27
Abr 12
27
Abr 12

Licenciados dos últimos três anos têm menos emprego

Os estudantes portugueses que concluíram uma licenciatura nos últimos três anos têm mais dificuldade em arranjar emprego.

Esta é uma das conclusões do relatório sobre a aplicação do processo de Bolonha nos países europeus feito Eurostat e pela rede de informação sobre educação da Comissão Europeia, a Eurydice.

Segundo o estudo, em metade dos 40 países europeus analisados, a taxa de desemprego é superior a 10 por cento entre os diplomados com idades entre os 20 e os 34 anos. Em Portugal, a média de diplomados desempregados entre os 20 e os 34 anos entre 2006 e 2010 foi de 10,6 por cento, a nona percentagem mais alta da tabela.

No que diz respeito ao investimento público no ensino superior português, os dados da Eurydice indicam que no ano lectivo de 2009/2010, em plena crise, o investimento aumentou 36,7 por cento. Um aumento que traduz um investimento público de 2,14 por cento nas universidades e institutos politécnicos e que posiciona Portugal no 27º lugar, na tabela de 30 países analisados, antes da Hungria, Reino Unido e Itália e ainda longe dos 51,4 por cento da Noruega, que lidera a tabela.

Este aumento do valor médio do investimento público nas universidades e politécnicos é uma tendência que contraria o cenário dos 24 países analisados, nos quais o investimento desceu 2,2 por cento entre 2008 e 2009. "No geral, o resultado da crise até agora é um declínio no investimento público no ensino superior", lê-se nas conclusões do relatório.

No entanto, a Eurydice frisa que isso não significa necessariamente que existam menos meios no sector, indicando que em vários países a descida do investimento público foi compensada por um aumento do ensino privado e que a flutuação do número de alunos também explica as mudanças em termos da percentagem do dinheiro público aplicado no ensino superior.

Em 32 países analisados quanto à percentagem do Produto Interno Bruto (PIB) aplicado no ensino superior no ano de 2008, Portugal está em 25º lugar, gastando 0,95 por cento do seu PIB. O país que lidera esta lista, a Dinamarca, usa 2,41 por cento do seu PIB a financiar o ensino universitário.

Com cerca de 373 mil alunos inscritos no ensino superior no ano lectivo de 2008/2009, Portugal é o 16º país em termos de número de alunos, numa tabela com 38 países recenseados que tem a Rússia no primeiro lugar (9,9 milhões) o Liechtenstein em último, com apenas 754 alunos universitários.

O estudo, que analisa a implementação do processo de Bolonha - que uniformizou cursos e sistemas de ensino superior - identifica "problemas relativos ao reconhecimento de qualificações" de país para país mas frisa que a expansão do ensino superior na Europa nos últimos dez anos foi "notável" mas que "ainda não beneficiou igualmente todos os grupos sociais".

fonte:http://economico.sapo.pt/

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26
Abr 12
26
Abr 12

Um em cada cinco desempregados é da construção

A construção está «à beira do colapso». Prova disso é que um em cada cinco desempregados contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) no ano passado era deste setor. 

Em 2011, «16% do total de desempregados surgiu diretamente da construção (99 mil pessoas, em termos médios anuais)», isto é, «cerca de um em cada cinco desempregados eram oriundos da construção», revela a Associação de Empresas de Construção, Obras Públicas e Serviços (AECOPS), citando dados do INE. A AECOPS começou a divulgar esta quinta-feira um conjunto de informações sobre o setor, sendo a primeira precisamente sobre o desemprego.

Se forem tidos em conta os dados relativos ao número de inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) relativos aos dois primeiros meses deste ano, «um em cada quatro novos desempregados» vem do setor da construção.

O aumento do número de desempregados resulta da «brutal redução da atividade do setor e do consequente ajustamento das estruturas das empresas a essa realidade», mas também da subida do número de insolvências de empresas da construção.

Citando dados divulgados pela COFACE, a associação afirma que, em 2011, as insolvências de empresas do setor da construção atingiram o número «recorde» de 1.138, uma subida de 48% nos dois últimos anos.

Os dados da COFACE citados pela AECOPS indicam ainda que, nos últimos três meses de 2011, foram consideradas insolventes 306 empresas de construção, 19,6% do total registado nesse trimestre e o valor «mais elevado do ano», cita a Lusa.

Perante esta situação, a associação afirma que «a construção é uma atividade à beira do colapso», tendo registado decréscimos da produção nos últimos dez anos.

A situação é agravada pela atual crise económica, pela «escassez» de crédito concedido à economia, pela manutenção de «montantes elevados» de dívidas às empresas de construção e pela «queda abrupta do investimento público, em particular do investimento em construção».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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23
Abr 12

Noruega procura engenheiros

As vagas são para trabalhar no sector do petróleo e é necessário dominar o inglês.

A Noruega está a oferecer oportunidades de emprego para engenheiros de mais de 20 áreas, que passam por mecânica, hidráulica, desenho mecânico, tecnologia marinha, cibernética, entre muitas outras. As vagas são para trabalhar no sector petrolífero ‘'onshore' e ‘offshore'.

As empresas norueguesas procuram engenheiros diplomados com alguma experiência, muito bom domínio do inglês falado e escrito, que será a língua de trabalho. Ainda assim, os candidatos devem estar disponíveis para aprender também o norueguês.

A quem for seleccionado, as empresas prometem boas condições de trabalho, contrato a prazo ou contrato de projecto e oportunidades de desenvolvimento de carreira.

Quem estiver interessado em concorrer, deve registar o seu currículo na base de dados da Noruega do Eures, o portal europeu de emprego.

As empresas pedem aos candidatos que detalhem os seus dados e disponibilizem o contacto de uma ou duas pessoas que possam dar referências suas e que, obviamente, falem inglês. Os empregadores na Noruega não costumam pedir cartas de recomendação, porque preferem contactar eles as pessoas indicadas para darem referências do candidato. É um passo importante do recrutamento neste país escandinavo.

Os seleccionados serão posteriormente contactados directamente pela empresa, habitualmente por telefone, e deverão ter de se deslocar ao país para a entrevista presencial.

Caso queira candidatar-se a um destes lugares, pode ler toda a informação no site do Eures sobre este recrutamento. Pode também ler sobre como é trabalhar e viver na Noruega, como funciona o mercado de trabalho neste país e até sobre o que pode esperar de uma entrevista de emprego por lá.

O site do Eures informa ainda que novas actividades de recrutamento da Noruega em Portugal terão lugar no próximo mês de Maio. Os interessados em receber mais informações sobre os eventos organizados em Portugal regularmente devem enviar o currículo para o endereço eures-norway@iefp.pt.

Noruega
Apesar de ter rejeitado a adesão à União Europeia em dois referendos, a Noruega mantém laços estreitos com a UE. É um dos países fundadores da NATO e da ONU, que se mantém como monarquia constitucional. Este país escandinavo é associado aos povos vikings e foi um rei viking que unificou a nação num só reino: Haroldo Cabelo Belo.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Abr 12

Centro de emprego: número de casais inscritos sobe 61,4%

O número de desempregados que têm o cônjuge inscrito num centro de emprego aumentou 61,4 por cento em março, para um total de 15.098 pessoas, de acordo com os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Assim, o número de casais em que ambos os cônjuges estão registados como desempregados foi, no final de março de 2012, de 7.549, mais 61,4 por cento do que o registado no mesmo mês de 2011, com mais 2.873 casais inscritos. Numa comparação com fevereiro, o IEFP registou um aumento de 5 por cento, o que representa mais 357 casais inscritos em março.

Desde julho de 2011 que se regista um aumento em cadeia do número de desempregados em que ambos os cônjuges estão sem emprego, tendo-se registado em março deste ano o número mais elevado desde que esta informação é recolhida (outubro de 2010), segundo o IEFP.

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pelo IEFP sobre o estado civil dos desempregados e condição laboral do cônjuge, o desemprego registado nos centros de emprego do Continente aumentou 19,3 por cento face ao período homólogo e 2,1 por cento face ao mês anterior. 

Relativamente aos desempregados casados ou em situação de união de facto, o aumento anual atingiu os 17 por cento, ou seja, mais 45.402 desempregados inscritos, sendo este aumento mais acentuado nas uniões de facto, com um aumento de 8.993 inscritos, o que equivale a uma subida de 129,7 por cento.

Já a variação mensal registou uma subida de 1,8 por cento, o que se traduz em mais 5.490 inscritos casados ou em situação de união de facto.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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21
Abr 12

Economia verde pode gerar 48 milhões de empregos

Se os governos nacionais investissem, anualmente, dois por cento do produto interno bruto (PIB) nos próximos cinco anos, na economia verde, teriam um retorno de 48 milhões de novos empregos. Esta é a principal conclusão de um estudo da Confederação Internacional de Sindicatos, que analisou o modelo de investimentos em doze países: África do Sul, Alemanha, Austrália, Brasil, Bulgária, Estados Unidos, Espanha, Gana, Indonésia, Nepal, República Dominicana e Tunísia.

Os maiores rácios de criação de emprego por milhões investidos encontram-se no Nepal, Indonésia e Gana, mas economias como o Brasil ou a África do Sul têm um potencial de retorno de 19 milhões de empregos nos próximos cinco anos. Só a indústria da construção brasileira poderá desenvolver 182 empregos por cada investimento de um milhão de dólares.

«Os economistas demonstraram como o investimento público e privado na economia verde podem criar centenas de milhões de empregos verdes decentes. Agora, os governos devem definir metas para empregos verdes e providenciar condições legislativas e regulatórias para que os trabalhadores possam ter empregos seguros, salários dignos e criar um ambiente e uma sociedade saudáveis», afirma Sharan Burrow, secretário-geral da Confederação Internacional de Sindicatos.

fonte:http://www.ambienteonline.pt/

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21
Abr 12

Emprego: 425 mil portugueses podiam e queriam trabalhar mais

Portugal tem muito mais gente do que se pensava com vontade ou capacidade de trabalhar. Bem mais do dobro, basicamente.

Afinal, em 2011, existiam 425 mil casos, entre trabalhadores a tempo parcial insatisfeitos com os seus horários magros de expediente (220 mil casos), pessoas que admitiram estar disponíveis, mas não conseguiram procurar trabalho (172 mil) e pessoas que procuraram, mas não tiveram possibilidade de agarrar logo o emprego (33 mil). Os números antigos apontam para um total de 184 mil casos, mostra o Eurostat.

Razão? O Instituto Nacional de Estatística (INE), que fornece os dados nacionais ao Eurostat, reformulou o inquérito ao emprego, conseguindo agora detetar um número muito maior de potenciais ativos e de pessoas que, mesmo trabalhando, estão insatisfeitas com as poucas horas laborais.

Considerando os dados trimestrais do INE (comparáveis) relativos a 2011, percebe-se que o fenómeno está a alastrar de forma significativa. Por exemplo, o grupo dos chamados inativos disponíveis – pessoas dispostas a trabalhar mas que não fizeram as diligências necessárias à luz dos novos critérios do INE – aumentou de 144 mil para 203 mil casos entre o primeiro e o último trimestre do ano passado. Uma subida de 41%. A maioria (60%) são mulheres.

Como se explica este tipo de afastamento do emprego? Os economistas referem um ambiente de crescente paralisia, quer das pessoas, quer das empresas.

Das empresas que não fecharam portas ou que não foram à falência, “a maioria” está bloqueada no acesso ao crédito ou defronta-se com uma procura anémica. As que exportam também estão manietadas pelo clima de grande constrangimento bancário. Logo, não contratam. E mesmo que façam entrevistas, vão recrutar muito menos do que antes da crise.

Esta tem sido a descrição feita por conhecedores do mercado, caso de António Saraiva da CIP (confederação da indústria) e de João Vieira Lopes (comércio e serviços).

E o que se passa do lado das pessoas? Nádia Simões, professora do ISCTE especialista em mercado de emprego, tem algumas ideias sobre o problema.

“Há muitas pessoas, cada vez mais, que hoje sentem não ter as competências exigidas pelas empresas que ainda recrutam”. “Estamos a falar de indivíduos que vieram de sectores de baixa empregabilidade, de empresas que entretanto desapareceram, passaram pelo desemprego e agora desistiram, mas não totalmente.”

A economista considera que a crise e a noção que o desemprego alto veio para ficar e que pode piorar  ainda mais (como dizem em uníssono governantes e analistas) faz com que os inativos com capacidade e vontade de trabalhar não possam virar costas ao mercado.

“Não podem fechar totalmente a porta, dizer simplesmente que não voltam a trabalhar”, considera Nádia Simões. “Um desemprego tão alto significa que é bem provável que haja mais gente na família sem trabalho”. “Muitas vão querer manter-se na fronteira da população ativa, pelo sim, pelo não”, acrescenta.

E dá um exemplo: “As donas de casa. São o exemplo de um grupo nessa transição. Foram donas de casa enquanto os restantes elementos do agregado familiar tiveram emprego. Agora têm de estar mais alerta, mais disponíveis para aceitar trabalho remunerado.”

Em Portugal o problema é grave. Mas o país não está sozinho neste subaproveitamento laboral. Bélgica, Chipre,  Dinamarca e Grécia também apresentam um alastramento preocupante do fenómeno.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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18
Abr 12

Bélgica quer dar trabalho a 8 mil portugueses. Como concorrer?

A Bélgica está à procura de portugueses para oito mil vagas de trabalho. As condições oferecidas são: dois mil euros limpos por mês em início de carreira e uma rápida progressão salarial, noticia o «Diário Económico». E uma vez que está com dificuldade em preencher as vagas no sector das engenharias e tecnologias, o país decidiu começar a contratar em países onde há diplomados desempregados nestas áreas como Portugal, Espanha e Grécia.

«Só para engenheiros há cerca de três mil vagas, mas, se juntarmos os profissionais do sector da Ciência e Tecnologia, as vagas chegam às oito mil», explicou Gert de Buck, responsável pelo recrutamento internacional da agência de emprego da comunidade flamenga na Bélgica, ao mesmo jornal.

Falar inglês é fundamental, mas depois convém aprender o flamengo.. «Em muitas das empresas de Investigação e Desenvolvimento (I&D), o inglês é a língua comum», esclarece Ludo Froyen, reitor da Faculdade de Engenharia da Universidade Católica de Lovaina. E não faltam exemplos. «Há uma empresa, a IMICOR, que tem um centro de I&D com mais de 300 engenheiros de várias nacionalidades e todos falam inglês e todos os relatórios são feitos em inglês. Hoje as companhias não se preocupam com a nacionalidade dos trabalhadores, mas com a qualidade», acrescenta.

E quando os números também interessam, em termos de rendimento poderá contar com «um salário limpo de 1.800 a 2.000 euros no início de carreira, mais extras: carro, telemóvel e computador», assegura Ludo Froyen. Mas rapidamente se consegue ganhar mais, porque a profissão de engenheiro na Bélgica garante «uma progressão salarial muito mais rápida» do que outras áreas.

Como concorrer?

Para se candidatar a estes lugares pode enviar o seu currículo em inglês ou francês para Eures@vdab.be. Ou então pode ainda contactar diretamente as dezenas de empresas que vêm a Portugal participar na Feira de Emprego para engenheiros que se realiza nos próximo dia 10 e 11 de Maio, nas instalações do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL). A iniciativa, organizada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, trará a Portugal dezenas de empresas que procuram engenheiros também da Noruega, Suécia, Reino Unido e Dinamarca.

Para além das ofertas de emprego que poderá encontrar na rede Eures, há hipóteses de emprego no portal da Associação 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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18
Abr 12

Desemprego continua a bater máximos

Eram 62 774 os desempregados do distrito de Braga inscritos, no final de Março, nos centros de emprego. O desemprego registado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) continua a bater máximos históricos. 

Em comparação com o mês de Fevereiro, há agora mais 1 604 trabalhadores à procura de uma reentrada cada vez mais difícil no mercado de trabalho. Há precisamente um ano, os inscritos nos centros de emprego do distrito eram 52 361, ou seja, menos 10 413 do que actualmente.

No concelho de Braga, o desemprego continua também a bater recordes absolutos. O último relatório mensal do IEFP contabiliza 13 955 desempregados com residência no concelho bracarense, mais 563 do que no final de Fevereiro. 

No mesmo patamar encontra-se o concelho de Guimarães, que ultrapassou a barreira dos 14 mil desempregados. Referenciados pelo IEFP são agora 14 078, mais 276 do que em Fevereiro.
Em Vila Nova de Famalicão e Barcelos, outros dois concelhos industriais do distrito, a escalada do desemprego prossegue também. Famalicão ultrapassou a fasquia dos 10 mil desempregados: 10 205 no final de Março contra 9 962 no final de Fevereiro. 
Em Barcelos, a subida não foi tão significativa, passando de 6 635 para 6 778 desempregados inscritos no espaço de um mês.

As razões do desemprego

No concelho de Braga, inscreveram-se no Centro de Emprego, ao longo do mês de Março, 1 303 trabalhadores, 287 dos quais por terem sido despedidos pelas entidades patronais, 116 por despedimento por mútuo acordo e 92 que saíram das empresas por iniciativa própria. 
O fim de contratos de trabalho a termo certo levaram 325 trabalhadores do concelho de Braga para o desemprego durante o mês de Março.

fonte:http://www.correiodominho.com

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10
Abr 12

Alemanha procura 400 engenheiros portugueses

A Rücker AG está a oferecer aos engenheiros portugueses várias oportunidades laborais que passam por um vencimento atraente, contrato de trabalho sem termo, regalias sociais abrangentes e, para começar, um curso de língua intensivo gratuito. 

No total são procurados 400 engenheiros que disponham, sobretudo, de conhecimentos especializados de Catia - V - 4/5 na área de desenvolvimento de máquinas e veículos, na aeronáutica, na eletrotécnica e no desenvolvimento de equipamentos.

Engenheiros, construtores e projetistas portugueses podem agora usufruir de oportunidades de emprego. É que a Rücker AG, com sede em Wiesbaden (Frankfurt) - mas com operações internacionais - está à procura de mão-de-obra especializada portuguesa, escreve a agência Reuters.

A empresa em causa decidiu lançar um novo projeto para estrangeiros perante a falta de engenheiros naquele país. Por isso, os futuros colaboradores irão receber, na altura do início das suas atividades, um curso intensivo de alemão de dois meses pago pela empresa e, durante este tempo, um subsídio especial para gastos no valor de 1.000 euros. 

Após um período à experiência - de seis meses com um vencimento de 3.000 euros - os novos engenheiros portugueses irão assinar um contrato de trabalho sem termo. Depois de serem colocados numa das filiais alemãs da empresa têm direito a receber um ordenado base mensal de 3.500 euros, fora as regalias adicionais.

Os portugueses interessados podem encontrar informações detalhadas para candidatos na Internet, na página de carreiras da Rücker (http://www.ruecker.de/de,en,career.html) ou em (http://facebook.com/Ruecker.AG) e(https://twitter.com/#!/ruecker_ag).

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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10
Abr 12

F. Pública: concursos para dirigentes abrem em setembro

A comissão de recrutamento e seleção da Administração Pública conta começar a dar formação às 70 pessoas que a constituem em junho e abrir os primeiros concursos em setembro, disse o presidente à Lusa, João Bilhim.

«A comissão indigitada deverá tomar posse na última quinzena de abril, e prevejo que o regulamento interno esteja pronto até final de maio», disse o responsável à Lusa.

«Em junho, já teremos condições para dar formação à equipa de 70 pessoas que constituem a comissão», acrescentou João Bilhim.

Destas 70 pessoas, 15 são vogais permanentes e não permanentes, e 44 são peritos, sendo que os restantes são pessoal de apoio.

O académico conta ter condições para abrir os primeiros concursos para dirigentes da função pública em setembro.

A comissão tem como tarefa abrir concursos para os mil dirigentes da Administração Pública em regime de substituição até dezembro de 2013, concluiu o dirigente, em declarações à Lusa.

Anteriormente, na comissão parlamentar do Orçamento e Finanças, Bilhim foi questionado pelos deputados da oposição sobre o procedimento que iria ter relativamente aos mil dirigentes que já foram nomeados para cargos da administração pública. O responsável respondeu então que todos esses dirigentes estão em regime de substituição e vão ser sujeitos a concurso.

Durante a audição parlamentar, Bilhim salientou a importância da formação enquanto instrumento de mudança na função pública e salientou à Lusa que a comissão a que preside também vai dar parecer e acompanhamento sobre a formação dos quadros da Administração Pública.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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