29
Jun 12
29
Jun 12

Artesanato gera emprego

Mostrar aos jovens que o trabalho em artesanato é uma forma de combater o desemprego e mesmo de terem o seu próprio negócio foi o principal objectivo de uma parceria entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Associação Portugal à Mão.

 

A iniciativa piloto contou com a participação de cerca de 40 jovens desempregados, cujos trabalhos serão mostrados na próxima edição da FIA – Feira Internacional de Artesanato, que amanhã se inicia em Lisboa.

"O artesanato tem um inegável valor enquanto gerador de emprego sustentável", acentuou Octávio Oliveira, presidente do IEFP, em conversa com o Correio da Manhã.

O projecto de recuperação de artes e ofícios e fomento do emprego no artesanato arrancou em Abril e colocou 38 jovens a trabalhar de perto com artesãos de cestaria do Norte do País. A escolha recaiu sobre a cestaria devido às várias dificuldades com que este sector se debate e com vista a "dar a conhecer e reflectir sobre a viabilidade de novas experiências com abordagens de estética contemporânea".

"A sociedade portuguesa tem tentado incentivar o auto-emprego e o empreendedorismo como formas de minorar o desemprego e, por isso, tentamos que os jovens possam encarar o artesanato como uma aposta para o desenvolvimento dos seus projectos", adiantou Octávio Oliveira.

O responsável pelo IEFP destacou, igualmente, que há jovens universitários a desenvolver projectos de criação independente na área do artesanato, apostando em novos e mais modernos designs, que "concretizam os saberes adquiridos nas próprias universidades". 

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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27
Jun 12

Metade dos universitários aceita estagiar sem remuneração

Inquérito do Universia revela que 89% dos mais de 300 mil estudantes portugueses do ensino superior querem fazer um estágio este Verão.

Com o desemprego a atingir um em cada três jovens, portugueses, 89% dos mais de 300 mil estudantes universitários quer estagiar, este Verão, e metade está disposta a fazê-lo sem qualquer remunerado, apenas para adquirir experiência profissional. A conclusão é do "Questionário de Emprego" realizado pelo Universia e pelo portal de emprego "trabalhando.com", em nove países ibero-americanos.

A outra metade dos estudantes universitários portugueses não está disposta a trabalhar sem remuneração (49% contra 51%) porque necessitaria de suportar gastos e rentabilizar o tempo.

A principal razão para os jovens quererem fazer estágio (respondida por 79% dos inquiridos) é adquirir experiência de trabalho, porque sabem que lhes valoriza o currículo quando forem procurar emprego, e que a oportunidade de integrar um mercado exigente requer uma preparação prévia. Os universitários tentam preparar-se, dentro e fora da faculdade, para se tornarem mais competitivos no mercado.

"Na altura de elevado desemprego que estamos a atravessar, as empresas podem beneficiar com esta opção numa solução de curta duração, para quem quer e precisa de trabalhar», afirma Bernardo Sá Nogueira, director-geral da rede universitária Universia em Portugal.

A maioria dos inquiridos (55%) espera poder crescer profissionalmente com o estágio, mais do que os que esperam ganhar créditos para a universidade (39%) e menos ainda (6%) os que esperam aplicar conceitos aprendidos na faculdade (6%).

Perante a possibilidade de prolongar o estágio, 79% dos inquiridos admitem que o fariam porque acreditam que os ajudaria a adquirir experiência, e 11% porque teriam a possibilidade de continuar a estudar. No entanto, 5% não faria esta opção, porque consideram que lhes dificultaria os estudos.

Fazer um estágio significa, na maioria dos casos, uma "introdução ao mercado de trabalho" e daí a sua enorme importância para os jovens universitários, defende Rita Vaz Jesus, técnica de recrutamento do Universia Portugal. "Para muitos recém-licenciados/mestrados é um primeiro contacto com o mundo empresarial e permite um contacto prático entre os conhecimentos adquiridos e as regras da vida empresarial», sublinha. É como uma "extensão da aprendizagem", permitindo aos jovens adquirir novas competências ou desenvolvê-las e preparando-os para o futuro profissional, acrescenta.

Serviços e tecnologias são as áreas mais populares
Seja por causa dos cortes de salários e pensões dos funcionários públicos ou por qualquer outra razão, a verdade é que a ambição dos estudantes universitários portugueses não é trabalhar no Estado, mas no privado. Mais de metade dos inquiridos (55%) gostaria de conseguir um emprego numa empresa privada e apenas 28% se mostram interessados em trabalhar no sector público. Para uma franja ainda considerável dos inquiridos (17%), o ideal seria ir para uma ONG.

Outra conclusão que se pode tirar deste inquérito é que o sector não é muito importante no momento de começar a trabalhar. O que interessa é poder realizar um estágio profissional, seja em que área for. Ainda assim, têm preferências distribuídas pelos vários sectores. Os mais populares são os sectores dos serviços e da tecnologia, com 24% das respostas cada um, 14% apostam nos recursos humanos, 12% na produção, 13% no marketing, deixando para trás a área comercial, o Direito e as Finanças.

O inquérito, realizado em Abril pela rede de universidades ibero-americanas Universia e pelo portal de emprego chileno "trabalhando.com", falou, em Portugal, com uma amostra composta maioritariamente por jovens do sexo feminino (66%), 51% tinha entre 21 e 26 anos e 38% mais de 27, enquanto 68% se encontrava no primeiro ciclo de formação (entre o 1º e o 3º ano do curso).

No total dos nove países inquiridos - Portugal, Espanha, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru, Porto Rico e Uruguai - uma maioria de 69% acredita que contar com alguma experiência profissional acaba por ser de grande ajuda para os estudantes. A maioria dos 27 mil inquiridos (66%) prevê realizar estágios profissionais, este Verão, uma percentagem muito abaixo da média portuguesa (89%).


Números do inquérito

89%
A esmagadora maioria de 89% dos estudantes universitários inquiridos pelo "Questionário de Emprego" prevê fazer um estágio este Verão. Apenas 11% diz que não tenciona estagiar este Verão.

51%
Metade (51%) dos inquiridos faria um estágio não remunerado, porque lhe serviria para adquirir experiência. A outra metade (49%) não está interessada em fazer um estágio sem receber dinheiro, porque precisaria de suportar gastos e perderia tempo.

55%
Mais de metade (55%) dos jovens que responderam a este inquérito gostaria de trabalhar numa empresa privada. Apenas 28% estão interessados no sector público e 17% preferia uma ONG.

Trabalho publicado na edição de 25 de Junho de 2012 do Diário Económico

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27
Jun 12

Primark abre nova loja e procura funcionários

A Primark, marca irlandesa de vestuário ‘low-cost', iniciou o processo de recrutamento de colaboradores para a nova loja que vai abrir em Coimbra, no final de Ag:osto.

A Primark, marca irlandesa de vestuário ‘low-cost', iniciou o processo de recrutamento de colaboradores para a nova loja que vai abrir em Coimbra, no final de Agosto. A Primark criou uma plataforma electrónica (www.primarkcoimbraemprego.com.pt) onde os candidatos devem apresentar a sua candidatura. 

A marca irlandesa procura nomeadamente operadores de loja e supervisores, em regime de trabalho total ou parcial, avança hoje a Primark em comunicado.

A loja de Coimbra será a sexta unidade da marca irlandesa em Portugal. Ainda recentemente Breege O'Donoghue, directora de expansão da Primark, avançou ao Diário Económico que havia "oportunidades de crescer neste mercado", considerando o País como "um bom local para fazer negócio". José Luis Martinez adiantou também que, em 2012, a Primark previa abrir duas lojas em território nacional.

A Primark, que integra o grupo Associated British Food, emprega actualmente 800 pessoas em Portugal e 42 mil na Europa. A Primark registou vendas de 1.615 milhões de libras (2.019 milhões de euros) nas últimas 24 semanas (terminadas a 3 de Março) do exercício de 2001/12. Os lucros atingiram no mesmo período os 192 milhões.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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25
Jun 12
25
Jun 12

Desempregados vão ter 400 milhões para formação profissional

O secretário de Estado do Emprego, Pedro Silva Martins, anunciou esta segunda-feira que o Governo vai canalizar 400 milhões de euros para projetos de formação profissional de desempregados, ao abrigo do Programa de Potencial Humano, financiado pelo QREN.

Questionado sobre se o Programa Operacional de Potencial Humano (POPH) iria sofrer alterações devido à reprogramação das verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), Pedro Silva Martins assinalou que as prioridades do Governo passam pela formação dos desempregados.

«Uma das prioridades é assegurar a formação profissional dos desempregados. Sabemos que a economia portuguesa está a mudar e é importante assegurar que os desempregados tenham acesso a ações de formação para ganhar as qualificações que lhes permitam regressar o mais rápido possível ao mercado de trabalho», disse o secretário de Estado à Lusa, à margem da 9.ª Reunião da Comissão de Acompanhamento deste programa.

Pedro Silva Martins salientou que esta é «uma forma de baixar os números do desemprego, a médio e longo prazo», pois «os desempregados com melhores qualificações terão melhores perspetivas de se inserirem no mercado de trabalho».

De acordo com um comunicado do ministério da Economia esta medida pode abranger mais de um milhão de adultos, contemplando não só desempregados, mas também os trabalhadores no ativo que pretendam frequentar formação certificada.

Questionado sobre o fim dos centros de Novas Oportunidades e eventuais medidas de substituição, o secretário de Estado lembrou que os resultados da avaliação encomendada pelo Governo concluíram que, em média, os efeitos na empregabilidade foram baixos pelo que o ministério da Economia «está em articulação com o ministério da Ciência, para definir um novo formato» para estes centros. 

O gestor do POPH, Domingos Lopes fez um balanço positivo da execução do programa que já vai em 57 por cento de execução do Fundo Social Europeu, acima dos 40 por cento de execução do QREN, e ajudou a formar três milhões de pessoas.

Domingos Lopes considerou que o impacto do POPH «é importantíssimo» porque «foram três milhões de pessoas que viram as suas competências reforçadas e melhoradas», o que permite que «quando a economia começar a retomar as pessoas estejam preparadas e mais aptas a dar o seu contributo».

O responsável do POPH salientou que «a aposta na formação não deve ser abandonada» e adiantou que os programas de formação profissional para desempregados vão privilegiar a formação tecnológica «dando prioridade mais ao saber fazer do que ao saber».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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24
Jun 12
24
Jun 12

Conheça os mercados que querem contratar portugueses

Brasil, África e países asiáticos procuram quadros portugueses. Engenharia e marketing são profissões muito solicitadas.

Países como Angola, Moçambique, Brasil e China estão interessados no perfil do trabalhador português, que garante qualidade técnica, capacidade de adaptação e bom domínio das línguas. Quem o diz é Álvaro Fernández, director-geral da Michael Page em Portugal, empresa de recrutamento de quadros médios e superiores. Em entrevista ao Diário Económico, Álvaro Fernandez diz que Angola é um dos países que mais procura quadros técnicos portugueses especializados e que a Alemanha também está a importar profissionais portugueses.

"Houve uma mudança de uma emigração de pessoas com menos qualificações para uma exportação de pessoas muito qualificadas. E Portugal está a ser um dos países que mais está a exportar para Brasil, Angola e Moçambique", diz o responsável, que acrescenta que também há procura por parte de países asiáticos, como a China e Macau, e do Médio Oriente. "Temos vários clientes que querem atrair profissionais a nível mundial, e de todos os países onde procuram quadros estão sobretudo interessados no perfil português, que tem não só a qualificação mas também uma boa capacidade de adaptação a outros países e o conhecimento das línguas", explica o responsável. Para Álvaro Fernandez, Portugal surge hoje como um dos principais exportadores de talento e conhecimento ao mais alto nível, enviando para o estrangeiro um vasto leque de profissionais, como directores-gerais, directores de obra e topógrafos, entre outros.

Quanto aos sectores onde há mais procura, Álvaro Fernández aponta a área comercial e de marketing, com destaque para a vertente ‘online', e as áreas técnicas, como a engenharia. Em tempos de crise, o director-geral da Michael Page explica que as empresas procuram novas vias para crescer e aumentar a facturação, dando maior importância às estratégias nos canais ‘online', que permitem chegar a possíveis consumidores em qualquer lugar do mundo, de uma forma mais rápida e com menos custos. "Verificamos que há uma grande procura de pessoas para realizar funções comerciais relacionadas com a exportação. É um dos movimentos mais óbvios até porque o mercado interno é muito limitado e o consumo está a descer, nomeadamente devido à subida dos impostos", nota Álvaro Fernández.

Neste cenário, as empresas de grande facturação surgem dispostas a pagar salários elevados por profissionais que estabeleçam uma estratégia que contribua para aumentar a facturação através de uma página ‘online'. "Temos verificado que existe uma procura importante de profissionais para esses canais ‘online' em todo o tipo de empresas internacionais, que estão em Portugal, nomeadamente de telecomunicações, cada vez mais dispostas a pagar bons salários a pessoas que melhorem as suas estratégias através da Internet, refere Álvaro Fernández. Também as empresas de grande consumo estão a contratar em Portugal pessoas para desenvolver a sua estratégia de ‘e-commerce'. "Essas empresas estão dispostas a fazer investimentos fortes nesta área porque sabem que este canal é um dos canais do futuro", indica o responsável da consultora, que divulgou no mês passado o ‘Guia das Novas Funções 2012'.

Nesse estudo, a Michael Page apresentou 15 novas ‘profissões', com salários anuais que oscilam entre os 30 mil e os 120 mil euros, consoante os sectores e a experiência profissional. "Os salários que aparecem no estudo são elevados porque estamos a falar de empresas multinacionais e dos canais mais estratégicos para o seu futuro nos próximos anos, que serão muito difíceis ", disse o director-geral.

Ao nível das áreas técnicas com maior procura, Álvaro Fernández destaca as engenharias e o sector da construção. "Temos engenheiros civis muito fortes, que falam não só o português como também o inglês e, muitas das vezes, uma terceira língua, convertendo-se em profissionais com um bom ‘background' de conhecimentos técnicos e uma boa capacidade de adaptação", destaca o responsável. Num momento em que o desemprego já atinge 14% da população portuguesa, a Michael Page assume que os altos quadros portugueses querem sair do país para se desenvolverem profissionalmente e um dia mais tarde regressarem a Portugal. "Cada vez recebemos mais pessoas que nos dizem directamente que querem passar os próximos anos num país em crescimento, onde possam aprender coisas novas para depois regressar no futuro a Portugal", indica o director-geral da empresa de recrutamento, para quem "é uma pena" que profissionais qualificados fiquem em Portugal desempregados, e deixem de aproveitar oportunidades no estrangeiro. De resto, segundo Álvaro Fernández, a experiência internacional é um dos atributos mais valorizados pelas empresas na hora de contratar.

Procuram-se profissionais para áreas comerciais e técnicas
A Michael Page, empresa de recrutamento de quadros médios e superiores, diz que continua a haver procura de profissionais dentro do país, até porque há empresas que estão a conseguir "surfar" a crise, como as do sector de luxo. "Há negócios anti-cíclicos que não sofrem com a crise e que têm mais procura nestes períodos do que nunca, como as empresas que se dedicam à cobrança de dívidas ou as firmas focadas em produtos ‘low-cost', ou então empresas de produtos de luxo, que continuam a crescer ", explica o director-geral da Michael Page. Contudo, no contexto geral, as áreas comerciais, nomeadamente as relativas à gestão de canais ‘online', e às áreas técnicas, como as engenharias, são aquelas onde existe maior procura de profissionais actualmente.

"Medidas que se estão a tomar em matéria de emprego são positivas"
O director-geral da Michael Page em Portugal elogia a "coragem" do governo de Passos Coelho em matéria laboral e as medidas para promover a colocação de desempregados. "Hoje, finalmente, existe a coragem de tomar decisões complicadas", afirmou Álvaro Fernández em entrevista ao Diário Económico. Para o responsável, é importante que as empresas de recrutamento se convertam em dinamizadores do mercado de trabalho, e, nesse sentido, enaltece o facto de o Governo querer incentivar este tipo de empresas a arranjar colocação para desempregados, elogiando também os incentivos atribuídos às que façam contratações. "As medidas que se estão a tomar são positivas e terão resultados que provavelmente não se verão no curto-prazo, mas que são essenciais no longo-prazo", sustentou o responsável, para quem a actual crise deve servir de oportunidade para lançar as bases de um crescimento económico sustentável em Portugal.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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21
Jun 12
21
Jun 12

Hotel de luxo dá mais 1.500 postos de trabalho ao Algarve

A Finalgarve, liderada pelo Grupo Galilei, prevê criar 1.516 postos de trabalho na primeira fase do projeto Praia Grande, em Silves, um dos maiores investimentos turísticos previstos para Portugal, disse esta quinta-feira um dos responsáveis do grupo.

O empreendimento de luxo, que será apresentado na sexta-feira, divide-se em cinco fases, a primeira das quais - a Unidade de Execução 1 - com um investimento previsto de 234 milhões de euros.

Abrangendo uma área de 247 hectares, esta primeira fase engloba três hotéis de quatro e cinco estrelas e dois aldeamentos, num total de 1.594 camas, uma área comercial e um campo de golfe, escreve a Lusa.

De acordo com o responsável pela comunicação do grupo, o empreendimento criará cerca de 1.516 postos de trabalho, prevendo-se o início da construção para 2013, e a conclusão num prazo de oito a dez anos.

«A Unidade de Execução 1 concretiza a realização de todas as infraestruturas gerais e aquelas de que depende todo o plano», disse o responsável do Grupo Galilei.

Acrescentou que a assinatura do contrato de desenvolvimento urbano, entre a Câmara de Silves e as promotoras, «constitui o passo decisivo para o desenvolvimento daquele que é considerado um dos maiores investimentos turísticos do país».

O Plano de Pormenor da Praia Grande, dividido em cinco unidades de execução, foi aprovado pela Assembleia Municipal de Silves, em 7 de dezembro de 2007, e publicado no Diário da República, em 11 de janeiro de 2008.

Segundo os promotores, o empreendimento da Praia Grande demonstra que o turismo é, senão o maior, um dos principais motores da economia portuguesa, com uma enorme capacidade de geração de valor a montante e a jusante da sua atividade.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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19
Jun 12
19
Jun 12

Saiba como viver e trabalhar na Alemanha

Quanto vai ganhar. Como encontrar um apartamento e outras questões práticas sobre o que vai encontrar na Alemanha.

Antes de partir, tenha a certeza a de que sabe o que o espera do outro lado da fronteira e verifique se leva todos os documentos necessários. Os serviços internacionais de colocação (ZAF, na sigla em alemão) também podem dar uma ajuda nos primeiros tempos de adaptação.

1. Posso ir trabalhar na Alemanha com os documentos portugueses?
Sim, os cidadãos dos países da União Europeia (exceptuando Malta e Chipre) não precisam de um visto de trabalho para trabalhar na Alemanha.

2. Qual é o salário médio?
O salário médio alemão ronda os 3.450 euros, para alguém empregado a tempo inteiro. No entanto, um engenheiro ganha, em média, antes dos impostos, 4.340 euros por mês, um médico entre 6.500 e 8.000 euros e uma cabeleireira cerca de 1.500. O custo de vida varia muito consoante a cidade onde se vive.

3. Como é o sistema de segurança social?
A segurança social alemã inclui o sistema nacional de saúde, cuidados de infância, segurança em caso de acidente, pensão e desemprego. A contribuição para o sistema de saúde é descontada do salário, numa percentagem de cerca de 7%.

4. Como encontro um apartamento?
Os anúncios de aluguer ou venda de propriedades estão listados em códigos, nos jornais. O melhor é pedir a um amigo ou colega que os decifre, ou então publicar o seu próprio anúncio. Outra alternativa é dirigir-se a uma agência imobiliária.

5. Posso guiar o meu carro na Alemanha?
Sim, desde que o registe na Divisão de Registo de Veículos mais próxima e que tenha um seguro automóvel que seja válido na Alemanha. Poderá encontrar o guia completo em www.ba-auslandsvermittlung.de.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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18
Jun 12
18
Jun 12

Disney recruta em Portugal e paga 1.200 a 1.600 euros

A Disney Cruise Control, empresa do grupo Disney que promove cruzeiros familiares, está a recrutar tripulação em Portugal. 

Os empregos são na área da restauração (restaurante e bar) e os salários começam nos 1.500 dólares (quase 1.200 euros) para barman e nos 2.000 euros (quase 1.600 euros) para empregado de restaurante.

Os contratos são de seis meses, renováveis, e os horários de trabalho rondam as 80 a 84 horas por semana.

Os candidatos pré-selecionados serão entrevistados estas terça e quarta-feira.

A Disney Cruise Control tem três navios de cruzeiro em funcionamento ¿ o Dosney Magic, o Disney Wonder e o Disney dream ¿ e uma ilha privada nas Bahamas, Castway Cay, onde foi construído um porto da Disney.

Ainda este ano, a companhia vai inaugurar mais um navio de luxo: o Disney Fantasy.

A empresa aceitou candidaturas online e fez a pré-seleção nos últimos dias.

Para concorrerem, os candidatos precisavam falar inglês fluentemente, ter mais de 21 anos e pelo menos dois anos de experiência na área para a qual se candidatam. Os escolhidos passam por dois dias de preparação em Orlando, Florida, e uma semana a bordo para se familiarizarem com as regras de segurança e regulamentos.

As refeições são fornecidas pela empresa e a tripulação tem alojamento numa pequena cabine, que deve ser partilhada com uma ou duas pessoas.

A companhia oferece ainda dois bilhetes (um para viajarem até ao navio e outro para regressarem a casa) e um seguro de saúde.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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15
Jun 12
15
Jun 12

Alemanha cria site de emprego para estrangeiros

«Alemanhã precisa de ti!» Parece um slogan do exército, mas não: é um novo site de emprego, criado pelo governo alemão, que garante que é possível «vencer na Alemanha».

Make it in Germany convida «profissionais qualificados» a candidatarem-se a um emprego, promete ajudar na escolha do melhor trabalho, na instalação num novo país e nas burocracias essenciais.

«A Alemanha precisa de ti! Se és um profissional qualificado, os ventos estão a teu favor no mercado laboral alemão. Aqui, mostramos-te como podes encontrar um novo emprego». O site, em alemão e em inglês, explica passo por passo como é possível escolher um emprego, pedir um visto de trabalho ou organizar a vida familiar.

É uma espécie de guia para encontrar emprego na Alemanha e um apelo a que os mais qualificados arrisquem ali o futuro: para tirar dúvidas, há imagens de pessoas sorridentes e o testemunho de uma espanhola que teve sucesso em Dresden.

A ideia é clara: atrair mais jovens, mais profissionais qualificados, para fazer face às vagas de emprego que não encontram candidatos, enquanto outros países europeus formam quadros e não lhes dão saída laboral. O problema da Alemanha é que não tem engenheiros suficientes ou especialistas em ciência, tecnologia e matemática.

A falta germânica é o que sobra a muitos países que estão neste momento com taxas elevadas de desemprego e uma alta percentagem de destruição de empregos. O apelo do governo alemão é apelativo, evidente e orientado, sobretudo sobre que passos precisa de dar para se candidatar com sucesso a um emprego.

Se também quer vingar na Alemanha, então entre aqui.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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08
Jun 12
08
Jun 12

Novos estágios para jovens desempregados

A taxa de desemprego jovem ultrapassa já os 36 por cento.

Para ultrapassar o “flagelo social” do desemprego jovem que atinge já o valor de 36 por cento, o Governo vai lançar um programa de novos apoios ao emprego, contratação e empreendedorismo suportado pelos fundos comunitários. O “Impulso Jovem” (que ainda não tem data para entrada em vigor) tem como medidas centrais um vasto programa de estágios profissionais, de apoio à formação e de incentivos ao investimento e está especialmente focado no sector dos bens transacionáveis e nas regiões Norte, Centro e Alentejo.

Se está desempregado este pode ser um caminho para regressar ou entrar no mercado de trabalho. Conheça as principais medidas respeitantes aos estágios profissionais que pretendem chegar a mais de 50 mil pessoas.

Passaporte Emprego

O que é: Estágio profissional com duração de 6 meses com formação mínima de 50 horas e com possibilidade de prémio de integração.

A quem se destina: Desempregados entre os 18 e os 25 anos, no desemprego há pelo menos quatro meses e desempregados entre os 25 e 30 anos, no desemprego há pelo menos quatro meses que tenham concluído pelo menos o terceiro ciclo do ensino básico há menos de três anos.

Promotores dos estágios: Empresas privadas do sector dos bens transacionáveis.

Em que regiões: Norte, Centro e Alentejo.

Quais os incentivos:

-Para o estagiário: Bolsa de apoio ao estagiário entre os 419,22 euros e os 691,71 euros (pós secundário e superior), em função da qualificação que será de 100% nos casos de empresas com 10 ou menos trabalhadores ou 70% nos casos de empresas com mais trabalhadores.

-Para o empregador: Prémio de integração que depende da dimensão da empresa se o estagiário obtiver um contrato de trabalho sem termo no final do estágio.

Número de estágios: 19.264

Passaporte Emprego Industrialização

O que é: Estágio profissional com duração de 6 meses com formação e com possibilidade de prémio de integração, direcionado para o desenvolvimento da industrialização.

A quem se destina: Desempregados entre os 18 e os 30 anos, no desemprego há pelo menos quatro meses.

Promotores dos estágios: Empresas privadas com projetos de investimento ligados à especialização tecnológica e introdução de novos produtos e estratégias comerciais focadas no aumento da competitividade e produtividade.

Quais os incentivos:

-Para o estagiário: Bolsa de apoio ao estagiário entre os 419,22 euros e os 691,71 euros (pós secundário e superior), em função da qualificação.

-Para o empregador: Prémio de integração igual ao montante atribuído durante o estágio se o estagiário obtiver um contrato de trabalho sem termo no final do estágio.

Número de estágios: 6.000

Passaporte Emprego Inovação

O que é: Estágio profissional com duração de 6 meses com formação e com possibilidade de prémio de integração.

A quem se destina: Desempregados entre os 23 e os 34 anos, no desemprego há pelo menos quatro meses e com qualificação de mestrado ou doutoramento.

Promotores dos estágios: Empresas privadas que pretendam quadros altamente qualificados.

Quais os incentivos:

-Para o estagiário: Bolsa de apoio ao estagiário entre 691,71 euros (mestrado) e os 943,25 euros (doutorado).

-Para o empregador: Prémio de integração igual ao montante atribuído durante o estágio se o estagiário obtiver um contrato de trabalho sem termo no final do estágio.

Número de estágios: 2.600

Passaporte Emprego Internacionalização

O que é: Estágio profissional com duração de 6 meses com formação e com possibilidade de prémio de integração.

A quem se destina: Desempregados entre os 18 e os 30 anos, no desemprego há pelo menos quatro meses.

Promotores dos estágios: Empresas privadas que pretendam implementar estratégias que aumentem a capacidade exportadora ou consolidem a internacionalização.

Quais os incentivos:

-Para o estagiário: Bolsa de apoio ao estagiário entre os 419,22 euros e os 691,71 euros (pós secundário e superior), em função da qualificação.

-Para o empregador: Prémio de integração igual ao montante atribuído durante o estágio se o estagiário obtiver um contrato de trabalho sem termo no final do estágio.

Número de estágios: 5.947

Passaporte Emprego Economia Social

O que é: Estágio profissional com duração de 6 meses com formação e com possibilidade de prémio de integração.

A quem se destina: Desempregados entre os 18 e os 30 anos, no desemprego há pelo menos quatro meses.

Promotores dos estágios: Entidades da designada economia social, ligadas por exemplo ao associativismo ou ao sector cooperativo.

Quais os incentivos:

-Para o estagiário: Bolsa de apoio ao estagiário entre os 419,22 euros e os 691,71 euros (pós secundário e superior), em função da qualificação.

-Para o empregador: Prémio de integração igual ao montante atribuído durante o estágio se o estagiário obtiver um contrato de trabalho sem termo no final do estágio.

Número de estágios: 7.000

Passaporte Emprego Agricultura

O que é: Estágio profissional com duração de 6 meses com formação e com possibilidade de prémio de integração.

A quem se destina: Desempregados entre os 18 e os 40 anos, no desemprego há pelo menos quatro meses.

Promotores dos estágios: Entidades do sector agrícola.

Quais os incentivos:

-Para o estagiário: Bolsa de apoio ao estagiário entre os 419,22 euros e os 691,71 euros (pós secundário e superior), em função da qualificação. Majoração nos casos de deficiência e incapacidade.

-Para o empregador: Prémio de integração igual ao montante atribuído durante o estágio se o estagiário obtiver um contrato de trabalho sem termo no final do estágio.

Número de estágios: 6.000

Passaporte Emprego – Associações/Federações Juvenis e Desportivas

O que é: Estágio profissional com duração de 1 ano com formação e com possibilidade de prémio de integração.

A quem se destina: Desempregados entre os 18 e os 30 anos, no desemprego há pelo menos quatro meses ou à procura de primeiro emprego.

Promotores dos estágios: Associações/Federações Juvenis e Desportivas.

Quais os incentivos:

-Para o estagiário: Bolsa de apoio ao estagiário entre os 419,22 euros e os 691,71 euros (pós secundário e superior), em função da qualificação. Majoração nos casos de deficiência e incapacidade.

-Para o empregador: Prémio de integração igual ao montante atribuído durante o estágio se o estagiário obtiver um contrato de trabalho com duração mínima de dois anos no final do estágio.

Número de estágios: 1.600

 

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt

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