26
Mar 11
26
Mar 11

Mil bombeiros vão ficar sem emprego

Mil bombeiros contratados por corporações de todo o País estão em risco de serem despedidos até final do ano, devido às novas regras de transporte de doentes determinadas pelo Ministério da Saúde. Neste momento, são 4500 profissionais adstritos à condução e ao transporte de ambulâncias.

 

Numa atitude que bombeiros e dirigentes consideram "desumana e puramente economicista", o Ministério da Saúde alterou as regras dos transportes não urgentes. Assim, desde o dia 1 de Janeiro, ficou determinado que o acesso dos doentes ao pagamento da despesa pelo Ministério da Saúde apenas é garantido a quem, em simultâneo, apresente justificação clínica actualizada e demonstre insuficiência económica.

Nas primeiras semanas do ano, algumas corporações transportaram os doentes que não cumpriam os requisitos sem lhes cobrar qualquer verba, mas devido às dificuldades económicas viram-se obrigadas a deixar de o fazer.

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) fez um levantamento e concluiu que nos primeiros dois meses e meio do ano já foram dispensados pelas corporações 103 tripulantes. Mas para Duarte Caldeira, presidente da LBP, a situação vai piorar. "Prevê-se que os bombeiros tenham uma redução de 30 por cento de receitas. Isso implica que têm de fazer reajustamentos no quadro de pessoal na mesma medida. As corporações podem ter de dispensar perto de mil pessoas até final do ano", adianta.

Algumas associações já estão a atravessar graves dificuldades financeiras e, além do despedimento de bombeiros, ponderam encerrar valências e vender património. "Se isto não mudar, vou ter de dispensar oito dos 23 tripulantes", disse ontem António Pinto, presidente da direcção dos bombeiros de Castro Daire.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/

 

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22
Mar 11
22
Mar 11

UGT diz que novo acordo de emprego resiste a mudanças de Governo

O acordo sobre competitividade e emprego atingido esta terça-feira em concertação social, sem a CGTP, incluirá a criação de um fundo empresarial para suportar os custos com os despedimentos, que será financiado por dotações das empresas num montante até 1% dos valores dos vencimentos dos trabalhadores.

Os parceiros sociais também estão de acordo quanto ao princípio de reduzir o limite máximo de indemnização em casos de despedimento para 20 a 22 dias de salário-base, com um tecto de 12 meses, aplicável aos novos contratos. 

João Proença, secretário-geral da UGT, explicou no final da reunião os motivos para aceitar o acordo com governo e patrões.

«A concertação é algo estrutural no país. Sempre foi importante assinar um acordo para a competitividade e emprego, queremos o seu crescimento, mais e melhores postos de trabalho. Dialogamos com todos os governos e fazemos greves com todos os governos. Queria sublinhar que este acordo é com o Governo da República, seja quem for o primeiro-ministro; por isso caia ou não caia o governo amanhã, os outros estarão obrigados a cumpri-lo. Se houver matérias a ser alteradas, essas alterações devem resultar de acordos tripartidos», sublinhou.

João Proença considerou que o acordo «é favorável ao país e aos trabalhadores». «Achamos que é um bom acordo, reforça competitividade das empresas, tem políticas activas de emprego, o prevê o combate à fraude e à economia clandestina, por exemplo», disse. 

Quanto à criação do fundo de suporte a despedimentos, João Proença explicou que haverá um fundo público e dois ou três privados, «mas todos têm de assegurar o mesmo nível de protecção».

fonte:http://www.abola.pt/

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19
Mar 11
19
Mar 11

Ter um mau emprego pode deprimir tanto como estar desempregado

Ter um trabalho mal pago, demasiado stressante ou sem certezas de futuro pode ser tão mau, ou pior, que permanecer sem emprego. Esta é a conclusão de um novo estudo realizado na Austrália.

 

O emprego está associado a uma melhor saúde mental, ao contrário do desemprego, que pode provocar depressão ou ansiedade. Mas existe uma grande variedade de cargos e um mau emprego, em termos psicossociais, seria aquele com salários injustos, de grande exigência e complexidade e com pouco controlo ou segurança.

Os resultados do estudo publicada na revista “Occupational and Environmental Medicine” mostram que, em termos gerais, os desempregados têm pior saúde mental que aqueles com trabalho. No entanto, quando comparados os primeiros com os indivíduos com um mau emprego, o bem-estar mental destes era pior do que a dos desempregados. Ou seja, as vantagens de ter trabalho desapareciam, em termos de bem-estar mental, para os indivíduos na segunda situação.

Por outro lado, a pesquisa concluiu que a condição psicológica dos respondentes desempregados melhorava quando conseguiam uma colocação. Mas tornava-se ainda pior se a qualidade do novo trabalho fosse baixa.

Mudar de uma situação de desemprego para um mau trabalho pode assim ser pior para a saúde mental do indivíduo, ou mesmo agudizar problemas psicológicos já existentes. “Descobrimos que os trabalhos com piores condições psicossociais não são melhores, e podem mesmo ter piores efeitos para a saúde mental, que o desemprego”, explicam os autores do estudo.

Desta forma, tentar conseguir um emprego a qualquer custo pode não ser a melhor opção. “As políticas de emprego são baseadas na noção de que qualquer emprego é melhor que não ter nenhum”, relembram. Mas “a qualidade psicossocial do trabalho é um factor crucial que deve ser considerado”.

O sistema de apoio social tem um papel importante
É necessário ter em conta o papel da segurança social nos resultados apresentados pelo estudo, salvaguarda José Neves, investigador na área da Psicologia Social das Organizações. “A Austrália é conhecida por ser um país generoso no que respeita ao apoio social em situações de desemprego”, refere o investigador.

Ao existir um maior apoio ao desempregado, este pode considerar a sua situação menos depressiva ou causar-lhe menos ansiedade. Desta forma, o indivíduo sem trabalho teria uma melhor saúde mental que aquele num cargo demasiado stressante ou mal pago, como conclui o estudo.

Mas num país com uma segurança social menos favorável aos trabalhadores, as pessoas colocadas num mau emprego poderiam ter uma saúde mental ainda pior que nos outros países, mas mesmo assim ser superior à dos indivíduos sem trabalho. 

“Os benefícios têm que ser sempre relativizados em relação às necessidades [das pessoas], nomeadamente as financeiras”, explica o professor do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

Em Portugal, “temos vindo a ter um controlo mais apertado do apoio social ao desemprego, em que as pessoas são empurradas para empregos que são pouco do agrado das mesmas. Mas acabam por aceitar, fruto da falta de apoios sociais”, explica o investigador.

Contudo José Neves alerta para um outro pormenor: um diminuto bem-estar mental também pode influenciar a forma como o trabalho é executado, e não apenas o contrário. E considera que uma reduzida qualidade do mesmo traz custos do ponto de vista económico e social. “Por isso, deste ponto de vista, esta questão poderia ser considerada nas políticas públicas de emprego”, remata.

Estudo avaliou sintomas positivos e negativos da saúde mental
O estudo realizado pela Universidade Nacional da Austrália, em Melbourne, foi feito a partir dos resultados de sete conjuntos de dados provenientes da pesquisa HILDA (the Household, Income and Labour Dynamics in Australia). A investigação recolhe anualmente informação laboral e económica de uma amostra composta por cerca de 7000 cidadãos do país.

Os autores mediram a saúde mental dos participantes mediante um teste chamado Mental Health Inventory (MHI), que considera diversos sintomas associados à depressão e à ansiedade, como o nervosismo, e aspectos positivos da saúde mental, como a tranquilidade ou a felicidade.No que respeita à qualidade do trabalho, avaliaram factores como o nível de exigência e complexidade, o controlo sobre o próprio trabalho, a segurança laboral e a percepção de um salário justo.

fonte:http://www.publico.pt/

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16
Mar 11
16
Mar 11

Ministra do Trabalho quer fechar acordo para o emprego na próxima semana

Helena André garantiu esta tarde que estão reunidas as condições para fechar um acordo tripartido para a competitividade e o emprego na próxima terça-feira.

 

No final de mais um encontro com as confederações patronais e com a União Geral de Trabalhadores (UGT), a ministra do Trabalho mostrou-se optimista quanto ao desfecho das negociações. “A reacção que obtivemos dos parceiros sociais, relativamente às propostas do Governo, foi em geral positiva. Consideramos ter todas as condições reunidas para podermos fechar este acordo na próxima reunião da concertação social que terá lugar na próxima terça-feira”, frisou Helena André.

“Esperamos que este resultado positivo se reflicta também na capacidade do país poder encontrar por si só as respostas fundamentais para ultrapassar os momentos de constrangimento e de crise que vive e poder continuar a decidir quais são as vias que pretende seguir para que possamos enfrentar os desafios que temos no presente e no futuro”, acrescentou.

Porém, o optimismo de Helena André contrastou com as dúvidas colocadas pela UGT e pela Confederação do Comércio e Serviço de Portugal (CCP). No final do encontro, João Proença, líder da UGT, destacou que “subsistem dificuldades e ainda há profundas discordâncias”, apesar de alguns avanços registados na posição do Governo.

Já João Vieira Lopes, presidente da CCP, continua a colocar muitas reticências à criação do fundo de base mutualista para financiar uma parte dos custos das empresas com os despedimentos. “Não conseguimos ver qual a vantagem e a viabilidade do fundo. Trata-se de um incremento da taxa social única”, alertou, acrescentado que é contra a última proposta do Governo que impede as empresas que não usem o fundo de reaver o dinheiro aí depositado.

A proposta do Governo passa por reduzir as indemnizações para 20 dias de retribuição base por cada ano de trabalho, com o limite máximo de 12 meses. Paralelamente, a proposta prevê a criação de um fundo que garante de forma progressiva 50 por cento da indemnização devida ao trabalhador em caso de despedimento colectivo ou por extinção de posto de trabalho, que será financiado pelas empresas. A proposta prevê que a taxa de desconto seja inferior a um por cento e variará em função do volume anterior de rescisões ou caducidade de contratos em cada empresa.

Confrontada com os receios dos parceiros, a ministra ironizou: “Diria que os parceiros que fizeram esse comentário não estiveram na reunião”. “O espírito que presidiu a esta reunião foi de grande entendimento. Como em qualquer discussão existem alguns pontos que têm de continuar a ser aprofundados e é esse o compromisso que todos assumimos até à próxima terça-feira”, frisou.

fonte:http://economia.publico.pt/

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13
Mar 11

Comércio perde 40 mil empregos num ano

O sector do comércio perdeu 40 mil empregos no período de um ano, entre 2009 e 2010, divulgou esta sexta-feira a confederação que representa o sector (CCP).

Desde 2005, foram extintos mais de 50 mil empregos no comércio.

«O comportamento do emprego no sector do comércio atinge actualmente um dos seus períodos mais preocupantes, confirmando a tendência negativa registada nos últimos anos - desde 2005 o setor perdeu mais de 50 mil empregos», revelou a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, em comunicado.

«Considerando que estes dados coincidem com o período em que se assistiu à liberalização das aberturas de estabelecimentos comerciais, pode concluir-se que a expansão e concentração da distribuição, principalmente no sector alimentar, teve um impacto claramente negativo sobre o nível de emprego no sector».

A Confederação concluiu que «nunca o sector teve um desempenho tão negativo ao nível do emprego», revelando a dimensão da perda de emprego verificada «o impacto negativo do excesso de concentração no sector do comércio».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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13
Mar 11

Açores: PS quer obrigar Governo a garantir emprego, num prazo de 50 dias, a qualquer jovem desempregado da Região

A bancada do PS na Assembleia Legislativa dos Açores vai apresentar uma proposta para obrigar o Governo a garantir emprego, ou uma alternativa formativa, para qualquer jovem desempregado da região.

A medida foi ontem anunciada por Berto Messias, líder da JS/Açores e presidente do grupo parlamentar socialista, durante um debate sobre emprego jovem, organizado pela Comissão Regional da JS, que esteve reunida na cidade da Horta.

Segundo explicou, os socialistas açorianos pretendem que este projeto de resolução “obrigue o Governo a responder com oferta de emprego, ou com alternativa formativa num prazo máximo de 50 dias, a qualquer jovem que se inscreva nos centros de Emprego dos Açores”.

Berto Messias defendeu também que os sistemas de incentivo às empresas açorianas passem a ter como factor de majoração nos apoios concedidos, a criação de postos de trabalho para jovens abaixo dos 35 anos de idade.

No seu entender, “o sistema público tem de estar preparado” para garantir os “instrumentos necessários que ajudem os jovens a aceder ao primeiro emprego e a serem, verdadeiramente, integrados no mercado de trabalho”.

Para Berto Messias, o “grande desafio” da Região, em matéria de emprego, é não apenas garantir que os jovens consigam entrar no mercado de trabalho, mas também fazer com que aqueles que estão fora da Região a qualificar-se e a estudar, “voltem para os Açores e sejam uma mais valia para o mercado laboral regional”.

O líder parlamentar socialista recordou outras propostas de fomento do emprego que o partido apresentou no Parlamento, e que foram aprovadas, que irão ajudar, na sua opinião, a minimizar o desemprego entre os jovens, sobretudo neste período de crise internacional.

A par dessas medidas, o governo regional vai também lançar o Plano Regional de Emprego 2010-2015, instrumento que esteve em discussão na reunião dos jovens socialistas açorianos, e que prevê um investimento global de 325 milhões de euros.

Nesta reunião da Comissão Regional da JS/Açores foi aprovada, por unanimidade, uma moção de solidariedade, por proposta de Berto Messias, para com os jovens desempregados que se manifestarem hoje um pouco por todo o país, sob o título de “Geração à Rasca”.

A Comissão Regional marcou ainda o X Congresso Regional da JS Açores para os dias 3, 4 e 5 de Junho e as eleições diretas do Presidente da JS Açores para 14 de Março.

fonte:http://www.correiodominho.com

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10
Mar 11
10
Mar 11

Distribuição criou 5 mil empregos com hipers abertos ao domingo

As empresas de distribuição criaram em Portugal 5.017 postos de trabalho em 2010, mais 6% do que no ano anterior.

A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) contabilizou que a abertura aos domingos criou 3.576 novos empregos, um número que inclui as lojas novas que foram surgindo e o alargamento dos horários das grandes superfícies. Esta contabilização foi feita na comparação entre os postos de trabalho de 92% dos associados da APED em Fevereiro de 2010 e em Fevereiro de 2011.

Num encontro com jornalistas, o presidente da APED, Luís Reis, sublinhou que destes mais de 3.500 novos postos de trabalho entra "a abertura de novas lojas mas outra parte, cerca de 60% a 70% resulta das aberturas aos domingos à tarde". Mais, a abertura aos domingos e feriados à tarde não provocou apenas a criação de postos de trabalho directos e líquidos, mas também a diminuição de postos de trabalho em ‘part-time'. Uma opção feita pela Ikea, Decathlon, Sonae, El Corte Inglés, e outros associados que preferiram manter os mesmos trabalhadores que já tinham formação. Assim, a percentagem de trabalhadores do comércio em ‘part-time' em Portugal passou de 12% ou 13% para 7% em 2010.

Luís Reis referiu ainda ao Económico que esta opção foi mais preferida pela distribuição não alimentar, onde é preciso dar "um atendimento mais técnico e especializado".

Além disso, o presidente da AEPD reforçou que o trabalho criado pelo sector da distribuição está "em linha com a média nacional: 70% dos trabalhadores da distribuição tem contratos de trabalho sem termo".

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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09
Mar 11
09
Mar 11

Governo e parceiros sociais acordam 50 medidas para o emprego

A maioria dos parceiros assinou hoje com o Governo um acordo de princípio sobre o pacote de 50 medidas para a competitividade e emprego. 

A UGT e as confederações da Indústria, do Comércio e do Turismo deram o seu aval ao conjunto de medidas que o Governo vai levar à cimeira de Bruxelas, na sexta-feira. 

A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) ainda não decidiu e a CGTP recusou o compromisso. 

João Machado, presidente da CAP, explica que, para assinar o acordo, são necessários mais esclarecimentos por parte do Governo, nomeadamente sobre a constituição de um fundo para pagar parte das indemnizações por despedimento, já que este “vai criar encargos ao nível patronal e por isso era impossível a CAP subscrever o documento sem saber como o fundo vai funcionar”. 

Já a ministra do Trabalho, Helena André, valorizou a atitude construtiva e de responsabilidade manifestada pelos quatro parceiros subscritores e destacou a importância deste acordo “no sentido de se ultrapassarem os constrangimentos que existem ao nível da economia e ao nível do mercado de trabalho”. 

Todos os parceiros que assinaram o entendimento sublinham que esta é apenas a manifestação da disponibilidade para continuar a negociar. Não quer dizer que no final haja mesmo um acordo. 

A Confederação do Comércio de Portugal (CCP), por exemplo, não quer o fundo, apenas a redução das indemnizações, e a UGT já deixou claro que uma coisa não pode avançar sem a outra. 
fonte:http://www.rr.pt
 
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07
Mar 11
07
Mar 11

Fim dos estágios profissionais não pagos

Os estagios profissionais extra-curriculares vão passar a ser obrigatoriamente remunerados. O Conselho de Ministros aprovou um Decreto-Lei que obriga à atribuição de um subsídio de estágio, com um valor mínimo correspondente ao indexante dos apoios sociais (419,22 euros). As empresas estão dispensadas de pagar este montante mínimo caso os estágios sejam de curta duração, ou seja, três meses.

O Decreto-Lei aprovado, mas que ainda não foi publicado em Diário da República, prevê ainda a obrigatoriedade da redução a escrito do contrato de estágio, onde deve constar o valor do subsídio, a identificação da área em que o estágio se desenvolve e as tarefas atribuídas ao estagiário, o local de realização e os tempos de realização das actividades do estágio e a existência de um orientador.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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01
Mar 11
01
Mar 11

Alemanha aumenta emprego em Janeiro

A Alemanha contabilizou cerca de 40,2 milhões de empregos no final de Janeiro de 2011, mais 1,2% do que em igual mês de 2010, segundo dados do organismo federal de estatística (Destatis) publicados esta terça-feira.

De acordo com os números, que ainda são provisórios, a subida homóloga correspondeu a uma quebra mensal de 1,4%, ou menos 591 mil empregos face a Dezembro de 2010.

Outras fontes referem, também esta terça-feira, que o desemprego na Alemanha desceu em Fevereiro, em cerca de 52 mil pessoas, para um total de 3,07 milhões de desempregados.

Esta evolução, segundo dados da agência do emprego, terá resultado num decréscimo da taxa de desemprego para 7,3%, menos uma décima face ao valor de Janeiro. 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt

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