17
Jul 10
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Jul 10

Três mil empregos que ficaram sem candidatos

Entre Janeiro de 2009 e Abril de 2010 ficaram por preencher 3078 ofertas de emprego no Vale do Sousa e Tâmega, região que tem mais de 32 mil desempregados e uma taxa de crescimento do desemprego superior à média nacional.

 

Para inverter esta tendência, a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CITS), que agrega concelhos como Amarante, Cinfães, Felgueiras ou Paredes, apresentou ontem o Pacto Regional para a Empregabilidade (PRE). Trata-se de um instrumento que pretende adequar a oferta de acções de formação com aquilo que as empresas procuram. "Existe um desajuste entre as necessidades efectivas do mercado e a formação que está a ser feita. É preciso acertar a agulha", justificou Alberto Santos, presidente da CITS e da Câmara de Penafiel.

Quem poderá beneficiar com PRE é Joaquim Valinhas, empresário que não consegue contratar "modelistas com experiência e com um ordenado compatível com o mercado" para a Expotime, empresa têxtil de Lousada com 90 operários. "Fomos ao centro de emprego e não apareceu ninguém. Agora colocámos um anúncio no jornal", conta o empresário.

No âmbito do PRE já foi realizado um diagnóstico em 500 das 40 mil empresas da região, que identificou as principais necessidades de cada concelho. Em Paços de Ferreira são necessários mecânicos de automóveis ligeiros, enquanto em Lousada o que mais se procura são costureiras. "Neste momento, é possível ter condições para decidir a articulação entre os processos de qualificação e os de emprego", garantiu Valter Lemos, secretário de Estado do Emprego.

fonte:www.cmjornal.xl.pt

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16
Jul 10
16
Jul 10

Encerramento da Delphi manda 321 pessoas para desemprego

A fábrica Delphi na Guarda vai encerrar no último dia do ano, deixando 321 trabalhadores no desemprego. O fecho da unidade fabril foi anunciada esta sexta-feira pela administração da Delphi, durante uma reunião com a comissão sindical e trabalhadores. A administração justificou o encerramento com a falta de encomendas devido à crise económica.

"Após o processo de reestruturação efectuado em 2009 e 2010, como resposta à perda de negócio, a Delphi encetou várias acções" para reduzir custos de funcionamento e adaptar a sua estrutura ao volume de encomendas, mas estas medidas não foram suficientes para viabilizar a continuidade da fábrica da Guarda com o actual volume de produção", declarou fonte da multinacional à Lusa. 

"Neste contexto, a Delphi decidiu consolidar todo o negócio de cablagens série em Portugal na sua fábrica de Castelo Branco encerrando no final do ano a unidade da Guarda", acrescentou.

A produção da unidade da Guarda também será deslocalizada para a Polónia, acrescentou Vítor Tavares, do Sindicato das Indústrias Transformadoras e da Energia (SITE). A decisão surpreendeu os trabalhadores porque "a última leva de despedimento foi para tornar a tornar a empresa viável e isso não se veio a concretizar", acrescentou.

O sindicalista aponta a falta de emprego na região e diz-se apreensivo com um futuro que "não se prevê muito risonho". "Depois de saírem os nossos colegas (nos despedimentos colectivos de Dezembro de 2009 e Maio deste ano) fomos muito pressionados para trabalhar muito e agora acabou-se", desabafou um funcionário do turno das 15h30.

Entre Dezembro e Maio, a Delphi despediu 601 pessoas, mulheres na maior parte. A Delhi já foi a maior empregadora do concelho da Guarda, com perto de três mil trabalhadores.

As indemnizações a pagar aos 321 funcionários deverão ficar decididas na próxima terça-feira, numa nova reunião entre a administração e os sindicatos. fonte:http://tv1.rtp.pt

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14
Jul 10
14
Jul 10

Desemprego reduziu 1,6% em Maio e Junho

Entre Maio e Junho a taxa de desemprego recuou 1,6%, segundo dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional. São números que têm em conta o trabalho sazonal. Há agora menos quase nove mil pessoas desempregadas. Valter Lemos, secretário de Estado do Emprego, admitiu que a taxa de pessoas sem trabalho é preocupante mas sublinhou que “é a menor variação homóloga dos últimos dois anos”. 

“Temos menos pessoas a entrar na situação de desemprego. Não temos é ainda tantas pessoas a sair da situação de desemprego. Pelo que, o total de desempregados se mantém em termos homólogos ainda maior do que o ano passado. Mas, nos últimos oito meses, têm estado a inscrever-se menos pessoas. Ou seja, menos pessoas a perder o emprego”, reforçou Valter Lemos. 

O secretário de Estado acrescentou também que o número de inscritos nos centros de emprego caiu no último trimestre. “Chegámos a Junho com menos desempregados do que em Janeiro. Temos menos nove mil pessoas, no total, digamos assim, entre Janeiro e Junho”, explicou. 

Portanto, acrescentou Valter Lemos, “esta tendência de descida que começa desde há três meses. Temos a expectativa que possa continuar”. 

Já a variação homóloga, que compara Junho deste ano com o mesmo período do ano passado, traduz um aumento de 12,7% no número de inscritos. 

No total, os desempregados registados são agora 551.868 mil, traduzindo uma variação anual acumulada de mais 12,7%. Em Junho era de 14,6%.

fonte:www.rr.pt

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10
Jul 10

Desemprego não pára de subir!|!!

Com o voto de apoio do PSD, o PS chumbou a iniciativa dos restantes três partidos com assento parlamentar: comunistas, bloquistas e democratas-cristãos tentaram manter activas uma série de medidas adoptadas pelo Governo para combater a crise e ajudar os desempregados, mas retiradas na semana passada, em nome da redução do défice do Estado. Entre elas está o aumento por mais meio ano do prazo de concessão do subsídio social de desemprego, a majoração em 10% do subsídio e do abono de família de desempregados com filhos e a diminuição do tempo de descontos necessários para ter direito à prestação.

 

O bloco PS/PSD travou a medida precisamente no dia em que o Eurostat divulgou a estimativa de desemprego em Maio. De acordo com o organismo estatístico europeu, a taxa de desemprego nacional subiu para 10,9%. Portugal foi um dos quatro países onde a falta de trabalho se agravou: os restantes são precisamente os países onde o este problema é ainda mais grave do que por terras lusas: a Espanha (19,9%), a Eslováquia (14,8%) e a Irlanda (13,3%).

 

Atendendo aos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) do primeiro trimestre, a estimativa do Eurostat atira para mais de 610 mil os desempregados em Portugal. Em anos "normais", o mês de Abril já começa a mostrar um abrandamento do desemprego, uma vez que as empresas de turismo contratam trabalhadores para os meses do Verão; em Maio, essa tendência ainda se acentua. Este ano, contudo, nada disso está a acontecer, pelo menos de acordo com as estimativas Europeias.

 

Os dados oficiais portugueses do período Abril/Junho, apurados pelo INE, só serão conhecidos em Agosto. Ontem, o primeiro ministro, José Sócrates, dizia ter "esperança que estes meses" de Verão mostrem sinais de abrandamento do desemprego.

Enquanto isso, os jovens continuam a ser muito mais atingidos do que os adultos, embora os portugueses estejam, ainda assim, em melhores circunstâncias do que os jovens de outros países. Por cá, 22 em cada cem trabalhadores com menos de 25 anos não tinham trabalho.

Em toda a Europa, havia em Maio 23 milhões de desempregados, mais de metade dos quais nos países que usam o euro.

fonte:http://jn.sapo.pt/

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1.600 pessoas atiras para o desemprego pelo encerramento de 97 empresas

Este ano, 97 empresas já avançaram com despedimentos colectivos, só na zona da Grande Lisboa. Um processo que atirou para o desemprego quase 1.600 trabalhadores. Os números são avançados pela União dos Sindicatos de Lisboa, que cita dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Ministério do Trabalho. 

Contas feitas, nos dois últimos anos, 260 empresas da região de Lisboa e Vale do Tejo iniciaram processos de despedimento colectivo, que colocaram no desemprego mais de 3.800 trabalhadores. 

A União dos Sindicatos responsabiliza a actual legislação e antecipa o agravamento dos despedimentos colectivos nos próximos meses. “A situação não tem sinais de se inverter. Ainda hoje se fala numa maior flexibilização e na necessidade de flexibilizar mais a lei quanto ao despedimentos colectivos”, acusa o dirigente da estrutura sindical, Libério Domingues, sublinhando que “o patronato continua a recorrer com facilidade a falências, muitas delas fraudulentas". "O que é certo é que cada ano que passa há um conjunto de empresas a fechar”, completa.

Ontem, a Média Capital Rádios anunciou o despedimento colectivo de mais de 30 funcionários do Rádio Clube Português, com efeito a partir de domingo. O desemprego em Portugal não pára de subir e atingiu o máximo histórico nos 10,9% em Maio, revelaram os últimos dados do Eurostat.

fonte:www.rr.pt

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Mais de metade dos jovens tem trabalho precário

Contratos a prazo e recibos verdes. É assim a vida de mais de metade dos jovens portugueses que conseguiram encontrar um trabalho, já que são também eles os mais afectados pelo desemprego. Este ano, um estudo do Banco de Portugal já tinha concluído que, em cada dez empregos criados, nove são precários e raras vezes se convertem em permanentes. Agora, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no relatório anual sobre mercado de emprego "Employment Outlook", diz que Portugal é o quarto país onde a precariedade mais atinge os jovens, sendo ultrapassado só pela Espanha, Alemanha e Polónia.

 

No documento, a OCDE insiste que os países devem flexibilizar a lei laboral, tornando mais fácil o despedimento individual - tese fortemente contestada pelos sindicatos e que nem tem sido defendida abertamente pelas associações patronais. Sem especificar países, a OCDE entende que legislações relativamente permissivas no que toca a formas precárias de trabalho, mas rígidas no que toca ao despedimento (caso da portuguesa), dividem os trabalhadores em dois grupos: um com um alto grau de segurança no emprego (as pessoas que estão "nos quadros" das empresas) e outro, apanhado em trabalhos precários.

 

Vantagens e precauções

A maior liberalização da lei do trabalho iria, defende, reduzir a diferença de tratamento entre os grupos e diminuir o recurso a contratos a prazo e a falsos recibos verdes. E esse movimento iria beneficiar a economia no seu todo, já que trabalhadores precários são menos produtivos, garante (as empresas apostam menos nestas pessoas e elas próprias têm menos motivação para trabalhar).

A flexibilização dos despedimentos, contudo, levará a mais desemprego involuntário, reconhece a OCDE, que cita estudos segundo os quais, por norma, os rendimentos destas pessoas baixam, quer enquanto recebem subsídio de desemprego quer quando voltam a trabalhar - sobretudo numa altura de crise como a actual. Por isso, adianta a organização, os Estados devem apoiar financeiramente as pessoas apanhadas nesta situação.

 

Ainda assim, continua a OCDE, a maior flexibilidade no despedimento torna mais dinâmico o mercado de trabalho: as empresas podem despedir quando estão em dificuldades, pelo que não hesitam em contratar quando têm trabalho. Por isso, diz, as oportunidades de emprego serão maiores mesmo para os desempregados.

 

Portugal alterou a legislação laboral no ano passado, criando uma série de novos tipos de contrato para flexibilizar a contratação de trabalhadores, mas não aligeirou as condições de despedimento sem justa causa.

O PSD, que quer mudar a lei, já adiantou, por seu turno, não ter a intenção de mexer na Constituição, que proíbe expressamente o despedimento sem justa causa.

fonte:http://jn.sapo.pt

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10
Jul 10

Santa Casa pretende ajudar a criar emprego próprio

A Santa Casa da Misericórdia quer ajudar mais de 100 pessoas por ano a criar empresas com recurso ao microcrédito e quer que estes novos negócios tenham uma taxa de sucesso próxima dos 100%. Segundo o vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), entre meados de 2006 e o final de 2009, a instituição apoiou cerca de 200 pessoas a criarem o seu próprio negócio.

 

A taxa de sucesso destas empresas ronda 60%, "que é muito acima dos restantes sectores da actividade", sublinha António Santos Luiz.

"O empreendedorismo social é um desafio com futuro. Temos ainda de desenvolver um apoio mais forte para que a taxa de sucesso se aproxime o mais possível dos 100%", adianta.

 

Criado há mais de um ano, o Departamento de Empreendedorismo e Economia Social da SCML pretende incentivar à criação de emprego próprio, depois de identificadas as pessoas que mostrem sentido de responsabilidade, espírito empreendedor e capacidade de gerir um negócio.

Santos Luiz admite que nem sempre é fácil encontrar este perfil na população abrangida pela Santa Casa, até porque são muitas as situações de vidas desestruturadas, ausência de hábitos de trabalho ou dificuldades de relacionamento.

 

Mas ninguém é excluído: "Quem não tem o perfil adequado para o programa é encaminhado para outras situações. Tenta-se ajudar a arranjar emprego ou a investir na formação".

 

Cabeleireiros, floristas, peixarias ou pequenas reparações domésticas são as áreas em que tem havido mais investimento e também melhores resultados no empreendedorismo social promovido pela SCML. Para abrir uma empresa, o candidato deve apresentar um plano de negócios aceitável. Também aqui a Santa Casa dá uma ajuda, até porque a formação é quase sempre um passo prévio à criação do negócio.

O crédito é possível através de uma parceria com o Montepio, que financia projectos até 15 mil euros. Em média, os projectos representam um investimento inicial de cerca de 9300 euros. "Tem dimensão financeira reduzida, mas um impacto social extremamente importante. O microcrédito é tradicionalmente concebido para pequenos créditos. Aqui é para uma função social específica: recuperar e inserir pessoas com dificuldades", resume.

 

Também o cumprimento do pagamento das prestações de crédito tem sido satisfatório, rondando 74% em 2009. Para a Santa Casa, o melhor reconhecimento é verificar que as pessoas "já são auto-suficientes e têm capacidade de desenvolver as suas vidas de forma autónoma".

Admitindo que a crise financeira possa levar a mais procura deste tipo de ajuda, sobretudo com o aumento do desemprego, Santos Luiz alerta para a necessidade de pensar as políticas sociais de forma "mais abrangente", o principal objectivo do Seminário de Inovação e Empreendedorismo Social que hoje decorre em Lisboa.

 

"Hoje, as políticas sociais têm de ter uma visão mais abrangente do que as respostas tradicionais. Não basta responder a uma situação de dificuldade, importa atacar as causas", concluiu Santos Luiz.

fonte:http://dn.sapo.pt

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08
Jul 10

Portugal precisa de criar 170 mil empregos para superar o impacto da crise

De acordo com o relatório da OCDE, para regressar aos níveis de actividade que tinha no último trimestre de 2007, o emprego em Portugal terá que crescer 4% até ao final de 2011.

 

No caso da União Europeia (UE) e da OCDE, o emprego terá que acelerar 2,7%, enquanto na Zona Euro terá de ser 3,1%.

Entre os 30 membros da OCDE, a Irlanda é o país onde é necessário um esforço de criação de emprego maior (19,8%), seguido de Espanha (10,7%) e Grécia (7,1%).

 

A Islândia surge em quarto lugar da lista, tendo que aumentar a criação de emprego em 7%, seguido dos EUA (5,5%), Dinamarca (4,7%), Suécia (4,2%) e Portugal.

 

No conjunto dos países da OCDE é assim necessário criar 17,8 milhões de empregos para regressar aos níveis pré-crise, dos quais 4,6 milhões correspondem à União Europeia.

 

Portugal conseguiu controlar escalada do desemprego

Os autores do relatório "Perspectivas de Emprego 2010" constatam que a incidência da recessão foi apenas um dos factores que explica a degradação do mercado de trabalho nos diferentes países da organização.

 

Espanha e EUA surgem no grupo dos países em que, com um "impacto médio" no retrocesso do PIB (entre 3% e 7%), sofreram uma subida do desemprego elevado, de mais de 3,5%.

 

Já países com um nível de recessão equivalente, como Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Itália e Holanda, conseguiram limitar a subida do desemprego a menos de 1,5%.

 

Portugal surge no grupo do Canadá, República Checa, Hungria e Reino Unido, países que conseguiram, ainda assim, controlar a escalada do desemprego entre os 1,5% e os 3,5%, apesar do retrocesso do PIB.

 

De acordo com a OCDE, as razões para estas diferenças são várias, mas os autores do relatório notam que os países que sofreram mais com a degradação do PIB estavam mais expostos ao sector imobiliário.

Por outro lado, a redução do número de horas trabalhadas nos países que conseguiram limitar melhor a subida de desemprego poderá ter evitado que muitos trabalhadores tenham perdido os seus empregos, refere a OCDE.

fonte:http://jn.sapo.pt

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08
Jul 10

Novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA baixaram

Os pedidos de subsídio de desemprego nos EUA caíram mais que o previsto na passada semana, segundo dados oficiais divulgados hoje, mas para os economistas esta descida não é indicativa de uma recuperação do mercado de trabalho.


De acordo com o Instituto do Emprego norte-americano, na última semana, até 3 de Julho, registaram-se menos 454.000 pedidos de subsídio de desemprego, mas os números não convencem os analistas, que não interpretam o decréscimo como sinal de melhoria do mercado de trabalho.

"O mercado de trabalho permanece instável, pelo que a redução [de pedidos de subsídio] na passada semana não altera essa percepção", afirmou Andrew Gledhill, economista da agência de notação financeira Moody's, citado pela agência de notícias France Press.

 

Atingir uma taxa de desemprego de 9,5% é um desafio fundamental para o presidente Barack Obama, à frente da maior economia do mundo, que enfrenta a pior recessão das últimas décadas.

Desde Dezembro de 2007 mais de oito milhões de pessoas perderam o emprego nos EUA.

 

De acordo com dados fornecidos pelo Departamento do Trabalho norte-americano, até finais de Junho deste ano os EUA contabilizavam 14,6 milhões de norte-americanos no desemprego.

Diário Digital / Lusa

 

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04
Jul 10
04
Jul 10

Estado está a pagar menos subsídios de desemprego

Nos primeiros cinco meses de 2010, o número de requerimentos de subsídio de desemprego deferidos pela Segurança Social caiu 16 por cento, face a igual período de 2009. Isto, apesar de a taxa de desemprego continuar a subir.

Ao todo, até Maio, os serviços da Segurança Social haviam deferido um total de 103 729 pedidos de subsídio de desemprego – menos 20 mil do que em igual período de 2009.

«Atendendo a que o emprego não está a crescer, a existência de menos processos deferidos indica que há muita gente que está a ir para o desemprego e não é coberta pelo sistema. Ou são precários ou não tinham tempo mínimo de descontos para receber», explicou ao Diário de Notícias o professor do ISEG, Pereira da Silva.

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