29
Set 11
29
Set 11

Pós-férias: 10 passos para encontrar emprego

Dizem os especialistas que a melhor altura para procurar emprego é depois das férias de Verão, o último trimestre do ano costuma ser, tradicionalmente, o momento adequado para encontrar algo. Desempregados, recém licenciados ou trabalhadores que procurem novos desafios são um exemplo das pessoas que podem aproveitar este período do ano para arranjar um novo trabalho. Nos últimos 10 anos, muitas das contratações acontecem no ultimo trimestre do ano.

1- “Auditoria” pessoal: O primeiro elemento a ter em conta é a situação pessoal e profissional de cada candidato. A busca de emprego deve adaptar-se à evolução do mercado  e às novas oportunidades que surjam. De seguida, deve especificar que tipo de lugar, organização e condições procura. Apesar das dificuldades do mercado é importante ser flexível e não perder de vista os objectivos pré-estabelecidos.

2- Procurar fontes de trabalho: A actual situação económica reconfigurou o mercado laboral, pelo que é importante detectar oportunidades de emprego. É fundamental analisar  as fontes de recrutamento mais adequadas ao perfil que procura:

- Empresas de recrutamento e selecção
- Empresas de trabalho temporário
- Contacto directo com companhias

Neste ponto, a internet tem um papel crucial. Muitos trabalhadores acreditam que as redes sociais ajudam a encontrar emprego, segundo o estudo da Randstad, que consultou empregados de 29 países. Isto permite ter um maior campo de actuação e estar informado sobre todas as mudanças do mercado.

3- Apresentar um currículo perfeito: O currículo é a ferramenta básica na altura de procurar emprego. Deve ser claro, conciso, visual e deve ter uma extensão máxima de duas páginas. Além disso, deve incluir as principais “conquistas” profissionais.

4- Adiantar-se à entrevista: É conveniente antecipar-se e preparar um guião com as possíveis perguntas e respostas. A melhor estratégia é responder com sinceridade, clareza e mostrar sempre uma atitude positiva. Também é importante a naturalidade e a confiança demonstrada em si mesmo e ter cuidado com a imagem. Todos estes conselhos são relevantes, visto que um candidato passa, em média, por três entrevistas durante o processo de selecção.

5. Preparar-se para as provas de selecção: Na hora de enfrentar as provas é importante ler cuidadosamente todos os documentos fornecidos pela empresa, bem como estar atento a qualquer indicação sobre o seu conteúdo. A chave para as provas de selecção é manter sempre a calma e concentração.

6. Conhecer o estado das candidaturas: Ser proactivo permite um maior destaque face aos restantes ao demonstrar interesse pelo lugar, pelo que é importante manter uma linha aberta de comunicação para as diferentes candidaturas. O contacto com a empresa depende do tipo de relação que estabeleceu com a empresa e do momento do processo de selecção em que se encontra. Se enviar o currículo por e-mail é adequado enviar outro mail a perguntar qual foi a avaliação do seu currículo. Se já foi estabelecido um contacto telefónico com a empresa, é conveniente ligar directamente a companhia.

7. Oferecer valor acrescentado à empresa: Durante todo o processo de selecção, deve destacar as suas qualidades e competências. Uma boa ideia passa por apontar objectivos que já cumpriu em ocasiões anteriores e cuja experiência pode ser aplicada no novo lugar.

8. Deixar a porta aberta: Nem sempre é a melhor opção para o lugar em questão, mas não é por isso que deve fechar a porta, visto que se podem abrir futuros processo de selecção. Uma boa maneira de concluir o processo é agradecendo à empresa a possibilidade que ofereceu. É interessante enviar um mail que, além de agradecer, permita destacar as suas competências e coloca-las à disposição para uma futura vaga.

9. Mantenha-se actualizado: É importante manter uma formação actualizada e de qualidade, que pode fazer a diferença entre o êxito e o fracasso na procura de emprego. Oferecer um bom conhecimento de línguas é outro elemento muito importante. Segundo os consultores da Randstad, 75% das ofertas de trabalho que recebem exigem como requisito indispensável o domínio de um segundo idioma.

10. Ter uma atitude positiva: Manter uma atitude positiva, antes, durante e depois de qualquer processo de recrutamento e selecção. As empresas querem trabalhadores que desfrutem do que fazem.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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28
Set 11

Desempregados: empresas vão poder contratar por 65 euros

Contratar vai passar a ser muito mais barato. O Governo irá incentivar as empresas portuguesas a empregar trabalhadores há mais de seis meses no desemprego, oferecendo um apoio de 420 euros por cada contratado. Caso lhes seja oferecido o salário mínimo (485 euros), os custos para a empresa ficam reduzidos a 180 euros – 65 euros para o ordenado e 115 para o pagamento das contribuições para a Segurança Social. Se o desempregado estiver sem trabalho há mais de um ano, a empresa fica ainda isenta dos 115 euros.

A medida, anunciada segunda-feira pelo ministro da Economia e do Emprego, no programa “Prós e Contras”, deverá abranger 35 mil desempregados. Os números mais recentes do INE apontam para a existência de 460 mil desempregados à procura de trabalho há seis meses. O Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), que divulga apenas o número de inscritos nos centros de emprego há mais de um ano, mostra 43% estão nesta situação. Segundo o Governo, irá custar cerca de 100 milhões de euros, a maioria dos quais garantidos por fundos comunitários.

“É um primeiro passo para fazer diminuir o desemprego, continuar políticas activas que promovam a criação de emprego e a dinamizar a nossa economia”, explicou ontem Álvaro Santos Pereira, sublinhando que as empresas serão obrigadas a dar formação aos trabalhadores. “O importante é saber que esta medida vai permitir a cerca de 35 mil desempregados receberem formação nas empresas, as empresas receberão cerca de 420 euros por estarem a fazer formação.”

O secretário de Estado do Emprego, Pedro Silva Martins, revelou que o incentivo durará seis meses e irá abranger contratos com o mesmo prazo. “Parece-nos um bom equilíbrio, tendo em conta o actual estado do mercado de trabalho”, referiu, em declarações aos jornalistas. “Também admitimos uma majoração para situações de contratos com termo superior a seis meses ou a tempo indeterminado”, acrescentou, recusando-se, para já, a revelar um valor.

Actualmente já existem incentivos à contratação de desempregados de longa duração (um ano), bem como de jovens à procura do primeiro emprego, isentando o empregador do pagamento da Taxa Social Única (TSU). No entanto, a obrigação de os manter na estrutura da empresa limita muito o seu impacto. “Existem 700 ou 800 contratações por ano ao abrigo desses programas, o que é muito pouco. A diferença aqui estará em permitir contratos de seis meses”, refere o secretário de Estado.

A possibilidade de receber o apoio sem garantir a permanência do trabalhador após os seis meses leva os sindicatos a acusar o Governo de estar a promover ainda mais precariedade. “Ao não assegurar que estes trabalhadores se mantenham mais tempo empregados, estão a transferir-se apoios para criar postos de emprego precários”, acusa Arménio Carlos, da CGTP. Para João Proença, coordenador da UGT, a aplicação da medida, tal qual ela está desenhada, poderá mesmo “incentivar o despedimento.”

Ao mesmo tempo, a aplicação das novas regras para o subsídio de desemprego, além de limitarem o montante recebido, estabelecem um corte de 10% para trabalhadores há mais de seis meses à procura de emprego. O salário líquido médio em Portugal ronda os 810 euros o que, em caso de despedimento, equivale a um subsídio de 608 euros. Sete meses depois, esse valor cai para 456 euros. Menos que o salário mínimo. Cerca de 8% dos portugueses empregados recebe o salário mínimo.

Se a oferta de emprego for aceite pelo trabalhador, o subsídio de desemprego é interrompido e depois retomado, na eventualidade de ele ser afastado ao fim de seis meses.

Para evitar abusos na utilização desta medida, será exigido que as empresas tenham a sua situação fiscal regularizada e que registem criação líquida de emprego durante a concessão do apoio. Em relação a este último tópico, o secretário de Estado falou numa análise “um ou dois meses” antes da contratação e “um ou dois meses depois”. Ou seja, fica aberta uma janela de oportunidade para utilizar a medida de forma rotativa. “Despedem hoje e daqui a dois meses já voltam a estar em condições de criar emprego líquido”, aponta João Proença.

Porém, o Governo pretende também limitar o número de contratações por empresa ao abrigo deste programa, evitando que o orçamento do incentivo seja monopolizado por grupos com maior capacidade de contratação.

Os patrões argumentam que a medida será pouco eficaz. “Aplaudo a medida, mas acho que tem um efeito duvidoso. Receio que o seu efeito seja diminuto e que peque por defeito”, afirmou ao Dinheiro Vivo, António Saraiva, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

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28
Set 11

Estimular o emprego na Economia

O ministro da Economia e do Trabalho, Álvaro Santos Pereira, deixou para o final deste emblemático período de governação o anúncio de novas medidas para promover o emprego. Concretamente, há dois dias, foi anunciado um programa, no valor de 100 milhões de euros, para apoiar os desempregados de longa duração. 

O programa, que poderá abranger cerca de 35 mil pessoas, prevê a contratação pelas empresas de desempregados há mais de seis meses em regime de formação, pela qual receberão um apoio mensal de 420 euros. 

Ontem ficou também mais claro o que o ministro pensa no que diz respeita à ligações ferroviárias com Espanha. Com a suspensão do TGV, Álvaro Santos Pereira pretende desviar dinheiro desse projecto para duas linhas de bitola europeia, que vão ligar os portos de Sines e Aveiro a Espanha, em velocidade alta, especialmente para mercadorias. 

Ficou também a saber-se que o aumento do preço da electricidade e do gás no próximo ano ficará abaixo dos 30%. 

Das medidas anteriormente anunciadas, o destaque vai para a adopção de tarifas sociais de gás e electricidade e a extensão das linhas de crédito às pequenas e médias empresas, no âmbito do PME Investe, dirigido a 51335 empresas, que dão emprego a 740 mil pessoas. 

Mas o dossiê mais polémico e que ainda vai fazer gastar muita tinta, sem dúvida, é o da revisão do código do trabalho, com a facilitação dos despedimentos e a redução das indemnizações por cessação do contrato de trabalho à cabeça.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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27
Set 11

Desempregados: CIP aplaude medida do Governo

A Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) aplaudiu a criação de um programa para desempregados, uma medida anunciada esta terça-feira pelo Governo. Contudo, a situação do mercado português exige que este programa seja eficaz e enquadrado num plano de crescimento para a competitividade das empresas. 

«Todas as medidas são de aplaudir mas têm de ser enquadradas num plano ambicioso», defendeu António Saraiva. Segundo o presidente da CIP, «todas as medidas que visem a criação de emprego mas a eficácia da medida se desgarrada de um enquadramento mais global será insuficiente».

As empresas portuguesas neste momento já gozam de isenção da Taça Social única quando empregam jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração, masnem por isso o combate ao desemprego tem sido eficaz. « Não é porque as medidas não são virtuosas é porque as condições em que as nossas empresas se encontram não permitem a situação líquida do emprego», comentou António Saraiva, cita a Lusa.

E não fica por aqui. Portugal vive num «mercado interno recessivo, num enquadramento internacional complexo e competitivo». De acordo com a CIP, « as empresas contratam não porque têm benefícios mas porque precisam reforçar-se em termos de recursos humanos para fazer face ao aumento de trabalho e aos novos mercados que adquirem».

António Saraiva defende que as medidas do Governo só serão eficazes se forem promovidos ganhos de produtividade para as empresas.«Precisamos de um enquadramento e capacidades económicas diferentes que funcionem, precisamos de prazos respeitados, de credibilidade fiscal e parafiscal quer o investimento seja nacional ou estrangeiro».

O programa no valor de cerca de 100 milhões de euros com vista a dar trabalho a desempregados há mais de seis meses foi anunciado pelo ministro da Economia e do Emprego no início desta semana. Segundo Álvaro Santos Pereira, os trabalhadores vão ter formação e deverão receber cerca de 420 euros.

fonte_:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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27
Set 11

CIP e CGTP não acreditam no plano do Governo contra o desemprego

Patrões e sindicatos reagem com muitas reticências à medida ontem anunciada pelo ministro da Economia para travar o desemprego.

A CGTP e a CIP consideram que o novo programa do Governo para incentivar as empresas a dar trabalho e formação aos desempregados não é uma solução para o problema do desemprego.

"Há um velho ditado que diz: ‘Com bolos se engana o povo.' Muito dinheiro foi entregue ao longo dos anos em nome de formação a empresas, e a maior parte dos empresários - houve excepções positivas, com certeza -, mas a maior parte, em nome de estar a fazer formação, usa mas é o trabalho das pessoas disponíveis e não há formação nenhuma, não há nenhuma perspectiva de envolvimento futuro no emprego", disse o secretário-geral da CGTP à TSF.

Carvalho da Silva não acredita por isso na eficácia do programa, até porque "a generalidade das empresas andam aí dizer que têm que reduzir o emprego, o Estado anda a reduzir o emprego. Estamos cheios de propaganda para esconder o que é fundamental", sublinhou.

Por seu lado, o presidente da CIP, António Saraiva, disse que "todos os programas que visam reduzir o desemprego são bem-vindos. De qualquer maneira, as políticas activas de emprego têm que ser integradas num programa mais amplo, de competitividade e crescimento, porque só isso é que, efectivamente, se reduz o desemprego".

"O resto, enfim, são coisas que se aplaudem mas que não resolverão o problema com que estamos neste momento", porque "as empresas só contratam pessoas quando têm a necessidade de as contratar, quando têm acréscimo de encomendas ou quando a empresa desenvolve a sua actividade. E, lamentavelmente, não é isso que está a acontecer", acrescentou, também em declarações à TSF.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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26
Set 11
26
Set 11

Câmaras empregam 134.912 trabalhadores

As 308 câmaras municipais do País empregavam 134.912 trabalhadores no final de 2009, com os municípios da Grande Lisboa a ultrapassar em mais de cinco vezes a média nacional dos 438 efetivos.

De acordo com o Boletim do Emprego Público hoje divulgado, as câmaras da Grande Lisboa empregavam 21.750 trabalhadores, uma média de 2.416,7 funcionários cada.

Nos municípios do Grande Porto trabalhavam 13.056 funcionários, uma média de 1.450,7 funcionários cada.

fonte:Lusa

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25
Set 11
25
Set 11

Empregabilidade de licenciados está a subir em Portugal

“Education at a Glance” mostra ainda que desemprego dos diplomados é maior do que a média da OCDE.

Portugal é o único país da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) onde a taxa de desemprego das pessoas com uma educação superior caiu, entre 2008 e 2009, apesar da taxa de desemprego total ter subido. O mais recente relatório "Education at a Glance" mostra que, enquanto o desemprego dos cidadãos com o 12º ano subiu de 6,6% para 8,1%, a taxa de desempregados com uma licenciatura ou superior desceu de 5,7% para 5,5%. Mesmo assim, a taxa de desemprego dos diplomados portugueses fica acima da média da OCDE, que foi de 3,2% em 2008 e de 4,4% em 2009.

Este é um número que o ex-secretário de estado da Educação Pedro Lourtie considera "significativo". Pedro Lourtie atribui esta subida, em ano de eleições, a "uma procura de relançamento da economia, que teve consequências para a dívida pública".

Em tempo de crise, sublinha a OCDE, alguém com uma formação a um nível superior tem maiores hipóses de continuar empregado do que uma pessoa que possua apenas o grau do ensino secundário.

O relatório também permite traçar um retrato do ensino superior em Portugal. Em 2009, 40% da população jovem tirou uma licenciatura ou um grau superior. A taxa de graduação a nível do doutoramento chegou aos 2,5%, um facto que é destacado pela OCDE. Os países que ombreiam com Portugal neste número são a Alemanha, Finlândia, Suécia e Suíça.

Daqueles 40% de graduados, 1,1% são estudantes internacionais. A percentagem não se compara com a da Austrália (mais de 15%) ou a do Reino Unido (5,4%), ficando mais próxima da da Hungria (1,4%). "Seria desejável que tivéssemos mais estudantes internacionais", opina Pedro Lourtie, acrescentando que "outros países têm uma política mais agressiva neste sector, com a atribuição de bolsas de frequência".

As mulheres dominam o ensino superior na maioria dos países da OCDE, mas concentram-se nas áreas da educação, saúde e humanidades. Os homens concentram-se nas áreas de engenharia, manufactura e construção.

O mesmo é verdade para Portugal: elas são mais de 85% das licenciadas em educação, enquanto não chegam a 30% na área das engenharias, manufacturas e construção. Portugal tem 1583 graduados em ciências por cada 100 mil pessoas no activo, o que fica abaixo da média da OCDE de 1829 e apenas um pouco acima da Turquia, com 1583.

Em média, na OCDE, 84% da população com um grau de ensino superior está empregada. As taxas de emprego são, em média, 27 pontos percentuais mais altas para as pessoas com uma educação superior do que para os que têm o diploma do secundário. Os homens com uma educação superior têm três vezes mais hipóteses de estar empregados do que os seus conterrâneos com um grau secundário, em média, nos países da OCDE.

fonte:http://economico.sapo.pt

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21
Set 11
21
Set 11

Emprego/Norte: Região norte com mais 12 mil funcionários públicos num ano - Boletim Conjuntura

A administração pública na região Norte tinha no segundo trimestre de 2011 mais 12 mil empregados, um crescimento de 20,9 por cento, face ao período homólogo, de acordo com o Boletim Norte Conjuntura.

"Entre os ramos cujo emprego, no segundo trimestre de 2011, apresentou na região do Norte variações homólogas mais acentuadas, haveria que referir a administração pública, com mais 12 mil empregados, representando um crescimento de 20,9 por cento", refere o documento divulgado hoje, que alerta para a alteração do modo de recolha de informação do Instituto Nacional de Estatística, com a adoção do modo telefónico.

Em sentido contrário, as atividades administrativas e dos serviços de apoio perderam 10 mil empregados em relação ao período homólogo.

fonte:Lusa

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20
Set 11
20
Set 11

Centros de emprego sofrem ‘revolução’

O Governo prepara-se para fazer uma pequena revolução nos centros de emprego. A rede vai ser reestruturada para colmatar as actuais falhas entre procura e oferta de postos de trabalho, e para melhorar a eficiência da rede. Segundo apurou o SOL, o objectivo do Ministério da Economia e Emprego (MEE) – comunicado aos parceiros sociais esta semana – é aumentar em 50% as colocações através dos centros de desemprego, para oito a nove mil por mês.

Na reunião de concertação social desta semana, Álvaro Santos Pereira apresentou às confederações patronais e sindicais uma proposta de Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego. As várias medidas serão detalhadas em três grupos de trabalho que vão começar a reunir na próxima semana (ler em baixo).

Segundo as informações recolhidas pelo SOL, o ministro comunicou aos parceiros sociais a intenção de aumentar as colocações nos centros de emprego em 50%, garantindo que a «qualidade das colocações» não seria afectada e que se manteria um «nível semelhante de recursos públicos».

Actualmente, os centros de emprego conseguem cinco a seis mil colocações. A meta até Setembro de 2012 é passar para oito a nove mil colocações por mês.

A necessidade de aumentar as colocações foi justificada com a elevada taxa de desemprego em Portugal. Esta semana, o Eurostat revelou que, no segundo trimestre, o país criou pela primeira vez emprego desde 2009, mas uma taxa de desemprego de 12,1% e várias previsões a apontar para uma quebra da actividade económica em 2012 fazem da dinamização do mercado laboral uma das principais prioridades do MEE.

Santos Pereira já tinha sinalizado que faria mudanças nesse campo. No mês passado, aludiu a uma «grande assimetria» entre os centros de emprego. «Alguns estão com 100 desempregados por técnico e outros têm 1.500 desempregados por técnico», disse, alertando para a necessidade de «melhorar a organização e a eficiência» da rede.

Actualmente, de acordo com informação do IEFP, a rede do instituto é constituída por 81 centros de emprego (uma média de 4,5 por distrito), 28 centros de Formação Profissional de Gestão Directa, cinco Centros de Emprego e Formação Profissional e um Centro de Reabilitação Profissional.

fonte:http://sol.sapo.pt/i

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19
Set 11
19
Set 11

Alto-Minho: 500 insolvências em nove meses e 13 mil desempregados

O Alto-Minho conta atualmente com mais de 13 mil pessoas sem emprego e nos últimos nove meses registaram-se 500 insolvências, revelou hoje à Lusa o coordenador da União de Sindicatos de Viana do Castelo.

Segundo Branco Viana, a situação “está a ganhar contornos assustadores” face aos números conhecidos de insolvências, quase duas por dia, e de desempregados.

“Nos organismos oficiais temos cerca de 11 mil pessoas registadas como desempregadas e sem contar com aqueles que já não aparecem porque não têm direito a subsídio. A nossa estimativa é que já são mais de 13 mil desempregados no distrito”, explicou o sindicalista.

Desde o início do ano que o distrito já assistiu a 500 insolvências, individuais e coletivas, das quais mais de metade foram registadas no concelho de Viana do Castelo.

“Só em Viana, concelho, temos mais de 300 insolvências registadas em nove meses. É um cenário absolutamente brutal e nunca visto, estamos a caminhar para a pobreza total”, apontou ainda Branco Viana.

O coordenador da União de Sindicatos de Viana do Castelo falava à Agência Lusa à porta da Têxtil Milopos, instalada em Santa Marta de Portuzelo há 65 anos, mas que deverá entrar em insolvência, segundo a administração.

Hoje, ao regressarem de um mês de férias, o administrador da fábrica comunicou às 85 trabalhadoras que não havia dinheiro ou trabalho.

Isto numa altura em que ainda estão por pagar os subsídios de férias, além dos vencimentos de julho e agosto.

Em declarações à Agência Lusa, o administrador da Milopos explicou, hoje, que o objetivo é “avançar com um pedido de insolvência acompanhado de um plano de recuperação”.

“Neste momento não temos trabalho. Vamos ter de dispensar uma parte dos trabalhadores, no âmbito do plano de recuperação”, explicou ainda Nuno Duarte, deixando, contudo, a garantia: “A Milopos não é para fechar”.

Junto aos portões da empresa, as 85 trabalhadoras concentraram-se ao longo de toda a manhã, aguardando por explicações, e sem nada para fazer.

Face a este cenário, o Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes anunciou que vai pedir a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho naquela fábrica, alegando salários em atraso e falta de explicações sobre o futuro dos funcionários, a quase totalidade mulheres.

 

fonte:http://noticias.sapo.pt/in

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