26
Jul 15

Santander apoia 1.500 estágios em empresas

Uma bolsa mensal de 550 euros, durante três meses, para estagiar numa empresa portuguesa, em Portugal ou em outro país. Ao todo o estagiário recebe 1.650 euros. O Santander Totta vai investir 2,5 milhões de euros em 1.500 estágios nos próximos três anos.

Quem pode concorrer a estas bolsas?
Podem concorrer alunos finalistas que frequentem o último ano de licenciatura ou mestrados, ou que tenham terminado o curso, no máximo, há dois anos em qualquer instituição de ensino superior portuguesa. Podem também concorrer estrangeiros finalistas que estudem em Portugal. Já estão a decorrer cerca de 100 estágios, estando 80 em fase de preparação. Um programa inovador com esta magnitude que "exige uma enorme articulação entre os quatro intervenientes no processo (Empresa, Banco, Universidade e Estagiário).

Como concorrer?
A candidatura pode ser apresentada em www.bolsasdeestagiossantander.pt. Neste portal são anunciadas as ofertas de estágios a que se pode concorrer.

Quantas bolsas estão disponíveis?
No total serão disponibilizadas cerca de 1.500 bolsas em três anos. Neste momento já estão a decorrer cerca de 100 estágios, estando 80 em fase de preparação. Uma avaliação feita a quem já participou no programa revela elevada satisfação. Cerca de 71% ficou satisfeito com a integração na empresa e 86% "recomendariam este programa aos seus amigos", segundo informação do Santander Totta.

Qual o valor da bolsa?
O valor da bolsa é de 550 euros mensais paga ao longo de três meses, atingindo um total de 1.650 euros.

Quem paga a bolsa?
O Santander transfere o dinheiro para as instituições de ensino superior que o farão chegar às empresas. No final desta cadeia, o aluno recebe a bolsa directamente da empresa em que está a estagiar. As empresas apenas terão que pagar o seguro de trabalho que é obrigatório.

Onde será feito o estágio?
O estágio decorrerá em empresas portuguesas, especialmente PME's, "que representam a maior parte do tecido empresarial português e onde há maior escassez de recursos qualificados". Cerca de 400 empresas portuguesas já demonstraram interesse no programa. As empresas apresentaram uma candidatura especificando que tipo de formações procuram. Tem-se registado "uma notória aceleração de manifestação de interesse nos últimos meses", sublinha o banco. As empresas aderem em pt.santanderadvance.com. O bolseiro poderá estagiar numa operação no estrangeiro que esteja a ser desenvolvida por uma PME portuguesa.

Quais as áreas dos estágios?
Todas as áreas de formação são elegíveis. Tudo vai depender das necessidades que as empresas apresentarem nas candidaturas.

Há garantia de ficar na empresa no final do estágio?
Não. O contrato de estágio não obriga a empresa a assinar um contrato de trabalho no final do programa. Mas o Santander assegura que estes estágios "sejam uma mais valia para os estagiários e que proporcionem perspectivas de empregabilidade futura para o estagiário".

fonte:http://economico.sapo.pt/

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25
Mai 15

Precisam-se costureiras, serralheiros e soldadores em Famalicão

Cerca de 45% dos empregos oferecidos pelas empresas de Famalicão nos últimos dois anos ficaram por preencher, essencialmente por desajustamento entre o perfil pretendido e os candidatos inscritos no Centro de Emprego.

Domingos Sousa, director do Centro de Emprego de Famalicão, revelou que outros dos factores que contribuiu para o não preenchimento das vagas foi "o elevado peso" da economia informal.

O responsável, que falava em conferência de imprensa, no final de uma reunião com o presidente da câmara, disse que o têxtil e vestuário, o agro-alimentar e a metalurgia e metalomecânica foram os sectores onde se verificou uma maior falta de profissionais.

"Estamos a falar, por exemplo, de costureiras, de tecedeiras, de serralheiros e de soldadores", referiu à agência Lusa.

Nos últimos dois anos, foram registados no Centro de Emprego de Famalicão seis mil ofertas de postos de trabalho, tendo o número de colocações ascendido a 3.342.

De acordo com o que foi revelado na conferência de imprensa, o concelho de Vila Nova de Famalicão está com uma trajectória "acentuada" de descida da taxa de desemprego, que passou de 16 para 10%. Dos mais de 11 mil desempregados registados em Janeiro de 2013, subsistem actualmente pouco mais de sete mil.

Segundo o presidente da Câmara, Paulo Cunha, isto significa que o concelho se aproxima do chamado desemprego estrutural, ou seja, da taxa de desemprego que não está directamente associada ao contexto de crise económica que o país atravessa desde 2008.

"São muito boas notícias para Famalicão" disse Paulo Cunha, sublinhando que a performance resulta, em parte, do "processo interinstitucional que aproximou as empresas das escolas e que valorizou o ensino profissional nos últimos anos em Famalicão".

"Fomos dos primeiros municípios do país a ultrapassar a meta dos 50% dos jovens estudantes inseridos no ensino profissional", acrescentou.

fonte-,http://rr.sapo.pt/i

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06
Abr 15

Tem o 9.º ou o 12.º ano? Aqui há vagas para formar 360 estagiários

O grupo português ISQ tem vagas para formar 360 estagiários nos sectores da Energia (Eletricidade e Gás), Automação, Electrónica, Manutenção Industrial, entre outras, concretamente nas funções técnicas, durante três meses.

Estes estagiários estão entre os 450 desempregados a quem o ISQ vai dar formação, ao abrigo de uma parceria estabelecida com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no âmbito das suas medidas "Aprendizagem" e "Vida Activa".

A parceria entre o ISQ e o IEFP permitirá qualificar pessoas em mecânica e manutenção industrial, instalações elétricas, instalador e soldador de redes de gás, mecânico de aparelhos de gás e aquecimento central, controlo e qualidade alimentar, electrónica e automação, logística operacional, energias renováveis, análise laboratorial, funções relevantes para os setores da indústria, energia, automação e manutenção industrial.

Para poder aceder à formação, os candidatos têm de ter habilitações ao nível do 12.º ano ou do 9.º ano caso tenham experiência na área. Deverão ainda estar inscritos num centro de emprego.

Após três meses de formação, seguem-se mais três meses de estágio. Estes, não representam qualquer custo para as empresas aderentes à iniciativa do ISQ, que ficam apenas obrigadas a proporcionar trabalho ajustado à formação e fornecer uma avaliação do estágio. Já os participantes, pelo seu lado, comprometem-se com a procura activa de emprego nesses seis meses.

A formação decorre no campus do ISQ em Oeiras que dispõe também de um conjunto de laboratórios equipados com meios técnicos para capacitar os formandos nas respectivas áreas.

Mais informações aqui.

"No ISQ temos acumulado um grande saber técnico em sectores que estão em crescimento, como o Oil & Gas. Ao partilhá-lo com quem está desempregado, esperamos ir ao encontro de um dos objectivos das medidas criadas pelo IEFP, que é melhorar a empregabilidade das pessoas», explica Marta Branquinho Garcia, Coordenadora de Formação do Grupo ISQ.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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26
Jan 15

Desempregados entre 18 e 29 anos podem candidatar-se a apoios do IEFP

Os desempregados entre os 18 e os 29 anos podem, a partir de hoje, candidatar-se a apoios do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) destinados à sua integração no mercado laboral.

A medida Emprego Jovem Ativo, que se insere no programa Garantia Jovem, destina-se a jovens com idade entre os 18 e os 29 anos, inscritos como desempregados nos serviços do IEFP.

O Emprego Jovem Ativo consiste no desenvolvimento de uma experiência prática em contexto de trabalho por jovens em situação de desfavorecimento face ao mercado de trabalho, conjuntamente com jovens mais qualificados.

As atividades a desenvolver podem ser dinamizadas por entidades públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, mediante a apresentação de um projeto integrado de atividade conjunta destes jovens, com a duração de seis meses, e que inclua a designação de um orientador responsável pelo acompanhamento.

Os destinatários terão direito a uma bolsa mensal (que varia em função do nível de qualificação mas que não ultrapassa 1,3 vezes o valor do Indexante de Apoios Sociais [419,22 euros]), refeição ou subsídio de alimentação e seguro de acidentes pessoais, inteiramente comparticipados pelo IEFP.

O Emprego Jovem Ativo constitui, segundo o IEFP, "uma nova forma de dinamizar a integração social e profissional dos jovens que por diversos motivos se encontram afastados, quer da escola, quer do mercado de trabalho".

As informações sobre as condições de candidatura, de acesso ao Emprego Jovem Ativo e ao regulamento específico estão disponíveis, a partir de hoje, na página oficial do instituto na Internet.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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Sector dos moldes sem desemprego. Técnicos qualificados precisam-se

O sector dos moldes não regista desemprego e continua a precisar de mais técnicos qualificados, afirma o presidente da Associação Nacional da Indústria de Moldes (Cefamol).

"Felizmente, no nosso sector, não existe desemprego", afirmou à agência Lusa João Faustino, acrescentando que devido "ao crescimento que o sector teve nos últimos anos" não há "mão-de-obra disponível no mercado para fazer face às necessidades das empresas".

Segundo João Faustino, as empresas têm feito acordos com politécnicos e universidades no sentido de admitirem jovens, primeiro para realizarem estágios e depois encetarem o processo de recrutamento.

"Ainda assim não chega", constatou o dirigente, apontando, além de quadros com formação superior, a necessidade premente de técnicos com formação profissional.

Destacando a existência de acções no sentido de divulgar o sector e a engenharia no ensino secundário, o presidente da Cefamol, associação que completou 45 anos em 2014 e conta com 135 associados, afiançou que jovens recém-formados com "valências com capacidade para trabalhar nesta actividade têm emprego".

A necessidade de recursos humanos é tão mais urgente quando se constata o investimento que a indústria de moldes tem realizado.

"De uma maneira geral, o sector tem investido bastante nos últimos anos em novas tecnologias e novos equipamentos, mas também surgem diversos projectos de ampliação ou construção de novas instalações", salientou a Cefamol.

Para João Faustino, o investimento "espelha um pouco a esperança na actividade da empresa", mas também "o que tem sido os últimos anos face ao crescimento e o desafio que as empresas têm encontrado para se posicionarem tecnologicamente numa vertente mais produtiva e mais acelerada para responder às necessidades que são solicitadas".

Questionado sobre que medidas gostaria que o Governo tomasse para o sector, João Faustino reconhece a importância de se "facilitar a abertura de portas em mercados internacionais", notando haver "muitas dificuldades" em chegar ao mercado brasileiro.

"Cobra-se uma taxa de importação muito elevada e isso faz com que os moldes portugueses depois percam a competitividade", declarou João Faustino, esperançado na diminuição das taxas aduaneiras, mas admitindo que esta tenha de ser uma acção concertada ao nível da União Europeia.

A nível fiscal, considera importante ultrapassar a questão de reaver o IVA por parte das empresas que produzem moldes que ficam no país.

"A empresa só para reaver o IVA envia o molde ao seu cliente [para o estrangeiro] e o cliente exporta para Portugal", declarou, considerando que este obstáculo "deveria ser eliminado" no mais curto espaço de tempo.

A Cefamol pede, ainda, a definição quanto ao 'cluster' "Engineering & Tooling", "na continuidade de uma estratégia já iniciada de promoção dos moldes nacionais no estrangeiro e no desenvolvimento tecnológico desta indústria".

fonte:http://rr.sapo.pt/inf

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25
Jan 15

Número de ofertas de emprego cai 16% em dezembro

O número de desempregados inscritos nos centros de empregado caiu no final de dezembro do ano passado, em relação ao mesmo mês de 2013, mas o número de ofertas de emprego disponíveis também diminuiu.

Ao todo, segundo os dados divulgados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), foram contabilizados 598.581 inscritos nos centros de emprego, número que representa uma queda de 13,3% face ao mêshomólogo (o equivalente a menos 91 mil pessoas) e um ligeiro aumento, de 0,1%, em relação ao mês anterior (mais 498 pessoas).

Também o número de casais inscritos nos centros de emprego diminuiu, de 12.714 em dezembro de 2013 para 11.969 em dezembro do ano passado.

Apesar destas melhorias, as ofertas recebidas pelos centros de emprego totalizaram 10,6 mil em todo o país, uma queda homóloga de 1,9% e menos 16% do que em novembro. A quebra de mais de 2 mil ofertas poderá explicar-se pelo emprego sazonal, já que os anúncios para o trabalho temporário na altura do Natal são, geralmente, publicados ainda em outubro e novembro.

Ao mesmo tempo, aumentou o número de ofertas de emprego por satisfazer. No final de dezembro, eram 18.996, mais 9,3% do que no mês homólogo e menos 5,3% do que no mês anterior.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/e

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19
Jan 15

Saiba como se candidatar a uma vaga numa companhia aérea

A Ryanair já começou as sessões de recrutamento este ano em Portugal e anunciou que quer contratar 250 portugueses em 2015. A Emirates realiza um ‘open day’ este mês.

As companhias aéreas internacionais têm sido uma grande ajuda para os jovens portugueses fugirem ao desemprego e à falta de perspectivas profissionais no país. Ainda na semana passada a Ryanair voltou a anunciar mais 250 contratações de portugueses em 2015 e tem já sessões de recrutamento a decorrer em Lisboa e no Porto. Também a Emirates Airlines, que recruta habitualmente em Portugal, tem duas sessões de recrutamento agendadas para este mês, embora sem divulgar (como é habitualmente a sua política) quantas vagas tem para portugueses (ver caixas ao lado).

Têm sido muitos os jovens contratados, quer pela Ryanair, quer pela Emirates, para comissários e assistentes de bordo e alguns pilotos. Embora com menos regularidade, também a Qatar Airlines já tem vindo recrutar ao nosso país e este ano deverá voltar, uma vez que anunciou a abertura de uma rota para Portugal em 2015. No entanto, até ao momento, ainda não divulgou datas para as sessões de recrutamento.

Desde 2008, a Groundlink, responsável pelas contratações em Portugal para a companhia irlandesa Ryanair, já recrutou mais de dois mil tripulantes de bordo para a companhia irlandesa. O salário médio mensal oferecido por esta companhia é de aproximadamente mil a 1.400 euros livres de impostos por mês , com contrato de três anos.

A abertura de rotas de ligação directas a Portugal e a necessidade de ter pessoas que falem português para outros destinos de língua oficial portuguesa justificam esta necessidade das companhias de aviação de recrutar portugueses para as tripulações dos aviões. E a adesão dos jovens a estes dias de recrutamento das companhias aéreas tem sido grande.

Para concorrer, o mais importante é ter uma excelente fluência em inglês e a aparência e condição física, além de disponibilidade para viver no estrangeiro. Quanto a habilitações, o 12º ano é normalmente a formação exigida.

O processo de recrutamento da Ryanair está a cargo da Groundlink, que dá formação em inglês, aviação e preparação para os 'open days'. Os portugueses que vão trabalhar para estas companhias agradam pelo seu "à-vontade com línguas e pela simpatia", afirma uma fonte da Groundlink ao U&E, citando o que costuma referir o presidente da companhia, Michael O'Leary. No caso da Emirates, são os próprios responsáveis da companhia que vêm fazer a selecção e recrutamento a Portugal.

Como me posso candidatar aos 'open days'

As companhias anunciam as suas sessões de recrutamento online nos seus sites, que são normalmente detalhados e bem organizados, e estas depois vão-se espalhando pelos portais de emprego. Os candidatos só têm de se inscrever primeiro online no site para poderem ir ao 'open day'.

Normalmente, os 'open days' são em hotéis, começam logo de manhã, e os candidatos são submetidos a provas de inglês e a uma entrevista, podendo aproveitar para esclarecer todas as dúvidas que tiverem.

Além dos 'open days', a Emirates tem os 'invitation only' onde só vão os candidatos que forem seleccionados previamente, após uma filtragem já feita pela companhia, que chegou a Portugal em Julho de 2012 com a abertura da rota directa Lisboa-Dubai.

Para trabalhar na Emirates Airlines - que tem já mais de 400 portugueses a trabalhar nas tripulações dos seus aviões - os candidatos têm de ter 21 anos, e o conhecimento de outras línguas é uma importante mais-valia. A companhia do Dubai avisa que não sendo obrigatório ter experiência profissional como assistente de bordo, é desejável a experiência dos candidatos em serviços de atendimento ao cliente.

A companhia do Dubai oferece condições acima da média, uma vez que o salário é isento do pagamento de impostos naquele país, o alojamento é gratuito, havendo ainda direito a outros benefícios e oportunidades de evolução na carreira.

Com a oferta deste tipo de condições, são muitos os jovens portugueses a candidatar-se a um lugar nestas companhias. E no caso dos que vão trabalhar para a Emirates e passam a ter residência no Dubai, a diferença de estilo de vida é grande. Se, em muitos casos, alguns jovens o fazem para abraçar uma profissão que os seduz e que lhes permite conhecer novos povos e culturas, outros fazem-no apenas porque precisam de encontrar um emprego e há quem nunca tenha imaginado em ir viver para tão longe. Alguns chegam mesmo a abandonar os cursos para embarcar num emprego bem pago numa companhia de aviação, jogando antecipadamente pelo seguro.

 

COMPANHIAS QUE MAIS RECRUTAM EM PORTUGAL

Ryanair vai contratar 250 portugueses

A Ryanair vai recrutar 250 pessoas em Portugal em 2015. Para o efeito, a companhia teve uma sessão de recrutamento a 16 de Janeiro no Porto e terá duas, a 23 de Janeiro e 5 de Fevereiro, em Lisboa. Os interessados devem enviar o CV em inglês para admin@groundlink.pt.

Emirates Airlines vem a Portugal dia 24 e 29

A companhia do Dubai anunciou que vem a Lisboa a 24 deste mês para um 'invitaion only' day' e ao Porto a 29 para um 'open day'. Este último será no Sheraton a partir das 9h. Se está interessado pode apresentar a sua candidatura online em www.emiratesgroupcareers.com/.

Nova rota da Qatar Airlines abrirá vagas

A companhia do Qatar quer abrir uma rota para Portugal no final de 2015 pelo que se prevê que recrute este ano em Portugal. Para já, a Qatar Airlines não divulgou informação sobre o recrutamento em Portugal. Se quiser saber mais ou mesmo fazer uma candidatura espontânea, vá a careers.qatarairways.com.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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Conheça os profissionais que o mercado vai procurar em 2015

Comerciais, engenheiros e profissionais de Tecnologias de Informação serão os perfis mais procurados este ano, revela o Guia do Mercado Laboral da Hays para este ano.

As notícias são boas: 70% dos empregadores tencionam recrutar novos colaboradores para as suas empresas em 2015, segundo o Guia do Mercado Laboral da Hays para 2015, que inquiriu mais de 700 empregadores em Portugal. Profissionais das Tecnologias da Informação (TI), comerciais e engenheiros serão os perfis mais procurados.

De acordo com a edição deste ano do Guia Laboral da Hays, as empresas querem contratar mais colaboradores, em 2015, "devido a planos de crescimento em território nacional e também no estrangeiro".
Por outro lado, a percentagem de profissionais que consideram a hipótese de mudar de emprego caiu para 75%, o valor mais baixo alguma vez registado nestes inquéritos, revela o mesmo inquérito.

"Aproximam-se momentos de enorme dinamismo no mercado de trabalho português, mas também desafios inéditos", afirma Paula Baptista, managing director da Hays Portugal. "A percentagem de empresas que pretendem contratar ultrapassa as perspectivas mais optimistas. No entanto, há menos profissionais dispostos a mudar de emprego e muitos pensam mesmo sair do país. As empresas que queiram crescer terão de competir já este ano para atrair e reter os melhores".

Esta edição do Guia do Mercado Laboral tem como base inquéritos efectuados junto de 3.701 profissionais qualificados e 705 empregadores, além de milhares de entrevistas e reuniões realizadas pela Hays ao longo do ano, junto de candidatos e empresas em todo o país.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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23
Dez 14

Borgstena vai criar 350 novos postos de trabalho na unidade de Nelas

A empresa Borgstena anunciou hoje a criação de 350 novos postos de trabalho na unidade de Nelas, depois de ter ganhado um projecto que prevê a produção de tecidos e confecção de capas para cadeiras de bebé.

 

Numa primeira fase serão criados 100 postos de trabalho já em Fevereiro de 2015. Posteriormente, contamos contratar até 250 pessoas, até ao final do ano de 2016", revelou o presidente executivo (CEO) e membro do conselho de administração do grupo sueco, Jorge Machado.

Em declarações à agência Lusa, Jorge Machado explicou que a contratação de novos trabalhadores serve para dar resposta a um protocolo que o grupo sueco Borgstena assinou com os alemães Britax Römer Kindersicherheit GMBH, e que prevê a produção de tecidos e confecção de capas para cadeiras de bebé na unidade de Nelas.

"Vamos começar por produzir 600 mil cadeiras de bebé e atingir gradualmente os 1,5 milhões de unidades. O objectivo é trazer para Nelas, até final de 2016, tudo o que o nosso novo cliente estava a produzir na Ásia", informou.

Na sua opinião, este contrato com os alemães é "estrategicamente muito importante" e vai também "trazer valor acrescentado para outras empresas da região centro", nomeadamente o Grupo Aquinos de Tábua, uma vez que "a Borgstena conseguiu incorporar outras matérias-primas nacionais no produto final da Britax Römer".

"Desde a crise de 2009 que tentámos diversificar e obter negócios em outras áreas e este contrato com a Britax Römer dá um passo significativo nessa direcção. Vamos apresentar um produto 100 por cento 'made' em Portugal, desde o design à sua produção", acrescentou.

O CEO e membro do conselho de administração do grupo sueco evidenciou ainda que a Borgstena se encontra "em negociações avançadas" com o Grupo VW no sentido de obter um contrato para confecção de capas para automóveis.

"Gostaríamos que esse projecto, que no passado foi feito pela Johnson Controls, voltasse a Nelas. Estas negociações podem vir a criar mais 350 novos postos de trabalho", sustentou.

A unidade de Nelas do Grupo Sueco conta hoje com uma carteira de encomendas de aproximadamente 300 milhões de euros para os próximos cinco anos.     

Após as novas contratações anunciadas, a Borgstena Textile Portugal vai contar com aproximadamente 550 pessoas no seu quadro de pessoal em Nelas. 

Em termos operacionais, a unidade de Nelas é considerada, dentro do ramo têxtil automóvel, "uma unidade de referência na Europa", tendo disponível em todas as áreas equipamento de última geração mas também a capacidade de produzir, num só local, desde a extrusão de fio até a confecção completa de capas.  

O Borgstena tem como principais clientes marcas como Volvo, Scania, Daf, Man, VW, Seat, Skoda, Hyundai, KIA entre outras e dispõe de unidades operacionais em Portugal, República Checa, Roménia, Brasil, Malásia e China.

fonte:Lusa/SOL

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16
Nov 14

Natal traz mais emprego, mas só até à época de saldos

O Natal vai trazer emprego a milhares de portugueses sem trabalho. Mesmo que seja só até janeiro. 500 colaboradores para reforçar as lojas da Toys "R" Us, um aumento de 250% do total de empregados da marca. Part-times, para reforço de Natal, para as lojas C&A de todo o país. Colaboradores para a campanha de Natal do El Corte Inglés, em diferentes funções e diferentes horários. Operadores de embrulhos para a equipa de uma grande superfície comercial, com "capacidade de resistência ao stress". Consultores de vendas a tempo parcial, para as lojas da H&M de Lisboa, Coimbra e Montijo, para maximizar as vendas das lojas, num ambiente com um "ritmo trepidante". A lista continua e deixa adivinhar que a época natalícia arrancou muito antes de terem sido montadas árvores e luzes de Natal nas ruas e centros comerciais.

Este ano, a empresa de recrutamento Hays dá conta de um aumento, face ao ano passado, no número de recrutamentos associados à época de Natal e passagem de ano, com destaque para os sectores do turismo e hotelaria e o retalho. "Na área de turismo, os hotéis orientados para a realização de eventos são os que mais oportunidades oferecem. Já o retalho necessita de reforços para o período que antecede a época natalícia, seja para as lojas habituais ou para pop up stores que surgem apenas nesta altura do ano. Estas contratações prolongam-se, muitas vezes, até ao período de saldos", nota Marta Santos, section manager da Hays Response.

O fenómeno, já se sabe, não é de hoje. Mas também não é da época. "O trabalho temporário, em geral, tem-se expandido de uma forma bastante agressiva, através de uma maior implementação das empresas de recrutamento para trabalho temporário, na sua maioria de fundo internacional e que têm sido muito apoiadas pelo próprio Governo, até a nível de facilitação de acesso ao IEFP", diz João Camargo, membro da associação Precários Inflexíveis, em declarações ao Dinheiro Vivo.

Sobre a época natalícia, João Camargo refere que o trabalho oferecido é, normalmente, abusivo. "Muito deste trabalho é trabalho negro, isto é, trabalho que não é declarado. É simplesmente acordado por baixo da mesa e infelizmente, esta é uma parte muito significativa e que é impossível de contabilizar". A verdade, continua, é que o nível do trabalho temporário que existe em Portugal "já é bastante assustador" e permite camuflar as formas de desemprego, através de termos como "subemprego".

No final do terceiro trimestre, mostram os dados do INE, 232,1 mil empregados a tempo parcial, do total de 595,5 mil, estavam em situação de subemprego (ou seja, trabalhadores a tempo parcial que desejam trabalhar a tempo inteiro). O subemprego diminuiu 8% em relação ao trimestre anterior e 9,4% face ao trimestre homólogo, mas, por outro lado, a população empregada a tempo parcial também diminuiu 5% face ao terceiro trimestre de 2013.

E se os indicadores do INE mostram que as famílias estão mais otimistas face ao futuro - em outubro, o indicador de confiança dos consumidores atingiu o valor mais elevado dos últimos 12 anos -, os Precários Inflexíveis não esperam grandes mudanças. "As pessoas estão bastante desesperadas por acreditarem em alguma coisa e é natural que não possam estar sempre deprimidas. Mas, em termos económicos, não há razões para estar muito esperançoso, exceto na perspetiva de que é possível mudar a situação atual".

Ainda assim, conclui João Camargo, "todas as propostas que existem e que estão a ser implementadas para mudar o mercado de trabalho são no sentido de piorá-lo: ou legalizar o que era ilegal, que é o mais comum, ou lançar grandes projetos, como estágios profissionais que durem um ano".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/ec

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