30
Jun 11
30
Jun 11

Taxa de emprego em Portugal supera média europeia

No ano passado, cerca de 70 por cento dos portugueses estava a trabalhar. Média da UE a 27 situa-se nos 68,3%

A taxa de emprego entre os portugueses, com idades entre os 20 e os 64 anos, situou-se nos 70,5% no ano passado. Um valor acima da média da UE a 27 (68,6%) e da Zona Euro (68,4%), revela esta quarta-feira o Eurostat.

Neste grupo, há uma clara vantagem do sexo masculino: 75,4% dos homens entre os 15 e os 64 anos estavam a trabalhar, contra 65,6% das mulheres. Já na Europa, a taxa de emprego entre mulheres caiu, pela primeira vez, em 2009, para 62,5%, e voltou a recuar em 2010 para 62,1%.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt

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29
Jun 11

O que vai mudar no mercado de emprego

Conheça as medidas que o Governo pretende implementar para revolucionar o mercado de trabalho

Como já havia ficado acordado no memorando da troika, o novo Executivo PSD/CDS promete uma revolução de liberalização e flexibilização no meio profissional, com o objectivo de “modernizar o mercado de trabalho e as relações laborais”. Desta feita, fica prometida uma “legislação laboral que fomente a economia e a criação de emprego, que diminua a precariedade laboral e que esteja concentrada na protecção do trabalhador e não do posto de trabalho”, justifica o Plano de Governo entregue ontem pelo Executivo. Conheça algumas dessas medidas.

Menos pontes e feriados

Sob a premissa de “aumentar a produtividade”, o Governo prevê alterar a regulamentação do Código do Trabalho com vista a alterar as datas de alguns feriados e diminuir as “pontes”.

O programa do Governo prevê ainda criar um regime legal mais ajustado à realidade das empresas portuguesas e retirar “burocracias e excessos de procedimentos” na hora da admissão de trabalhadores.

Fim “tendencial” do contrato a termo

No que diz respeito aos contratos a celebrar no futuro, o programa do Governo admite que poderá existir apenas um “só tipo de contrato de maneira a tendencialmente acabar com os contratos a termo”.

Mas, em contrapartida, pretende flexibilizar “o período experimental no recrutamento inicial” e introduzir“algumas simplificações no processo de cessação dos contratos”. No entanto, e porque o país vive momentos de “situação de emergência social”, será permitida a renovação dos contratos a termo que caduquem nos próximos 12 meses.

Horas de trabalho flexíveis

As empresas poderão ainda estabelecer horários laborais ajustados ao volume de trabalho, com o objectivo de“melhor gestão do seu capital humano”.

Desta forma, o Executivo pretende flexibilizar o Banco de Horas (instrumento de regulação colectiva de trabalho, em que o período normal de trabalho pode ser aumentado até 4 horas por dia, 60 horas por semana e 200 horas por ano, tendo que ser compensado por redução do tempo de trabalho ou pagamento em dinheiro). Ou seja, pretende-se “introduzir a possibilidade de ser estabelecido por acordo individual, sem necessidade de previsão em IRCT – instrumento de regulamentação colectiva de trabalho – e de funcionar por períodos plurianuais”.

Horas extra deixam de ser pagas a dobrar

O “trabalho suplementar” deixará de ser pago a dobrar, alinhado com as “práticas internacionais de países de referência”. Em alternativa, as empresas passam a ter de compensar os empregados concedendo-lhes dias de descanso ou férias equivalentes às horas extra trabalhadas ou, simplesmente, atribuindo-lhes uma remuneração suplementar.

Trabalho temporário sempre que necessário

As empresas passam a poder recorrar a trabalho temporário sempre que houver “uma verdadeira necessidade transitória de trabalho” sem ser necessário justificar, desde que sejam “respeitados os limites percentuais deste tipo de contratação, face ao total de trabalhadores da empresa”.

Recibos verdes com subsídio de desemprego

Em consonância com o acordo efectuado com a troika, o novo Governo decidiu reduzir o tempo necessário para ter acesso ao subsídio de desemprego, de 15 para 12 meses. Compromete-se ainda à “reestruturação do modelo actual, com vista ao estímulo ao regresso ao mercado de emprego”, sem especificar medidas, e ainda a atribuir subsídio de desemprego a trabalhadores independentes (recibos verdes) que tenham efectuado descontos e se encontrem “comprovadamente” em situação de desemprego, “a qual deverá estar sujeita a um rigoroso processo de atribuição e de fiscalização”.

Trabalhadores podem ser “cedidos temporariamente”

No capitulo de mobilidade do trabalho, o Plano do Governo refere “mecanismos de cedência temporária de trabalhadores por período limitado, entre empresas, dependente de acordo expresso do trabalhador”.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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29
Jun 11

Desempregados mais velhos vão trabalhar em creches e lares

Os desempregados com mais de 55 anos de idade vão ser fortemente incentivados a ajudar nas instituições de solidariedade (IPSS), isto é, nas áreas de apoio social como creches, lares, centros sociais, entre outras.

De acordo com o programa do novo Governo, o objectivo é "criar programas dirigidos à inserção de desempregados com mais de 55 anos, através de acções de formação profissional específica, com o objectivo de fornecer as competências adequadas para desempenho de funções de apoio social, no quadro da Rede Nacional de Solidariedade".

A esmagadora maioria das instituições desta rede está ligada à Igreja Católica.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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26
Jun 11
26
Jun 11

Há mais 28.300 trabalhadores a tempo parcial em dez anos

Na última década, os trabalhadores em regime a tempo parcial têm aumentado continuamente, passando de 10,9% do total dos trabalhadores por conta de outrém, no ano 2000, para 11,7% no ano passado.

Enquanto o peso dos empregados a tempo parcial, no universo dos trabalhadores por conta de outrém, aumentou em cerca de 28.300 ao longo da década, os empregados em regime de horário completo diminuiram em 97 mil, a um ritmo de quase dez mil por ano. Os dados são do último relatório do Observatório do Emprego e Formação Profissional, que destaca, no entanto, a excepcionalidade do ano de 2009, em que, devido à crise e à destruição de emprego, baixou tanto o número de trabalhadores a tempo completo como parcial.

Neste caso, porém, essa redução deveu-se exclusivamente ao grupo das mulheres, que representavam 62,8% dos empregados a tempo parcial no ano passado.Já o número de homens naquele regime laboral aumentou 7%.

Fazendo um balanço dos grupos de profissões que sofreram maiores quebras de emprego em 2010, o relatório do OEFP refere que o sector da indústria foi o mais afectado, tendo perdido 44500 postos de trabalho, logo seguido pela agricultura , com menos 22600 pesssoas empregadas.

 Mas também os serviços sofreram um corte substancial, sendo que as maiores perdas ocorreram no segmento do comércio por grosso e a retalho, que registou uma redução de 27.600 empregos e na Administração Pública e Defesa. Aqui, no sector estatal verificou-se uma redução de 22400 empregos ao longo do último ano, segundo dados complilados a partir do Instituto Nacional de Estatística.

Mas nem todas as profissões tiveram evoluções semelhantes. Na última década, o emprego cresceu mais nos especialistas das chamadas profissões intelectuais e científicas (mais 147 200) , pessoal dos serviços e vendedores (127 mil) e profissionais de nível intermédio (91 500).

Em contrapartida, os operários e artíficies diminuiram em 187 300, seguindo-se a alguma distância os trabalhadores não qualificados, menos 78 600 nos últimos dez anos. Destaca-se ainda, ao longo da década, a quebra de 35 600 nos quadros superiores da administração pública, dirigentes e quadros superiores de empresa.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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23
Jun 11
23
Jun 11

Cursos de Gestão e Finanças já não garantem emprego

Segundos os últimos dados do Instituto do Emprego e da Formação Profissional (IEFP), os desempregados com licenciatura, mestrado ou doutoramento em Gestão, cuja área se enquadra nas ciências empresariais, eram os que registavam um maior número de inscrições nos centros de emprego em Dezembro de 2010 (8.867 inscritos).

Este número representa 18,3% do total de 48.522 de diplomados desempregados no final de 2010 e que procuram o seu primeiro emprego ou um novo posto de trabalho, em Portugal Continental.

Porém, os gestores não são os únicos a ocupar os lugares cimeiros entre os cursos com mais desemprego. Na tabela dos mais qualificados, estão as licenciaturas de Finanças, Gestão de Recursos Humanos, Marketing e Administração Pública. Estes são alguns dos dados revelados pelo último relatório anual do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI) - "A Procura de emprego dos diplomados com habilitação superior" do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior tutelado por Mariano Gago.

Por outro lado, segundo o mesmo estudo, os inscritos no IEFP com o 2.º ciclo do ensino básico diminuíram 4,2%, entre Dezembro de 2009 e Dezembro de 2010 assim como os inscritos com o 1.º ciclo do ensino básico, que regitaram uma quebra de 1,5%.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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22
Jun 11
22
Jun 11

Três em cada dez portugueses dispostos a procurar emprego noutro país

Cerca de três em cada dez portugueses mostram-se dispostos a procurar melhor emprego noutro país, tendências que se acentuam junto dos mais jovens e com formação superior, segundo um estudo hoje divulgado.

De acordo com o estudo realizado pela empresa de estudo de mercados internacional (GfK) que abrangeu 29 países, 43 por cento da população portuguesa ativa está à procura de outro emprego e três em cada dez equaciona emigrar.

Destes, 54 por cento tem entre os 30 e os 39 anos e 42 por cento tem formação superior.

Quanto à disponibilidade para mudar de país, a pergunta que foi colocada em 17 dos 29 países, mais de um quarto dos trabalhadores portugueses inquiridos (27 por cento) está disposto a emigrar para conseguir um emprego melhor.

De acordo com o estudo, esta percentagem é mais acentuada junto dos jovens trabalhadores, entre os 18 e os 30 anos (40 por cento).

Além desta predisposição para mudar de país em busca de melhores condições, é também claro que os portugueses já começam a ponderar outras mudanças: face às atuais condições económicas, 25 por cento coloca a hipótese de vir a mudar de carreira.

“Os nossos resultados indicam um risco de ‘fuga de cérebros’ no próximo ano, o que originará problemas significativos para as empresas e para os países que procuram recuperar da recessão”, explicou o diretor-geral da GFK Portugal, António Gomes.

Segundo António Gomes, tanto entre trabalhadores manuais como não manuais, verifica-se que um quarto do seu número está disposto a mudar de país por questões de emprego, e que esse número aumenta entre os trabalhadores com mais qualificações.

“Um terço dos empregados na área de I&D está também disposto a mudar de país – precisamente os postos de trabalho que muitos países identificam como cruciais para a sua recuperação”, frisou.

De acordo com o estudo, Portugal apresenta tendências similares às dos restantes países, sobretudo no que refere à questão da emigração para encontrar situações de emprego mais satisfatórias.

A média de respostas indica ainda que os trabalhadores jovens e com qualificações são os que parecem mais propensos a mudar de país.

Quarenta e um por cento dos trabalhadores com idades compreendidas entre os 18 e os 29 anos afirmam que estão dispostos a mudar para conseguirem um emprego melhor, sendo esse número de um em três para os detentores de curso universitário (32 por cento) e de quase um em quatro para possuidores de doutoramento (37 por cento).

No grupo dos trabalhadores com nível de instrução equivalente ao secundário apenas 22 por cento pondera a hipótese de mudar.

O número de portugueses activamente à procura de outro emprego é superior à média dos restantes países, sendo apenas superado pelas respostas da população norte americana e colombiana.

No entanto, quando se fala em mudar de carreira, a percentagem fica muito aquém da média dos restantes países, ocupando o fim da lista e sendo apenas superada pelos resultados do México e Colômbia, onde os trabalhadores revelam pouca flexibilidade neste parâmetro.

O GfK International Employee Engagement Survey inclui as opiniões de 30,556 adultos empregados em 29 países.

Em Portugal, este estudo foi realizado durante os dias 11 e 22 de fevereiro, a uma amostra de 547 indivíduos.

fonte:Lusa

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21
Jun 11
21
Jun 11

Os 10 mandamentos para conseguir emprego

Criar o seu negócio, apostar na formação ou arriscar uma carreira internacional são algumas das saídas.

Qualquer pessoa que construiu um império ou mudou o mundo já se sentou nessa cadeira". A frase é de George Clooney para um funcionário que está a despedir. No filme "Nas Nuvens" o actor trabalha numa empresa que tem como única função despedir funcionários de outras empresas.

Este diálogo dificilmente poderia passar-se em Portugal porque estas empresas ainda não chegaram ao mercado nacional. Mas são cada vez mais os quadros médios e superiores a ouvir a frase "está despedido!". Não é assim de estranhar que no final do primeiro trimestre deste ano a taxa de desemprego já fosse de 12,4% da população activa, o valor mais alto desde que há estatísticas de desemprego. No total são já mais de 688 mil pessoas desempregadas. Uma situação que não tem de ser uma fatalidade e que poderá mesmo ser a oportunidade para mudar de vida, como Cloney tentava convencer a dezenas de quadros de empresas que despedia ao longo do filme.

Porque não? Criar o próprio negócio, aumentar as competências, mudar de carreira ou experimentar o mercado internacional são algumas das hipóteses que devem ser consideradas.

"Infelizmente pode ter uma prestação excelente e ver-se desempregado por razões que lhe são completamente alheias", sublinha Mariana Branquinho da Fonseca, ‘partner' da Heidrick & Strugles. Depois do choque de ficar sem emprego, o maior erro que se pode cometer é "ficar-se sentado à espera que o telefone toque, porque isso não vai acontecer", acrescenta esta responsável da empresa de ‘head-hunting'. O passo seguinte é fazer alguma coisa que "acrescente valor e competências que sirvam os seus objectivos profissionais", acrescenta. Apostar no ‘network', falar com pessoas e manter-se sempre em contacto. "Conheço um caso de um quadro que alugou um espaço fora de casa, estudou imenso e aproveitou para construir uma rede de contactos", acrescenta a especialista. Pouco tempo depois tinha voltado ao mercado de trabalho.

Há também que alargar o leque de possibilidades e não se fixar apenas numa opção de carreira, sublinha Luís Sousa Lobo, professor no INSEAD, uma das melhores escolas de MBA do mundo. Uma mudança de carreira que deve passar por frequentar uma formação. "Se tiver uma função técnica, deve aumentar as suas valências fazendo uma formação em gestão, se trabalhou na área de marketing deve optar por fazer uma formação noutra área ", aconselha António Gomes Mota, director da ISCTE Business School. Aprender a dominar uma língua estrangeira, como o inglês, é outra das competências que o podem valorizar na corrida para regressar ao mercado de trabalho.

Preparar o seu currículo e a sua prestação para entrevistas de emprego é essencial. E nunca deve excluir candidatar-se a um lugar fora de portas. Brasil, Angola, Moçambique e Médio Oriente são alguns dos mercados sedentos de mão-de-obra qualificada. Só no Brasil, estima-se que este ano abram vagas para 1,9 milhões postos de trabalho. De acordo com os números publicados na revista Exame brasileira, até 2015 deverão ser precisos oito milhões de novos profissionais. Até porque vivemos "num mundo a dois ritmos: a Europa e os Estados Unidos estão em crise, mas o resto do mundo, no Brasil, Ásia e Médio Oriente, está em grande crescimento", sublinha o professor português que ensina os alunos do INSEAD a tomar as melhores decisões.

Crie o seu próprio emprego
Depois há a hipótese de criar o seu próprio emprego. Uma opção dois em um: garante o seu posto de trabalho e ajuda a economia portuguesa. Mas não deve aventurar-se de qualquer maneira. Mais uma vez a formação é a resposta. Na ISCTE Business School há uma pós-graduação em empreendedorismo que o pode ajudar a lançar o seu negócio.

Depois, pode sempre recorrer aos ninhos de empresas como a DNA Cascais, uma agência de apoio ao empreendedorismo criada pela autarquia. Se está desempregado e tem uma boa ideia pode apresentá-la. O projecto passa por uma triagem que afere a viabilidade e o grau de risco e se for aprovado segue para um processo de elaboração do plano de negócio, com apoio. Há também uma fase "em que se tenta mitigar os riscos, para que quando a empresa for criada as possibilidades de sucesso sejam maiores", sublinha Marcos Fernandes, responsável pela DNA Cascais. Depois, o projecto é apresentado a potenciais financiadores. Até agora, nasceram já cerca de 130 empresas e 80% estão a facturar de vento em pompa. No caso de ser mulher, tem ainda um programa de apoio à formação de empresas da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, que já criou cerca de 200 empresas envolvendo 1.300 mulheres.


Os dez mandamentos do desempregado

1 - Não se deixe deprimir
Pena de si próprio é o que não pode sentir. Tente pensar positivamente. Levante-se de manhã, leia jornais e saia de casa como se fosse para ir trabalhar e faça da procura de emprego o seu emprego a tempo inteiro. Fale com amigos e conhecidos e não se isole nem se feche em casa porque esse não é, de todo, o espírito que se quer.

2 - Faça um bom currículo
Um bom currículo é essencial para quem avalia a sua candidatura. Actualize o seu e siga algumas regras básicas. Desde logo, o currículo deve ser pequeno e não exceder as duas páginas e incluir interesses que não só os curriculares. Saiba também que os vídeo-currículos estão na moda.

3 - Mantenha-se actualizado
Leia jornais, ‘sites', navegue na Internet, vá às redes sociais, ao Facebook, fale com amigos, envie e-mails, etc... Manter-se actualizado sobre o que se passa é muito importante para não se desligar do mundo só porque não está a trabalhar. Não só para se manter ocupado, mas para estar mais preparado se, de repente, conseguir uma entrevista de emprego.

4 - Estabeleça contactos
O ‘networking' é fundamental, nos dias de hoje, para conseguir emprego. Ligue a amigos, conhecidos e consultores de recrutamento. Diga-lhes que está à procura de emprego. Apareça. Combine tomar um café, conte que está desempregado, dê a conhecer as suas habilitações e o tipo de ocupação que procura. Faça com que se lembrem de si.

5 - Procure empresas em contra-ciclo
Essas são as empresas que poderão estar a contratar. É importante que se mantenha a par e perceba o que se passa no mercado e onde poderão estar as oportunidades de emprego. Para isso, leia e mantenha-se a par para detectar quais é que são essas empresas que, apesar da crise, estão em contra-ciclo e podem estar a aceitar novos colaboradores.

6 - Prepare-se bem para a entrevista
Faça o trabalho de casa. Leia tudo o que encontrar sobre a empresa a que se vai candidatar, o sector de actividade, etc. Prepare-se bem. Antecipe respostas para perguntas que lhe possam fazer. Construa uma descrição interessante do seu perfil e argumente bem porque deve ser o candidato escolhido. E não se esqueça que a aparência também conta.

7 - Adeque o seu perfil à função 
Adeque o perfil e as competências à função a que se está a candidatar, mas sem mentir. No fundo, tente lembrar-se do que no seu perfil é mais adequado para desempenhar aquele lugar e o que poderá agradar mais a quem o vai entrevistar. Explique bem porque aquele lugar é feito para si. Mas não minta porque esse é um erro que pode vir a ser fatal.

8 - Seja pró-activo
Apresente ideias e projectos que pode vir a desenvolver na empresa caso esta o venha a contratar. Pense nisso bem antes de ir à entrevista. Uma atitude pró-activa é sempre bem recebida e pode marcar a diferença na comparação com outro candidato. Pense bem na ideia, nos argumentos para a defender e como convencer os interlocutores.

9 - Não diga mal de quem o despediu
É um erro tentador, mas que pode ser prejudicial. Não se mostre zangado nem caia no erro de dizer mal de quem o despediu nem entre em demasiadas explicações sobre o que se passou. Limite-se a dar uma explicação consistente para o que aconteceu, mostrando que é uma história passada. E não perca tempo a queixar-se e a culpar a economia por ter perdido o emprego.

10 - Seja interessado e flexível
Não coloque demasiadas condições para aceitar o emprego e sobretudo não seja arrogante, mas também não exagere na gratidão, porque demonstra falta de confiança. Seja interessado e flexível, sem abdicar do que considera essencial. Tenha bem definido, à partida, até onde pode ceder e aquilo de que não pode abrir mão seja a nível de salário ou de outros direitos.


Programas de apoio

80%
Cerda de 80% das 130 empresas criadas com o apoio da DNA Cascais estão de vento em pompa. Criada há quatro anos e meio pela Câmara ds Cascais, esta agência de apoio ao empreendedorismo apoia a criação de negócios. Se está desempregado e tem uma boa ideia de negócio pode candidatar-se ao apoio para a criação de novos negócios.

200
O programa de Apoio ao Empreendedorismo Feminino já ajudou a fundar cerca de 200 empresas. Promovido pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), conta com o apoio do Eixo 7.6 do QREN. O programa apoia associações que avancem com acções de formação para as mulheres que queiram lançar a sua própria empresa.

1,9
Estima-se que este ano sejam criadas cerca de 1,9 milhões de postos de trabalho no Brasil. Numa economia em rápido crescimento, aumenta a procura de mão-de-obra qualificada. Até 2015 estima-se que sejam precisos oito milhões de novos profissionais. Angola. Moçambique, China e índia são outros dos países em que pode apostar.

30
O mestrado em Empreendedorismo e Inovação do ISCTE-IUL existe desde 2001, já contou com mais de 180 participantes e deu corpo a mais de 30 projectos inovadores. A formação foi concebida de forma a dar respostas às necessidades de cada projecto e equipa empreendedora, segundo a apresentação do mestrado.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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20
Jun 11
20
Jun 11

O que vai mudar no subsídio de desemprego

Entram 78 mil milhões de euros em ajuda externa para Portugal cumprir as exigências da sua elevada dívida pública, alteram-se os apoios sociais. O subsídio de desemprego é o paradigma da contenção e da austeridade assumidas no Memorando de Entendimento Sobre as Condicionalidades de Política Económica entre o Governo português e o Banco Central Europeu, União Europeia e Fundo Monetário Internacional.

 

O subsídio de desemprego vai ter novas regras.

Contudo, as mudanças só deverão começar a acontecer no princípio de 2012. Até lá esteja atento ao quadro que existe hoje para receber o subsídio de desemprego e saiba o que vai acontecer depois de aplicado o previsto no acordo de ajuda externa.

Quem tem acesso?

Hoje
Os requisitos principais para ter hoje direito a receber o subsídio de desemprego passam por: 1) Ter tido um contrato de trabalho por conta de outrem 2) Estar desempregado involuntariamente e 3) Ter realizado contribuições para a Segurança Social durante pelo menos 450 dias (15 meses) nos últimos 24 meses antes da data de desemprego.

Depois do memorando
Segundo o acordo de austeridade ligado à ajuda externa, introduzem-se duas novas possibilidades:

  • Ter direito ao subsídio de desemprego com apenas 12 meses de contribuições nos últimos 24 mesesantes da data de desemprego.
  • Alargamento do subsídio de desemprego aos trabalhadores independentes que prestem serviços regularmente a uma única empresa.

Exemplo:
Um trabalhador foi despedido por extinção do posto de trabalho de uma empresa que o tinha contratado há 13 meses. Antes desse emprego, o trabalhador estava a estudar, portanto a história contributiva nos 24 meses antes da data de desemprego é de apenas 13 meses.

Antes da aplicação das premissas do memorando, o trabalhador não tem acesso ao subsídio de desemprego (não tem 15 meses de “descontos”). Se o plano de “troika” estivesse já aplicado, poderia contar com subsídio (pelo menos 12 meses).

Quanto tempo pode durar?

Hoje
O subsídio de desemprego é uma prestação social que pode ir actualmente até aos 38 meses, isto é, 1140 dias, dependendo da idade do desempregado e da carreira contributiva. (Saiba mais sobre o prazo do subsídio)

Depois do memorando
Com o entendimento entre Governo e instituições internacionais, existirá um limite máximo de 18 meses de duração do subsídio, mas ficam de fora desta medida os actuais desempregados e não se reduzem os direitos adquiridos dos trabalhadores, segundo o texto do acordo.

Exemplo:
Um trabalhador de 38 anos que tenha ficado desempregado involuntariamente com 10 anos de contribuições para a Segurança Social, poderá contar actualmente com um subsídio durante um período máximo de 20 meses. Com o que está escrito no texto do memorando, os novos contratados que venham a ser despedidos só poderão receber o subsídio por um período máximo de 18 meses.

Qual o montante máximo?

Hoje
Existe actualmente um limite máximo ao subsídio de desemprego que se cifra no triplo do IAS (indexante de apoios sociais=419,22 €), quando os outros limites máximos não se verifiquem, como os 75 por cento do último salário líquido. O limite é então de 1257,66 euros. (Saiba como calcular o montante do subsídio)

Depois do memorando
Com o texto do acordo, o limite máximo cai para as 2,5 vezes o IAS, isto é, para os 1048,05 euros. Isto é, nenhum dos novos desempregados, depois da aplicação de nova legislação, poderá ter um subsídio de desemprego superior a 1048,05 euros, independentemente da carreira contributiva e do nível de salário anterior ao despedimento.

Além disso, existirá uma redução progressiva do montante do subsídio que começa depois de 6 meses do início da duração do subsídio e vai até ao final da prestação.

Exemplo:
Se um trabalhador tiver tido um salário bruto de 2000 euros (com uma taxa de retenção de IRS de 18,5 por cento) nos 12 meses antes da data de desemprego, o subsídio com as regras actuais seria de 1233,75 €.

Um trabalhador nas mesmas condições remuneratórias que fique desempregado depois de aplicadas as alterações indicadas no texto do entendimento entre FMI, UE, BCE e Governo português, não poderá receber de subsídio mais de 1048,05 euros.

Quando se esperam alterações?

Até ao quarto trimestre deste ano, o Governo tem de traçar um plano de acção com objectivos de reduzir o risco de desemprego de longa duração e fortalecer as redes de apoio social.

Nos primeiros três meses de 2012, legislação efectiva sobre estas questões é o que se pede no acordo assinado.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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18
Jun 11
18
Jun 11

Empresa de trabalho temporário deixa 3 mil sem emprego e salários

Cerca de 3 mil trabalhadores que prestavam serviço para a empresa de trabalho temporário Newtime, em vários sectores de actividade,   estão em risco de perder os salários e o emprego, por ocasião do seu encerramento “ilícito”,  ante a perspectiva de uma auditoria fiscal.

 

Segundo apurou o DN, a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) já está a preparar a acção criminal contra a empresa, sendo que o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) suspendeu o seu alvará.

 

As mesmas fontes sustentam que a empresa estaria em situação de incumprimento perante o fisco e a segurança social. O DN tentou contactar a Newtime, mas esta esteve incontactável.

 

O provedor da Ética Empresarial e do Trabalhador Temporário, Vitalino Canas, alerta ainda para a “possibilidade de o promotor principal  da Newtime criar outras empresas, porventura a partir do exterior, através de testas de ferro, “em flagrante fraude à lei e aos direitos dos trabalhadores”.

 

Vitalino Canas emitiu um comunicado em que alerta as autoridades, as empresas utilizadoras de trabalhadores temporários e os próprios trabalhadores para agirem com a máxima precaução, de modo a evitar que esse expediente seja utilizado com sucesso, “havendo alegações de pessoas conhecedoras do sector de que não seria a primeira vez”.

 

Em declarações ao DN, o provedor disse que algumas das empresas utilizadoras da mão-de-obra fornecida pela Newtime estão, elas próprias, disponíveis para se substituirem àquela empresa, pagando os salários aos trabalhadores, até porque não querem perder, de um dia para o outro, a prestação de trabalho. A PT é um desses exemplos, mas também a Luís Simões.

 

A base jurídica para adoptar aquela modalidade está a ser analisada, disse ao DN fonte da ACT. “É uma modalidade que nunca foi usada e,embora prevista na lei, há questões a acautelar pelas empresas, nomeadamente responsabilidades perante a Segurança Social”, explicou

 

 Por outro lado, e face à complexidade e magnitude do número de trabalhadores envolvidos, Vitalino Canas  e Jorge Dias, da ACT, disseram que se está a trabalhar para desbloquear a caução da Newtime  junto do IEFP, que todas as empresas de trabalho temporário têm de depositar num banco, para acudir a situações de incumprimento.

 

Mas a verba em causa “não será suficiente para compensar” os salários referentes a quase três mil trabalhadores, com vários tipos de vínculos laborais, admitiu Vitalino Canas.

 

O provedor confirmou que tem recebido

várias dezenas de queixas relacionadas com aquele processo. “Este mês vamos bater o recorde no número de processos abertos , existindo já 40”.  No total do ano passado, o provedor accionou 169 processos, sendo que na sua maioria dizem respeito a situações de rescisão ou renúncia de contratos. “Infelizmente,  no final das relações de trabalho, muitas empresas fazem os cálculos e os pagamentos de forma pouco diligente”, ironizou Vitalino Canas.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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17
Jun 11
17
Jun 11

Emprego: terceira maior quebra na Zona Euro

O emprego em Portugal recuou 1,6% nos primeiros três meses do ano, face ao mesmo período do ano passado. Este valor representa a terceira maior quebra entre os países do euro, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Eurostat.

Mesmo assim, este resultado é melhor face ao trimestre anterior, quando o emprego derrapou 1,8% face ao homólogo.

À frente de Portugal só a Grécia e a Eslovénia, onde o emprego caiu 5,0% e 2,3%, respectivamente. Já no conjunto da UE a 27, está ainda a Roménia, com um corte no emprego de 2,7%, e a Bulgária (-3,5%). 

Em comparação com os últimos três meses de 2010, o emprego caiu 0,1% no primeiro trimestre em Portugal, uma tendência que contrasta com a da Zona Euro e da União Europeia a 27, onde o emprego ficou estável.

Já em comparação com os primeiros meses de 2010, o emprego cresceu 0,1% entre os países do euro e subiu 0,3% na União a 27.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

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