número de portugueses com segundo emprego cai 14,4%

A crise económica está a agravar-se, mas os portugueses não conseguem encontrar segundos empregos para compensar a perda de rendimento. Pelo contrário, entre o segundo trimestre de 2011 e o segundo trimestre de 2012, o número de pessoas com uma atividade secundária caiu 14,4%.

 

Num ano, 37 mil pessoas deixaram de ter um segundo emprego, o que significa que existem agora 219 mil trabalhadores que acumulam duas atividades diferentes. 4469 mil portugueses têm apenas um emprego. 

Com a redução do rendimento disponível, seria natural que os portugueses procurassem novas fontes que compensem os cortes salariais e as subidas de impostos. No entanto, a degradação do mercado de trabalho parece estar a dificultar esse movimento. 

Ao mesmo tempo que sentem dificuldade em encontrar segundos empregos, os portugueses estão também a trabalhar mais horas. O número de pessoas que trabalham mais de 41 horas por semana aumentou 5,9% desde o início de 2011 e já são 1,1 milhões.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

publicado por adm às 23:37 | comentar | favorito
19
Ago 12
19
Ago 12

Trabalhar engorda: as «piores» profissões

Nos dias de hoje há inúmeras profissões que promovem uma vida sedentária. Há quem passe praticamente oito horas sentado e, para além de estar a contribuir para o PIB do país, está também a trabalhar para a engorda.

Um estudo realizado nos Estados Unidos pela CareerBuilder revela que 44% dos trabalhadores entrevistados engordaram com o emprego que tinham. 

As profissões com o maior número de trabalhadores que ganharam peso, por causa das posições sedentárias ou pelo elevado grau de stress, são os agentes de viagem, advogados/juizes, professores, serviços de proteção (polícias e bombeiros), assistentes sociais, artistas/designers/arquitetos, assistentes administrativos, físicos, profissionais de marketing/relações públicas e profissionais de tecnologias de informação.

Ora 54% dos inquiridos admitem que ganharam peso por passarem praticamente o dia inteiro sentados nas suas secretárias, segundo o jornal «O Globo». 

Para se ter uma ideia, também mais de metade (56%) disseram que nem para irem almoçar costumam ausentar-se. 

Já para 37 % dos participantes foi o stress que os fez comer mais e, logo, engordar. Depois, 23% comem fora regularmente, o que pode explicar o aumento de peso. 

Há ainda outros motivos que explicam a engorda entre quem está no ativo: 19% dos entrevistados saltam refeições por causa dos compromissos e falta de tempo; 18% culpam as festas promovidas no trabalho, como os aniversários; 16% admitem que não resistem à dos doces que têm na gaveta; e 10% chegam até a culpar a pressão que sofrem para comer as guloseimas que os colegas de trabalho oferecem. Ainda assim, mais da metade (56%) diz que faz exercício com regularidade. 

E, em concreto, estamos a falar de quantos quilos a mais? Cinco, para 26% das pessoas e até 10, para 14%. De qualquer modo, há quem consiga até perder peso (é o caso de 16% dos inquiridos).

Dicas para dizer adeus aos quilinhos a mais

Se o leitor se revê nestes indicadores, saiba que pode alterar pequenos comportamentos para perder o peso que ganhou a mais, como usar escadas em vez de elevadores, ou até ir falar diretamente com um colega, em vez de lhe enviar um e-mail. 

Depois, quando for, por exemplo, estacionar o carro, escolha o lugar mais distante do seu local de trabalho, para o obrigar a caminhar até lá. 

Faça lanches saudáveis, com pequenas porções. Pode escolher a combinação de uma peça de futa com bolachas, por exemplo, e saladas para o almoço. Leve marmita: controla melhor o que come, será certamente mais saudável e até gasta menos dinheiro. E, claro, beba água e faça exercício físico. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 23:33 | comentar | favorito
17
Ago 12
17
Ago 12

Profissões que prometem melhor emprego

As áreas onde vão ser precisos mais profissionais nas próximas décadas

Os tempos estão difíceis para todos na hora de procurar emprego. Mas algumas áreas prometem um futuro melhor do que outras. O «Diário Económico» revela esta sexta-feira que, de acordo com os especialistas, há profissões onde (ainda) é possível contar com um bom emprego.

Uma das áreas de futuro é a saúde, devido ao envelhecimento da população, que vai aumentar a necessidade de cuidados. Por isso, não estamos a falar apenas de médicos e enfermeiros, mas todas as profissões ligadas à saúde e ao cuidado de idosos (geriatria).

«O envelhecimento da população leva a que a geriatria e o acompanhamento de pessoas idosas sejam áreas em expansão», afirmou José Bancaleiro, da Stanton Chase. Este envelhecimento torna importantes «não só os cuidados primários, mas também a prevenção na área da saúde», acrescentou Pedro Brito, da Jason Associates. «A saúde vai ficar mais cara e encarecer o risco na área dos seguros, por isso, haverá uma aposta grande na área da prevenção. Surgiu até já uma moda em Inglaterra, entre os gestores de topo, que é o life health coaching», diz.

Também as profissões ligadas às Tecnologias de informação e Comunicação vão continuar a ser importantes. Não só as engenharias de telecomunicações e electrónicas, mas tudo o que é marketing onlinee-commercee-learning tem futuro.

As engenharias especializadas como as de som, sistemas, termodinâmicas, de energias renováveis, etc., também são profissões de futuro, tal como as funções especializadas ligadas às energias (e não apenas as renováveis). Por exemplo, os engenheiros geológicos serão previsivelmente muito procurados por países emergentes. As engenharias ligadas às energias limpas serão também cada vez mais importantes.

Por fim, os especialistas apontam ainda para as profissões ligadas à indústria aeroespacial: engenharia aeroespacial e não só. O turismo no espaço também promete ser uma área de cresciemnto.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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14
Ago 12
14
Ago 12

Desemprego sobe até valor recorde de 15%

A taxa de desemprego portuguesa atingiu os 15% no segundo trimestre de 2012, segundo o Instituto Nacional de Estatística.

A taxa de desemprego portuguesa atingiu os 15% da população activa no segundo trimestre de 2012, o nível mais alto de sempre, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Esta taxa equivale a 827 mil trabalhadores no desemprego - mais 7.600 pessoas que no trimestre anterior, e mais 152 mil pessoas do que no mesmo trimestre de 2011.

O ritmo de crescimento da taxa abrandou relativamente a trimestres anteriores. Este é um fenómeno sazonal - tradicionalmente, o segundo trimestre é o mais forte em termos de emprego, com muitas empresas do setor turístico a reforçar os seus quadros para a época de verão.

O Governo prevê que a taxa de desemprego atinja uma média de 15,5% para o total de 2012, subindo para 16% em 2013.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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13
Ago 12
13
Ago 12

Call center: 130 vagas para preencher

A conquista de novos projetos levou a Sitel, empresa de outsourcing de atendimento ao cliente, a iniciar um processo de recrutamento de 130 novos colaboradores para as funções de Assistente de Call Center, Técnico de Helpdesk, Gestor de Qualidade, Formador e Supervisor, entre outras. 

As competências exigidas pela empresa variam em função de cada oferta, sendo sempre valorizadas as competências técnicas na área das tecnologias e um bom domínio de idiomas estrangeiros. É ainda exigida fluência em alemão, espanhol, flamengo, francês, inglês ou italiano, explica a empresa em comunicado.

«Acreditamos que uma das nossas vantagens competitivas é a qualidade dos nossos recursos humanos, pelo que apostamos na sua formação, inicial e contínua, e na sua especialização. Os índices de motivação e a baixa rotatividade da equipa da Sitel Portugal deixam-nos muito satisfeitos!» afirmou a diretora da Sitel Portugal, Benedita Miranda.

A Sitel trabalha com clientes globais líderes nos seus setores de atividade das áreas automóvel; consumo; energia e utilities; segurador; financeiro; tecnologia; viagens e turismo.

Todos os colaboradores trabalham diretamente para a Sitel em regime de contrato.

Os interessados podem encontrar ofertas de emprego ao longo do ano no site da empresa.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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12
Ago 12
12
Ago 12

Call centers: dicas para brilhar numa entrevista de emprego

Numa altura em que os empregos escasseiam, os cll centersainda são dos (poucos) setores que vão contratando. E porque as oportunidades são cada vez menos, é importante que, se for chamado a uma entrevista, convença à primeira. Por isso, aqui ficam as dicas dos especialistas para brilhar numa entrevista de recrutamento para um call center.

A Transcom, fornecedor de serviços de outsourcing reuniu cinco dicas fundamentais para o ajudar:

1 - Atenção ao discurso - A forma como um candidato reage às perguntas e o modo como se expressa vão ser avaliados. «O discurso é a base do contacto com o cliente e, como tal, as empresas da área procuram profissionais com uma comunicação clara, concisa e bem formulada», explica a área de Recursos Humanos da Transcom.

2 - Aptidão informática ¿ As competências informáticas são condição para se ter lugar num call center. O trabalho é feito com recurso a diversos softwares de gestão e manutenção das bases de dados. Por fim, há as aplicações já comuns, como o Office, por exemplo, cujas funções devem ser recordadas antes de uma entrevista.

3 - Conhecer o call center ¿ Qualquer entrevista vai ter uma pergunta relacionada com a organização e estrutura de trabalho de um call center. O fundamental nesta situação é esforçar-se por conhecer os principais departamentos que uma estrutura deste tipo pode ter. Com esta questão pode surgir outra: O que significa trabalhar num call center? «As empresas fornecedoras destes serviços são cada vez mais uma fonte de emprego e uma oportunidade de trabalho não deve ser encarada de ânimo leve. Nos dias que correm, procuram-se profissionais comprometidos que se possam formar de modo a fornecer aos clientes um serviço o mais especializado possível», lembra a responsável.

4 - Sintetizar a experiência profissional ¿ Ter experiência em trabalho de call center não é um fator decisivo para a contratação, mas as empresas valorizam profissionais que saibam trabalhar em equipa. Quando a questão sobre a experiência profissional surgir, o candidato deve conseguir sintetizar os principais pontos do seu percurso, em especial os marcos atingidos em equipa e a importância dos mesmos. Em caso de já ter experiência em call center, a honestidade acerca da forma como se lidava com os clientes é absolutamente necessária.

5 - Ser equipa ¿ O sucesso de um call center faz-se do espírito de equipa e este é um dos temas que se pode esperar numa entrevista e sobre o qual o candidato deve ter uma resposta pronta e honesta. «Gostar de trabalhar em equipa e querer participar na construção de uma equipa são pontos chave para o desempenho de um call center e que, como tal, requerem especial atenção no momento de recrutar», salienta a área de Recursos Humanos da Transcom.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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