20
Set 10
20
Set 10

Cerca de 5 mil pessoas poderão perder subsídio de desemprego

Cerca de cinco mil pessoas correm o risco de perder o subsídio de desemprego por recusa de emprego conveniente, avança o presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), Francisco Madelino.

De acordo com as novas regras relativas ao subsídio de desemprego, que entraram em vigor em Julho, os beneficiários do apoio são obrigados a aceitar, a partir do primeiro ano, propostas de emprego que ofereçam salário ilíquido igual ao valor da prestação ou 10 por cento superior. A partir do segundo ano, terão que aceitar propostas que ofereçam salário ilíquido igual ao valor do subsídio.

Esta alteração vem contra a que vigorava até então e que considerava emprego conveniente nos primeiros seis meses de desemprego o que oferecesse um salário 25 por cento acima do subsídio e a partir do sétimo mês o trabalho que garantia um salário 10 por cento acima do valor da prestação.

Ao abrigo da nova lei, 72/2010, qualquer desempregado que recuse as propostas de emprego que lhe garantam as condições salariais previstas na legislação verão a prestação de desemprego retirada automaticamente.

Também as regras para os beneficiários de prestações sociais não-contributivas mudaram. Assim, o acesso ao abono de família, subsídio social de desemprego ou rendimento social de inserção fica excluído para todos que tenham contas bancárias ou acções que perfaçam um montante superior a 100 mil euros.

(c) PNN Portuguese News Network

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18
Set 10
18
Set 10

277 empregos disponíveis no Exército (até 8 ou 13 de Outubro)

O Exército tem a concurso para serviço militar 200 vagas para sargentos e 77 vagas para oficiais. As vagas não são para o quadro mas em regime de contrato para um período mínimo (obrigatório) de dois anos. A recepção de candidaturas para o concurso de Sargentos termina a 8 de Outubro e para o de Oficiais a 13 de Outubro.

” (…) As candidaturas deverão ser formalizadas mediante requerimento dirigido ao Chefe do Estado-Maior do Exército, utilizando o modelo disponível no site do Exército, na área de recrutamento.

Para informações adicionais sobre os concursos, os interessados deverão consultar o site do Exército ou contactar os serviços de atendimento, pelo telefone 800 201 274 (Linha Verde, disponível das 09:00h às 20:00h) ou através do endereço electrónicorecrutamento@mail.exercito.pt.”

Informação constante do Portal do Cidadão.

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17
Set 10
17
Set 10

Trabalho temporário vela a pena?

Setembro é o período em que a caça por trabalhadores temporários para o Natal se intensifica, principalmente nos setores de serviços e comércio. Entre os grandes candidatos a essas vagas estão, na maioria das vezes, jovens em busca do primeiro emprego e pessoas fora do mercado de trabalho há algum tempo. Apesar das milhares de vagas disponíveis, muitos ainda têm dúvida se realmente vale a pena ingressar neste tipo de trabalho, válido por apenas três meses.

 

Uma pessoa que está parada, em busca de emprego, só tem a ganhar com essa oportunidade. Entre as vantagens, está a possibilidade de efetivação e conquista de um emprego formal. Para se ter uma ideia deste cenário, de acordo com o levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e Trabalho Temporário (Asserttem), o Natal deste ano promete contratar 139 mil temporários em todo o país, 11% a mais do que o mesmo período em 2009. Desse total, cerca de 30% deverão ser preenchidas por jovens em situação de primeiro emprego.

Por conta dos acontecimentos ligados à economia brasileira, em alta, os setores de serviços e de comércio também vivenciam um momento favorável de expansão. Deste modo, as projeções até o final do ano para as contratações são positivas. Segundo a entidade, a previsão de efetivação após o período pré-determinado é de 28%. Isso quer dizer que quem se destacar no trabalho dia a dia tem ótimas chances de fazer parte deste índice.

A outra vantagem de se tornar um trabalhador temporário, mesmo não sendo efetivado ou não havendo essa pretensão por parte do profissional, é que ele adquire uma ótima experiência profissional e aprendizados para toda a sua vida. Como se sabe, as festividades do final do ano significam trabalho dobrado para os lojistas e prestadores de serviço. Por isso, esforço e dedicação são pré-requisitos para quem não quer fazer feio. Apenas o fato de ter atuado como temporário já demonstra garra, superação e determinação em entrevistas para futuras oportunidades.

Além disso, este profissional aprende a lidar com situações que precisará enfrentar no mercado de trabalho. Quem atua na área de vendas, por exemplo, precisa desenvolver a capacidade de estabelecer bons relacionamentos em um curto prazo de tempo, de persuadir e ter a flexibilidade. Ele também precisará lidar com hierarquia, uma dificuldade encontrada em grande parte dos novos profissionais dentro das corporações.

Outra barreira cultural enfrentada por quem avalia a possibilidade de ingressar neste mercado é a aquisição dos direitos. Quem pensa que estão em grande desvantagem dos efetivos que atuam na mesma firma, está enganado. Há deveres das empresas contratantes que os temporários têm direito. É preciso vencer o preconceito e encarar como uma grande oportunidade de crescimento pessoal e profissional.

fonte:oglobo

publicado por adm às 22:18 | comentar | favorito
15
Set 10
15
Set 10

Oito dicas para encontrar emprego pela internet

Mandar e-mails com currículo para recrutadores e rezar para que eles os acessem está ultrapassado. O novo modelo de contratação veio para ficar. Confira as dicas dos especialistas para conquistar um emprego por meio das redes sociais

 

1 - Invista em visibilidade digital

Crie perfis no LinkedIn, Twitter, Facebook, Google e em outras redes sociais. Relacione todos os seus perfis (por meio de "links"), de modo que a busca pelo seu nome seja fácil.

2 - Informe que você está procurando emprego

Use palavras-chaves como emprego, oportunidade, seleção, vaga, etc. e outras relacionadas à sua área para aumentar as chances que um recrutador seja direcionado para os seus perfis.

3 - Venda um "bom produto"

Saiba quais são seus pontos fortes e que tipo de empresa você gostaria de trabalhar, e só então crie um perfil sólido para que as empresas vejam que você é o candidato certo.

4 - Organize e promova sua presença online

Gerencie sua reputação na internet. Use as configurações de privacidade que não permitem que outros marquem você em posts e fotos.

5 - Produza conteúdo

Manter um blog atualizado pode ajudá-lo a compartilhar informações sobre temas que interessam a você, e cria um filtro que atrai oportunidades.

6 - Participe ativamente, mas com critérios, das seleções nas redes

No novo modelo de seleção não dá para atirar para todos os lados. Escolha as vagas que realmente interessam e dedique-se.

7 - Cuidado com cada clique

Se você está em comunidades, bom senso nunca é demais. Se a máxima “você é aquilo que come” é verdadeira, o mesmo pode valer “você é aquilo que posta”. 

8 - Valorize seu passe

Não adianta a presença na internet sem boa formação tradicional. Recrutadores são unânimes ao afirmar que língua estrangeira, formação cultural e acadêmica de qualidade são fundamentais.

Fonte: Across; Jobvite; Robert Half; e Dan Schawbel

 

publicado por adm às 23:19 | comentar | favorito
11
Set 10
11
Set 10

7 dicas para vencer no emprego

trabalhador do futuro é ágil, polivalente, curioso e auto suficiente.

O desemprego continua a dar que falar. De acordo com os dados do Eurostat , existem mais de 600 mil desempregados em Portugal. Segundo o gabinete de estatística da União Europeia, a cada dia que passa, surgem 95 novos casos. O Instituto Nacional de Estatística (INE) fixou a taxa de desemprego em 10,6% no segundo trimestre de 2010, mas o Eurostat avançou com um número diferente: 11%. Uma coisa é certa: a crise levou milhares aos centros de emprego.

Permanecer no mercado de trabalho pode ter-se tornado numa batalha diária para muitos profissionais. Saber como agir, o que fazer, que competências melhorar ou adquirir são as preocupações de quem está fora ou dentro do mercado de trabalho.

Hoje, o sucesso tem outras formas. Um estudo da consultora Accentureveio demonstrar que as grandes empresas planeiam contratar pessoal nos próximos dois anos, mas não como têm feito até aqui. Estas temem que os seus colaboradores não acompanhem os avanços da tecnologia e que fiquem "para trás" num mercado que se toma por bastante competitivo. Querem contratar profissionais que sejam capazes de lhes dar uma vantagem. As necessidades variam consoante as empresas ou setores, mas existem competências que são transversais.

 

 

 

 

Como singrar no mercado de trabalho
Seja ágil e flexível
A crise fez com que algumas empresas percebessem que a sua equipa não estava preparada para enfrentar "tempos difíceis". É nesta fase que percebem que podem ter dispensado colaboradores necessários para determinadas tarefas. À medida que se reorganizam, vão tentar corrigir esse problema, o que significa que vão preferir as contratações temporárias às efetivas, mesmo entre os cargos de gestão. Assim, podem mover os colaboradores com maior frequência, cruzando as necessidades da empresa com as competências do trabalhador. Os profissionais vão ter de se habituar ao facto de o seu trabalho ser cada vez menos previsível, com mais reviravoltas e mais polivalente. Aqueles que insistirem em ter uma carreira estável e que não sejam grandes fãs da imprevisibilidade podem ter mais dificuldade em encontrar emprego.
Enumere várias qualidades
As empresas querem colaboradores polivalentes. Se for bom apenas numa função, é provável que não o escolham. No estudo da Accenture, várias companhias afirmaram que os departamentos de vendas, atendimento ao cliente e finanças eram as áreas mais funcionais. A verdade é que podem existir muitas pessoas no desemprego com aptidão para essas funções. Se quer ser o escolhido, tem de desenvolver e destacar dois ou três conjuntos de competências. Isto torná-lo-á mais valioso para o empregador. A consultoraMcKinsey fez um estudo em 2009, onde constatou que os mas ricos têm uma combinação de competências valiosa. Quanto mais competências tiver, mais razões dá à companhia para contratá-lo.
Saiba agir sob pressão
Cada vez mais as empresas valorizam características difíceis de incluir no seu curriculum vitae, como o comportamento sob pressão, a facilidade que têm em lidar com clientes e em resolver os problemas. Estas competências tendem a ser um resultado da sua experiência profissional, mas também surgem em pessoas que procuram responsabilidades adicionais, que se voluntariam para tarefas mais difíceis e que estão dispostas a correr mais riscos. O estudo da McKinsey concluiu que existe "uma procura crescente de tarefas que requerem competências humanas complementadas pela tecnologia". Trabalhe com colegas que já tenham este tipo de comportamentos e voluntarie-se para projetos que o obriguem a conhecer coisas novas.
Tenha uma visão ampla
Procure trabalho no sítio certo. As boas oportunidades podem estar a passar-lhe ao lado, porque não está a procurar na área adequada. Cathy Farley, da Accenture recomenda que se concentre nas suas competências e não no seu cargo ou profissão. As empresas podem valorizar o facto de vir de uma área diferente, mas cabe ao candidato justificar porque é que acha que se adequa àquela função.
Analise o seu desempenho
Seja qual for a sua área, há várias ferramentas que podem ajudá-lo a avaliar o seu desempenho. Existem vários programas informáticos que medem as vendas, o tráfego da internet, entre outros. No passado, este trabalho de análise era feito por alguns especialistas, mas hoje, qualquer um pode fazê-lo. Quanto mais souber sobre o seu desempenho, mais hipóteses tem de o melhorar.
Atice a curiosidade
"A sua maior defesa contra o que está a acontecer é interessar-se por uma grande variedade de assuntos e ficar intrigado com as coisas", diz o guru de negócios Tom Peters. Ele afirma que a curiosidade vai levá-lo a falar instintivamente com pessoas com quem não falaria normalmente e ir mais longe do que aquilo que imagina. Esta é uma outra forma de encontrar oportunidades, sobretudo quando muitos dos caminhos para o progresso estão estreitados ou fechados.
Seja auto suficiente
Desenvolva as suas competências técnicas em vez de depender das dos outros, elabore planos de segurança e construa uma base na qual se pode apoiar caso algo corra mal. "Não fique dependente da ideia de que os e emprego é permanente", aconselha Peters. Se por acaso ficar sem trabalho durante algum tempo, deve saber como agir.

 

fonte:expresso

publicado por adm às 18:51 | comentar | favorito
09
Set 10
09
Set 10

Primeiro emprego – 10 dicas para quem está começando

Confira o passo a passo para escolher uma profissão e conquistar a primeira oportunidade profissional.

Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br


Deixar para pensar em trabalho após a conclusão do ensino médio ou do curso de graduação não é uma boa ideia para quem deseja começar a vida profissional com o pé direito. Ingressar no mercado de trabalho requer planejamento. Primeiro é preciso se conhecer bem, depois atentar-se às possibilidades que o mercado oferece e, por último, traçar um plano de carreira claro e assertivo baseado nos anseios pessoais aliados às oportunidades reais para alcançar metas e objetivos.

Claudia Barone, coordenadora do Programa Preparação para o Trabalho, mantido pela organização não-governamental Ação Comunitária, dá as dicas.

 

1. Pesquise a área
Antes de escolher uma profissão pesquise sobre todas as carreiras existentes no mercado de trabalho. Recorra a fontes confiáveis como jornais, revistas, livros, TV, internet e à opinião de profissionais da área.

 

2. Conheça a universidade
Se optar pela graduação visite antes a universidade. Verifique qual a grade curricular do curso e analise se as disciplinas atende as suas expectativas. Converse com os professores.

 

3. Conheça a empresa
Saiba como é a rotina organizacional e o dia a dia dos profissionais. Seja curioso, tire todas as suas dúvidas a respeito da profissão que pensa seguir. Colha depoimento dos profissionais.

 

4. Esteja ciente do caminho a ser percorrido
Após decidir qual carreira você quer seguir trace o seu plano para a vida profissional. Tenha disciplina e força de vontade para atingir as metas.

 

5. Desenvolva e aprimore as suas habilidades
Esteja atento às competências comportamentais requeridas pelas empresas, como foco em resultados e proatividade. Estude e trabalhe para desenvolver suas habilidades e tornar-se uma pessoa e um profissional melhor.

 

6. Seja autêntico
Não se preocupe em transmitir seus valores e habilidades, pois eles já estão em você. Aja com naturalidade.

 

7. Monte um portfolio
Você não precisa estar atuando no mercado de trabalho para criar seu portfolio. No curso técnico ou na universidade crie uma pasta para arquivar os seus projetos. Durante uma entrevista de emprego peça permissão para apresentar os seus trabalhos ao selecionador.

 

8. Faça networking
Estabeleça contatos com profissionais da área escolhida. Participe de redes sociais e interaja com os usuários da mesma área que a sua.

 

9. Prepare-se para o processo seletivo
Elabore um currículo verdadeiro, que não o contradiga durante o contato presencial. É importante pedir orientação para um profissional de recursos humanos antes de se dirigir à empresa para o processo de seleção. Peça para ser avaliado e simule a entrevista de emprego. Informe-se sobre a organização no site corporativo.

 

10. Seja um profissional interdisciplinar
Para Claudia Barone o jovem profissional deve possuir competências múltiplas. Precisa comunicar-se bem, ter raciocínio-lógico, noção de espaço e organização e bom relacionamento intrapessoal e em equipe.

publicado por adm às 22:23 | comentar | favorito
03
Set 10

Dicas para elaborar um currículo eficaz

Saiba destacar informações importantes e o que escrever em cada um dos itens do CV.

 

Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br


Um currículo atraente é objetivo, conciso e possui linguagem clara e adequada à área de atuação. O documento é o primeiro contato entre você e o selecionador, por isso deve ser preparado com cautela. As empresas são minuciosas na análise de um CV. Enxergam contradições, observam estrutura e formatação e não costumam perder tempo lendo três, quatro folhas sobre a vida profissional do candidato.

Empregos.com.br conversou com Marcela Esteves, da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, e Thais Borodai, da Cia de Talentos. As consultoras deram dicas preciosas para você preparar um currículo assertivo e conquistar o emprego que tanto ambiciona.

 

1. Dados pessoais

Inicie o currículo pelas informações pessoais. A expressão “Curriculum Vitae” não é usada. Não se esqueça de informar idade, estado civil, bairro, número de filhos, telefones atuais e e-mail. Não utilize endereços eletrônicos de cunho jocoso, como fofinha@curriculo.com, juju.bacana@curriculo.com. Números de documentos, como RG e CPF, só devem ser informados caso a empresa solicite.

 

2. Objetivo
A recomendação é informar a área de atuação, e não o cargo pretendido. Exemplos: Marketing Digital e não Analista de Marketing; Enfermagem Obstétrica e não Coordenador de Enfermagem.

Em empresas em que a estrutura de cargos e salários é flexível, a posição ocupada pelo candidato pode variar independente das funções exercidas nos empregos anteriores.

 

3. Resumo das qualificações
Elenque os cinco principais desafios ou vivências profissionais em tópicos. Cite os projetos desenvolvidos por você nas organizações pelas quais passou. Observe se os seus conhecimentos são similares aos requisitos davaga e destaque-os neste item. Não fale sobre aspectos comportamentais, como bom relacionamento interpessoal, espírito de liderança etc. Do mesmo modo, não mencione este tópico no currículo caso não tenha concretizado projetos significativos em sua carreira.

 

4. Formação acadêmica
Ordene da última formação para a primeira. Mencione a formação fundamental ou média apenas se for relevante para a vaga ou se você tiver pouca vivência profissional. Informe o curso, ano de conclusão e nome da instituição de ensino em que estudou.

 

5. Experiências profissionais
O último emprego ou atual vem primeiro seguido dos outros. Cite mês e ano que ingressou e desligou-se da empresa. Recomenda-se informar todos os cargos ocupados – caso você tenha conquistado promoções. Fale sobre suas principais responsabilidades. Destaque informações que fazem de você um profissional diferenciado.

 

6. Idiomas
Cite o idioma e o nível (básico, intermediário, avançado, fluente). Informe o nome da instituição de ensino em que estudou. Mencione viagens e cursos realizados no exterior.

 

7. Cursos extracurriculares, complementares ou de aperfeiçoamento
Participação em congressos, palestras, workshops ou cursos livres em sua área de atuação devem ser mencionados neste tópico. Informe nome do curso, instituição que realizou e data. Mencione apenas os cursos que possam ser relevantes a sua carreira ou à vaga.

 

8. Informática
Este item é opcional. Se você é um profissional júnior, é interessante mencionar porque pode ser considerado diferencial. Caso julgue adequado, cite os programas e sistemas operacionais que você domina.

 

+ Dicas

  • Não coloque foto no currículo, a não ser que seja requisitada. Nesse caso, escolha uma imagem 3×4. Cuidado com poses, maquiagem e decotes;
  • Não deixe de informar cursos interrompidos ou em andamento. O selecionador pode considerá-los um diferencial;
  • Cuidado com o visual do seu currículo. O recomendado é utilizar as letras Arial ou Times New Roman nos tamanhos 10, 11 ou 12. O CV deve ter, no máximo, duas páginas;
  • Preste atenção na ortografia. Não confie apenas no corretor ortográfico. Imprima o currículo e faça uma revisão. Se necessário, peça para outra pessoa rever o documento;
  • Caso queira enviar o currículo para várias pessoas, digite os e-mails dos seus contatos no campo cópia oculta.
  • Não informe o salário pretendido. A dica é informar o último salário. A informação, todavia, é opcional.
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03
Set 10

UGT quer que centros de emprego prestem melhor apoio aos desempregados

A UGT defendeu hoje que os centros de emprego devem melhorar a sua atuação para melhor apoiarem os desempregados e propôs a criação de bolsas de desempregados a atribuir a cada um dos técnicos de emprego.

"Os centros de emprego não podem assegurar apenas tarefas burocráticas, como o controlo dos subsídios de desemprego, têm ajudar os desempregados a encontrar emprego", disse o secretário geral da UGT, João Proença, em conferência de imprensa.

Para isso a UGT sugere uma nova metodologia: que cada técnico do Instituto de Emprego (IEFP) tenha uma bolsa de desempregados, sendo responsável pela empregabilidade de um determinado número de desempregados, procurando-lhes ofertas de emprego ou formação adequada.

Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Lisboa, 02 set (Lusa)

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