23
Fev 12

Desempregados vão ter formação 15 dias depois de se inscreverem

O Governo quer que os novos desempregados sejam chamados para ações de formação num prazo máximo de duas semanas após a inscrição no Centro de Emprego.

Estas ações de formação serão obrigatórias e segundo assegurou o secretário de Estado do Emprego terão em conta o perfil do desempregado. Recusar frequentá-las pode implicar a perda do subsídio de desemprego.

Além do objetivo de formação para os novos desempregados, estes módulos de formação irão também abranger os desempregados que estão há mais de seis meses no desmeprego e que tenham mais de 45 anos, ou seja, aquelas pessoas que têm mais dificuldade em reingressar na vida ativa.

Os módulos de formação foram desenhados pelos 28 Centros de Formação Profissional e permitirão também dinamizar o relacionamento entre os Centros de Emprego e o desempregado, cortando assim com o que acontece atualmente em que "a relação com os desempregados se resume às visitas quinzenais".

Pedro Martins assegurou ainda que o Programa de Relançamento do Serviço Público de Emprego, hoje aprovado em Consleho de Ministros, não prevê o encerramento de nenhum dos 86 Centros de Emprego atualmente existentes no País. haverá fusões, mas apenas ao nível da gestão, o que permitirá libertar para outras funções 150 dirigentes.

fomnte:http://www.dinheirovivo.pt/

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Há cada vez menos trabalhadores colocados pelos centros de emprego

O número de colocações de desempregados no mercado de trabalho através dos centros de emprego diminuiu em janeiro face ao mesmo mês do ano passado, de 4.327 para 4.256, uma redução de 1,6%.

O Governo anunciou hoje um programa de relançamento do serviço público de emprego com o qual pretende arranjar trabalho a mais 3 mil pessoas por mês, sendo que as estatísticas do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) mostram que o número de colocações e de ofertas tem diminuído.

No final do mês de janeiro, os centros de emprego contavam com mais de 637 mil inscritos (mais 14,4% do que no período homólogo), mas estes tinham cada vez menos ofertas de trabalho.

O número de ofertas disponíveis atingia as 8.505, valor inferior em 37,6% ao mês homólogo de 2011, enquanto o número de ofertas recebidas ao longo do mês totalizava 6.091, menos 21% do que em janeiro de 2011.

No primeiro semestre de 2011 (últimos dados agregados disponíveis no 'site' do IEFP), os centros de emprego receberam 53.152 ofertas de trabalho, o que representa menos 11.872 propostas do que no semestre homólogo.

Por outro lado, efectuaram 31.236 colocações, o que representa uma média superior a cinco mil por mês.

Ainda assim, este número foi inferior às colocações do primeiro semestre de 2010 (31284).

O IEFP destacou no seu último relatório semestral que há dificuldades acrescidas para obter colocação para quem nunca teve um emprego e para os licenciados.

O programa hoje anunciado pelo Governo prevê uma reestruturação da rede de centros de emprego, incluindo fusões e eliminação de 150 dirigentes que poderão funcionar no futuro como gestores de carreira dos desempregados.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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23
Fev 12

Centros de emprego: mais 637 mil inscritos para menos vagas

O número de colocações de desempregados no mercado de trabalho através dos centros de emprego diminuiu em janeiro face ao mesmo mês do ano passado, de 4.327 para 4.256, uma redução de 1,6 por cento.

Isto numa altura em que cresce o número de inscritos e reduzem o número de vagas. 

No final do mês de janeiro, os centros de emprego contavam com mais de 637 mil inscritos - mais 14,4 por cento do que no mesmo mês do ano anterior - já o número de ofertas disponíveis atingia as 8.505 (menos 37,6 por cento).

No primeiro semestre de 2011, de acordo com os últimos dados agregados no site do IEFP, os centros de emprego receberam 53.152 ofertas de trabalho, o que representa menos 11.872 propostas do que no semestre homólogo.

Por outro lado, efectuaram 31.236 colocações, o que representa uma média superior a cinco mil por mês.

Ainda assim, este número foi inferior às colocações do primeiro semestre de 2010, quando foi dado trabalho a 31.284 pessoas.

O IEFP destacou no seu último relatório semestral que há dificuldades acrescidas para obter colocação para quem nunca teve um emprego e para os licenciados.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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22
Fev 12
22
Fev 12

Conheça as profissões com mais saída no Brasil

Comércio, distribuição, construção e engenharia são os sectores com mais procura no mercado brasileiro.

Com um crescimento económico de 3%, segundo estimativas do FMI, o Brasil é um mercado em considerável ascensão, mas vê-se confrontado com um problema. Se, por um lado, se prevê que o país tenha abertura a colocar cerca de oito milhões de quadros qualificados, até 2015, as universidades brasileiras têm sentido dificuldades em acompanhar o crescimento de vagas.

Assim, o Brasil tem-se tornado um mercado muito apetecível para trabalhadores estrangeiros à procura de melhores oportunidades. O sector do comércio e distribuição lidera a lista dos que mais quadros procuram, com mais de 420 mil lugares. Segue-se a construção com 250 mil vagas. Em terceiro lugar, surge o sector das empresas de ‘call center' com 120 mil lugares. Com a proximidade da organização do Mundial de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil anunciou também que precisa de cerca de 100 mil engenheiros.

"Há uma preferência pelos trabalhadores portugueses, pela língua pela cultura e porque são trabalhadores que se adaptam muito facilmente", afirmou o embaixador brasileiro português, Mário Vivalva. Assim, não é de estranhar que, se em 2010 foram concedidas 798 autorizações do Ministério do Trabalho para portugueses trabalharem no Brasil, e no primeiro semestre de 2011 esse número já ascendia aos 509 vistos de trabalho.

Ainda assim, há algumas dificuldades que qualquer português que esteja a pensar lançar-se numa nova carreira no Brasil deve ter em conta. Por um lado, o processo de conseguir um visto de trabalho não é fácil, podendo custar entre cerca de 100 e 200 euros.

Também se sente ainda algum proteccionismo, aponta José Guedes, português que dirige a GFK em São Paulo. "Tem de haver uma justificação para levarmos um recurso de fora, que vai ocupar o lugar de um brasileiro", explica. Por fim, mesmo com o visto conseguido, é importante compreender que, se é verdade que os salários praticados são mais elevados, também o custo de vida o é.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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16
Fev 12

Desemprego atinge todas as idades e qualificações

O desemprego está a atingir pessoas de diferentes idades e de diferentes qualificações.

Nas filas dos centros de emprego há pessoas com poucas competências, mas também pessoas mais preparadas do ponte de vista académico.

A TVI foi conhecer alguns casos de desempregados. Há jovens que nunca chegaram a ter uma oportunidade de entrar no mercado de trabalho e pessoas com mais de 40 anos que, apesar de aptas para trabalhar, são consideradas demasiado velhas pelos empregadores e demasiado novas para se reformarem. Há pessoas sem formação suficiente, mas também quem esconda o currículo para poder trabalhar. Muitas começam a pensar emigrar.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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16
Fev 12

Está à procura de emprego? Espreite estas dicas

É essencial pensar duas vezes no momento de escolher a profissão

 

O desemprego bate recordes e os jovens têm cada vez mais dificuldade em arranjar emprego. Por isso, é essencial pensar duas vezes no momento de escolher a profissão.

Saúde, Informática e Gestão são algumas das áreas com maior empregabilidade em Portugal.

Mas, para todos os que procuram um emprego há cuidados a ter. Para começar na formulação de um Curriculum Vitae, que deve ser curto e com informação sucinta. A escrita deve ser sempre cuidada e nunca devem ser enviados CV em massa.

As próprias empresas de recrutamento deixam conselhos aos candidatos: não vale a pena querer trabalhar é preferível aliar o gosto à empregabilidade.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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14
Fev 12

As oportunidades de emprego em Angola

Formação, recursos humanos, turismo e construção são alguns dos sectores que procuram quadros.

Angola está a crescer e precisa de profissionais qualificados para as áreas das tecnologias da informação, da formação profissional, dos serviços de ‘back-office' e do turismo. Com uma economia em desenvolvimento e um mercado florescente, o país acolhe os portugueses que emigram para Angola com salários elevados e um ambiente cheio de desafios.

"Angola encontra-se num período de acelerado desenvolvimento comercial e económico", considera a AICEP, que aponta um crescimento das importações entre Portugal e aquele país, de 2010 para 2011, na ordem dos 82%. "Assim, no âmbito da diversificação da actividade dos sectores económicos que está a ser desenvolvida por Angola, existe uma necessidade estratégica de recursos qualificados", acrescenta a AICEP.

O perfil dos portugueses que vão para Angola também está a mudar, soube o Diário Económico. Hoje, são sobretudo jovens profissionais, que levam a família, e que vão trabalhar para sectores cada vez mais diversificados, como a formação em recursos humanos e as tecnologias de informação, a par de sectores mais tradicionais como a construção.

"É fácil encontrar uma oportunidade de trabalho, porque há necessidade de recursos qualificados no país", corrobora José Bancaleiro, managing partner da Stanton Chase International, empresa de ‘executive search'.

As áreas em que se encontra mais emprego são "as áreas das Tecnologias de Informação TIC's, da formação profissional, dos serviços de ‘back-office' e do turismo, que são áreas da actividade económica que estão em crescimento", realça a AICEP. No entanto, "dada a política de diversificação de sectores que a economia angolana atravessa actualmente, todos os sectores produtivos são de considerar", acrescenta.

José Bancaleiro destaca como os sectores que procuram mais mão-de-obra, "a construção civil, a manutenção, a metalomecânica, o petróleo e a hotelaria." O ‘managing partner' da Stanton Chase frisa ainda que "em termos de competências, os profissionais ganham, obrigatoriamente, flexibilidade, resiliência, capacidade de adaptação, de gestão da mudança, de gestão intercultural." Um dos principais desafios que vão encontrar é que "têm de estar sempre a procurar soluções para tudo."

A adaptação pode não ser fácil, mas compensa, diz ainda José Bancaleiro. "É difícil a adaptação a Angola, as pessoas têm de ser resilientes", opina Bancaleiro. Porém, "a vantagem é que os salários compensam", lembra. "As pessoas vão ganhar pelo menos o dobro líquido do que ganham em Portugal", garante José Bancaleiro.

E ir trabalhar para Angola compensa também para "ganhar experiência numa sociedade diferente, em rápida evolução e onde se vê que podemos contribuir com a nossa experiência de vida e trabalho e acelerar o desenvolvimento económico e social", diz Francisco Botelho, director executivo do Sol Angola.

Ana Águas conta que o país compensa também por outras razões. A técnica de recursos humanos da Score Distribuição já foi a um casamento angolano e já passeou pelo país, o que "é de aproveitar."

Mas, aponta, é "um desafio" viver e trabalhar em Luanda, seja pelo trânsito caótico, seja pelo tempo de espera nos serviços, ou simplesmente por que o custo de vida é muito mais alto do que aquele a que estamos habituados em Portugal.

"Em Luanda um pequeno apartamento pode custar dois mil euros por mês, uma casa cujo arrendamento em Lisboa custaria mil euros, lá custa quatro mil ou cinco mil euros. Os restaurantes bons custam 50 euros sem vinho", avalia Francisco Botelho.

Houve também um episódio em que Ana teve uma alergia e precisou de ir ao hospital: "uma das falhas que existe é a falta de medicamentos", lembra.

José Bancaleiro sublinha ainda que "o visto é a principal dificuldade para quem quer ir trabalhar para Angola." O processo de obter o visto de trabalho, válido por um ano, pode demorar um mês, implicando reunir uma lista extensa de documentação aprovada pelo Consulado de Angola. A "reacção dos angolanos, a maneira como são recebidos os estrangeiros, os riscos, a segurança, o relacionamento." podem ser outros problemas na chegada a Angola, avisa José Bancaleiro.

"O ideal é morar perto do trabalho, pois o trânsito é infernal, e para entrar em Luanda pode-se demorar duas ou três horas de ida, mais outras tantas de volta", aconselha Filipe Barros, ‘controller' na direcção financeira do Grupo Zwela. Em Angola desde 2008, o economista e consultor considera que "o mais interessante e enriquecedor é o intercâmbio de cultura e mentalidades, facilitado pela língua e o passado em comum." Mas não esquece mais conselhos úteis: "também convém conferir qual o salário depois de impostos e taxas locais, e a forma como é pago, uma vez que existem limitações no expatriamento de capitais", avisa.

"Existem dificuldades que já não sentimos tanto em Portugal, como os preços altos do arrendamento das casas, os engarrafamentos, o controlo intenso da polícia ou as falhas de água ou de luz", lamenta Filipe Barros. Porém, encantado com Angola, afirma também que "basta encarar essas situações com alguma abertura e flexibilidade para as aceitar com facilidade".

Também Francisco Botelho frisa que é preciso "que se vá ‘open minded', porque se vai encontrar um ambiente duro e se já se vai cheio de conselhos e preconceitos, tudo se torna uma preocupação".

 

FONTE:http://economico.sapo.pt/

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14
Fev 12

Quer lançar o seu negócio? Estes são os 10 sectores mais promissores

Antes de iniciar-se numa aventura empresarial deve conhecer os campos que oferecem as melhores oportunidades.

Apesar do abrandamento da economia nacional, existem sectores que representam sempre negócios de valor acrescentado como a saúde, educação e turismo. Outras áreas como a tecnologia, os cuidados para a terceira idade ou o luxo apresentam-se cada vez mais como valores seguros onde a palavra crise não entra.

Os dez sectores onde criar negócio

1 – Saúde. Os serviços à medida que cobram todas as necessidades relacionadas com o bem-estar são uma oportunidade de negócio na qual se deve inovar.
2 – Educação. A formação de crianças, de jovens, ou desempregados são os principais grupos que procuram programas à medida das suas necessidades.
3 – Novas tecnologias. No mundo online não existe a crise. Cada vez existe mais gente que acede à internet e exige melhores serviços através da plataforma universal.
4 – Turismo. Neste sector são necessárias infra-estruturas, serviços e atenção personalizada.
5 – Terceira idade. Os portugueses vivem cada vez mais anos, este é um segmento de mercado ao qual os novos empreendedores não podem ficar alheios.
6 – Sustentabilidade. As alterações climáticas e a eficiência energética estão a abrir a porta a negócios que requerem investimentos elevados para o seu desenvolvimento.
7 – Social. Gestão de ajudas económicas e melhorias na forma de vida dos grupos mais desfavorecidos são os campos de actuação dos projectos sociais.
8 – Moda e luxo. Jóias, roupa, acessórios e actividades de lazer são valores seguros para um público imune à crise.
9 – Low cost. O atractivo dos preços baixos provocou uma transformação de muitos negócios que já funcionam com uma visão orientada para o cliente.
10 – Recursos humanos. Inovar na busca e fidelização de pessoal é uma necessidade que muitas empresas procuram na busca do melhor talento.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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13
Fev 12

10 soluções para jovens à procura de emprego

O flagelo do desemprego já atinge um em cada três jovens portuguesas. Com o mercado de trabalho congelado, as saídas profissionais são cada vez mais escassas. O Dinheiro Vivo deixa aqui algumas ideias de caminhos que podem ser seguidos por quem está a chegar ao mercado ou se encontra em situação de desemprego.

 

1. As incubadoras de negócios, que começam a surgir em vários pontos do país, são um bom ponto de partida para jovens empreendedores com ideias relevantes. Os custos são mínimos e favorecem a criação do próprio emprego. E, com sorte, de mais alguns.

2. O programa Empreender+ destina-se a jovens com idade superior a 18 anos detentores de ideias (Pessoas singulares ou colectivas), e potenciais investidores (detentores de capital, “know-how”, tecnologia, instalações, equipamentos). Saiba mais aqui.

3. A agricultura também pode ser uma aposta de futuro. O programa de instalação de jovens agricultores facilita a implementação de novas iniciativas e a sua adequada formação e qualificação profissional, e promover o desenvolvimento e adaptação das explorações. Está direccionado para jovens com idade entre os 18 e os 40 anos, com o 9.º ano de escolaridade, em regime de primeira instalação como agricultores e sob a forma jurídica de pessoa colectiva. Informações aqui.

4. No campo artístico, pode concorrer à atribuição de apoios no domínio das artes do espectáculo (teatro, dança, artes circenses), música, artes visuais, cinema, audiovisual e multimédia, arquitectura, design, literatura e projectos transdisciplinares, para promoção da língua e cultura portuguesa no exterior. Destina-se a jovens profissionais que exerçam actividade no âmbito das áreas contempladas e organizações artísticas e culturais de âmbito profissional. Mais aqui.

5. As Iniciativas Locais de Emprego (ILE) visam apoiar projectos que dêem lugar à criação de novas empresas e que originem a criação de postos de trabalho para o desenvolvimento local, mediante a realização de investimentos de pequena dimensão. Os público-alvos são jovens à procura de 1º emprego, desempregados, trabalhadores empregados, mas em risco de desemprego. Saiba mais.

6. O programa Finicia tem como objectivo facilitar o acesso a soluções de financiamento e assistência técnica na criação de empresas, ou em empresas na fase inicial do seu ciclo de vida, com projectos empresariais diferenciadores, próximos do mercado ou com potencial de valorização económica. Destina-se a empreendedores e PME em fase de arranque.Veja como.

7. A Comissão Europeia tem a iniciativa “Oportunidades para a Juventude”, disponibilizando verbas para formação, empreendedorismo, trabalho no estrangeiro, voluntariado e estágios.Mais detalhes aqui.

8. Fazer um MBA é sempre uma boa opção no campo do reforço das competências profissionais. Cada vez mais as empresas valorizam a qualificação e especialização dos seus quadros. Fica aqui a lista dos melhores MBA, num ranking com a chancela do Financial Times.Confira a lista.

9. Crie um projecto e tente captar financiamento junto de capitais de risco. A partir de amanhã, o Dinheiro Vivo dá-lhe toda a informação necessária sobre como chegar a estes produtos financeiros.

10. Emigrar é a última das hipóteses que aqui deixamos. Sair da zona de conforto, como disse um governante, e procurar trabalho noutro país pode ser a única saída para muitos dos jovens portugueses. E pelo que vai sendo conhecido é cada vez mais a primeira opção...

fonte_:http://www.dinheirovivo.pt/

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13
Fev 12

Desempregados: apoios à contratação em vigor a partir desta 3ª feira

Empresas têm de ter a sua situação contributiva regularizada. Desempregados deverão estar inscritos no centro de emprego há pelo menos seis meses

 

O Governo vai dar incentivos às empresas que contratem desempregados. A medida foi publicada esta segunda-feira em Diário da República e entra em vigor amanhã. O apoio poderá ascender aos 419,22 euros mensais.

Para tal, as empresas têm de ter a sua situação contributiva regularizada perante a Administração Fiscal e Segurança Social e não estar em incumprimento perante o Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP).

A medida foi anunciada pelo Governo no final do ano passado e tem como meta o apoio à criação de 56 mil postos de trabalho dirigidos a desempregados com menos de 25 anos, com um orçamento estimado de 100 milhões de euros.

De acordo com as regras publicadas, esta medida de incentivo prevê a atribuição de um apoio entre os 50 e os 60 por cento (até ao máximo do valor do IAS, os 419,22 euros) do salário dos jovens contratados pelas empresas e que estejam em situação de desemprego há pelo menos seis meses.

«A presente portaria cria a Medida Estímulo 2012, de ora em diante designada «Estímulo 2012», que consiste na concessão, à entidade empregadora, de um apoio financeiro à celebração de contrato de trabalho com desempregado inscrito no centro de emprego há pelo menos seis meses consecutivos, com a obrigação de proporcionar formação profissional», destaca o diploma.

O salário dos desempregados que sejam contratados pelas empresas será atribuído por um período máximo de seis meses, pagos em três prestações.

Cada entidade empregadora não pode contratar mais de 20 trabalhadores e obriga-se a proporcionar formação profissional ajustada às competências do posto de trabalho.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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