30
Abr 11
30
Abr 11

Já não há emprego para recusar

Celebra-se amanhã o Dia do Trabalhador. Em Portugal, mais de 500 mil pessoas não têm razões para o festejar. Estão desempregadas.

O DN foi à procura dos "empregos que ninguém quer", frase tantas vezes repetida, sobretudo pelos empresários. Não descobrimos um empregador que não tivesse encontrado o funcionário para um lugar deixado em aberto, mesmo que o tenha conseguido com alguma dificuldade. A crise económica e o desemprego tornaram mais aliciantes determinadas tarefas, mas também fizeram que alguns sectores deixassem de precisar de mão-de-obra. E é quase um luxo recusar um trabalho. Empregos mais degradados, com piores salários e condições, lamentam os trabalhadores.

fonte:http://www.dn.pt/

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27
Abr 11
27
Abr 11

Despedimentos mais fáceis e apoios mais curtos

Lei laboral provoca tensão entre a ‘troika’ e o Governo.

A equipa de peritos da Comissão Europeia, do FMI e do BCE, que está em Portugal para negociar a ajuda externa ao país, quer facilitar os despedimentos e cortar o período de atribuição do subsídio de desemprego. As medidas a adoptar no âmbito do mercado laboral são o dossier que está a provocar maior tensão entre a ‘troika' e o Governo, que prefere não ir tão longe em matéria de liberalização da lei laboral, apurou o Diário Económico.

Por enquanto ainda não existe uma proposta fechada, mas das reuniões para diagnóstico da actual situação financeira do país já resultaram algumas conversas exploratórias das medidas que poderão ser exigidas, no âmbito da disponibilização da ajuda financeira de que Portugal precisa.

Segundo apurou o Diário Económico, uma das temáticas que está a levantar mais questões são as leis do mercado laboral, vistas como demasiado rígidas e impeditivas de ganhos de competitividade nacional. A ‘troika' quer facilitar os despedimentos individuais, mexendo na cláusula de justa causa e identificando mais circunstâncias em que o despedimento pode prosseguir

fonte:http://economico.sapo.pt/

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26
Abr 11
26
Abr 11

Construção: 1550 novos desempregados por mês

O desemprego no sector da construção civil está a subir ao ritmo de 1550 por mês. A atividade caiu 13% no 1º trimestre. Os desempregados no sector da construção civil estão a subir ao ritmo de 1550 por mês. Nos dois primeiros meses de 2011, foram mais 3144 que se inscreveram nos centros de emprego, segundo o relatório de conjuntura da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP). A taxa de desemprego na indústria é agora de 14,4% (74134 trabalhadores). Segundo a FEPICOP, a "procura insuficiente e os constrangimentos financeiros" explicam a destruição de postos de trabalho e estão a conduzir a indústria da construção civil "para níveis de produção insustentáveis para a sobrevivência de um grande número de empresas". No primeiro trimestre, os segmentos da construção residencial e da engenharia civil registaram uma queda semelhante, face ao mesmo período de 2010: 13,5%. O licenciamento de novas habitações reduziram-se 24%. Nas obras públicas, a FEPICOP destaca a quebra de 71% na contratação de vias de comunicação, cuja promoção nos primeiros três meses deste ano caiu em valor €309 milhões. O segmento dos edifícios não residenciais é uma exceção ao ambiente depressivo, subindo 2,9%. A explicação reside no programa de obras da Parque Escolar. A empresa representa 61% das adjudicações efetuadas, valendo €506 milhões. A componente privada deste segmento registou uma redução homóloga de 5,5%.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/

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24
Abr 11

Casais desempregados quase triplicam em cinco meses

O número de casais sem emprego quase triplicou em cinco meses. De acordo com dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Portugal passou de 1.530 casais desempregados em Outubro para 4.369 casais em Fevereiro. 

Desde Outubro do ano passado que o IEFP passou a recolher informação relativa à situação laboral do cônjuge, tendo o número aumentado 5,2 por cento entre Janeiro (4.152) e Fevereiro (4.369) e 185,5 por cento desde Outubro.

O instituto do emprego ressalva, contudo, que o «aumento poderá não reflectir ainda um crescimento do desemprego nestas situações, mas sim um maior número de casos registados», tendo em conta que a informação só passou a ser recolhida no último trimestre do ano passado.

Os dados do centro de emprego mostram que em Fevereiro estavam registados no continente 531.266 desempregados, metade deles (50,7 por cento) casados ou a vivem em união de facto, num total de 269.447.
fonte:http://www.abola.pt/
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24
Abr 11

Desemprego atinge mais mulheres do que homens em Beja

Em Março de 2011 estavam inscritos no Centro de Emprego de Beja 1 492 indivíduos, mais 35 do que em igual período de 2010. Os dados são do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Dos inscritos, 776 eram mulheres e 716 eram homens. No concelho de Beja o desempregou atingiu essencialmente pessoas dos 35 aos 54 anos. 
No Baixo Alentejo, Beja, (1 492), Odemira (1 431), Moura (1 141) e Serpa (1 093) foram os concelhos com maior número de inscritos nos Centros de emprego. O menor número de desempregados registou-se no concelho de Alvito com 78. 
No Alentejo o número de desempregados aumentou dos 8 210 em Março do ano passado para os 8 225 em Março deste ano. A maioria dos inscritos nos Centros de Emprego da região procura um novo emprego. 

fonte:http://www.radiopax.com

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23
Abr 11
23
Abr 11

Desemprego: jovens sofrem mais

Há menos de mil pessoas a arranjar trabalho através deste instituto do estado

O número de jovens que arranja emprego através do Instituto do Emprego e Formação Profissional está a cair a pique.

Neste momento, há menos de mil pessoas a arranjar trabalho através deste instituto do estado.

A manter-se este ritmo, que deverá gravar-se com a contracção do crescimento da economia, no final do ano Portugal terá cerca de sete mil colocações a menos, comparando com o ano de 2010.

As ofertas de emprego a nível nacional estão a registar os números mais baixos dos últimos 4 anos, enquanto que a média mensal de pessoas que procura trabalho através do instituto do emprego continua a subir.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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20
Abr 11

Desemprego de longa duração é devido a baixas qualificações

Portugal era em 2010 o país da OCDE com maior percentagem de desempregados de longa duração, porque «é o país com taxas de qualificação mais baixas», defendeu hoje o secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional.

 

 

Depois de ter sido divulgado um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) que diz que, em Portugal, mais de 50 por cento do total de desempregados era de longa duração, Valter Lemos afirmou que «a crise tem tido como consequência principal o aumento do desemprego de longa duração, porque os setores mais afetados pela crise são de baixa qualificação».

 

Em declarações à Lusa à margem da visita à Salvador Caetano, o secretário de Estado realçou que «o esforço de qualificação dos desempregados é fundamental, porque há desempregados baixamente qualificados quando hoje a economia requer trabalhadores mais qualificados».

fonte:Diário Digital / Lusa 

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20
Abr 11

Patrões querem tornar mais baratos os despedimentos

Os patrões querem que a redução das indemnizações por despedimento passe a abranger todos os trabalhadores e não apenas os futuros contratados. Esta é uma das medidas de flexibilização do mercado laboral que serão propostas durante as reuniões de hoje entre as confederações do Comércio, Agricultura, Indústria e Turismo e os negociadores do FMI, BCE e Comissão Europeia.

 

As quatro confederações patronais são hoje recebidas, no Ministério das Finanças, pela 'troika' que está a preparar o programa de ajuda externa, depois das reuniões terem estado inicialmente marcadas para terça-feira. 

Relativamente à legislação laboral, Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) vai reafirmar propostas anteriores que defendem a discussão da flexibilidade e da adaptação das condições de trabalho ao nível das empresas e não da contratação coletiva. 

CCP quer despedimentos mais baratosDe acordo com a edição de hoje do Jornal de Negócios, a CCP considera prioritária a redução dos custos de restruturação e defende que a redução de indemnizações por despedimento se passe a aplicar a todos os trabalhadores e não apenas aos novos contratados como tinha sido aventado, numa primeira fase, pelo Governo.

Se esta intenção for por diante, qualquer trabalhador despedido passará a receber 20 ou 22 dias de salário por cada ano que trabalhou, em vez de 30 dias.

CAP quer manter fundos do PRODERDepois da CCP será a vez da Confederação dos Agricultores Portugueses (CAP). O presidente, João Machado, disse à agência Lusa que na reunião com os representantes do FMI, União Europeia, e Banco Central Europeu irá transmitir "as principais preocupações do setor agricola". 

"A nossa preocupação é que não faltem os fundos para o PRODER pois o programa de investimento em curso é fundamental para a modernização do setor e para a criação de postos de trabalho", disse João Machado. 

CIP concorda com redução das indemnizaçõesA Confederação Empresarial Portuguesa (CIP) será a terceira a ser recebida pela 'troika' e preferiu guardar as declarações para o final do encontro. 

Sabe-se no entanto que partilha a ideia da CCP no que respeita à redução das indemnizações por despedimento. ”É preferível que seja extensível [a todos os trabalhadores] desde que não implique o fundo para despedimentos” afirmou ao Jornal de Negócios o presidente da confederação António Saraiva. 

Turismo defende cortes salariais no setor privadoA Confederação do Turismo Português (CTP) vai ser recebida antes do almoço e o seu presidente, José Carlos Pinto Coelho, declarou por escrito à Lusa que irá transmitir à 'troika' que "há que criar condições para crescer". 

Os patrões estão igualmente contra a atualização do salário mínimo para 500 euros como tinha sido definido em 2010 pelo Governo e parceiros sociais. A Confederação do Turismo Português (CTP) vai mesmo mais longe e defende que a legislação permita cortes salariais idênticos aos que já foram feitos na função pública e nas empresas do estado. 

O Jornal de Negócios diz que a CIP prefere falar de medidas que facilitem um “ajustamento salarial” enquanto a Confederação do Comércio se mostra cautelosa, por temer os efeitos desta medida na procura.

Horários laborais mais flexíveisDe um modo geral todas as confederações patronais querem ver em cima da mesa a negociação de horários laborais mais flexíveis e o alargamento do regime de contratos a prazo

"Concordamos que há um conjunto de cortes na despesa e de medidas que têm de ser tomadas, mas essas medidas são quase todas de recessão e nós queremos que sejam também tomadas algumas medidas que permitam às empresas subsistir, senão entramos numa espiral incontrolável de encerramentos e desemprego", disse à agência Lusa João Vieira Lopes 

O presidente da CCP afirmou que vai defender que devem ser garantidos, através da banca, os financiamentos necessários a empresas que são economicamente viáveis mas que estão a ser "estranguladas por falta de financiamento". A dinamização da reabilitação urbana é também considera vital pela CCP, como forma de revitalizar o comércio, os serviços, o turismo e a construção. 

fonte:_http://www.rtp.pt/

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15
Abr 11
15
Abr 11

Estado emprega menos 16.941 trabalhadores

O Ministério das Finanças divulgou ontem em comunicado que no primeiro trimestre de 2011, o Estado empregou menos 16.941 trabalhadores na Administração Central.

Actualmente, a Administração Central do estado emprega cerca de 505 mil trabalhadores, estando contabilizados neste número “os trabalhadores que mantiveram o vínculo público ao Estado apesar de integrados em estabelecimentos de saúde de natureza pública empresarial, bem como o pessoal não docente em exercício de funções nos estabelecimentos de educação e ensino básico e secundário ao abrigo de protocolos com autarquias locais”.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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05
Abr 11
05
Abr 11

Trabalhar na construção civil está em alta e sobram vagas de emprego

Jorge Couto é carpinteiro há 20 anos. Mas foi há pouco tempo que ele viu a profissão ficar tão valorizada. No começo do ano passado, ele trocou de emprego depois de receber uma proposta melhor e, hoje, diz que pode escolher onde trabalhar. Já recusou, inclusive, receber mais em outra obra.

— O salário até era maior, mas preferi trabalhar mais perto de casa - conta Jorge.

Com a mão de obra em falta no mercado de trabalho, as construtoras e empreiteiras passaram a dar mais valor ao "passe" de seus funcionários, para não perdê-los. É quase um leilão por bons empregados.

Quem é bom pedreiro, por exemplo, tá rindo à toa. Luis Carlos Florêncio, 30 anos, trabalha com contrapisos e, desde 2006, o seu salário mais que dobrou. Com isso, comprou a casa própria e carro novo para a família.

Salário chega a R$ 6 mil

De acordo com o gerente de RH da construtora Formaco, Júlio Cesar Teixeira, um pedreiro com experiência ganha, em média, R$ 3 mil mensais. Mas há profissionais que chegam a receber até R$ 6 mil:

— Segurar um profissional qualificado está muito difícil. Se você não oferecer um salário muito bom, ele vai para o concorrente.

Qualificação é caminho certo

Os primos Elison Zilmar Régis e Diego de Mello Cesar querem aproveitar o bom momento para garantir o futuro. Eles fazem o curso do Senai para Eletricista Instalador de Residências. Sabem que, com o diploma em mãos, conseguir emprego não será problema, ainda mais com a experiência de quatro anos no ramo.

— Lá em Biguaçu, o que não falta é casa sendo construída precisando de instalação elétrica - conta Elison, que mora e trabalha na cidade.

Vagas

Segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) da Grande Florianópolis, há cerca de 5 mil vagas em aberto para o setor na região. O presidente, Hélio Bairros, diz que a falta de mão de obra abrange todas as profissões do ramo, desde serventes até engenheiros. Alguns casos, porém, são mais graves, como a função de carpinteiro. Para o gerente de Recusos Humanos Júlio Teixeira, essa profissão está acabando pela falta de bons profissionais no mercado. Com isso, o salário sobe.

Mercado em alta

44.573 novos postos de trabalho foram criados em janeiro e fevereiro na região

49.084 vagas foram abertas na construção em 12 meses

Fonte: Sine Grande Florianópolis

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