28
Fev 11
28
Fev 11

Hipers abertos ao domingo sem impacto no emprego

A extensão do horário das grandes superfícies criou menos de 13% dos dois mil empregos previstos pelo Governo.

As empresas de retalho estão longe de criar, para já, os dois mil postos de trabalho directos que a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) e o secretário de Estado do Comércio, Fernando Serrasqueiro, garantiram que seriam criados este ano com a abertura das 191 grandes superfícies aos domingos e feriados à tarde. Das principais empresas afectadas pela liberalização dos horários da distribuição, contactadas pelo Diário Económico, apenas os grandes armazéns El Corte Inglés e a cadeia de mobiliário Moviflor admitem ter contratado mais trabalhadores devido ao alargamento do horário de funcionamento das lojas. São um total de 250 trabalhadores entre as duas empresas, ou seja menos de 13% dos dois mil empregos directos previstos.

O administrador-delegado da Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, não tem dúvidas que a abertura ao domingo "não significa que se crie mais emprego". "Isso é uma questão um bocadinho falsa nesses estudos que foram feitos", defende o gestor, para quem "o emprego cria-se com mais vendas". "Se não há mais vendas, não há mais emprego", acabando por haver uma maior "flexibilidade dos mesmos trabalhadores", explica Pedro Soares dos Santos ao Diário Económico.

Por causa dessa maior flexibilidade a "criação de emprego gerado pelas aberturas ao domingo à tarde é residual e não tem materialidade" no universo de nove hipermercados, segundo fonte oficial da Jerónimo Martins.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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27
Fev 11

Estágios profissionais - Sócrates anuncia medidas para estimular emprego de jovens

José Sócrates abriu o debate quinzenal na AR com o anúncio de "cinco medidas" para a "promoção da inserção dos jovens no mercado de trabalho", entre as quais a interdição de estágios profissionais não remunerados e a integração dos estagiários na segurança social. Uma outra medida anunciada pelo primeiro-ministro é o aumento de 37 mil em 2010 para 50 mil em 2011 do número de estágios profissionais remunerados.

 

O aumento do número de estágios profissionais remunerados terá, para o governante, “um duplo efeito positivo: constitui uma poderosa via de acesso ao mercado de trabalho mas, ao mesmo tempo, pode ser um importante contributo para a qualificação das empresas, especialmente as PME". 

 



Para José Sócrates, a segunda medida, que consiste na "integração dos estagiários na segurança social", vai garantir "que a carreira contributiva dos jovens se inicia mais cedo, assegurando-lhes direitos imediatos e diferidos" e "reforçar o caráter profissionalizante" da sua relação de trabalho. 

A terceira medida visa a "interdição dos estágios profissionais não remunerados, sendo considerada “essencial para combater uma prática socialmente inaceitável de obtenção de trabalho não pago e de frustração das expetativas dos jovens, para além de prefigurar situações de concorrência desleal. Esta medida não abrangerá estágios de curta duração ou de natureza curricular". 

O chefe de Governo, que escolheu o tema “políticas sociais” abrir o debate quinzenal no Parlamento, anunciou ainda o “lançamento de um programa de requalificação de jovens licenciados de baixa empregabilidade", que reúne serviços públicos de emprego, instituições de ensino superior e empresas. Ainda segundo José Sócrates, este programa envolverá 500 jovens com formação superior em situação de desemprego em 2011. 

O “reforço” das medidas de qualificação das empresas exportadoras "promovendo a integração de jovens quadros através do programa Inov-export", foi a última das cinco medidas enumeradas pelo primeiro-ministro. O programa assenta no “envolvimento das associações empresariais. O programa Inov-export passará a ser gerido em parceria com as associações dos setores exportadores e deverá envolver cerca de 500 jovens em 2011", referiu.

PSD e CDS-PP apontam repetição de medidas

Após o anúncio de José Sócrates, o líder da bancada social-democrata notou que, “dos programas” anunciados no ano passado, o programa Inov-export terá tido um “grau de execução zero”. Na resposta, José Sócrates negou este grau de execução, justificando-se com a colocação de 186 jovens no âmbito deste programa. 

Miguel Macedo também criticou a execução do programa “Inov-mundos” e referiu que o programa de estágios na administração pública terá uma taxa de execução de 38 por cento. Sobre os estágios na administração pública, Sócrates referiu estarem a estagiar três mil jovens no âmbito dessa iniciativa, "o maior programa alguma vez feito". 

O líder da bancada parlamentar do PSD acusou ainda o chefe de Governo de apresentar “medidas requentadas” e apelou ao primeiro-ministro para não vender “ilusões aos jovens”. Na resposta, Sócrates atacou o projeto de lei do PSD de medidas transitórias para a inserção no mercado de trabalho, argumentando que "acentua a precariedade e altera uma relação de trabalho para dar mais poder ao empregador e menos poder aos jovens".

Também o líder do CDS-PP apontou a repetição das medidas de emprego jovem. "Julguei que ia trazer alguma coisa nova. Mas está como o Canal História. Dá sempre o mesmo. Veio aqui anunciar 50.000 estágios profissionais. Já tinha anunciado no Diário da República de 27 dezembro. O senhor parece um disco rachado ou um cd em repeat", ironizou Paulo Portas. 

José Sócrates retorquiu"70 por cento" dos jovens que fizeram estágio profissional acabaram empregados e justifica que este é "um dos instrumentos mais poderosos e eficientes para promover mais oportunidades para os jovens”.

Os centristas contestaram a redução para três anos do número máximo de renovações dos contratos a termo e argumentam que "esta medida, em recessão, vira-se contra o emprego".

Estágios não remunerados nas profissões independentes
Da esquerda à direita, os partidos acusaram José Sócrates de trazer ao Parlamento medidas de apoio aos jovens que já tinham sido publicadas no Diário da República, no passado mês de Dezembro.

A troca de palavras mais acesa deste debate quinzenal foi protagonizada por José Sócrates e Francisco Louçã. O coordenador do Bloco de Esquerda interpelou o chefe do executivo sobre a disponibilidade do Governo para reforçar a proteção social dos jovens com profissões independentes, como arquitetos e advogados, e assinalou que a moção bloquista versa as gerações sacrificadas. 

Sócrates admitiu que os estágios não remunerados nas profissões independentes configuram “os casos onde temos uma utilização mais abusiva". "Os estágios curtos não devem ser pagos, os estágios curriculares podem não ser, agora o que está a acontecer nalgumas profissões é verdadeiramente chocante e não pode continuar e nós vamos agir para que isso não continue", disse. 

"Senhor primeiro-ministro, gelou a bancada do PS, que não estava avisada de que tudo o que fez para garantir que os arquitetos e os advogados não tivessem estágios pagos fracassou, e isso é uma vitória para a democracia", contestou Louçã. 

Este foi a oportunidade para José Sócrates acusar o BE de ter como resposta para os jovens a criação de uma crise política. "A sua resposta é deitar abaixo, não é construir nada, não é dar nenhuma resposta aos jovens. A sua resposta é a que sempre teve ao longo da sua vida política, vamos deitar isto abaixo", criticou. 

O primeiro-ministro insistiu que o seu executivo tem feito "um esforço honesto para reduzir os recibos verdes" e assinalou a redução de 46 por cento nos contratos de avença ou tarefa entre dezembro de 2005 e 2010. 

Igualmente em tom crítico, o PCP apontou a preocupação com o facto de empresas apoiadas pelo Estado para promover o emprego despedirem jovens contratados com o intuito de os substituir por outros.

Após esta observação, o primeiro-ministro apenas admitiu que o desemprego entre os jovens licenciados é um problema que afeta todas as economias desenvolvidas, mas que a solução não passa pelo abandono escolar. 

Na mesma linha das restantes forças polícias, também “Os Verdes” consideraram que as medidas de apoio ao emprego anunciadas esta manhã "são velhas, já foram 'n' vezes anunciadas antes, mas não concretizadas" e rejeitaram que as anteriores iniciativas tenham dado resultados positivos.

"Taxa de desemprego dos jovens, 23 por cento, o dobro da taxa nacional. Taxa de desemprego de longa duração dos licenciados, aumentou 89, 8 por cento, desde que o senhor é primeiro-ministro. Assim se prova que trabalha para hipotecar o país e para iludir os portugueses", enumerou Heloísa Apolónia. 

fonte: http://tv1.rtp.pt/

 

 

 

 

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27
Fev 11

Os políticos e a criação de emprego

O Parlamento foi ontem palco de discussão acesa sobre diferentes formas de promoção de emprego. Governo e PSD envolveram-se num debate sobre a melhor forma de flexibilizar a contratação a prazo para facilitar a criação de postos de trabalho, numa altura em que a taxa de desemprego já ultrapassa os 11% e mais de 600 mil pessoas se debatem com falta de trabalho.

A ministra do Trabalho garantiu mesmo que a proposta do PSD de acabar com compensações no final dos contratos a prazo nada tem a ver com o projecto do Governo que prevê reduções dessas compensações.

Mas o pomo da discórdia esteve naquilo que o Governo disse ser uma proposta do PSD de "contratos orais para jovens". O PSD desmentiu essa ideia, embora o seu projecto de lei possa dar azo a alguma confusão, com a referência à possibilidade de falta de forma escrita que, mesmo que faça parte do Código do Trabalho, configura uma situação de precariedade para quem é objecto desse tipo de contrato, deixando uma margem de incerteza que depende da boa ou má-fé do contratante.

O termo contrato - do latim "contractus" - significa contrair e pressupõe um pacto ou convenção entre duas ou mais partes em relação a um determinado objecto ou serviço, mas que implica formalização. Ora, a falta de formalização escrita de um contrato transforma-o num mero acordo que, em caso de má-fé, pode implicar uma muito maior litigância posterior, o que é uma forma, perfeitamente dispensável, de gerar tensões e que só serve para entupir tribunais.

Por isso, é bom que os políticos não se percam neste tipo de discussões estéreis, nem tenham a veleidade de construir programas de criação de emprego. Os governos devem ser facilitadores e reguladores da actividade empresarial e não procurar ser actores dessa mesma realidade. Muito menos devem ter a intenção, por melhor que seja, de criar postos de trabalho e, pior ainda, fixar metas de criação de emprego. A expressão muitas vezes proferida da necessidade de "menos Estado, melhor Estado" quer dizer precisamente isso. Ora, aos políticos cabe produzir leis e criar condições para que as empresas privadas possam desenvolver o melhor possível a sua actividade, investindo, criando riqueza e gerando lucros e postos de trabalho.

Eliminar os custos de contexto, baixar a carga fiscal para quem investe e flexibilizar a legislação laboral, sem criar constrangimentos para quem emprega, mas também para quem trabalha, devem ser as preocupações dos políticos. O que o País precisa é de reformas estruturais, simplificação legislativa e criação de um clima de confiança que se reflicta no mundo empresarial. Sem isso, nem os empresários portugueses, nem os estrangeiros, sentirão apelo para investir, o que é imprescindível para que Portugal possa ultrapassar o momento difícil que atravessa e o desemprego seja, efectivamente, combatido.

 

fonte:http://economico.sapo.pt

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23
Fev 11
23
Fev 11

Como arranjar emprego «à francesa»

Enviar candidaturas e pesquisar na Internet já não dá resultado

 

Numa altura em que enviar currículos e candidaturas já não resulta, é preciso encontrar novas formas de procurar (e conseguir) emprego. Os franceses lembraram-se de uma e nós explicamos-lhe o que é arranjar emprego «à francesa».

Em França, cafés, restaurantes e até discotecas converteram-se em fóruns eficazes de procura de emprego e networking(contactos profissionais em rede). O colunching vai mais longe do que o contacto através de redes sociais: aqui trocam-se contactos, informações sobre vagas e até pontos de vista sobre o mercado laboral, enquanto se come.

Embora se faça em espaços e momentos atípicos, os franceses perceberam que as horas passadas à procura na Internet já não adiantavam nada. Por isso, os que procuram emprego ou querem evoluir na sua profissão, vão para a rua, em busca de uma vaga ou de uma oportunidade melhor.

A ideia surgiu quando uma Professional da comunicação montou a sua própria agência. Trabalhava em casa, sozinha, e só contactava com outros profissionais pelo Facebook. Um dia, lembrou-se de organizar encontros entre pessoas que estavam na mesma situação. 

Só em França já se organizaram quase uma centena de «cafés-emprego», em que participaram mais de cinco mil candidatos. Cerca de 12% dos assistentes tem hoje contrato de trabalho. O projecto fez tanto sucesso que o modelo se expandiu aos países do Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo) e aos Estados Unidos. A sua chegada está para breve a Espanha e Itália.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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22
Fev 11
22
Fev 11

Sagres: Resort de luxo anuncia 80 vagas de emprego

O Martinhal Beach Resort & Hotel, um “resort de luxo” situado em Sagres, no concelho de Vila do Bispo, anunciou a abertura de uma nova fase de recrutamento, disponibilizado 80 vagas de emprego para diversas áreas. Housekeeping, áreas públicas, lavandaria, recepção, F&B, copas, cozinha, mesa/bar, loja, leisure e spa, são as áreas em causa. Das 80 vagas disponíveis, 52 serão para fazer parte do staff do Martinhal enquanto que as restantes 28 vagas serão para funções de trainee. “A estratégia de Recursos Humanos do Martinhal Beach Resort & Hotel passa por uma aposta na formação contínua e ativa dos seus colaboradores, disponibilizando todas as ferramentas necessárias para a prestação de um serviço de elevado nível de qualidade”, refere a empresa. Os interessados em ocupar uma das vagas disponíveis deverão enviar os seus dados para o endereço eletrónico recursoshumanos@martinhal.com ou contactar o resort através do número 282240229. O Martinhal Beach Resort & Hotel está localizado na Praia do Martinhal, em Sagres, e inclui um hotel de 5 estrelas com 38 quartos e 180 moradias de diferentes tipologias e apartamentos turísticos, para além de três restaurantes, spa e outros serviços e infraestruturas.

fonte:http://www.regiao-sul.pt

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18
Fev 11
18
Fev 11

Mais de mil emprego estão disponíveis para Londrina

A Agência do Trabalhador de Londrina do Sistema Nacional do Emprego (Sine) divulgou algumas vagas de trabalho disponíveis no município para segunda-feira (21). No total, o Sine dispõe de 1019 oportunidades para 164 diferentes ocupações, com requisitos de ensino fundamental, médio e superior completo ou incompleto. Também, são disponibilizadas vagas sem exigência de escolaridade. Há oportunidades para desempregados com e sem experiência. Das vagas anunciadas, 62 são destinadas às pessoas com deficiência. 

Os interessados devem se dirigir à sede da Agência do Trabalhador, na rua Prefeito Hugo Cabral, nº 301, ou ao Terminal Urbano, na rua Benjamin Constant, portando a carteira de trabalho e documentos pessoais. O atendimento a pessoas com deficiência é feito somente na sede do Sine, das 8h às 17h. 

O Sine informa que as vagas de emprego e especificações exigidas estão disponíveis para consulta no site www.setp.pr.gov.br. É preciso selecionar a opção "Trabalho e Emprego" e depois "Agência do Trabalhador". Ao escolher a cidade de Londrina, é possível procurar as vagas disponíveis por localidade, exigência de escolaridade, bairro, cargo ou faixa salarial. 

Vagas ofertadas

AÇOUGUEIRO 

AGENTE DO COMÉRCIO EXTERIOR 

AJUDANTE DE CARGA E DESCARGA DE MERCADORIA 

AJUDANTE DE COZINHA 

AJUDANTE DE MOTORISTA

ALINHADOR DE PNEUS 

ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 

ASSISTENTE DE VENDAS 

ATENDENTE DE BALCÃO 

ATENDENTE DE LANCHONETE 

ATENDENTE DE POSTO DE GASOLINA 

AUXILIAR DE CORTE 

AUXILIAR DE DEPÓSITO 

AUXILIAR DE ESCRITURAÇÃO FISCAL 

AUXILIAR DE ESTOQUE 

AUXILIAR DE LAVANDERIA 

AUXILIAR DE LIMPEZA 

AUXILIAR DE LINHA DE PRODUÇÃO 

AUXILIAR DE PADEIRO 

AUXILIAR DE PESSOAL 

AUXILIAR DE PIZZAIOLO 

AUXILIAR TÉCNICO ELETRÔNICO 

BABÁ 

BALANCEADOR 

BALANCEIRO 

BARMAN 

CADISTA (DESENHISTA TÉCNICO DE ARQUITETURA) 

CAIXA DE BAR, LANCHONETES E RESTAURANTES 

CAMAREIRA DE HOTEL 

CARPINTEIRO 

CARREGADOR (ARMAZÉM) 

CASEIRO 

CHAPEIRO (CHAPAS DE FERRO E AÇO) 

CHAPISTA DE LANCHONETE 

CLASSIFICADOR DE GRÃOS 

COBRADOR DE TRANSPORTES COLETIVOS 

CONDUTOR DE BICICLETA NO TRANSPORTE DE MERCADORIAS 

CONFEITEIRO 

CONFERENTE DE CARGA E DESCARGA DE MERCADORIA 

CONFERENTE DE MERCADORIA 

CONSULTOR DE VENDAS 

CONTÍNUO 

COPEIRO 

CORTADOR 

COSTUREIRA DE MÁQUINA RETA 

COSTUREIRA EM GERAL 

COZINHEIRO DE RESTAURANTE 

COZINHEIRO GERAL 

COZINHEIRO INDUSTRIAL 

DESENHISTA CALCULISTA 

DESOSSADOR 

DIRETOR DE PRODUÇÃO 

ELETRICISTA 

ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO EM GERAL 

ELETROTÉCNICO 

EMPACOTADOR A MÃO 

EMPREGADO DOMÉSTICO FAXINEIRO 

EMPREGADO DOMÉSTICO NOS SERVIÇOS GERAIS 

ENCARREGADO DE EXPEDIÇÃO 

EXTRUSOR DE BORRACHA 

FATURISTA 

FORNEIRO DE PADARIA 

FORNEIRO (PIZZARIA) 

FRENTISTA 

FUNILEIRO DE AUTOMÓVEIS

FUNILEIRO INDUSTRIAL 

GARÇOM 

GERENTE ADMINISTRATIVO 

INSTALADOR DE ALARME 

INSTALADOR DE PAINÉIS 

INSTALADOR DE SOM E ACESSÓRIOS DE VEÍCULOS

INSTALADOR DE TELEFONES 

INSTALADOR-REPARADOR DE LINHAS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS 

JARDINEIRO 

LIXEIRO 

MANOBRISTA 

MARCENEIRO 

MECÂNICO 

MECÂNICO DE AUTOMÓVEL

MECÂNICO DE EMPILHADEIRA 

MECÂNICO DE MANUTENÇÃO (MÁQUINAS HIDRÁULICAS) 

MECÂNICO DE MOTOCICLETA 

MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO 

MESTRE DE OBRAS 

MONTADOR 

MONTADOR DE MÓVEIS DE MADEIRA 

MOTOBOY 

MOTORISTA CARRETEIRO 

MOTORISTA DE CAMINHÃO 

MOTORISTA DE ÔNIBUS 

MOTORISTA ENTREGADOR 

OFFCE-BOY 

OFICIAL DE MANUTENÇÃO 

OFICIAL DE SERVIÇOS DIVERSOS 

OFICIAL DE SERVIÇOS GERAIS 

OPERADOR DE AÚDIO 

OPERADOR DE CAIXA 

OPERADOR DE EMPILHADEIRA 

OPERADOR DE MÁQUINA DE BORDAR 

OPERADOR DE RETRO-ESCAVADEIRA 

OPERADOR DE SERRA CIRCULAR 

OPERADOR DE TELEMARKETING 

OPERADOR DE TRATORES DIVERSOS 

ORIENTADOR DE TRÁFEGO PARA ESTACIONAMENTO 

PADEIRO CONFEITEIRO 

PASSADOR DE ROUPAS EM GERAL 

PEDREIRO 

PISCINEIRO 

PIZZAIOLO 

POLIDOR DE AUTOMÓVEIS 

PORTEIRO 

PROGRAMADOR DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 

PROMOTOR DE VENDAS 

RECEPCIONISTA SECRETÁRIA 

RWCEPCIONISTA EM GERAL 

REPOSITOR DE MERCADORIAS 

REPRESENTANTE COMERCIAL AUTÔNOMO 

RETIREIRO 

SALGADEIRO 

SALGADOR - EM CHARQUEADA 

SERRALHEIRO 

SERRALHEIRO DE ALUMINIO 

SERVENTE DE PEDREIRO 

SOLDADOR 

SUPERVISOR DE SEÇÃO DE SERVIÇOS GERAIS 

TAPECEIRO DE VEÍCULOS 

TÉCNICO DE DESPORTO INDIVIDUAL E COLETIVO (exceto futebol) 

TÉCNICO EM SEGURANÇA NO TRABALHO 

TÉCNICO ORÇAMENTISTA DE OBRAS NA CONSTRUÇÃO CIVIL 

TELEFONISTA 

TORNEIRO MECÂNICO 

TOSADOR 

VARREDOR DE RUA 

VENDEDOR DE SERVIÇOS 

VENDEDOR INTERNO 

VENDEDOR PORTA A PORTA 

VENDEDOR PRACISTA 

VIRADOR DE CHAPAS 

ZELADOR 

Vagas para pessoa com deficiência

AJUDANTE DE MOTORISTA 

ASSISTENTE ADMINISTRATIVO 

AUXILIAR ADMINISTRATIVO DE DIRETORIA 

AUXILIAR ADMINISTRATIVO DE PESSOAL 

AUXILIAR DE CONFEITARIA 

AUXILIAR DE ESCRITÓRIO 

CAIXA DA LOJA 

COBRADOR DE TRANSPORTES COLETIVOS 

CONSULTOR DE VENDAS 

CONTÍNUO 

COPEIRO DE HOSPITAL 

DIRETOR DE PRODUÇÃO 

LAVADOR DE ÔNIBUS 

MANOBRISTA 

OFICIAL DE MANUTENÇÃO 

OFICIAL DE SERVIÇOS GERAIS 

OPERADOR DE CAIXA 

OPERADOR DE TELEMARKETING ATIVO E RECEPTIVO 

ORIENTADOR DE TRÁFEGO PARA ESTACIONAMENTO 

PORTEIRO 

RECEPCIONISTA ATENDENTE 

TELEOPERADOR RECEPTIVO (TELEMARKETING) 

VENDEDOR DE COMÉRCIO VAREJISTA 

VENDEDOR PRACISTA

fonte:http://www.bonde.com.br/

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17
Fev 11

Fábrica da Nissan cria 200 empregos

Investimento de €160 milhões em Aveiro marca o arranque do grupo de indústrias que fornecerão o sector da mobilidade elétrica.

 

Ao lado da antiga fábrica da Renault na zona industrial de Aveiro vão começar a ser investidos €160 milhões. Trata-se da nova unidade fabril da Nissan cuja primeira pedra foi ontem lançada e que em dezembro de 2012 deverá iniciar a produção de baterias para os veículos elétricos - com uma capacidade instalada de 50 mil baterias por ano. Este investimento criará 200 empregos diretos. Toda a produção será exportada.

Na Europa, haverá outra fábrica idêntica no Reino Unido, que contribuirá para elevar a produção de baterias destinadas a equipar os veículos elétricos fabricados pela Nissan. Em Portugal, a unidade de Aveiro constitui um marco no projeto da mobilidade elétrica porque é tida pelos responsáveis do sector como a pedra de arranque do conjunto de empresas que vão formar o novo cluster sectorial.

500 mil baterias por ano

 

O vice-presidente executivo do grupo Nissan, Carlos Tavares, disse ao Expresso que em 2015 haverá uma capacidade instalada a nível mundial para produzir 500 mil baterias por ano, destinadas ao fabrico dos veículos elétricos da Nissan e da Renault. Em 2011, a produção da Nissan neste segmento está concentrada no Japão e a capacidade de resposta do fabrico de veículos elétricos - o modelo Leaf - ainda não é suficiente para satisfazer as encomendas que surgem de todos os mercados.

Carlos Tavares admite que a quota de mercado dos veículos elétricos poderá rondar 10% do mercado mundial em 2020 e que a Nissan aspira a deter 20% deste segmento. "Todas as projeções que têm vindo a ser feitas ao longo dos últimos três anos para quantificar a procura de veículos elétricos mostram um aumento da apetência das pessoas por este tipo de mobilidade na maioria dos mercados", refere.

Nissan quer 4 modelos de carros elétricos

 

O construtor nipónico quer produzir quatro modelos de veículos elétricos - mais três, além do Leaf. O segundo modelo será o NV 200, um comercial já existente que terá uma versão 100% elétrica. O terceiro será um produto dirigido ao segmento de luxo e será da família da gama Infinity. O quarto e último modelo será um pequeno veículo destinado a utilização urbana.

Com o aumento da produção destes veículos, o custo unitário deverá diminuir gradualmente, tornando o seu preço mais competitivo face aos valores atualmente praticados, considera Carlos Tavares. O responsável da Nissan diz que o custo de um veículo elétrico tem de ser ponderado em função de todo o seu ciclo de vida, porque os encargos de manutenção são 15% a 20% inferiores aos dos automóveis convencionais e o consumo é apenas 25% do que gastam os motores a gasolina e gasóleo.

fonte:http://aeiou.expresso.pt/f


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17
Fev 11

Subsídios de desemprego novamente atrasados

O pagamento do subsídio de desemprego está novamente atrasado  e estima-se que chegará às carteiras dos desempregados uma semana depois do normal. Já no mês passado, o processamento dos pagamentos sofreu atrasos.

«Tenho sempre recebido a dia 15. Verifiquei hoje, dia 17, que ainda não tinha chegado a transferência», conta ao SOL Maria Silva, desempregada. «Liguei para a linha da Segurança Social, que estava indisponível. Quando atenderam explicaram que tinham tido indicações de que haveria um atraso no pagamento e que o dinheiro só deve chegar daqui a uma semana».

Os desempregados estão também a ter dificuldades em obter esclarecimentos sobre o que se passa com os pagamentos devido à greve dos trabalhadores das linhas telefónicas de informação aos beneficiários.

O Ministério do Trabalho, porém, afirma que «os pagamentos de Fevereiro decorrem sem qualquer atraso em relação ao planeamento inicialmente definido» e sublinha que «não existem dias fixos para o pagamento das prestações sociais, variando em função das datas em que ocorrem os fins-de-semana».

A situação no Centro Distrital de Lisboa é das mais problemáticas, como escreveu o SOL a propósito dos atrasos ocorridos em Janeiro. Em muitos casos, os serviços da Segurança Social já validaram o acesso ao subsídio e falta apenas processar os dados para pagamento da prestação.

No Areeiro, por exemplo, há apenas seis pessoas a assegurar o processamento de dados, que implicam algumas dezenas de milhares de processos por mês, motivo pelo qual as demoras têm vindo a acentuar-se. A falta de pessoal contribui para as demoras. Era comum haver notificações aos desempregados a alertar para o fim do subsídio e para a necessidade de solicitar o prolongamento, agora há casos de beneficiários que são avisados com dias de antecedência.

«Há casos de pessoas que estão cinco a seis horas na fila antes de serem atendidas», disse ao SOL, em Janeiro, uma funcionária da SS que solicitou o anonimato, alertando para casos de «desespero» e até para «ameaças de agressão».

fonte:http://sol.sapo.pt/

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16
Fev 11

Calçado reforça emprego, mas tem dificuldade em contratar

A indústria portuguesa de calçado reforçou os níveis de emprego no último trimestre de 2010, mas continua com dificuldades em recrutar pessoal qualificado que lhe permita responder às encomendas.

 

 

Segundo as conclusões da análise trimestral de conjuntura à indústria de calçado relativa ao 4.º trimestre do ano passado, a produção «estabilizou» no período, depois de um «forte crescimento» no trimestre anterior, «mas os níveis de utilização da capacidade produtiva permanecem elevados».

 

Como consequência, «as empresas continuam a debater-se com problemas decorrentes da alta do preço das matérias primas e com dificuldades o recrutamento de pessoal qualificado».

fonte:Diário Digital / Lusa

 

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16
Fev 11

Comércio perdeu 40 mil empregos e culpa os hipers

Quarto trimestre de 2010 foi muito negativo para o sector e coincide com a aliberalização dos horários das grandes superfícies, acusa CCP

 

 

O sector do comércio perdeu 40 mil empregos no quarto trimestre do ano passado, relativamente ao período homólogo de 2009, conclui a Confederação do Comércio e Serviços (CCP), com base nos dados do desemprego divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em comunicado, a CCP revela que, desde 2005, perderam-se mais de 50 mil empregos e que a população empregada no comércio no último trimestre do ano não ultrapassou as 713 mil pessoas, sendo que no mesmo período de 2009, o sector do comércio abrangia 754 mil pessoas.

«Estes dados coincidem com o período em que se assistiu à liberalização das aberturas de estabelecimentos comerciais, o que significa que a expansão e concentração da distribuição, principalmente no sector alimentar, teve um impacto claramente negativo sobre o nível de emprego no sector», diz.

Ou seja, «ao contrário do que alguns vêm afirmando sobre o contributo positivo destes grupos e da política de liberalização que tem vindo a ser seguida, a verdade é que nunca o sector teve um desempenho tão negativo ao nível do emprego».

Para a CCP, a dimensão da perda de emprego verificada revela não só «o impacto negativo do excesso de concentração nas PME do sector do comércio, mas indiciam igualmente, que os grandes grupos não estão igualmente a criar emprego».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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