30
Jul 12
30
Jul 12

Mais de mil portugueses mudam-se para a Suíça todos os meses

Cerca de 224 mil portugueses viviam na Suiça em 2011, segundo o Departamento Federal de Estatística helvético.

Propagam-se por toda a Confederação Helvética, em particular pelos cantões de Vaud, Genebra, Valais e Zurique. Partem aos milhares.

Já lá vão quase 50 anos desde que os suíços puseram os portugueses na lista de trabalhadores de "áreas distantes", demasiado diferentes para se habituarem aos seus usos e costumes. Nos últimos anos, os portugueses até parecem estar a tomar a Confederação Helvética de assalto. Desembarcam, em média, mil por mês, avança hoje o jornal Público.

A chegada de portugueses à Suiça só é superada pela entrada de alemães. Mas quem sabe por quanto tempo? É que a vizinhança alemã - de Baviera e de Baden-Württemberg - está quase com pleno emprego.

E se há 40 anos nem meio milharde portugueses havia, no final do ano passado, já existiam 224.171, com maior incidência em Vaud, Genebra, Valais e Zurique.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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29
Jul 12
29
Jul 12

Quer ir para Angola? Então prepare-se!

Autores escrevem sobre o que deve levar na mala. E sobre o que vai encontrar quando chegar.

Emigrar, seja lá para onde for, implica malas, despedidas, alguns lenços de papel e sobretudo muita vontade de agarrar uma nova vida. Mas não vá para fora para fugir a uma realidade. Vá, sim, como escrevem os autores de "Atribulações de um português a fazer negócios em Angola" (Esfera dos Livros), bem preparado e com a missão de fazer bons negócios.

E o que deve um português levar na mala quando ruma para Angola? Muita coisa. Mas sobretudo a capacidade de identificar oportunidades, que são, segundo Nuno Gomes Ferreira, co- -autor desta obra, uma viagem que se divide entre o curto, o médio e o longo prazo.

Construção, telecomunicações e agricultura são sectores a ter em conta; tal como a produção de calçado, vestuário e loiças. Tudo, obviamente, com parceiros locais. Sobre temas polémicos como a nova lei de incentivo fiscal ou a dificuldade de expatriar dinheiro, fique a saber que a triangulação (histórica) com Cabo Verde poderá ser uma boa opção. Tudo isto, curiosamente, na semana em que a União Europeia e Angola assinaram um novo acordo de cooperação - "Caminho Conjunto Angola - União Europeia". A reter.

Qual a melhor forma de ir para Angola à procura de novas oportunidades de vida?
Uma mensagem prévia: antes de pensar em ir para Angola, o português tem que ter uma ideia muito clara do que está a fazer em Portugal. Não faz sentido ir para Angola se não tiver uma vantagem competitiva clara daquilo que vai fazer no mercado angolano. E ter vantagens competitivas claras quando chegar a Angola. Quando chegar a Angola o melhor conselho que posso dar, embora neste momento não seja obrigatório, é a escolha de um parceiro local. Juridicamente não é obrigatório, mas é muito relevante a escolha de um parceiro local. E isto passa por dois motivos. Primeiro, temos um país muito dependente de petróleo, e obviamente quem controla o petróleo é o Estado. Por tanto, o melhor conselho que se pode dar a um empresário, que se queira posicionar em Angola, é que este se ligue a alguém do sector do petróleo; ou eventualmente a uma pessoa ligada directamente ao poder executivo.

É fácil encontrar assim um parceiro?
É fácil encontrar parceiros. É muito difícil encontrar o parceiro ideal.

Existe alguma instituição que possa ajudar a dar informações? 
Considero duas hipóteses. A AICEP Angola (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), que está a trabalhar muito bem. E também aconselho uma visita previa à ANIP (Agência Nacional de Investimento Privado). Mas temos que ter presente que o mais importante para fazer um negócio, e um negócio sério, é ir por convite. É a melhor hipótese.

Ou seja é a chamada `Carta de Chamada´ dos tempos modernos?
Exactamente. É a melhor maneira de ir para lá. Desde logo porque existe um novo enquadramento jurídico e a PME (Pequena e média empresa) para entrar já deverá ir com algum cuidado prévio sobre aquilo que vai fazer. Antes de embarcar é bom ter o projecto bem formalizado em Portugal para quando lá chegar estar bem direccionado e posicionado. Mas a escolha do parceiro é, sem dúvida, muito importante.

Fale-nos da nova lei. Até que ponto é que a nova lei angolana para o investimento estrangeiro pode afligir quem quer investir em Angola? 
Existe um limite mínimo neste momento para se fazer um investimento e estar abrangido por essa nova lei: que é de um milhão de dólares americanos. No contexto actual já começa a ser muito difícil arranjar um pacote de um milhão de dólares para investimento e isso poderá ser limitativo na maneira de fazer negócios.

Essa lei também é aplicada a quem tem parceiros locais?
Exactamente. Cada investidor externo tem que levar na bagagem - ou em equipamento, ou em dinheiro ou em ‘know-how' - o equivalente a um milhão de dólares.

Isso torna a vida difícil às PME's? 
Para pequenos e médios empresários o livro deixa algumas portas de alternativas.

Que alternativas são essas? 
Nomeadamente a utilização da plataforma de Cabo Verde; e a utilização de Cabo Verde como plataforma financeira e fiscal para entrada em Angola. Desde logo porque há uma moeda - que é o escudo caboverdiano - que está perfeitamente indexado ao euro (quando Angola está dolarizada) e um sistema fiscal muito similar ao nosso. Bem como uma convenção de dupla tributação de Portugal - Cabo Verde, que, por exemplo, não existe com Angola .

Trabalho publicado na edição de 27 de Julho de 2012 do Diário Económico

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28
Jul 12
28
Jul 12

Desempregado? Esta pode ser uma boa oportunidade para si

Se está desempregado e procura novas oportunidades de formação e emprego, isto pode interessar-lhe: a Fernave vai lançar em breve o primeiro Curso de Formação Inicial de Maquinistas para o mercado em geral. Ou seja, não precisa de ter nenhuma formação prévia nesta área.

Em comunicado, a empresa explica que decidiu lançar o curso «face às alterações que se perspetivam no sector dos transportes e, em particular, que o sector ferroviário irá ter no futuro próximo».



O Curso de Formação Inicial de Maquinistas, cuja primeira edição está prevista iniciar-se em Outubro deste ano, aguarda apenas a homologação por parte da entidade reguladora, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) e «é dirigido a todas as pessoas que tenham um mínimo de 20 anos de idade, o 12º ano de escolaridade e reúnam condições de aptidão física, mental e psicológica para o exercício da função de condução de comboios».

A formação terá a duração de 9 a 10 meses, incluindo formação teórica, prática e estágio de aperfeiçoamento de condução em linha.

O processo de receção de candidaturas será lançado «em finais de agosto», altura em que serão realizadas sessões de apresentação deste curso em Lisboa, Porto e Entroncamento e para todos os que estiverem interessados. 

O senão é que «o valor da formação será integralmente suportado pelos candidatos, obtendo estes no final do curso a habilitação para o exercício da função de condução de comboios para a rede ferroviária nacional e no futuro (assim que a Diretiva Comunitária seja transposta em Portugal), para as demais redes ferroviárias da Comunidade Europeia».

«Esta é mais uma iniciativa que a Fernave pretende desenvolver no quadro das alterações que se perspetivam do modelo de governação e de gestão do sector ferroviário nacional e, também, de abrir ao mercado a possibilidade de acesso a uma profissão que até à data apenas estava disponível mediante as iniciativas próprias dos operadores de transporte ferroviários de passageiros e de mercadorias», explica em comunicado.

«Tal como já aconteceu para o sector aéreo, o sector ferroviário nacional irá sofrer uma profunda reformulação no que concerne à certificação e habilitação das competências profissionais que asseguram o seu normal funcionamento e cumprimento de requisitos regulamentares, sendo necessário preparar o mercado nacional para o eficaz cumprimento das diretivas e normativos comunitários», conclui.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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24
Jul 12
24
Jul 12

Está sem trabalho? Tecnológica e banco dão emprego

O grupo empresarial de tecnologias da informação Critical Software e a instituição bancária BPI juntaram-se para recrutar recém-licenciados. 

A seleção dos jovens começou depois de ter terminado o final do ano letivo, e nos próximos dias iniciarão já a atividade oito dos selecionados. Até ao final do verão será mais cerca de 12, podendo variar o contingente total «um pouco em função da qualidade dos candidatos», revelou à Lusa a diretora-geral da empresa iTGrow.

Catarina Fonseca realçou que o contexto atual é de «falta de oportunidades de emprego para muitos dos jovens que agora terminam as suas formações superiores», mas a iTGrow é uma das empresas que está apostada em «contrariar essa tendência, abrindo as suas portas para a entrada de novos colaboradores».

O recrutamento dos jovens licenciados pela iTGrow, criada especificamente pela Critical Software e o BPI para recrutar e formar futuros colaboradores, está a selecionar preferencialmente nas regiões «Centro e Norte» do país, entre aqueles que saem de instituições do ensino superior de Coimbra, Leiria, Aveiro, Porto e Braga.

«Partimos de uma base de formação muito boa, mas sabemos que lhes faltam competências profissionais», sublinha Catarina Fonseca, frisando que os escolhidos vão submeter-se, durante três anos, a uma formação, parte realizada em sala com um tutor e outra parte dedicada à realização acompanhada de projetos concretos da Critical Software e do BPI.

«Chegamos à conclusão que estes grupos evoluíram mais rapidamente do que antes» de existir esta formação, conclui Catarina Fonseca, recordando que este projeto teve início em dezembro de 2010, e já o integram 55 jovens licenciados.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

publicado por adm às 21:27 | comentar | favorito
22
Jul 12
22
Jul 12

Recrutamento é feito cada vez mais ‘online’

Os anúncios em papel estão a desaparecer. A Internet é a nova ferramenta para oferecer e procurar emprego

O emprego oferece-se e procura-se, cada vez mais, ‘online'. E só não há mais anúncios na Internet, porque há pouco emprego, diz Amândio da Fonseca, administrador do Grupo de recursos humanos Egor.

Os anúncios em papel estão a desaparecer. Quem quer anunciar emprego, fá-lo, na maior parte dos casos, no próprio site da empresa, num ou em mais do que um portal de emprego e através das redes sociais profissionais. E, depois, "concorrer é pouco mais do que um clique. É a globalização do recrutamento", sublinha Amândio da Fonseca.

Responder a um anúncio também já não passa pelo correio tradicional e pelo currículo em papel. Issou passou à história. "A Internet é uma ferramenta mais poderosa, que dá maior ‘feedback' e é mais rápida. É instantânea. Publicamos o anúncio e no dia seguinte temos centenas de respostas", diz ainda o administrador da Egor.

Ana Teixeira, ‘country manager' da ‘executive search' MRINetwork, confirma: "o recurso à procura de emprego ‘online' é muito utilizado e tem vindo a crescer substancialmente, sobretudo entre os recém-licenciados, pessoas em início de carreira, não seniores e pessoas ligadas às tecnologias de informação". Os quadros de topo é que ainda gostam de recorrer ao anúncio em papel ou às empresas de caça- talentos.

Há ainda, por outro lado, funcionalidades que a Internet permite que trazem mais valias em relação ao papel. Por exemplo, a pessoa pode inscrever o seu currículo ‘online' num portal e receber um alerta no seu ‘email' sempre que for colocado um novo anúncio para a função que procura, ou seja, o anúncio vem ter com ela.

O recrutamento faz-se, assim, cada vez mais via ‘online', antecedendo a fase de selecção dos candidatos. "Recebi, por acaso, no outro dia um currículo por correio e pedi à pessoa para o voltar a enviar por email", conta Amândio da Fonseca.

Para o administrador da Egor, os portais de emprego são uma espécie de feiras de emprego e uma tendência sem retorno, que veio para ficar.

Trabalho publicado na edição de 16 de Junho de 2012 do Diário Económico

publicado por adm às 19:02 | comentar | favorito
21
Jul 12
21
Jul 12

Soldadores e mecânicos com propostas salariais superiores a engenheiros, arquitetos e advogados

Serralheiros, canalizadores e torneiros mecânicos podem conseguir ordenados mais altos do que arquitetos ou advogados, nas três mil ofertas de emprego disponíveis em Portugal, segundo o portal do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Na página na Internet do instituto estão publicados anúncios onde se procuram torneiros mecânicos, soldadores serralheiros ou canalizadores com propostas salariais iguais e até superiores a engenheiros, arquitetos e advogados.

No sítio "netemprego" oferece-se um lugar para um engenheiro mecânico, em Lousada, com conhecimento de três línguas (inglês, francês e espanhol) e um salário de 600 euros, inferior aos 800 euros pagos a um torneiro mecânico, em Alcobaça, um serralheiro mecânico, no Pombal ou a um montador de tubagens, em Valença.

Por 750 euros há vagas para um eletricista, com o 4º ano de escolaridade, em Coruche, e 700 euros é quanto é oferecido a um canalizador ou um operário do fabrico de rolhas de cortiça, em Santa Maria da Feira.

O mesmo salário é oferecido a engenheiros civis, em Faro e Lisboa, com a obrigação de falarem inglês fluentemente.

No mesmo portal, há pelo menos duas vagas para advogados com salários de 840 e 850 euros, em Odivelas e Viana do castelo.

O ordenado mínimo nacional, 485 euros, é a oferta para um engenheiro agrónomo, em Trancoso, o mesmo proposto a um trabalhador agrícola para a apanha do tomate, em Mora, no Alentejo, e metade dos 834 euros oferecidos a um tratorista agrícola, em Viana do Castelo.

No setor agrícola destacam-se os 1.500 euros oferecidos a um casal que queira ser feitor/caseiro numa quinta da Covilhã.

Os salários mais altos, entre as ofertas disponíveis, são propostos a um mecânico de máquinas, com o 9º ano, a ganhar 1.500 euros, em Alvalade, e um lugar permanente de dois mil euros mensais para uma interprete de alemão e inglês, com conhecimento de finanças, banca e seguros, em Lisboa.

Há também um lugar para um arquiteto, em Viana do Castelo, com um salário de 850 euros, pouco mais dos 800 oferecidos a um desenhador, com o nono ano, na Marinha Grande.

Entre as ofertas com remunerações mais altas estão analistas de sistemas de informática, com o 12ºano, e propostas entre mil e 1.500 euros mensais, essencialmente para a zona da Grande Lisboa, ou um técnico de controlo da qualidade, com 1.500 euros, na Guarda.

Nas vagas com licenciatura como requisito há também lugar para um engenheiro mecânico a ganhar mais de 1.700 euros, em Loures, e outro engenheiro com quase 3.000 euros, em Santo Tirso, além de técnicos de serviços sociais, em Lisboa, com salários de mil euros e 900 euros para um psicólogo, em Torres Vedras.

No maior número de ofertas prevalece o salário mínimo ou valores próximos, mas há também empresas dispostas a pagar 850 euros a um pasteleiro, no Sabugal, com alojamento, 800 euros a um cozinheiro, na zona de Tavira, e 700 euros a uma empregada doméstica, na zona de Barcelos.

A maioria das mais de três mil ofertas de emprego correspondem a contratos temporários e algumas são disponibilizadas ao abrigo da nova medida de estímulo 2012, criada pelo Ministério da Economia para apoio à contratação nas empresas.

fonte:http://www.jn.pt/


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19
Jul 12

Desemprego com maior subida em mais de dois anos

Número de desempregados inscritos no IEFP aumentou 24,5% em Junho. Só em Janeiro de 2010, houve um crescimento homólogo mais elevado.

Em Junho, os centros de emprego contabilizavam 645.955 desempregados, o que representa uma subida de 24,5% face ao mesmo mês de 2011. É preciso recuar a Janeiro de 2010 para encontrar um aumento mais pronunciado. Em comparação mensal, os dados também apontam para uma subida de 0,7%, quando os dois meses anteriores foram marcados por descidas. Os dados, do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), foram divulgados ontem.

Para o Governo, esta evolução pode estar relacionada com medidas recentes. Ao Diário Económico, o secretário de Estado do Emprego salientou que os números podem ser "em parte explicados por uma maior adesão" dos jovens à inscrição no centro de emprego "porque sabem que medidas como as do Impulso Jovem" dependem desse registo. Pedro Martins sublinhou ainda a existência de "algumas isenções em despesas de saúde" e novas obrigações para beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). O ministro da Solidariedade e Segurança Social também referiu este ponto. "Existiam cerca de 60 mil pessoas que estavam a beneficiar do RSI, que têm idade e capacidade para o trabalho e que não estavam inscritas nos centros de emprego", salientou Mota Soares, citado pela Lusa. "Dissemos que muito provavelmente iria acontecer o fenómeno de subida do número dos desempregados inscritos", continuou.

Contas feitas, em Junho, os centros de emprego acolhiam mais 127.250 desempregados do que há um ano atrás.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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19
Jul 12

Saiba como encontrar emprego na Internet

Conheça os ‘sites’ onde encontrar emprego em Portugal e no resto do mundo. Cerca de 75% dos jovens já procuram o primeiro emprego na Internet.

Após ter ficado desempregada e durante um ano, comecei uma actividade, posso dizer que quase diária, no Linkedin, tomando muita atenção aos meus contactos entre os recursos de topo que conheci durante o meu tempo de trabalho, por exemplo, gestores de projecto e de área, directores e administradores". E um ano depois Alexandra foi descoberta nesta rede social por um recrutador que precisava de alguém com experiência numa área muito específica que ela dominava. O caso é contado no livro "Quero um emprego!" de Luís Villalobos (organizador), Ana Rute Silva, Elisabete de Sá e Raquel de Almeida Correia.

São cada vez mais os exemplos de pessoas a encontrar trabalho e as empresas a conseguir recrutar pessoas através da Internet. Cerca de 75% dos jovens utilizam a Internet para procurar emprego, de acordo com um inquérito realizado pelo portal Universia do banco Santander. Hoje é "muito mais fácil saber quais as oportunidades que existem, obter informação sobre vários sectores de actividade, empresas, novos projectos, tudo à distância de um clique", explicavam Mariana Branquinho da Fonseca e Tiago Gonçalves, da Heidrick & Struggles, num artigo de opinião publicado na semana passada neste suplemento.

Multiplicam-se também os portais na Internet dedicados ao emprego. Trabalhando. pt é o mais recente. Uma criação do portal Universia, criado pelo Banco Santander. Uma ferramenta que agrega ofertas de emprego e milhares de currículos de licenciados portugueses. A boa notícia é que este portal tem mais de 200 mil lugares disponíveis de mais de 600 mil empresas de 11 países, onde se inclui o Brasil, um dos destinos preferidos dos portugueses, explica Bernardo Sá Nogueira, director-geral do portal Universia.

"As empresas poderão colocar neste site as ofertas de emprego, e se quiserem limitar a procura de candidatos a um determinado número de universidades também podem fazê-lo", explica o responsável pelo trabalhando.pt. Potencialidades que também funcionam para os alunos. Assim, um candidato pode escolher determinados filtros para que na sua pesquisa só surjam as empresas de um determinado sector ou com um determinado nível de remuneração. E o objectivo já está traçado: "Queremos que o trabalhando.pt seja o portal número um na procura de emprego entre os licenciados", avança Bernardo Sá Nogueira.

Com cerca de dez mil ofertas de emprego, o infojobs. pt pretende ser o "número um" no recrutamento em Portugal. Recentemente, disponibilizaram uma ferramenta que permite fazer o "casamento" entre as ofertas de emprego existentes nas empresas e os candidatos que possuem as competências exigidas para preencher o lugar, revela Javier Llorden, director comercial da empresa. "A InfoJobs é uma empresa inovadora e com uma vocação muito tecnológica. Viemos para Portugal para mudar a forma como os portugueses procuram emprego. Numa altura em que praticamente tudo funciona ‘online', não faz sentido que as buscas se centrem apenas em recortes de jornal", acrescenta.

No decorrer deste ano, o portal, que iniciou a sua actividade com pouco mais de 200 ofertas activas, tem, actualmente, cerca de dez mil postos disponíveis. Mais de duas mil empresas já se inscreveram no ‘website', estando activas à volta de 800. No decorrer deste ano, foram 130 mil os portugueses que se inscreveram no portal em busca de emprego e que encontraram uma oportunidade. O portal permite aos candidatos em que estado está a sua candidatura em cada oferta. Podem verificar se a sua candidatura foi aceite, se passaram à fase seguinte ou não. O mesmo se passa com as empresas, que podem ver quantos candidatos se propuseram à sua oferta, e também os currículos detalhados de quem o fez.

Depois tem ainda o site www.netemprego.gov.pt , o portal oficial do Instituto de Emprego e Formação Profissional. Se o seu objectivo é encontrar trabalho num outro país da União Europeia, poderá recorrer ao EURES. Uma rede criada pela Comissão Europeia, que liga os institutos de emprego de todos os países da UE. Com mais de 850 conselheiros espalhados por toda a Europa, realiza feiras de emprego onde recruta para profissões específicas para diferentes países. Depois cada país disponibiliza portais específicos. A Alemanha, por exemplo, criou recentemente um portal onde pode saber tudo o que precisa para ir trabalhar para lá. Um país onde existem mais de 400 mil ofertas de emprego no site do Instituto de Emprego.

Boas vindas em várias línguas e a frase "German is warm welcome. Be part of it" são os convites que se podem encontrar mal se entra em www.make-it-in-germany.com. Uma página criado pelo governo alemão para conseguir atrair mais jovens e quadros qualificados estrangeiros. Neste novo portal podem encontrar-se oportunidades de emprego e informações necessárias para quem quer ir trabalhar para o país.

Mas há cada vez mais empresas de recrutamento a disponibilizar espaços na Internet onde os portugueses se podem candidatar. É o caso do site www.jobs4.de um portal onde pode encontrar inúmeras vagas em empresas alemãs. Para além dos sectores de procura tradicional, neste site poderá também encontrar empregos no sector financeiro.


Os portais de emprego

trabalhando.pt
É a mais recente página de procura de emprego criado pelo portal Universia do banco Santander. Uma janela aberta para mais de 200 mil ofertas de emprego de 11 países.

infojobs.pt
Assegurar o "casamento" automático entre a oferta de emprego disponibilizada pelas empresas e os candidatos que têm as competências para o lugar é a vantagem
do infojobs.pt.

monster.com
É considerado maior portal do mundo de ofertas de emprego, tem ofertas de centenas de países, mas Portugal ainda não está na lista de países onde pode procurar emprego.

netemprego.gov.pt
Este é o site oficial do IEFP onde pode encontrar ofertas para Portuigal e uma porta de entrada para o EURES onde tem ofertas de emprego na UE. Regularmente organizam feiras de emprego nos diferentes países.

Trabalho publicado na edição de 16 de Junho de 2012 do Diário Económico

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16
Jul 12

Estas 20 empresas procuram professores e pessoas que falem línguas

Às vezes a mais básica e arbitrária das suas características é aquela que um empregador procura. Há centenas de empresas no mundo que estão dispostos a pôr o seu currículo acima de todos os outros porque fala e escreve fluentemente português. Ou outra língua qualquer.

São os empregos para bilingues ou multilingues. Uns estão diretamente ligados às indústrias da tradução ou edição, outros são criados no seio de empresas que lidam diariamente com uma grande quantidade de informação numa língua estrangeira. Se domina completamente mais que uma língua, estas são algumas das empresas que o valorizam como requisito obrigatório e as oportunidades que têm em aberto de momento.

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Estas 10 empresas procuram pessoas que falem línguas

1. SEGA: 1
Provavelmente, um dos melhores empregos do mundo para quem gosta de videojogos. A SEGA procura um game tester português para rever a versão portuguesa dos próximos jogos a lançar no mercado. O trabalho é feito a partir de Londres. Informações sobre o posto e processo de candidatura podem ser consultados aqui.

2. Parlamento Europeu (aberto)
Uma das melhores oportunidades para experimentar o trabalho de tradutor é o programa de estágios remunerados no Parlamento Europeu, agora em aberto para a edição de março de 2013. São três meses no Luxemburgo, com a remuneração de 1235 euros mensais (valores de 2011). Pedem licenciados fluentes em línguas oficiais da UE. Para concorrer, preencha o formulário desta página.

3.The Language Business: 18
É uma agência de recrutamento especializada em recrutar pessoas fluentes em várias línguas para diferentes áreas de atividade. Sendo uma empresa britânica, a maioria das ofertas tem como base o inglês e requer o domínio total de outra língua. No caso do português existem 18 vagas de momento, para trabalhos em em áreas tão distintas como análises clínicas ou departamentos de marketing. Para ver todas as vagasconsulte esta página.

4. HR Profiler: 75
O contrário também existe. Se o que pretende é encontrar um trabalho em Portugal em que faça uso das suas capacidades de bilingue, consulte o site da agência HR Profiler. Neste momento há pedidos para profissionais fluentes em espanhol, grego, flamengo e outras línguas, a maioria para serviços de apoio ao cliente. Pode ver a lista de pedidos aqui.

5. Sonae: 2
Também em Portugal, mais precisamente na Maia, a Sonae procura tradutores para integrar a equipa da marca Sportzone. O trabalho consiste na tradução de toda a informação referente a produtos oferecidos e terá de ser feita por bilingues que dominem Português e Espanhol ou Português e Inglês ao nível nativo. Veja como candidatar-se nesta página.

6. Bloomberg: 18
No site de carreiras na Bloomberg existem 18 anúncios direcionados a profissionais que dominem igualmente o Inglês e o Português. As oportunidades dividem-se entre analistas e técnicos da área financeira para várias cidades do mundo e posições editoriais nas redações de cidades brasileiras. Para ver se o seu perfil se enquadra em algum dos lugares pretendidos, consulte esta lista.

7. Edreams 1
O site de reservas online Edreams está à procura de um analista de fraude fluente em português e inglês. É exigida formação em Turismo. O trabalho é feito na cidade de Barcelona. Para ver as condições do contrato e saber como candidatar-se consulte esta página.

8. Pearlinguistics (aberto)
A Pearlinguistics é uma empresa especializada em traduções que contrata profissionais freelance. Pedem intérpretes e tradutores com experiência comprovada (o processo de contratação requer pelo menos duas referências de profissionais) e, em linha com o trabalho existente, dão preferência a pessoas especializadas em campos técnicos e científicos. Para ver as condições que oferece esta empresa consulte esta página.

9. MVF Global: 10
A agência de Marketing Digital com sede em Londres MVF Global está à procura de recém-licenciados bilingues para integrarem equipas em expansão por todo o mundo. Neste momento, têm 10 vagas disponíveis. Pedem jovens licenciados fluentes em Inglês e noutra destas línguas: Português, Espanhol, Tailandês, Indonésio, Malásio, Japonês, Mandarim e Russo. Mais detalhes sobre o processo de recrutamento aqui.

10. Language Matters: 1
A agência de recrutamento Language Matters está à procura de uma secretária bilingue (inglês mais português) para escritórios em Canary Wharf, o segundo complexo financeiro mais importante de Londres. A remuneração será de 12/15 libras por hora. Para ver esta e outras ofertas para bilingues consulte esta página.

Estas 10 empresas estão à procura de professores portugueses

No que toca a oferta de emprego, os professores portugueses lidam com um dos cenários mais complicados das últimas décadas. Se por um lado a reorganização da rede escolar fez cair o número de professores necessários no sector público, a crise afugentou alunos do sector privado, que também travou o recrutamento de novos docentes.

Assim sendo, que podem os professores portugueses fazer?
A descrição não é encorajadora, mas é verdade que ainda existem algumas oportunidades para quem queira fazer do ensino a profissão. Aqui e no estrangeiro, em mais do que uma área e disciplina, estas são algumas das empresas que andam à procura de professores. Em alguns casos, especificamente de professores portugueses.

1. The Language Hub
Em Glasgow, na Escócia, esta escola de idiomas para crianças (têm aulas para bebés com menos de três anos) está à procura de professores de português. Embora no site oficial o português ainda não apareça como língua disponível, o anúncio de recrutamento pode ser visto, e respondido, aqui.

2. Ginásio Da Vinci
Em Portugal, a rede Ginásio da Vinci tem uma rede de 31 centros de estudo de Norte a Sul, e prepara-se para abrir mais dez em Cantanhede, Figueira da Foz, Golegã, Gondomar, Oliveira de Azeméis, Ponta Delgada, Portimão, Seia, Vila do Conde e no Lumiar, em Lisboa. O formulário de recrutamento para professores, psicólogos e animadores pode ser encontrado no site.

3. Língua Direta
Em Londres, a Língua Direta é uma escola especializada em ensinar Espanhol e Português. Têm recrutamento aberto. O link direto para o formulário de inscrição como professor de português europeu é este.

4. Lisbon School of Design
A Lisbon School of Design tem anúncios em vários sites de emprego para recrutamento de professores com curso superior em Design. O trabalho é feito em regime freelance e o salário é oferecido segundo a experiência profissional e currículo. Para juntar-se à equipa terá de enviar a candidatura para o contacto que aparece aqui.

5. Inventa
A Inventa procura professores de português para dar aulas intensivas em empresas em Itália. Referem experiência mínima de dois anos como requisito obrigatório. Dá-se preferência a quem tenha carta de condução. Pode consultar os detalhes desta oferta aqui.

6. Eduinter Proyectos: 7
A espanhola Eduinter Proyectos S.A. está a recrutar professores para um centro politécnico em Malabo, na Guiné Equatorial. Pedem pessoas com experiência docente em áreas especializadas como a construção, a eletrotecnia ou a mecânica. O contrato é feito por um ano, com possível renovação, e incluí, para além do salário, subsídios de viagem, alojamento, alimentação e seguro. Pode responder ao anúncio aqui.

7. Centro de Culinária Basco: 3
Se combina a docência com formação em hotelaria, o Centro de Culinária Basco em Donostia (San Sebastian), Espanha, pode estar à sua procura. Têm vagas para um professor de sistemas de produção e elaboração culinária, um professor de cozinha moderna e técnicas de vanguarda e um professor de serviço e sala. Pede-se formação superior na área, experiência profissional e domínio de várias línguas. Pode consultar todos os detalhes aqui.

8. Vision Teaching
A Vision Teaching está à procura de um professor de ciências para uma escola primária que recebe um grande número de refugiados (um em cada cinco alunos) e onde são faladas 42 línguas. Neste momento, o português é a língua que cresce mais rapidamente na escola, que conta com alunos portugueses e africanos. Para ficar com o lugar é pedida experiência em posto similar e duas referências de trabalho na área.Pode ver o anúncio e candidatar-se aqui. E para visitar a página oficial da empresa de recrutamento siga este link.

9. International School of Surrey
Até dia 20 de Agosto, a International School of Surrey recebe candidaturas para integrar um professor português nativo na equipa. A experiência internacional em ensino é uma vantagem mas não é obrigatória. As turmas são de tamanho reduzido, e as aulas serão dadas às terças, quartas e quintas. Pode ver detalhes e responder a este anúncio aqui.

10. Acadomia
A Acadomia é uma rede de professores de línguas que oferece cursos ao domicílio e à qual se podem juntar todos os profissionais com disponibilidade para fazer este tipo de trabalho. Há equipas em França, em Espanha, e, segundo o site do grupo, procuram parceiro para expandir o negócio em Portugal. Pode aceder ao formulário de inscrição na base de dados de professores em Espanha (aqui) ou em França (aqui),  a partir do site europeu (neste link).

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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16
Jul 12

Emprego: jovens podem candidatar-se a vagas na ONU

As Nações Unidas recebem, até 12 de setembro, candidaturas de jovens portugueses até 32 anos de idade, no âmbito de um concurso internacional para preenchimento de vagas em vários departamentos.

À semelhança de países lusófonos como o Brasil, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, Portugal é incluídos pelo segundo ano consecutivo no «Programa de Jovens Profissionais» da ONU, para preenchimento de até 150 posições, na organização internacional, segundo o anúncio publicado esta segunda-feira pelo Departamento de Assuntos Económicos e Sociais da ONU.

Engenharia, assuntos económicos, comunicação social e ciências sociais são alguns dos postos que a organização internacional pretende preencher este ano.

As candidaturas serão recebidas através do site careers.un.org, a um exame que terá lugar em dezembro, para os pré-selecionados.

Os escolhidos irão preencher vagas de nível profissional no Secretariado da ONU em Nova Iorque, escreve a Lusa.

Os cidadãos portugueses que sejam convocados para o exame não precisam de estar em Portugal, pois podem fazê-lo em qualquer cidade em que a ONU tenha um centro oficial de exames, por exemplo, em Nova Iorque, Genebra ou Londres.

Em 2011, a ONU tinha nove portugueses em posições de nível profissional (P2), do género agora aberto a concurso.

A estes juntavam-se outros 100 do «staff» geral e 338 polícias e militares portugueses ao serviço de missões da organização.

O número de posições P2, num total de 3.300 existentes na organização, é significativamente menos das 12 a 21 que o país tem direito, tendo em conta a sua contribuição para o orçamento da ONU, população e PIB.

Fonte do departamento de Recursos Humanos da ONU disse que a inclusão de Portugal no concurso em 2011, pela primeira vez desde 2006, deve-se ao facto de o país não estar a preencher esses lugares.

Contudo, adiantou a mesma fonte, não há quotas para preenchimento das vagas: serão colocados aqueles com melhores notas, e o nome dos examinados não será facultado aos examinadores, apenas um número.

Os candidatos devem ter habilitação universitária, 32 anos completados este ano ou menos, falar fluentemente inglês e/ou francês, além de serem cidadãos de um dos países selecionados para o concurso.

O exame testa conhecimentos gerais, pensamento analítico, capacidade de planeamento, além de cultura sobre assuntos internacionais.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 20:45 | comentar | favorito